O Novo Brasil já começou — e vem gerando uma verdadeira fortuna a alguns leitores…

Chegou a hora de se posicionar em seu 
maior desdobramento:

Veja agora mesmo se ainda há tempo de receber
a sua parte na oportunidade de R$ 949 BILHÕES

 

Caro leitor,

Peço um instante da sua atenção para o gráfico a seguir:

Fonte: BTG Pactual e Bloomberg

Ele traz o desempenho histórico da Bolsa brasileira em dólares desde a redemocratização do País.

Há pelo menos duas informações incontestáveis aqui:

– Os mercados já começam a antecipar um amplo processo de reconstrução dos fundamentos da economia brasileira.

– Mas ainda estamos notadamente abaixo da tendência estrutural de longo prazo.

E o que isso quer dizer?

Vivemos, neste exato instante, os passos iniciais do que pode ser o próximo grande ciclo de supervalorização dos ativos brasileiros.

Algumas pessoas estão fazendo verdadeiras fortunas apenas com os passos preliminares desse movimento.

Somente nos últimos 12 meses, algumas das ações mais negociadas da Bolsa brasileira acumulam ganhos de:

+ 369,9%
+ 347,3%
+ 293,4%
+ 286,7%
+ 267,6%
+ 250,9%
+ 250,7%
+ 212.6%
+ 199,0%
+ 189,6%
+ 164,3%
+ 147,1%
+ 146,5%
+ 139,7%
+ 139,0%
+ 134,7%

Dentre outras.

Isso, somente nos últimos 12 meses.

Há ações conhecidas no grupo como Magazine Luiza, Guararapes, Ferbasa, Estácio, Vulcabrás…

É possível que você ainda não tenha se atentado para o tamanho da oportunidade que está à sua frente.

Com um ambiente internacional favorável, a condenação do ex-presidente Lula, a queda na taxa de juros e o início de uma recuperação econômica, temos uma combinação de fatores explosiva para alguns investimentos.

Falo de ganhar dinheiro de verdade aproveitando oportunidades raríssimas abertas pela crise…

E da chance de você multiplicar seu capital por 2x, 10x e até mesmo 20x com esse movimento.

Em primeiro momento, é possível que você ache essas cifras irreais.

Potencialmente, que esteja achando isso tudo uma grande loucura.

Como falar em ganhos dessa magnitude se ainda nem saímos de uma das maiores crises econômicas de nossa história?

Mas, note, é algo que já aconteceu.

Os ciclos anteriores de valorização da Bolsa proporcionaram multiplicações da ordem de 19x (2004-2007), 30x (1992-1998), 16x (1982-1986) para a média das ações.

Você já imaginou multiplicar o seu capital atual por 20x?

Não dá para contestar os fatos.

Quando falei anteriormente que o dólar chegaria a R$ 4,00 (com a moeda ainda cotada a R$ 1,90), também fui chamado de louco.

O mesmo aconteceu quando alertei para a destruição da Petrobras antes do estouro do escândalo de corrupção na estatal.

Da mesma forma, quando divulguei incialmente a tese do “Fim do Brasil”, alertando antes de todos para a possibilidade de o País enfrentar a maior recessão de sua história, fui acusado de terrorismo e processado pelo governo.

É justamente por isso que você não encontrará esse tipo de informação nos veículos convencionais.

Hoje, contamos com mais de 180 mil assinantes que se dispuseram a pagar para receber minhas ideias de investimento, protegendo e aumentando seu patrimônio diante da crise.

Assumindo que, na média, um assinante comprou mil dólares a R$ 1,90, seguindo a minha sugestão mais enfática de compra da moeda – e essa é uma cifra bastante conservadora —, cada assinante ganhou R$ 2.100 ou mais somente com essa oportunidade.

Multiplicando esses R$ 2.100 de ganho individual por 180 mil assinantes, falamos de uma riqueza total gerada, apenas na sugestão em favor do dólar, da ordem de R$ 378 milhões.

Felipe, depois que vocês acertaram na veia o fim do Brasil, não imaginava que uma virada de 180 graus na sua recomendação também me fizesse ganhar dinheiro.
Ninguém acertou tanto quanto você nos últimos anos.
Obrigado!
Eduardo A.

Agora, chamo a atenção para o que pode ser o terceiro ciclo de supervalorização dos ativos brasileiros.

Algo que, feito apenas uma vez, corretamente, pode mudar definitivamente a realidade financeira da sua família.

Há, sim, elementos materiais que embasam essa tese — provarei um a um desses pontos nas próximas linhas.

E mais importante: ainda dá tempo de você se posicionar e lucrar muito com o que vai acontecer nos próximos dias.

“Em 15 de fevereiro de 2018, a Bolsa estará num patamar que você simplesmente não pode imaginar agora.”

Se você não acreditou no “Fim do Brasil”, não ganhou dinheiro com a disparada do dólar, não se protegeu (e tampouco apostou) na queda das ações da Petrobras e não aproveitou a tempo os lucros acumulados com as “Oportunidades de uma Vida”…

Agora você tem uma nova chance.

Mas precisa agir logo.

O Novo Brasil já está acontecendo

Nosso chamado de urgência vai para a velocidade do ajuste nos preços dos ativos brasileiros.

Não há qualquer paralelo no mundo, hoje, para o ciclo de valorização que poderá ser visto nos próximos dias… bem aqui, no coração do mercado e da economia brasileira.

O argumento é bastante simples.

Todo mundo fugiu do Brasil e ficamos para trás nos recordes históricos da Bolsa global nos últimos anos.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, acumulou quedas consecutivas.

2011: queda de -18,1%

2012: alta de +7,4%

2013: queda de -15,5%

2014: queda de -2,9%

2015: queda de -13,3%

Pudera…

Nossa economia caminhou nesse período para a maior recessão de sua história.

A inflação bateu em dois dígitos e voltou a incomodar.

As margens de lucro das empresas passaram a cair.

Com isso, os prejuízos se acumularam e acarretaram uma onda de demissões.

Por outro lado, o descontrole dos preços fez com que o Banco Central elevasse a taxa Selic, trazendo os juros brasileiros aos maiores patamares do mundo…

Com todos os fundamentos da economia fora de lugar e a taxa de juros nas alturas (puxando a rentabilidade das aplicações de renda fixa), simplesmente ninguém queria saber de Bolsa, em uma combinação de fatores extremamente negativa para o capital produtivo…

InfoMoney – fevereiro de 2013

Veja – junho 2015

Jornal do Brasil – outubro de 2015

E agora, o que acontece?

Talvez você já tenha percebido que estamos em um ponto de inflexão.

Como antecipamos ao final de 2015 na tese “As Oportunidades de uma Vida”, a Bolsa inverteu completamente a sua trajetória de quedas acumuladas.

2016: alta de +38,93%:
2017: alta de +26,86%:

Folha de S.Paulo – janeiro de 2017

Enquanto isso, a taxa básica de juros da economia brasileira caiu ao menor patamar de nossa história.

Paralelamente, houve avanços na agenda de reformas estruturais, mesmo com toda a crise política.

Folha de S.Paulo – novembro de 2016

O Globo – janeiro de 2017

Os reflexos dessa mudança de cenário já são sentidos na economia…

O que parecia impossível dois anos atrás já está se materializando, mesmo sem uma definição sobre a Reforma da Previdência.

Não dá para fingir que nada está acontecendo.

Não se pode simplesmente ignorar uma inversão de tendência dessa magnitude.

Agora, peço atenção redobrada para o seguinte fato – ele evidenciará por que a trajetória da Bolsa até aqui foi apenas uma primeira mostra de um amplo processo que está determinando o renascimento da economia e do mercado de capitais brasileiro após anos de estagnação.

Este é o principal mérito da transformação em curso e será o responsável pelo grande ciclo de multiplicação dos investimentos que veremos nos próximos meses…

Com o andamento das reformas, pela primeira vez na história a questão fiscal e a restrição orçamentária foram trazidas à pauta.

E, com a condenação do ex-presidente Lula e o espectro político migrando da esquerda em direção a políticas liberais, o Brasil não flerta mais com o abismo.

Pelo contrário, a gente se afasta bastante dele.

Esses elementos são fundamentais para a construção de um novo Brasil – e serão o ponto de partida para uma apreciação vigorosa da Bolsa, que terá, no dia 15 de fevereiro de 2018, o seu dia D.

Explico.

Chegamos a 2018 com a inflação controlada, até mesmo abaixo da meta.

A política monetária está bem conduzida, com juros na mínima histórica.

O cenário atual também contempla balanço de pagamentos em ordem, melhora do mercado de trabalho, início da abertura das torneiras do crédito…

Há em andamento processos de privatizações, licitações e concessões, avanço da governança de estatais, reforma trabalhista, enquadramento da alavancagem de empresas e famílias, firmas que fizeram sua lição de casa cortando custos e despesas… e por aí vai.

Faltava apenas endereçar a questão fiscal, que, por ora, ainda enseja uma trajetória explosiva.

Ou seja, para realmente promovermos o real ajustamento macro, precisamos avançar em reformas fiscais, necessariamente conduzidas pelo próximo presidente.

Nesse sentido, a condenação em segunda instância do ex-presidente Lula representa não somente um fato histórico em si, mas vai muito além, porque engendra a possibilidade material de termos simplesmente eliminado as chances de eleição de um candidato não reformista.

O espectro político migrou da esquerda em direção a políticas liberais.

Sem contar que o ambiente internacional está altamente favorável, com uma situação quase sem precedentes de crescimento global sincronizado, juros muito baixos, muita liquidez e, surpreendentemente, inflação baixa.

Todos os grandes ciclos anteriores de multiplicação no preço dos ativos de risco reuniram essas condições.

Muito possivelmente estamos diante de um deles neste momento.

Então, a porrada que pode acontecer nos próximos meses de Bolsa e de títulos de prazos longos é uma oportunidade que não pode ser ignorada.

É possível que você ainda não tenha se atentado para a dimensão do que está à sua frente.

Não há exagero algum em afirmar que temos uma combinação de fatores explosiva para alguns investimentos.

A primeira implicação é um tanto óbvia: a queda na taxa de juros está reduzindo a atratividade da renda fixa convencional e estimulando uma migração de recursos para a Bolsa.

Historicamente, a correlação entre juros (em queda) e Bolsa (em alta) gerou alguns dos ciclos de valorização mais expressivos de nossa história.

O gráfico a seguir evidencia o quanto o Índice Brasil (IBX), uma das principais referências para o comportamento da Bolsa brasileira, reagiu nos últimos ciclos de redução da taxa de juros: 

Note que em todos os episódios de queda dos juros houve reação extremamente positiva das ações.

Em 2017, essa máxima foi mantida. Enquanto a Selic caía para 7%, o Ibovespa se valorizava +26,86%.

E, desta vez, contamos com um forte gatilho de fluxo.

Hoje a alocação dos investidores em ativos brasileiros de renda variável (ações) encontra-se na mínima de muitos anos, na casa de 8,94%.

Para você ter ideia, em 2010 essa alocação era de 18,3%.

O que isso significa?

Que a redução da atratividade da renda fixa devido ao ciclo de cortes nos juros estimulará uma migração desse fluxo para as ações.

Isso já está acontecendo. Foi assim em 2017, tende a se repetir em 2018.

Temos um marco importante para esse movimento.

Peço sua atenção para o próximo dia 15 de fevereiro.

Essa data marca o pagamento de cupons das NTN-Bs, títulos públicos pós-fixados, cuja rentabilidade é composta por uma taxa anual (definida no momento da compra) mais a variação da inflação (IPCA)…

Os grandes fundos de pensão brasileiros têm como meta em estatuto gerar inflação +6% ao ano de retorno.

O problema?

A NTN-B já está pagando bem menos do que isso, algo próximo de inflação mais +5%.

Então, os fundos de pensão vão pegar todo o montante recebido no pagamento desses títulos, em 15 de fevereiro, e não vão reaplicar esse dinheiro no mesmo investimento.

Isso implicaria risco alto de os fundos de pensão não cumprirem a meta atuarial. Eles comprariam outros investimentos…

… como a Bolsa.

Nesse dia, o Ibovespa estará num patamar que você simplesmente não pode imaginar hoje.

Algumas ações potencializarão esse movimento, concentrando a maior parte dos recursos e apurando valorizações estratosféricas.

Para você ter uma ideia do potencial desse movimento, hoje a alocação total de recursos em títulos NTN-B é da ordem de R$ 949 bilhões.

Isso mesmo: 949 BILHÕES de reais.

Como se não bastasse, ainda temos um verdadeiro “tsumoney” de recursos vindos de investidores estrangeiros.

Foram 9,5 bilhões somente em janeiro de 2018.

Somados aos R$ 3,7 bilhões que haviam entrado em dezembro, os estrangeiros compraram R$ 13,2 bilhões em ações brasileiras em apenas dois meses.

A Bolsa brasileira fechou janeiro em 84.913 pontos, no maior nível da história e tem tudo para atingir recordes cada vez maiores.

Isso porque o momento parece ideal para atrair investimentos, uma vez que a liquidez global é simplesmente gigantesca diante dos programas de afrouxamento quantitativo adotados pelos Bancos Centrais.

Para se ter ideia, somente o Banco Central dos EUA injetou mais de 4,4 trilhões de dólares na economia desde 2008, via programas de estímulo e de afrouxamento quantitativo…

E ele foi acompanhado por outros Bancos Centrais importantes, como o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu e o Banco do Japão.

Na sequência, você pode ver o quanto esses quatro Banco Centrais injetaram de dinheiro na economia nos últimos anos…

E há algo em comum com essas economias: hoje elas oferecem taxas de juros muito baixas – praticamente zeradas em alguns países –, ou seja, sem grande atratividade para seus investidores.

Para onde irá todo esse dinheiro?

O mercado ainda está subestimando o potencial brasileiro de recuperação.

Quando começarem a perceber a melhora, o fluxo de capitais em direção ao Brasil irá aumentar significativamente.

E nem precisamos absorver parte relevante desses recursos.

A absorção de um percentual ínfimo do capital internacional já seria suficiente para se traduzir em um efeito brutal sobre as cotações por aqui.

É como resumiu Giuliano de Marchi, do JP Morgan, em entrevista à InfoMoney:

“‘Vou para o Brasil, [minha alocação] era só 1% [do total], aumentarei para 2%’. Para esse investidor, são somente 2%, mas para o Brasil já são 100% a mais. É um pouco o que aconteceu no boom das commodities, o dinheiro volta para o País.”

Gostaria de relembrar a você o gráfico que expus de início.

A esta altura, imagino que ele esteja mais crível para você…

O que poderia dar errado?

Há um único contra-argumento em potencial para contestar esse cenário: a tese de que os preços das ações brasileiras não estão atrativos, se tomarmos por base o nível de lucros das empresas.

Na média, o lucro das empresas brasileiras também foi comprimido pelas mazelas da recessão econômica e a inflação de custos sobre as empresas.

As margens das companhias listadas na Bolsa ainda estão pressionadas em níveis baixos.

Mas isso cria um fator multiplicador que não pode ser desprezado…

Se a Bolsa atual parece não estar barata em termos de Preço/Lucro, isso se dá pelo fato de as margens de lucro das empresas ainda estarem comprimidas.

Com os lucros se normalizando, o potencial sobre a relação Preço/Lucro das ações será brutal.

Vale lembrar que o ciclo de queda nos juros traz impacto direto sobre essas margens, reduzindo o custo de capital das empresas e melhorando o seu resultado financeiro. Isso já está acontecendo.

Também há uma grande dúvida sobre a capacidade de os ativos brasileiros continuarem subindo depois do notável rali em 2017.

Afinal, foram 26,86% de valorização acumulada pelo Ibovespa em 2017, com algumas das ações mais negociadas da nossa Bolsa registrando, nos últimos 12 meses, ganhos da ordem de:

+ 369,9%
+ 347,3%
+ 293,4%
+ 286,7%
+ 267,6%
+ 250,9%
+ 250,7%
+ 212.6%
+ 199,0%
+ 189,6%
+ 164,3%
+ 147,1%
+ 146,5%
+ 139,7%
+ 139,0%
+ 134,7%

 

Dentre outros.

Mas ainda haveria espaço para mais ganhos?

Os céticos salientam que a recuperação até agora se deu, basicamente, no âmbito da confiança.

Mas os indicadores propriamente ditos já estão dando os primeiros sinais de recuperação.

As companhias aproveitaram a crise para enxugar os custos, para reduzir as despesas, para equilibrar as contas.

Agora, elas estão prontas para crescer – e muito.

Talvez tenha escapado aos céticos a leitura da teoria da reflexividade de George Soros.

A ideia de Soros é, basicamente, de que não pode haver uma separação formal entre expectativa e realidade.

Os agentes econômicos formam uma determinada concepção de futuro, que, por sua vez, influencia diretamente a realidade.

Essa “nova realidade” afeta a expectativa no período subsequente, que volta a influenciar a realidade. E por aí vai…

Cria-se, assim, um círculo vicioso, em que a expectativa é transformada num fundamento material em si.

Em termos mais práticos: a expectativa por um futuro melhor permite aos empresários voltarem a investir e aos consumidores retomarem algumas compras.

No momento em que a Moody’s melhora a nota de crédito da Petrobras, por exemplo, investidores passam a exigir menor prêmio de risco para comprar ativos da estatal e ela pode vender ativos sob menor pressão, conseguindo preços melhores e permitindo reduzir ainda mais sua alavancagem.

Embora os mercados já registrem valorizações significativas este ano, a redução dos juros está começando agora a fazer efeito e ainda se subestima a guinada liberal que daremos na política a partir da condenação do ex-presidente.

O mercado ainda não faz ideia do que pode acontecer nos próximos meses…

Você já imaginou como seu patrimônio estaria em cenário como este?

1) Taxa Selic a 6%
(eram 14,25% até pouco tempo atrás)

2) Ibovespa a 150 mil pontos

(alta de +81% sobre os níveis atuais)

3) Um milhão de CPFs operando na BM&F Bovespa

(hoje o número de investidores ativos não passa de 500 mil)

4) Inflação na meta

(eram 10,67% em 2015)

5) Possibilidade de negociação de ativos em todas as Bolsas mundiais de forma fácil, aumentando assim o acesso e a liquidez dos investimentos

Não podemos prever o futuro, ninguém pode.

E os números em si não importam muito.

São apenas coisas que podem acontecer caso meu cenário se confirme.

É natural o ser humano subestimar movimentos futuros. Como a realidade é material, o sujeito sempre acha que o presente vai ser extrapolado para o futuro.

Por isso projeções anteriores como a do dólar a R$ 4 ou a do Fim do Brasil soaram absurdas em primeiro momento.

Mas são possibilidades que você DEVE levar em consideração.

O último ciclo de multiplicação

Como nos grandes episódios anteriores de valorização do mercado, algumas pessoas farão fortuna com o movimento atual.

Reforço: trata-se, sem nenhum exagero, do movimento mais relevante (e com impactos financeiros mais profundos) que a minha empresa já identificou, a partir de um processo de renascimento da economia e do mercado de capitais brasileiro após anos de deterioração.

Há, no entanto, uma ressalva importante.

Não é qualquer ação ou título de renda fixa que irá se beneficiar.

Estamos diante de um movimento vasto de reapreçamento dos ativos brasileiros, e isso, é claro, provocará um efeito sistêmico.

Mas muitas aplicações já começaram a antecipar parte dessa onda. Você precisa estar nos ativos certos.

Não posso ser responsabilizado por aplicações realizadas em qualquer outro investimento que não seja algum desses dois:

As ações que você deve comprar agora para surfar o rali dos próximos meses

Os DOIS ATIVOS de Renda Fixa que você precisa ter imediatamente para fazer seu dinheiro crescer

São rigorosamente essas duas oportunidades que concentrarão o grosso dessa trajetória de multiplicação de capital nos próximos meses.

É por eles que quero ser cobrado.

Essas duas oportunidades representam a última chance de você aproveitar um ciclo de multiplicação com o renascimento do Brasil.

Muitas pessoas têm entrado em contato conosco pois estão perdendo os lucros gerados ao longo desse ano.

Isso pelo fato de nunca terem comprado uma ação ou mesmo uma aplicação de renda fixa.

Você está a um passo da decisão financeira mais importante da sua vida

Você pode ficar parado assistindo às coisas acontecerem.

Enquanto isso, outras pessoas estão ganhando dinheiro de uma forma consciente com a janela de oportunidade atual do mercado.

É uma opção sua.

Ou você pode tomar as rédeas para si e, com uma atitude simples, mudar de uma vez por todas o padrão financeiro da sua família.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho seríssimo que eu desenvolvi.

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É bom pra você, bom para mim e bom para a Empiricus, seus sócios e colaboradores. Uma relação honesta e absolutamente transparente de ganha-ganha.

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Que fizeram diferença para a sua vida financeira, para o patrimônio da sua família.

No final, cuidar bem dos investimentos vai muito além do dinheiro em si.

Significa dar uma condição melhor para aqueles que você mais ama.

2018 é um ano decisivo. Para o Brasil e para todos nós.

O ex-presidente Lula está condenado, fora da disputa presidencial.

O dinheiro estrangeiro está entrando.

Nossa economia está entrando nos eixos.

Você tem uma chance única de dar uma guinada financeira e faremos tudo o que estiver a nosso alcance para tornar esse projeto possível.

O Dia D está próximo.

Seja bem-vindo ao grupo de pessoas que já está multiplicando seu patrimônio com o bull market.

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“Satisfeitíssimo!! E com as assinaturas já pagas pelos resultados dos meus investimentos, seguindo as orientações de vocês!” – Wagner C.

Um abraço,

Equipe Empiricus

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