O que você precisa fazer AGORA para evitar que o seu banco continue destruindo o seu patrimônio

Os cães ladram, Sancho.
Sinal que avançamos.

O conteúdo a seguir contraria o interesse de determinados grupos.
Eles tentarão impedir que você tenha acesso à informação a seguir.

Por isso, este material pode ser removido da internet nas próximas horas.

 

Caro leitor,

Onde está o seu dinheiro neste exato instante?

No banco?

E onde você se informa sobre as principais questões relacionadas ao seu bolso?

Nos jornais?

Hoje vou lhe contar algumas coisas que você sequer imagina sobre o seu banco e sobre determinadas práticas de alguns veículos de comunicação…

Resumindo: eles estão destruindo o seu patrimônio.

O seu e o de milhões de brasileiros.

Contarei exatamente como.

Peço apenas a gentileza de ler esta carta até o final.

Sou Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus, a maior empresa de publicações financeiras do Brasil.

Deixe-me lhe contar algumas coisas que você jamais imaginaria ouvir diretamente de mim…

Eu já tentei me beneficiar ilegalmente da queda das ações do frigorífico Marfrig…

Já recebi dinheiro do senador Aécio Neves e do Google para fazer campanha contra o governo…

Rede Brasil Atual


Já fui golpista…

Jornal GGN

Terrorista…

Brasil 247

E embora afirme que minha empresa é independente, recebi dinheiro de bancos e corretoras para promover o produto deles…

Valor Econômico

Na verdade, em vez de fazer análises de investimento, promovi campanhas de marketing para enganar as pessoas.

E supostamente estaria sendo investigado por isso.

IstoÉ Dinheiro

Mas por que alguém que cometeu tantas irregularidades deveria merecer um segundo sequer da sua atenção?

Quando uma pessoa é processada pelas autoridades, normalmente ela costuma fazer o máximo para abafar o caso – da forma mais rápida e silenciosa possível.

Eu farei diferente.

Hoje vou revelar, pela primeira vez, a verdade sobre tudo isso.

Por que estou sendo processado?

A quem interessa divulgar tantas coisas negativas sobre a minha empresa?

E o principal: o que você tem a ver com isso?

Talvez seja incômodo para você saber de alguns detalhes, mas é algo que precisa ouvir, pois tem impacto direto sobre o seu bolso – e sobre como está sendo lesado neste exato momento.

Você saberia me informar o desfecho de cada uma dessas acusações?

Como terminou a processo por fraude contábil na Marfrig?

Globo

Não, não inventei uma fraude na empresa para ganhar dinheiro com a queda das ações, como fui acusado pela Marfrig em processo na justiça comum.

A propósito, o processo movido pela Marfrig contra a Empiricus na justiça comum já foi encerrado, sem sanção contra a Empiricus.

E, sim, foram constatadas irregularidades nos balanços da empresa, que foi obrigada a republicá-los.

Após acessar todos os dados, a CVM constatou também que nem a Empiricus ou qualquer de seus sócios havia se beneficiado de negociações com ações da Marfrig.

Era uma invenção absoluta.

E o processo movido pela ex-presidente Dilma para tirar nossas análises do ar?

www.tse.jus.br

Nesse, a representação da ex-presidente da república foi derrotada no Tribunal Superior Eleitoral por 5 votos a 2.

Na ocasião, o ministro Gilmar Mendes disse temer que “esse tipo de intervenção da Justiça Eleitoral em um tema de opinião venha a, realmente, qualificar uma negativa intervenção em matéria de livre expressão”.

Por sua vez, as inúmeras ameaças de militantes partidários e acusações de “terrorismo econômico” e “golpismo”, por conta da tese O Fim do Brasil, terminaram assim…

Cada um dos 10 pontos levantados de forma pioneira em O Fim do Brasil se provaram acertados.

Dentre eles:

A disparada do dólar a R$ 4 (quando a moeda ainda estava em R$ 1,90)…

A destruição da Petrobras (antes do estouro da Lava Jato)…

A crise do mercado de trabalho (ainda sob a propaganda de “pleno emprego”)…

E o ponto central da tese: a maior crise econômica da história republicana brasileira.

Globo

Quando divulgamos esses pontos pela primeira vez fomos processados, chamados de loucos, safados, arruaceiros e charlatões, dentre outras ofensas que você não merece ouvir.

O mais importante: todos os clientes que seguiram minhas recomendações ganharam muito dinheiro.

Agora, depois que aconteceu, tudo isso parece bastante óbvio.

Ao longo de quase 8 anos desde que fundei a Empiricus, foram diversas ameaças e tentativas de intimidação.

Como você se sentiria ao ver o seu rosto estampar matérias e comentários deste tipo?

Confesso que me senti mal na época.

Mas hoje afirmo: isso não é nada.

As tentativas de censura do governo e as ofensas de militantes partidários foram um golpe menos baixo do que aquele que enfrentamos neste exato instante.

A quem interessa nos calar?

As informações a seguir não visam unicamente falar da Empiricus e de como temos sofrido tentativas de intimidação pelos bancos e por alguns veículos de imprensa.

O objetivo é mostrar o quanto você, investidor, está inserido — e sendo extremamente lesado — por esse mesmo contexto.

Nos últimos meses, a Empiricus voltou a despertar alguma atenção da imprensa…

Valor Econômico

IstoÉ Dinheiro

Mas há algo curioso nessas reportagens…

A matéria da IstoÉ é especialmente antiética.

Veja como o senhor Cláudio Gradilone, editor da revista, buscou fontes para supostamente embasar a sua reportagem:

Após esta cruzada para levantar depoimentos negativos contra a Empiricus, sabe quantos testemunhos ele conseguiu?

Apenas um.

De um leitor que confessou ter ganhando dinheiro com a gente, mas que ficou chateado por eu ter reconhecido que não entendia de computadores (??)…



IstoÉ Dinheiro

A propósito, eu NUNCA recomendei “especular com opções”, como afirma a matéria.

E muito embora essas reportagens possuam um viés bastante crítico à minha empresa, elas não trazem maiores informações sobre o teor das investigações, uma vez que as mesmas correm em sigilo.

Mas a curiosidade acaba agora.

Para preencher a falta de informação dos jornalistas, apresento, aqui, os detalhes da investigação que transita no Ministério Público Federal.

A queixa ao MPF parte de uma url “/o-fim-do-brasil”.

Trata-se, portanto, de algo relacionado a O Fim do Brasil, na época da eleição – falo de outubro de 2014.

Não tem absolutamente NADA a ver com o ofício da CVM – esse, sobre a linguagem utilizada por nosso marketing.

Em relação à CVM especificamente, o processo já foi devidamente endereçado sem qualquer sanção à Empiricus.

A solicitação ao MPF qualifica a tese O Fim do Brasil como “boatos” e a acusa de terrorismo econômico, “estimulando fuga de capitais do país”.

Em tentativa clara de intimidação e censura, foi solicitada a “retirada do ar e apreensão de todo o material”.

Ou seja, caso fosse cumprida pelo MPF, a solicitação, movida por manifestante não identificado, teria impedido que alertássemos os nossos leitores para o que viria a ser a maior recessão da história republicana brasileira.

Tratou-se de uma tentativa de tirar de circulação o material que, posteriormente, receberia o título de “Livro do Ano de 2014” pela Livraria da Folha, na opinião dos leitores.

Material que fez nossos leitores se protegerem e ganharem muito dinheiro.

“Assinar O Fim do Brasil [Palavra do Estrategista] foi o melhor investimento que fiz em 2014. Você acertou em cheio nas altas do dólar, da inflação e dos juros. Obrigado, Felipe.”

Victor G.

“Quando li o título O Fim do Brasil achei exagerado – talvez ainda ache -, mas depois de tudo que aconteceu fica difícil questionar. O nome poderia ser outro. Mas a tese realmente me alertou para uma série de coisas. Obrigado.”

Rodrigo C.

Parabéns! E fico-lhes muito grato pelo bem que estão fazendo em prol da nossa educação financeira.”

Lazaro A.

“Segui as recomendações do relatório da Empiricus e comprei um fundo cambial. Ganhei 15% em três meses. Comprei com intuito de proteção e acabei tendo um lucro grande. O que eu faço agora?”

Marcela J.

Quem diria, a imprensa utilizou-se de algo contra a liberdade de expressão para criticar uma companhia independente…

E, pior, pelos motivos errados!

Há algo especialmente curioso sobre as matérias críticas à Empiricus. Várias delas citam o processo que nosso sócio norte-americano enfrentou nos EUA…

Nele, Porter Stansberry foi sentenciado a pagar US$ 1,5 milhão à SEC (a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA).

As matérias, no entanto, esquecem de mencionar que Stansberry somente pagou a multa pois se negou a assinar o acordo proposto pelo órgão regulador.

Ele entendia que o seu direito de opinião estava sendo violado. Portanto, não voltaria atrás.

Para algumas pessoas, algumas questões valem mais do que 1,5 milhão de dólares.

Mais do que isso, a imprensa norte-americana fez uma campanha em favor da liberdade de opinião de Stansberry.

Como você pode ver no editorial do The New York Times:


“Um grande grupo de editores de jornais, incluindo o The New York Times, pediu à Suprema Corte para reverter a decisão do Tribunal de Apelação do Fourth Circuit que o Sr. Stansberry foi responsável por suas ações. Em um relatório amigável, o Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa chamou essa decisão de ‘uma ameaça significativa à livre disseminação de notícias sobre os mercados financeiros e oportunidades de investimento específicas’.”

A despeito disso, a imprensa brasileira ignora o movimento do Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa dos EUA, utilizando o mesmo caso apenas pelo argumento de que “sócio da Empiricus já foi condenado pela justiça americana”.

Este mesmo sócio que recebeu amplo apoio dos veículos mais sérios e respeitados da imprensa mundial.

E diferentemente do que pregam essas matérias, a investigação da Empiricus aberta no Ministério Público Federal, de 2014, diz respeito a uma queixa anônima cujo objetivo era censurar a tese O Fim do Brasil às vésperas da eleição presidencial…

Enquanto o ofício da CVM, de 2015, avaliava detalhadamente nossas peças de marketing, já tendo sido encaminhado. Sem qualquer tipo de penalidade à Empiricus.

Foi asquerosa a associação do processo na CVM com o do MPF, como se fossem a mesma coisa. 

Quando na verdade, eram questões completamente distintas.

Os jornalistas nem sequer se deram o trabalho de investigar qual o objeto de cada processo.

Ou, do contrário, na falta de informações por conta do sigilo de justiça, agiram de má fé, tentando associar eventos distintos a uma crítica sobre o nosso marketing.

O viés das matérias é bastante claro.

Fomos expostos como bandidos e defenestrados publicamente, mais uma vez!

Sendo que uma investigação havia sido endereçada (da CVM) e a outra (do Ministério Público) tratava de assunto já resolvido no TSE..

Ambas sem sanções contra a Empiricus.

Pergunta: vai haver retratação dos meios que propagaram esse conteúdo difamatório baseado em premissas erradas?

A quem poderia interessar a exposição disso?

Aos bancos, aos jornais ou a você?

Enquanto escrevemos sobre empresas para nossos leitores e somos remunerados exclusivamente por eles, a imprensa escreve sobre empresas e é remunerada predominantemente por elas, via anúncios e campanhas de publicidade.

Basicamente, os jornais escrevem sobre aquele que paga o seu almoço.

E, pior, o faz sob uma suposta aura de imparcialidade.

Qual a chance disso dar certo?

Curiosamente, enquanto a Empiricus teve uma única investigação aberta no MPF, por conta de uma questão eleitoreira, de 2014, e foi matéria por isso…

Você já questionou quantos processos os jornais têm contra si?

E os bancos e demais instituições financeiras?

Eles possuem nada menos do que 11.308 ocorrências de penalidades aplicadas no período entre 2007 e 2017, segundo o Banco Central.

Isso mesmo: ONZE MIL, TREZENTAS E OITO.

Você já parou para pensar por que não vê nenhuma matéria ou destaque na imprensa sobre essas 11.308 penalidades aplicadas?

Segundo a pesquisa Radar Jovem, do instituto B2, os bancos estão entre os cinco maiores anunciantes do mercado publicitário, com 12,9% do total.

De acordo com dados do Kantar Ibope Media, a Caixa Econômica Federal está entre os top 5 maiores anunciantes do ano passado.

Enquanto isso, no segmento digital, Itaú e Bradesco estão entre as cinco marcas mais presentes em anúncios.

Em pesquisa realizada em março de 2017, o site O Antagonista perguntou aos seus leitores se eles confiavam na propaganda do banco.

Eis o resultado:

O Antagonista

Vejamos…

Os mesmos veículos de imprensa que promovem matérias com viés crítico ao marketing da Empiricus são financiados por campanhas de marketing como estas…

Anúncios esses que utilizam pessoas felizes e atrizes famosas para associar a tomada de crédito à realização de sonhos…

… enquanto cobram taxas de juros absurdas do cidadão, da ordem de 700% ao ano no cartão de crédito e 130% ao ano no crédito pessoal.

Muito longe da realização dos sonhos de cada um, como dizem os anúncios, as taxas são um verdadeiro pesadelo para os correntistas.

Imagine pagar um juro deste AO MÊS…

E o que dizer de propagandas de produtos financeiros que escondem sua rentabilidade pífia com sorteios esporádicos de carros e dinheiro.


É investimento ou rifa?

Enquanto atacam o marketing da Empiricus, esses veículos de imprensa são financiados por propagandas como essas.

Que belo serviço estão prestando para o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro, hein?

E o que dizer das taxas de administração cobradas pelos bancos em alguns de seus fundos de investimento anunciados?




Enquanto isso, você encontra em outras plataformas fundos de mesmo perfil com taxas de administração muito mais acessíveis.

Aqui cito dois casos, mas há uma infinidade de outros…


Você acha isso ruim?

Pois saiba que é muito pior.

Nosso trabalho tem sido denunciar sistematicamente os investimentos caros e ruins disponibilizados pelos bancos.

E apontar alternativas mais rentáveis aos clientes.

Não bastassem as taxas abusivas cobradas por alguns fundos oferecidos ao correntista, temos ainda a rentabilidade pífia de algumas aplicações e operações que são empurradas pelos bancos para as pessoas.

Fizemos um levantamento dos fundos dos principais bancos brasileiros.

Apenas fundos de categorias premium.

Ao todo foram 159 fundos.

Desses, desde o início somente 34 batem o CDI, a principal referência de retorno no Brasil, que deveria ser superado por um bom fundo.

Isso mesmo. Tomando por base os principais índices de referência, como o CDI para fundos de perfil conservador, apenas 21% estão acima da linha d’água.

A ampla maioria está se afogando.

Ou melhor, afogando os seus cotistas.

Uma vergonha.

Veja o desempenho de alguns desses fundos de bancos…

FUNDOS DE RENDA FIXA:

BB ESTILO FIC RENDA FIXA CURTO PRAZO
Início do fundo: 02/08/1999
Retorno desde o início: 37,61% do CDI
Patrimônio: R$4.620.364.045,80

ITAÚ PERSONNALITÉ FIC RENDA FIXA REFERENCIADO DI
Início do fundo: 02/10/1995
Retorno desde o início: 54,82% do CDI
Patrimônio: R$ 497.457.847,96

ITAÚ PERSONNALITÉ PLUS FIC RENDA FIXA REFERENCIADO DI
Início do fundo: 02/10/1995
Retorno desde o início: 68,36% do CDI
Patrimônio: R$ 1.202.584.710,88

BRADESCO PRIME FIC RENDA FIXA CURTO PRAZO
Início do fundo: 01/04/2004
Retorno desde o início: 62,76% do CDI
Patrimônio: R$ 17.761.890,08

FUNDOS DE AÇÕES:

BB RETORNO TOTAL ESTILO FIC AÇÕES
Início do fundo: 02/10/2007
Retorno desde o início: -23,57%
Excesso de retorno sobre o Ibovespa: -32,96%
Patrimônio: R$ 13.246.480

ITAÚ PERSONNALITÉ VALUATION FIC AÇÕES
Início do fundo: 30/06/2011
Retorno desde o início: -4,07%
Excesso de retorno sobre o Ibovespa: -9,42%
Patrimônio: R$1.687.592,69

ITAÚ PERSONNALITÉ IBOVESPA ATIVO FIC AÇÕES
Início do fundo: 07/07/1992
Retorno desde o início: 573,99%
Excesso de retorno sobre o Ibovespa: -264,25 %
Em percentual do CDI: 35,81% do CDI
Patrimônio: R$ 99.875.011,53

BRADESCO PRIME SELEÇÃO FIC AÇÕES
Início do fundo: 29/06/2007
Retorno desde o início: 8,15%
Excesso de retorno sobre o Ibovespa: -9,42%
Patrimônio: R$1.687.592,69
FUNDOS MULTIMERCADOS

BB MACRO ESTILO FIC MULTIMERCADO LP
Início do fundo: 08/12/2003
Retorno desde o início: 49,48% do CDI
Patrimônio: R$115.686.472,52

BRADESCO PRIME PRINCIPAL PROTEGIDO FI MULTIMERCADO
Início do fundo: 08/12/2006
Retorno desde o início: 57,16% do CDI
Patrimônio: R$ 5.854.520,39

SANTANDER MODERADO VAN GOGH FIC MULTIMERCADO
Início do fundo: 06/12/2005
Retorno desde o início: 78,83% do CDI
Patrimônio: R$ 84.057.003,50

*dados históricos até o início de março de 2017 (fonte: Morningstar)

Percebeu o tamanho do problema?

Os fundos desses segmentos que perdem para o CDI desde sua criação somam nada menos do que R$ 147,21 bilhões.

CENTO E QUARENTA E SETE BILHÕES.

Isso é só uma amostra do quanto de recursos das pessoas eles estão DESTRUINDO.

Desses, 49 fundos, ou seja, 31%, rendem menos que 70% do CDI desde o início.

E somam R$ 7,71 bilhões (!!!).

É você pagar taxa de administração para o banco para obter uma performance equivalente à da poupança, só que com mais risco!

Ou seja, estão destruindo o poder de compra de milhões de brasileiros.

O dinheiro suado que o professor juntou durante toda a vida…

A rescisão que o técnico em metalurgia levou após 26 anos de empresa…

A aposentadoria do dentista que não queria deixar o futuro da família nas mãos do INSS…

O pé de meia que a advogada contava para, lá na frente, pagar uma boa faculdade para a sua filha…

Gente que procura o melhor para o seu dinheiro e, muitas vezes, sequer sabe que está sendo lesada.

Gente que está no Van Gogh, no Personalitté, no Prime, no Estilo… e supostamente deveria receber um tratamento diferenciado.

Gente que pode ser você, o seu filho ou seus pais!

Por acaso, você lê matérias sobre isso por aí?

Você vê esses fatos retratados na propaganda dos bancos?

Ou vê apenas pessoas sorrindo, caminhando na praia e passeando no parque, felizes por terem conseguido crédito para a realização dos seus “sonhos”?

Interessante que, assim como os bancos, tentamos anunciar em alguns veículos de comunicação, mas o espaço nos foi negado.

Obviamente, pagaríamos por isso.

No entanto, sob o argumento de que somos “concorrentes”, esses jornais não possibilitaram a exposição de nossa propaganda.

Vejamos…

Eles não podem fazer anúncio de um suposto “concorrente”, mas podem fazer matérias criticando o mesmo.

Onde está a imparcialidade editorial desses veículos?

Isso lhe parece uma teoria da conspiração?

Pois não é.

Temos provas materiais de que estamos incomodando os bancos.

Para você ter ideia, as duas queixas contra a Empiricus na Apimec foram movidas por bancos.

Após nossa diligência e nosso trabalho em apontar as deficiências dos produtos financeiros oferecidos pelos bancos…

O IMPÉRIO CONTRA-ATACA.

Você não verá isto nos jornais…

Depois de ver quanto rendem alguns produtos oferecidos pelo seu banco, você saberia dizer quanto renderam alguns produtos da Empiricus neste período?

Este é o retorno acumulado pela Carteira Empiricus, portfólio equivalente a um fundo multimercado, que eu, Felipe Miranda, conduzo pessoalmente.

Desde a criação da Carteira Empiricus, em março de 2014, a performance acumulada é equivalente a 176% do CDI

…bastante superior à média da indústria de fundos.

… e infinitamente superior à performance dos fundos de bancos que acabo de lhe mostrar.

Com um portfólio balanceado e uma estratégia de perfil conservador, este ano nossos leitores apuraram retorno de 286% do CDI.

Isolando as ações da Carteira, o resultado é positivo em +112% desde o início do portfólio, em 2014, contra +37% do Ibovespa (principal índice de ações do Brasil) no mesmo período.

Outros produtos da Empiricus, como o Empiricus Insider, focado em ações, gerou um retorno de +133% para o leitor no ano passado, contra +39% do Ibovespa.

O Long & Short, por exemplo, que utiliza estratégias combinadas envolvendo ações, possui uma taxa de acerto de 82% de suas recomendações.

As últimas duas oportunidades recomendadas na Palavra do Estrategista ®, relatório mais lido de todo o mercado financeiro brasileiro, apuram até aqui retornos da ordem de +91,7% em vinte dias e +20,9% em cerca de trinta dias (esta ainda aberta).

Mas você provavelmente não ouviu falar disso.

Você não verá isto em nenhum outro lugar

Temos enfrentado uma verdadeira cruzada contra a pressão dos bancos e a patrulha virtual de concorrentes, muitas vezes respaldada pela imprensa.

Nos últimos sete anos, construímos uma empresa com mais de 200 funcionários e 180.000 assinantes em um mercado que simplesmente não existia no Brasil.

Somente na equipe de análise trabalham 30 pessoas, compondo um dos maiores centros de pesquisa do País, com mestres, MBAs e professores da Fundação Getulio Vargas, Ibmec e da Fundação Cásper Líbero.

Talvez você nunca tenha ouvido falar da Empiricus.

Nossos relatórios ajudaram milhares de pessoas a sair da poupança e cuidar de maneira mais consciente e rentável do seu dinheiro.


Hoje, são mais de 2 milhões de pessoas recebendo diariamente nossos conteúdos sobre investimentos.


Conteúdo esse, escrito por analistas credenciados junto aos principais órgãos reguladores do mercado brasileiro.

Você sabe quantos CPFs estão cadastrados na Bolsa brasileira?

Cerca de 500 mil.

Sim, um quarto da base que recebe nosso conteúdo sobre investimentos diariamente.

E isso não quer dizer que todos esses 500 mil são contas ativas.

Temos o maior número de assinantes dentre todas as empresas de publicação financeira do Brasil e somos sócios do maior publisher financeiro do mundo (Agora Inc.), maior do que Wall Street Journal e The New York Times. Somados.

Temos a maior e melhor equipe de analistas do País e o maior número de analistas devidamente certificados juntos aos órgãos reguladores.

Colocamos nossos leitores frente a frente com algumas das mentes mais relevantes do mundo, como o prêmio Nobel Daniel Kahneman, o ex-presidente do Banco Central americano Alan Greenspan, o mega-investidor Marc Faber, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e muitos outros…

Já promovemos peças em parceria com entidades como Médicos Sem Fronteiras, S.O.S. Mata Atlântica e Leitura no Vagão, dentre outras, revertendo recursos para essas instituições…



Em parceria com a prefeitura de São Paulo, doamos mais de 1.300 livros para as bibliotecas da cidade, ajudando pais, alunos e professores a se desenvolver em temas como empreendedorismo e educação financeira.

E, mais importante, fazemos os nossos leitores ganharem dinheiro, com um track record de resultados que nenhuma outra empresa de publicações financeiras, consultoria, fundo ou banco possui.

Mas você também não lê nenhuma linha sobre isso nos jornais.

Que tal em vez de ouvir o que os jornais e bancos pensam sobre a Empiricus, ouvir a opinião das pessoas que realmente acessam os produtos?

“Sou professor e coordeno o núcleo de finanças da FIA. Eu entrei para a Empiricus curioso com a divulgação do Fim do Brasil. Achei o texto um pouco exagerado, mas chamou minha atenção. Depois, pude ver que a empresa divulga um material de alta qualidade. E eu gosto da dialética que há entre os analistas. Nem sempre um concorda com o outro e acho isso rico. Não posso reclamar: só em janeiro e fevereiro desse ano, minha carteira rendeu 520% do CDI, com destaque para a valorização de CARD3”.

Rodolfo O.

O que a Empiricus te oferece ela põe no papel. Seu gerente de banco ou consultor de investimentos faria ao mesmo na hora de comentar sobre a rentabilidade daquele título de capitalização ou previdência privada?

Thiago C.

Temos uma missão bastante clara como empresa: queremos transformar a cultura de investimentos no Brasil…

… e possibilitar que pessoas comuns invistam tão bem quanto investidores profissionais.

Pode parecer pretensioso. E realmente é.

Mas lutaremos por isso até o fim.

De que lado você está?

Veja, os bancos são importantes.

Eles trazem uma série de comodidades e facilidades para os correntistas e muita gente capacitada e extremamente honesta trabalha nestas instituições.

No entanto, como todo sistema oligopolizado, os bancos possuem grande poder econômico e de concentração e, por isso, lhes interessa a manutenção do status quo.

O Globo

Não interessa a eles que você tenha outras alternativas de investimento.

Ou o seu banco já lhe falou alguma vez que era mais vantajoso aplicar o seu dinheiro em algum produto financeiro que não era oferecido pelo próprio banco?

Em alguns produtos, os bancos cobram taxas abusivas, escondem produtos que por vezes são mais rentáveis para o consumidor (mas que possuem taxas menos atrativas para o banco), promovem investimentos ruins para o investidor (porém bons para o banco) pois, no final, o objetivo do banco é vender os produtos do próprio banco.

Se você conhece alguém que já desconfiou do interesse dos bancos ou da imprensa, pedimos a gentileza de encaminhar este material.

Todos precisamos dos bancos, mas não é nada natural aplicar todo o patrimônio em fundos, CDBs ou PIC deste pessoal.

É apenas cômodo. E pode ser infinitamente prejudicial.

Da mesma forma, precisamos da imprensa. Sem veículos de mídia livres, éticos e competentes, será impossível desenvolver uma real democracia.

Mais especificamente, sem uma imprensa financeira e produtos financeiros com essas qualidades, jamais poderemos sonhar com um mercado de capitais desenvolvido.

Ou nós, como País, mudamos a forma com que o jornalismo econômico-financeiro é feito ou estaremos sempre condenados ao subdesenvolvimento desse mercado.

Refazendo a pergunta: a quem interessa calar a Empiricus?

Faz sentido para você agora?

Tentam nos parar em diversas frentes, mas este é exatamente o papel de um research independente: alertar seus leitores para as melhores oportunidades de investimento (estejam elas onde estiverem) e as falhas existentes na indústria financeira que acarretam sérios prejuízos para o investidor.

Não baixamos a cabeça com as tentativas de censura que sofremos do governo. Não baixaremos diante desta segunda tentativa sorrateira de cerceamento.

Já enfrentamos tentativa de censura anterior. E sobrevivemos.

Mais do que isso: saímos mais fortes.

Enquanto resistíamos à tentativa de cerceamento pelo governo, uma nota singela de uma analista do Santander custou a sua demissão e de outros três membros de sua equipe.

Nota essa do Santander que não trazia nenhum insight relevante.

Fora copiada de outro analista (do Banco Fator) e apenas constatava o fato de que o mercado estava reagindo mal à subida de Dilma nas pesquisas eleitorais.

G1; Globo

O que o banco fez?

Após emitir uma nota contrária aos interesses do governo, o banco baixou a cabeça e demitiu a analista, dando uma demonstração de como é a relação extremamente conflituosa entre essas instituições.

Você confiaria na recomendação de investimento de uma instituição que possui esse tipo de conflito?

Quer dizer que o banco só pode recomendar a você aquilo que interessa ao governo??

E o que esperar da relação da imprensa com o governo?

Nós não baixamos a cabeça.

Nós não obedecemos a nenhuma outra agenda.

Suportamos as tentativas de cerceamento e a campanha difamatória com o único respaldo de nossos leitores. E somos eternamente gratos a eles por isso.

Não demitimos nenhum analista.

Pelo contrário, contratamos muitos outros, formando a maior e melhor equipe de análise do Brasil.

Investimos pesado para levar conteúdo financeiro de qualidade ao maior número de pessoas, para fazê-las ganhar dinheiro.

Dessa forma, tentamos contribuir tanto para o desenvolvimento da cultura de investimentos no Brasil quanto para a regulação desse mercado – reforço: hoje, nenhuma outra instituição tem tantos analistas de investimento certificados no Brasil quanto a Empiricus.

Ninguém mais fará isto por você…

Você merece mais.

E eu me comprometo a entregar.

Se eu não acreditasse, não estaria aqui.

E é só por isso que eu posso lhe dizer: continuaremos disruptivos, desprendidos e trabalhadores.

Somente assim poderemos atingir cada vez mais gente. Não há porque perseguir retornos medianos.

O histórico comprova que, sim, nós podemos.

Vou lhe confessar: não é a primeira vez que nos abordam para questionar nosso marketing.

Mas posso garantir: esse número de ocorrências não representa nem um vigésimo daqueles que vieram dizer como a Empiricus tinha mudado sua vida financeira para melhor, e de maneira definitiva.

Converse com alguns de nossos assinantes. Ouça o que eles têm a dizer.

Participe de alguns de nossos eventos ao vivo e veja qual a relação que os clientes mantêm conosco.

Se ainda lhe resta alguma dúvida de que o conteúdo que estou prestes a compartilhar poderá mudar a sua vida financeira, trago, aqui, um convite especial:

Tenha acesso imediato à minha assinatura por 12x de R$ 12,90.

É tudo isso que lhe custará para avaliar por si só o meu produto.

Isso mesmo, nas próximas horas, estou permitindo o acesso ao meu produto por apenas 12x de R$ 12,90.

Quero que você conheça o meu produto, para poder avaliar por si só.

Cabe apenas a você julgar o que é bom (ou não) a si mesmo.

Situações extraordinárias exigem medidas extraordinárias.

Apenas estamos fazendo isso pois temos a certeza de que você poderá ganhar dinheiro com as informações que estamos prestes a lhe oferecer.

Essa assinatura é mais cara, mas queremos, excepcionalmente neste momento, dar a todos a oportunidade de conhecer o nosso verdadeiro trabalho, o que os assinantes já conhecem, mas que os jornais e bancos não divulgam.

Eis algumas das informações que você terá acesso IMEDIATAMENTE:

1# AS CINCO AÇÕES QUE VOCÊ PRECISA TER AGORA

Desde o final de 2015 recomendei sete aplicações para meus leitores que batizei de “As oportunidades de uma vida”.

Até agora, a performance dessas operações é a seguinte:

+ 65,75%
+ 46,06%
+ 53,47%
+20,94%
+52,54%
+38,06%
+36,58%

Pois acabo de identificar novas dessas oportunidades.

Em um material especial, abordo as cinco ações que você precisa ter agora. Seja você um investidor profissional ou alguém que está iniciando nos investimentos.

São aplicações que, feita apenas uma vez, corretamente, podem colocar você em outro patamar, dando muito passos à frente em seu processo de construção de patrimônio.

2# A LISTA DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO PARA VOCÊ FUGIR IMEDIATAMENTE DOS PRODUTOS RUINS DOS BANCOS

Você irá pagar menos taxas e ganhar mais dinheiro.

3# O TRÊS TÍTULOS DE RENDA FIXA QUE VOCÊ DEVE COMPRAR AGORA

Esta aplicação é fundamental para todas os brasileiros neste momento.

Trata-se da aplicação que você deve fazer agora para amarrar parte do seu patrimônio de forma segura a uma taxa de retorno que você não encontrará mais daqui para frente.

4# ACESSO À SÉRIE PALAVRA DO ESTRATEGISTA ®

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Um abraço,
Felipe Miranda

Informações Importantes:

Os conteúdos da Empiricus visam informar sobre possibilidades de lucro financeiro sugeridas na forma de diferentes estratégias de investimento, eximindo-se a empresa de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora a Empiricus forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de especialistas certificados, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados. A Empiricus alerta para que nunca sejam alocados em renda variável aqueles recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do cliente. A empresa não realiza intermediações financeiras, por conseguinte não obtém nenhum tipo de receita advinda de comissões, corretagens ou emolumentos sobre montantes aplicados, delegando ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Para assegurar a imparcialidade na avaliação dos investimentos, a Empiricus não recebe patrocínios nem veicula publicidade que não a de seus próprios produtos/serviços. Pessoas que têm dificuldades com limites devem procurar aplicações mais estáveis, como a renda fixa. A título de elevação dos padrões fiduciários e promoção das melhores práticas do mercado, os sócios da Empiricus têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos recomendados. A empresa zela pelo direito de privacidade dos seus leitores. Quando necessário, seus dados pessoais são alterados com o objetivo de proteger as identidades. No entanto, o conteúdo dos depoimentos apresentados é sempre e garantidamente fidedigno. A presente nota não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes.


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