Caro leitor,

Assim como futebol, praia e cerveja, a Poupança é uma tradição nacional.

É a escolha número um de 76% dos brasileiros que possuem recursos para aplicar, seja qual for a classe social ou situação financeira.

Mas, desde 2002, existe uma aplicação perfeita para o perfil de quem deseja mais rendimento que na Poupança e não admite perdas.

Falo do Tesouro Direto, títulos públicos de renda fixa comercializados pelo Tesouro Nacional.

Você pode começar a investir neles hoje, com apenas R$ 30,00.

Nas palavras da secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, investimento em Tesouro Direto é “risco zero”.

A grande vantagem é que, mesmo com “risco zero”, alguns desses títulos de renda fixa simplesmente renderam mais que a Bolsa de Valores.

Claro que resultados passados não são garantia de retorno futuro.

Mas aconteceu de verdade, no ano passado.

A aplicação conservadora que recomendamos alcançou +49%, contra +38,90% da Bolsa e constrangedores +8,30% da Poupança.

Isso quer dizer o seguinte:

  • Se você tivesse investido R$ 10.000 na Poupança em 1o de janeiro/2016, terminaria o ano com apenas R$ 10.830.
  • Com os mesmos R$ 10.000 na Bolsa, teria R$ 13.890.
  • Finalmente, R$ 10.000 no título recomendado se transformariam em R$ 14.900 contra os R$ 10.830 da Poupança.

Será que R$ 4.070 a mais significam algo para você?

Caso signifiquem, imagine o quanto teria ganhado com mais dinheiro disponível para aplicar nesse título…

  • R$ 50.000 teriam resultado em R$ 74.500.
  • R$ 100.000 teriam resultado em R$ 149.000.
  • R$ 500.000 teriam resultado em R$ 745.000.

Então, por que 76% dos brasileiros preferem R$ 500.000 em vez de R$ 745.000?

Provavelmente, a principal razão está no boicote exercido por quem deveria ser o facilitador do seu investimento.

Refiro-me aos bancos.

Estive em uma agência e queria aplicar no Tesouro Direto. Tanto o gerente como outra funcionária não souberam me explicar e me convenceram a aplicar em LCI. Gostaria de entender como funciona o Tesouro Direto. — Maura S.

Eu sei por que o gerente não forneceu detalhes sobre o Tesouro Direto para a Maura e tratou logo de lhe empurrar a LCI.

Os funcionários são remunerados de acordo com metas de vendas definidas pelo banco.

E os bancos seguem um modelo de negócio que não visa fazer VOCÊ ganhar dinheiro.

Importa a rentabilidade do banco enquanto empresa, cuja finalidade obviamente é o lucro.

Logo, se o banco precisa vender CDB, cabe ao gerente oferecê-lo para os clientes.

Se precisa vender LCI, vamos entupir todo mundo de LCI.

E por aí vai…

Devido às metas de vendas, o seu gerente não fará cerimônia para lhe empurrar um PIC qualquer, produto que mais parece rifa do que investimento.

Não condeno o gerente, ele precisa do emprego.

Se você analisar que o banco arrecada no máximo 0,5% de taxa sobre aplicações no Tesouro Direto (além de 0,30% cobrado pela BM&FBovespa)… Entenderá que compensa mais empurrar produtos como fundo DI ou CDB para o cliente.

Porque o banco não admite perder dinheiro, você acha justo deixar de ganhar o seu próprio?

Vou indicar os 3 títulos públicos federais que você precisa comprar agora.

Se você é um pai de família, disposto a oferecer uma boa formação escolar a seus filhos, não pode ignorar o investimento “risco zero”.

Veja o caso do meu cunhado.

Em 2002, ano em que foi criado o Tesouro Direto, ele tinha R$ 27.000 numa conta Poupança para a faculdade da filha.

Atualmente, o saldo está em R$ 83.915,77.

Uma quantia nada desprezível, e certamente o esforço do meu cunhado merece respeito.

Porém…

Aqueles R$ 27.000 iniciais poderiam ter se transformado em R$ 170.259,54, caso aplicados no investimento sequer mencionado pelo banco.

2 vezes mais dinheiro com “risco zero”.

Haveria hoje R$ 86.343,77 adicionais na conta da minha sobrinha, que completou 15 anos e logo mais irá para a faculdade.

Essa diferença lhe permitiria cursar uma instituição de renome.

Que tal Direito na PUC-SP?

Dez semestres custam R$ 160.425, o equivalente a 60 mensalidades de R$ 2.673,75.

Infelizmente, o dinheiro da Poupança custeia só metade do curso.

Se tivesse aplicado no Tesouro Direto, meu cunhado seria capaz de bancar uma formação acadêmica completa, de qualidade.

E ainda sobraria para comprar os primeiros livros.

Deixar recursos na velha caderneta é rasgar dinheiro, não me canso de repetir.

Ao mesmo tempo, aplicar em um CDB, uma LCI ou LCA do seu banco pode ser mais bom negócio para o gerente do que para você.

Eu tinha um CDB que venceu e falei para a gerente que gostaria de uma renda fixa com rendimento melhor. Ela insistiu num CDB de dois anos que poderia chegar no máximo a 82% do CDI. Achei pouco e saí indignada, mas não sei onde investir. — Janaína O.

Na minha opinião, a Janaína fez muito bem de recusar.

Está na hora de dar um basta nos bancos e migrar justamente para o investimento que tem sido ignorado por eles.

O investimento classificado de “risco zero” pela autoridade máxima do Tesouro Nacional.

Títulos públicos de renda fixa que podem lhe render um imóvel próprio, a viagem de sonho, uma aposentadoria segura ou brinquedos de luxo… como um carro de última geração.

Tudo sem abrir mão da tranquilidade que você tanto aprecia na Poupança.

3 passos até o “risco zero” 

À frente do cargo mais alto do Tesouro Nacional, a empolgação da secretária Ana Paula Vescovi é justificável quando afirma que “o Tesouro Direto é risco zero”.

Tomando algumas precauções muito simples, você consegue perfeitamente controlar os já baixíssimos riscos dos títulos públicos.

Até chegar ao “risco zero”.

 

1o passo – Eliminar o Risco de Crédito

Investir em títulos públicos é emprestar dinheiro para o governo, da mesma forma que investir em CDB é emprestar dinheiro para o banco.

Em ambos os casos, você recebe uma remuneração ao final do período contratado para a aplicação.

Em ambos os casos, existe risco de o tomador do empréstimo não pagar você, que é o credor.

A diferença é que a possibilidade de o governo não honrar esse compromisso é infinitamente menor que para um banco.

Se chegássemos a ponto de o governo dar calote, a economia brasileira entraria em colapso geral, trazendo desagradáveis consequências… tivesse você dinheiro em Tesouro Direto, Poupança ou qualquer outro investimento.

Você estaria ainda menos protegido na Poupança, pois, quando a água batesse no Tesouro, os bancos todos já teriam se afogado antes.

Eliminar o risco neste primeiro passo é muito fácil.

Como o governo é o emissor da moeda, dispõe de uma última alternativa antes do calote nos credores: imprimir mais dinheiro para honrar suas dívidas.

Gerar inflação é preferível a dar calote na cara dura.

E o investidor do Tesouro Direto receberá seu dinheiro, especialmente aqueles que comprarem títulos indexados à inflação.

Com o risco de crédito eliminado, sua segunda preocupação é…

2o passo – Eliminar o Risco de Liquidez

Liquidez é a facilidade de converter o seu dinheiro aplicado em dinheiro vivo.

Para mexer no dinheiro da Poupança, você precisa aguardar a data de aniversário para não perder o rendimento mensal.

Já a liquidez dos títulos públicos é diária, ou seja, você pode vender o seu título a qualquer momento.

Você tem todo o direito de vendê-lo antes do vencimento e obter vantagens com isso. Mas, caso não se mostre vantajoso, basta esperar um pouco mais.

Agindo assim, você também conseguirá…

3o Passo — Eliminar o Risco de Mercado

Sei que o seu banco nunca falou, mas o Tesouro oferece diferentes tipos de títulos de renda fixa aos investidores.

Dividem-se entre pós-fixados, prefixados e indexados, com datas de vencimento que, atualmente, vão de 2020 a 2050.

E você tem de saber qual o título certo para investir de acordo com seus planos pessoais.

Vou indicar os 3 títulos do Tesouro que você precisa comprar agora. Só assim você vai se livrar da Poupança, CDB e PICs que não rendem nada.

Há outro motivo para o seu banco fingir de morto em relação ao Tesouro Direto: a capacitação do gerente.

Diante das outras receitas do banco, as geradas pelas aplicações em Tesouro Direto não justificam habilitar o gerente a indicar o título mais adequado a você.

O gerente resolve desde problemas de crédito até de cadastramento, além de ter metas de vendas… como daria conta de recomendar os melhores títulos públicos para cada perfil de cliente?

E acredite: se você estiver posicionado no título errado para o momento pode ter prejuízo.

Portanto, o título que você escolherá deve estar o mais alinhado possível aos seus objetivos financeiros, prazo que deseja manter a aplicação e tolerância a eventuais oscilações.

Essa é a única forma de eliminar o risco de mercado, ou seja, o risco de você receber menos do que esperava ou menos do que investiu.

Observe este título pós-fixado de característica muito estável.

É um título de rentabilidade positiva mesmo se a taxa básica de juros da economia se movimentar para baixo.

Durante o ano de 2016, a Poupança rendeu +8,30% e o Título Estável rendeu 43,37% a mais.

A diferença entre +8,30% e os +14% do título, descontado o imposto de renda, totaliza 43,37%.

Nada mau, não é?

Além do Título Estável, há outros perfis de títulos, dentre eles os prefixados e indexados, sujeitos a maiores oscilações de mercado.

Dessa forma, um título que tenha prometido lhe pagar +12% ao ano pode até render +12% no mês; ou mesmo ser negativo em -12%.

Aposto que você está pensando: — Ah, como eu não admito perda, então vou investir só no Título Estável.

Não faça isso, você vai deixar de ganhar um bom dinheiro!

Meu propósito aqui é aproximar todos os títulos públicos do “risco zero”, conforme entendimento da secretária do Tesouro.

Admito que investir em um pós-fixado e deixá-lo na gaveta até a data de vencimento do título já é um avanço enorme em relação à Poupança.

Mas por que se contentar com isso, se você tem a oportunidade de dar aquela guinada financeira que sempre sonhou?

Vou revelar a estratégia para você alcançar alto rendimento, com ainda mais tranquilidade que a Poupança.

Os títulos prefixados e indexados do Tesouro Direto foram criados para acelerar a sua riqueza por meio da renda fixa.

Para concluir o 3o passo e eliminar o risco de mercado, você só precisa saber…

Que títulos comprar e quando vender.

Nessa estratégia, carregar seu título até a data de vencimento não é primordial.

Você venderá o título quando ele tiver alcançado a melhor rentabilidade.

Fica mais fácil de entender visualizando este exemplo.

De 2008 a 2016, calculei a rentabilidade de quatro títulos aleatórios do Tesouro: T1, T2, T3 e T4.

Assinalei em verde as melhores rentabilidades de cada um, por ano. Em vermelho, assinalei as rentabilidades negativas.

No ano de 2008, o melhor título foi o T3 com rendimento de +16,74%.

Em 2011, foi o T4 com rendimento de +16,30%.

Em 2016, foi o T2 com rendimento de +44,40%.

No período 2008-2016, quem soube entrar e sair dos títulos no momento certo ficou com o melhor retorno de cada um.

E acumulou magníficos +576% de rentabilidade.

Uma média de 72% por ano ou 6% por mês.

São R$ 600 por mês para R$ 10.000 aplicados.

Adivinhe qual foi o investimento mais rentável dos últimos 10 anos?

Ao longo desse período, o título público rendeu 17,5 vezes mais que a velha caderneta e você não aproveitou.

É claro que resultado passado não é garantia de retorno futuro.

Mas, se você ignorar os 3 títulos do Tesouro que precisa comprar imediatamente, de novo desperdiçará a oportunidade mais segura de superar a Poupança.

A gestão ativa da renda fixa potencializa seus ganhos com maior rapidez.

  • Beneficiando você com os melhores rendimentos dentro de uma aplicação conservadora.
  • Tomando precauções simples, em 3 passos, para finalmente chegar ao “risco zero”:

Os títulos públicos de renda fixa são um investimento recente em comparação aos outros.

No entanto, isso é bem relativo. Porque, por outro lado, já faz 15 anos que ele existe.

Apesar de o seu banco fingir que não vê.

Quem já descobriu todas as vantagens do Tesouro Direto está lucrando há mais tempo.

E não é confortável ficar para trás nos projetos de vida que todos desejamos realizar.

Sei o quanto você trabalhou para reunir patrimônio.

A estabilidade econômica não é o ponto forte do nosso país. E o pesadelo de qualquer cidadão é de que seu dinheiro aplicado se desvalorize.

O medo, normalmente gerado pelo desconhecimento, pode atrapalhar a sua decisão pela aplicação mais rentável.

Mas o seu patrimônio está à espera de ser multiplicado. E você pode contar comigo para que, juntos, realizemos essa tarefa com eficácia.

Meu nome é Marília Fontes, analista responsável pelas recomendações de renda fixa da Empiricus.

Sou formada em Economia pelo Insper, onde atualmente curso mestrado, e tenho vasta experiência no mercado financeiro.

Já trabalhei em asset managements conceituados como Itaú, Mauá e Kondor, fazendo gestão em portfólios de até R$ 2 bilhões, locais e internacionais.

Em 2016, entreguei para os leitores da Empiricus uma rentabilidade na casa dos 170% do CDI somente com recomendações de renda fixa.

Uma rentabilidade de 170% do CDI é boa?

É boa, sim.

Dificilmente você consegue investir nos produtos de renda fixa do seu banco com retorno acima de 80% do CDI.

Enquanto isso, aqui na Empiricus, tenho orgulho de conduzir uma série especialmente desenhada para você tirar o máximo proveito do investimento “risco zero” assegurado pelo Tesouro Nacional.

Você está convidado a conhecer esta série. Assim, poderá acessar imediatamente minhas ideias de investimento e recomendações.

É disto que vou falar no Tesouro Empiricus: como investir nos melhores títulos públicos de renda fixa e construir sua própria riqueza com consistência.

Você pode começar a investir hoje, com R$ 30,00.

Sei o quanto você trabalhou para juntar seu patrimônio e quero vê-lo ganhando dinheiro com minha orientação profissional.

Num cenário de mudanças políticas e econômicas, é importante agir com inteligência e rapidez.

Mas não é fácil, para um leigo em mercado financeiro, acompanhar cada novidade que surge no Congresso e as respectivas consequências sobre os investimentos.

Farei todo esse acompanhamento para você no Tesouro Empiricus.

E já detectei os 3 títulos que você precisa comprar agora.

Olá, Marília, gostaria de agradecer pelas recomendações do Tesouro Empiricus. Desde o início, estou surfando a rentabilidade crescente com a queda progressiva de juros e devo ter lucrado uns 45% ao ano! — Gustavo A.

Assim como nosso assinante Gustavo, você pode ser o próximo a lucrar +45% ao ano.

Ou até mais.

Vamos juntos proteger seu patrimônio da inflação e praticar a gestão ativa para acelerar os ganhos.

Revelarei a você quais os títulos que deve comprar e quando vender para ficar com as melhores rentabilidades deles.

Meu único objetivo é fazer você ganhar dinheiro e reúno a qualificação necessária para isso.

Não sei o quanto você conhece da Empiricus, mas o nosso modelo de negócio é diferente do banco.

Na Empiricus, não recebemos corretagens, emolumentos ou qualquer tipo de bonificação sobre os valores investidos por nossos assinantes.

Nossa receita vem exclusivamente das assinaturas que vendemos. Logo, nossa finalidade empresarial é o sucesso financeiro do cliente.

Isso nos confere a isenção necessária para indicar apenas negócios realmente lucrativos a você.

Eu analiso detalhadamente cada um dos títulos públicos.

Suas características, seu comportamento histórico, seu potencial de lucro.

E indico o melhor título para cada ocasião, sempre buscando o “risco zero” da Ana Paula para deixar você confiante.

Para ter acesso aos melhores títulos públicos de renda fixa do mercado, basta se tornar um assinante da série Tesouro Empiricus.

Tenho o cuidado de deixar os conteúdos dessa série bem mastigados, para que você não fique na dúvida.

Linguagem simples para facilitar o seu entendimento.

A clareza é essencial para que os leitores aproveitem bem as oportunidades com o Tesouro Direto garimpadas pela minha equipe.

E, como o tempo não para, quanto mais rápido você se posicionar, maior será sua chance de lucrar com os ajustes na economia brasileira.

A cada 15 dias, escrevo um relatório para que você ganhe confiança ao investir e possa lucrar com os títulos públicos.

Você saberá as razões de cada uma de minhas indicações e, quando houver mudança de rumo, estarei de prontidão para avisá-lo.

Acabo de ver suas colocações no relatório de hoje. Compreendo que você mostra o farol lá na frente, ajustando o rumo de vez em quando, e não me preocupo com qualquer turbulência. Rui W.

Como bem pontuou o nosso assinante Rui, eu sempre alerto sobre as eventuais mudanças.

Você também vai fazer parte do grupo de investidores satisfeitos com seus retornos no Tesouro Direto.

O investimento “risco zero” que seu banco insiste em ignorar.

Nada que se compare a Poupança, títulos de capitalização ou outros com os quais somente o seu banco lucra…

Confira os itens inclusos na sua assinatura da série Tesouro Empiricus:

1) Relatório especial Trocando de Título, que aborda a gestão ativa dos títulos públicos de renda fixa e traz os 3 recomendados que você precisa ter neste momento.

2) Relatório quinzenal Tesouro Empiricus. Análise do cenário político-econômico brasileiro e recomendações pontuais de títulos públicos do Tesouro Nacional para alocar a maior parte do seu patrimônio.

3) Videoaulas. Explanação detalhada sobre os títulos públicos negociados no mercado, como funciona a taxa de juros e a melhor forma de se posicionar para abocanhar os maiores lucros.

Marília, gostaria de parabenizá-la pelo material disponibilizando em vídeo. Achei excelente, simples e esclarecedor. Aguardo ansioso pelos próximos. – Leonardo T.

4) Bônus especial DailyPRO, newsletter diária com as principais recomendações de todos os analistas da Empiricus, que separadamente custa R$ 99 por ano. Mas nossos assinantes não pagam nada por ela.

Como você recebe tudo isso?

Igual a um acesso no Netflix, no Spotify ou na rede social, você terá um login e uma senha no site da Empiricus.

É nessa área logada que encontrará todo o conteúdo disponível, inclusive os 3 títulos públicos indicados por mim.

Cada relatório quinzenal, cada recomendação sobre investimento vai sendo inserida na sua área do assinante.

Fica tudo à mão, você não terá trabalho nenhum de análise.

Precisa de apenas alguns minutos na semana para ler os relatórios e aplicar nas boas oportunidades do Tesouro Direto.

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Pense no que você deseja para os próximos anos em matéria de realização financeira.

Foi o investimento mais rentável dos últimos 10 anos e você perdeu a chance.

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Como falei anteriormente, estar posicionado no título inadequado ao cenário econômico pode ocasionar perdas financeiras.

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Um abraço,
Marília Fontes

 

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