O QUARTO CICLO

Um padrão secular ocorreu apenas três vezes nos últimos 36 anos…

E gerou as três maiores tendências de alta já vistas na Bolsa brasileira.

+3.415%
+2.051%
+1.573%

Treze anos depois, o investidor que prenunciou o último desses movimentos afirma:

“Exatamente o mesmo padrão se repete agora.
Se confirmado, o novo ciclo de valorização poderá gerar uma verdadeira fortuna para algumas pessoas nos próximos meses.”

Caro leitor,

Hoje gostaria de lhe contar uma história real.

Nada de hipóteses, estimativas ou elucubrações.

Apenas fatos concretos.

Eu lhe proponho que escute isso por uma única razão: a conclusão dessa história pode lhe fazer ganhar muito dinheiro.

É tão simples quanto isso. Exatamente como foi no passado. E como está sendo agora.

Quando falo em dinheiro, não falo apenas de apurar alguns poucos percentuais.

Talvez raspas e restos lhe interessem. Na verdade, eles também me interessam. Qualquer dinheiro é sempre bem-vindo…

Mas não é disso que eu gostaria de falar hoje.

Agora, neste exato momento, eu falo de MUITO DINHEIRO.

Irei direto ao ponto.

Pela primeira vez nos últimos treze anos, um padrão secular foi novamente observado no mercado brasileiro.

Nas três ocasiões em que esse padrão foi visto anteriormente, o resultado foi o seguinte:

fonte: Bloomberg

Estou falando, simplesmente, dos três maiores ciclos de valorização da história da Bolsa brasileira.

Esses ciclos geraram verdadeiras fortunas para alguns investidores.

Empresas triplicaram, quadruplicaram, quintuplicaram de valor, ou mesmo mais do que isso, atraindo investimentos e fomentando novos ciclos de expansão e crescimento.

Pessoas comuns, que até então acumulavam taxas de rendimento medíocres em suas aplicações, foram alçadas à categoria de milionários.

Fundos de investimento fizeram centenas de milhões de reais de lucro… E é sobre isso que quero lhe falar hoje.

Mais especificamente, sobre um gestor de ações brasileiro.

Aquele que eu mais admiro e respeito.

Trata-se de uma das poucas pessoas no Brasil que surfaram duas das três grandes ondas de valorização da Bolsa brasileira.

Mais do que isso, foi quem PRENUNCIOU o último grande ciclo do mercado brasileiro, antecipando a tendência de alta de +2.051% iniciada em 2004…

… e gerou uma fortuna em valor para os seus clientes no decorrer desse processo. Nas próximas linhas, apresentarei todas as credenciais deste megainvestidor…

Explicarei por que ele se juntou à minha consultoria, Empiricus, para lhe trazer este alerta…

E revelarei exatamente o que nós estamos fazendo – e você deve fazer AGORA – para ganhar muito dinheiro com esta oportunidade raríssima de multiplicação.

O que este investidor sabe (que você não sabe)

Em junho de 2004, uma carta divulgada aos cotistas de um fundo de investimentos brasileiro causou espanto e perplexidade em seus destinatários.

Seu conteúdo, aparentemente pretensioso, levantava a possibilidade de a Bolsa brasileira passar dos 2.213 pontos em dólares, que marcava à época, para uma nova máxima de 30 mil pontos em dólares.

Ou seja, a Bolsa brasileira multiplicaria de valor por cerca de 13x, apurando um ganho da ordem de 1.255%.

A projeção pode ser observada no seguinte trecho, retirado da carta original de 2004:

Como o Ibovespa representa a média de comportamento das ações mais negociadas no Brasil, seria o mesmo que afirmar que algumas das empresas mais importantes do País multiplicariam o seu valor de forma ainda mais expressiva do que 13x.

Caso confirmado, esse cenário hipotético desencadearia uma onda de investimentos e oportunidades reais de multiplicação de patrimônio.

E mudaria tudo ao seu redor.

Se a tese se provasse acertada, R$ 100 mil que você tivesse investido, por exemplo, se transformariam em mais de R$ 1,3 milhão.

Haveria uma multiplicação de capital relevante para cada real (ou dólar) investido, como

ressaltado pelo próprio gráfico reproduzido na carta…

Hoje em dia, seria o equivalente a cravar o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, na casa de 845 mil pontos – dos atuais 66 mil.

Agora responda com toda sinceridade: como você receberia uma previsão dessas? Alguém falando que a Bolsa brasileira poderia multiplicar sua pontuação por 13x…

Uma tese como essa, se publicada abertamente, certamente levaria à execração pública do interlocutor.

Ainda mais em se tratando de um gestor de fundos de investimento, ou seja, uma pessoa responsável por administrar um grande montante de recursos de outras pessoas.

Foi exatamente o que Pedro Cerize fez, em carta endereçada aos cotistas do seu fundo, Skopos, em junho de 2004.

Posicionamento arriscado?

Além da capacidade para prever o que poderia ser um dos três maiores movimentos da história do mercado de capitais brasileiro, Pedro teve coragem para agir e para dividir a sua descoberta com os clientes.

Ele cumpriu com o seu dever fiduciário.

“Meu papel é fazer o cliente ganhar dinheiro. Não se esqueça disso.”

Na verdade, ele gerou uma verdadeira fortuna em valor para os seus cotistas nos anos seguintes.

Quais recursos Pedro possuía antes de começar no mercado?
“Zero. Patrimônio negativo. Eu devia a bolsa da FGV (Fundação Getulio Vargas).”

Pedro começou do ZERO e possui, hoje, cerca de R$ 201 milhões de patrimônio sob sua gestão.

Boa parte disso, de seu dinheiro próprio.

Uma regra fundamental para ter sucesso investindo é nunca lutar contra a tendência de mercado.

Assim, tão importante quanto comprar barato é comprar na hora certa.

Pedro Cerize é um dos maiores gestores de sua geração.

Ele gerou uma verdadeira fortuna para os seus clientes ao longo de muitos anos. Foi o responsável por verdadeiras multiplicações de capitais.

Na década de 2000, era considerado “o cara de ações” no Brasil.

Não só por mim, mas pelo mercado como um todo. Gente como Luis Stuhlberger, maior investidor brasileiro, já elogiou publicamente o seu nome.

Atualmente, Pedro se divide entre a administração de seus fundos, o conselho de administração de empresas como a Porto Seguro e o esporte. Não bastasse o sucesso nos investimentos, ele é o único brasileiro campeão mundial de Ironman.

É uma honra ter um gênio do seu calibre conosco. Reconheço que, para mim, trata-se da realização de um sonho.

Mais do que bater (por muito) o mercado, por muito tempo, Pedro soube como poucos identificar e ganhar muito dinheiro com dois dos três grandes ciclos de valorização da história da Bolsa.

Ele começou do zero e construiu uma reputação trabalhando no mercado durante o segundo ciclo (+3.145%), no início da década de 1990.

E foi pioneiro em identificar o terceiro ciclo de valorização (+2.051%), em 2004.

Após treze anos desde esse último superciclo da Bolsa, pela primeira vez o padrão que disparou as três maiores tendências de valorização da história da Bolsa se repete.

A seguir, veremos um a um dos fatores por trás desse movimento, e por que eles fazem desta a maior oportunidade da década para se ganhar dinheiro no Brasil.

Após treze anos, a hora de agir é AGORA

Peço um instante da sua atenção, novamente, para o seguinte gráfico:

fonte: Bloomberg

A esta altura, você já conseguiu perceber o que os três maiores ciclos do nosso mercado têm em comum?

Todos esses ciclos foram engatilhados por alguma ruptura estrutural.

A maior tendência de valorização da história da Bolsa brasileira, em maior destaque no gráfico, se deu a partir da perspectiva de impeachment de Fernando Collor…

Foram exatos +3.415% de lucro desde a abertura do processo até a consolidação do Plano Real.

Ou seja, quem investiu o equivalente a R$ 100 mil na época do impeachment de Collor retirou R$ 3,5 milhões seis anos e cinco meses depois.

É um ganho praticamente impossível de ser obtido em qualquer outro contexto e com qualquer outra categoria de aplicação, que somente foi permitido por se tratar de um processo histórico de ruptura política e econômica.

O segundo movimento de valorização mais expressivo do Ibovespa também foi disparado por uma quebra estrutural de ordem política…

A valorização de +2.051%, registrada entre 2002 e 2008, teve como ponto de partida a publicação da “Carta aos Brasileiros”…

Nela, o então presidente Lula se comprometeu a seguir com as políticas de estabilização da economia implementadas por seu antecessor FHC — quebrando, assim, com o chamado “risco-Lula”, que inundava os mercados com incertezas.

De lá para cá, enfrentamos anos e anos de vacas magras, sem qualquer processo de ruptura e sem uma tendência histórica de valorização expressiva para o Ibovespa.

Agora, treze anos depois, estamos diante de uma nova quebra estrutural.

O momento atual reúne uma série de eventos sem precedente histórico. Temos como pano de fundo:

✓ Um processo de impeachment;

✓ A maior recessão da história da economia brasileira;

✓ A inversão do curso da política econômica: após 12 anos de governo populista, a destruição das contas públicas exige uma reavaliação das políticas vigentes e um governo de transição que faça reformas estruturais;

✓ Uma crise política sem precedentes, com ruptura entre os poderes e presidentes da República, da Câmara e do Senado Federal citados no maior escândalo de corrupção já noticiado;

✓ O risco de segundo afastamento de um presidente da república em menos de 12 meses, com a potencial cassação da chapa Dilma-Temer no TSE.

Não podemos simplesmente ignorar o que está acontecendo.

É algo que terá desdobramentos inevitáveis não somente na história do País, mas sobre o seu bolso e o de todos os brasileiros.

Sim, estamos no meio de um processo de ruptura sem paralelos na história. E isso tem consequências inevitáveis sobre a economia.

Além da recessão, a inflação bateu em dois dígitos e voltou a incomodar, as margens de lucro das empresas passaram a cair, os prejuízos se acumularam e acarretaram uma onda de demissões.

Hoje são mais de 12 milhões de desempregados no Brasil.

O descontrole dos preços fez com que o Banco Central elevasse a taxa Selic, levando os juros brasileiros aos maiores patamares do mundo…

E, com isso, nossa Bolsa amargou uma sequência de perdas bastante negativa:

2013: queda de -15,5%

2014: queda de -2,9%

2015: queda de -13,3%

Poxa, mas como pensar em um novo ciclo de valorização se a economia ainda está mal? É justamente esse o pulo do gato.

O que parecia impossível há alguns meses começa a se materializar

Agora, veja o que aconteceu com a Bolsa brasileira no ano passado.

2016: alta de +38,9%.

E não foi só a Bolsa que inverteu por completo a sua trajetória de quedas acumuladas.

Ela apenas começou a antecipar uma mudança nos fundamentos da economia.

Atenção para a combinação de fatores a seguir:

1) A taxa de juros da economia brasileira sofreu sua primeira redução em mais de quatro anos…

Exame – outubro de 2016

2) O ciclo de redução dos juros ganhou força, alimentando apostas de que a Selic irá a um dígito ainda neste ano…

Valor Econômico – janeiro de 2017

Paralelamente, a agenda de reformas estruturais vai avançando, independentemente dos desdobramentos da crise política…

3) A PEC que limita os gastos públicos já foi integralmente aprovada na Câmara e no Senado…

Folha de S.Paulo – novembro de 2016

4) A reforma da Previdência entrou de vez na pauta…

O Globo – janeiro de 2017

5) Os reflexos dessa mudança de cenário já são sentidos no câmbio…

Valor Econômico – janeiro de 2017

6) E também na inflação:

Folha de S.Paulo – janeiro de 2017

Você não pode simplesmente ignorar uma inversão de tendência dessa magnitude.

Com o avanço da agenda de reformas e o início do ciclo de corte na taxa de juros, temos uma combinação de fatores explosiva para alguns investimentos.

Qual a implicação imediata de tudo isso?

A queda na taxa de juros reduzirá a atratividade da renda fixa convencional, estimulando uma migração de recursos para a Bolsa.

Deixe-me explicar, rapidamente, o que apenas um desses seis elementos pode provocar nos investimentos nos próximos meses.

Historicamente, a correlação entre juros (em queda) e Bolsa (em alta) gerou alguns dos ciclos de valorização mais expressivos de nossa história.

O gráfico a seguir evidencia o quanto o Índice Brasil (IBX), uma das principais referências para o comportamento da Bolsa brasileira, reagiu nos últimos ciclos de redução da taxa de juros:

Note que em todos os episódios de queda dos juros houve reação extremamente positiva das ações.

Agora não será diferente.
E, desta vez, contamos com um forte gatilho de fluxo.

Hoje a alocação dos investidores em ações brasileiras encontra-se na mínima de muitos anos, na casa de 8,9%.

Para você ter ideia, em 2010 essa alocação estava em 18,3%. O que isso significa?

Que a redução da atratividade da renda fixa devido ao ciclo de cortes nos juros estimulará uma migração desse fluxo para as ações.

 

Como se não bastasse, ainda teremos um verdadeiro “tsumoney” de recursos vindos de investidores estrangeiros.

Esses investidores ainda estão bastante céticos com o Brasil, após toda a instabilidade política, a destruição dos fundamentos econômicos e diante do completo desequilíbrio das contas públicas.

Fonte: Época

Fonte: Exame

Mas esse jogo está virando…

Nossa Bolsa está barata relativamente ao restante do mundo, nossa economia dá os primeiros sinais de melhora e a aprovação das reformas para o ajuste fiscal ajudará a resgatar a credibilidade dos ativos brasileiros…

Fonte: Valor Econômico

Fonte: O Estado de S.Paulo

Quando esse fluxo estrangeiro retornar, o efeito sobre os ativos brasileiros será estrondoso.

Para você ter ideia, isolando a alocação de investidores estrangeiros em ações brasileiras, hoje estamos bem abaixo dos patamares históricos, tanto em se tratando de fundos globais quanto fundos emergentes (GEM) que investem no Brasil.

A tabela a seguir, retirada de estudo do banco BTG Pactual, evidencia o quanto a alocação das diferentes categorias de fundos estrangeiros em ações brasileiras está (muito) abaixo dos patamares observados antes de 2012:

Veja que estou falando, apenas, de voltar às médias históricas de alocação, o que já seria suficiente para provocar uma re-classificação nos preços dos ativos brasileiros.

É como resumiu Giuliano de Marchi, do JP Morgan, em entrevista à InfoMoney:

“ ‘Vou para o Brasil, [minha alocação] era só 1% [do total], aumentarei para 2%’. Para esse investidor, é somente 2%, mas para o Brasil já é 100% a mais. É um pouco o que aconteceu no boom das commodities, o dinheiro volta para o País.”

Entendeu a importância de você agir já?

Algumas pessoas já estão fazendo fortuna apenas com o início deste movimento

O potencial do novo ciclo de valorização das ações brasileiras é realmente avassalador.

Somente o esboço inicial desse movimento já foi suficiente para gerar uma fortuna para algumas pessoas na Bolsa.

Nos últimos 12 meses, algumas das ações mais negociadas do Brasil acumulam ganhos da ordem de:

+ 804,52%
+ 531,40%
+ 528,18%
+ 445,63%
+ 324,75%
+ 309,15%
+ 296,83%
+ 279,86%
+ 257,90%
+ 240,45%
+ 233,02%
+ 225,35%
+ 210,33%
+ 207,57%
+ 178,43%
+ 152,10%
+ 145,87%
+ 143,45%
+ 139,23%
+ 134,97%
+ 133,62%
+ 120,08%
+ 117,80%
+ 116,53%
+ 107,99%
+ 96,64%
+ 88,63%

Dentre muitos outros…

Veja que não estou falando das maiores altas da Bolsa brasileira, mas, somente, do desempenho de algumas das ações mais negociadas da Bolsa.

Papéis de empresas conhecidas, como GOL, Magazine Luiza, Usiminas, Gerdau, Vale, Banrisul, Fleury, Santander, CVC, Banco do Brasil…

Somente o lucro proporcionado pelas ações do Magazine Luiza, por exemplo, seria suficiente para transformar R$ 10 mil investidos em fevereiro do ano passado em R$ 90,4 mil agora.

fonte: Bloomberg

Em 12 meses, R$ 25 mil investidos virariam R$ 226 mil.

R$ 200 mil se tornariam R$ 1,8 milhão.

Você já imaginou o que poderia realizar com um lucro desses?

Garantir uma educação melhor para os seus filhos, possivelmente no exterior…

Formar um colchão de liquidez que pudesse dar segurança financeira para a sua família nos próximos anos…

Permitir a realização dos seus sonhos… a reforma da casa, o carro que sempre desejou, a viagem dos sonhos com a família…

E isso está longe de ser um movimento isolado.

Algo semelhante aconteceu com as ações da holding Bradespar, que detém participações em empresas importantes como a mineradora Vale e a companhia elétrica Cesp…

fonte: Bloomberg

Da Metalúrgica Gerdau, controladora das siderúrgica que leva o mesmo nome…

fonte: Bloomberg

Da companhia Rumo, resultado da fusão da ALL (América Latina Logística) com a divisão de logística do grupo Cosan…

fonte: Bloomberg

Dentre muitos outros casos.

Note que, na maioria desses exemplos, a valorização refere-se apenas a um movimento inicial de recuperação das ações, que ainda encontram-se bem distantes dos patamares de alguns anos atrás.

Sim, essas são apenas amostras iniciais de algo muito mais relevante que está por vir. Peço um instante da sua atenção neste ponto.

Há uma grande dúvida sobre a capacidade dos ativos brasileiros continuarem subindo depois das altas observadas em 2016.

As ações teriam ficado caras depois desse primeiro movimento?

Os mais precipitados talvez pudessem dizer que a Bolsa brasileira nunca esteve tão cara.

Tomando por base o lucro das empresas negociadas na Bolsa, hoje o preço das ações brasileiras está, na média, a 12,8x a soma dos lucros de suas empresas.

Isso realmente é próximo dos padrões históricos de precificação do nosso mercado.

Mas há algo que não pode ser ignorado. Algo que quase ninguém no Brasil (à exceção de Pedro Cerize) se deu conta…

As margens de lucro das empresas estão na mínima histórica, em 30% da média.

É algo até compreensível, considerando que nossa economia está há 3 anos sem crescimento relevante, em meio à maior recessão de sua história.

Você percebeu a importância desse dado? Ele muda toda a avaliação.

O que aconteceria com a avaliação das ações brasileiras se a margem de lucro das companhias retornasse à média histórica?

Essa métrica de P/L (preço das ações/lucro das empresas) da Bolsa brasileira cairia para menos de 4x.

Bingo!

Temos, assim, as ações mais atrativas do mundo em termo de preços.

Precisamos simplesmente mais do que triplicar os preços das ações para voltar à verdadeira média, com tudo ajustado.

Ou seja: a Bolsa brasileira está muito mais barata do que parece pelas indicações mais triviais, que comparam os valores das empresas aos lucros correntes. Isso porque os lucros estão em mínimas históricas, castigados por anos e anos de recessão.

A repetição da história chega a ser impressionante.

Recorrendo novamente a um trecho da emblemática carta de junho de 2004…

O que poderia dar errado?

É possível que você ainda esteja incrédulo com o tamanho da oportunidade que está à sua frente.

Algo compreensível, considerando que se trata realmente de uma chance ímpar para multiplicação de capital.

Mas o que poderia dar errado?

Como afirmei anteriormente, quando você identifica algo deste tamanho, com consequências e ganhos potenciais maiores do que tudo o que você já fez, é preciso rever processos e testar as suas convicções.

Vou procurar todos e quaisquer elementos para testar a sua tese.

Nada mais natural, toda tese precisa ser testada para ser comprovada. Caso contrário, não passa de uma tese.

O que percebi, com a ajuda do Pedro Cerize, é que esta tese já passou pelos testes de estresse mais relevantes a que se tem notícia.

– Um impeachment;
– O risco da segunda queda de um presidente em menos de 2 anos;
– O maior escândalo de corrupção corporativa que se tem notícia;
– A maior recessão da história;
– Taxa de desemprego em dois dígitos…

Isso, sem contar fatores de risco externos de extrema relevância:

– Brexit;
– Eleição de Donald Trump;
– Início da alta na taxa de juros dos EUA;
– Desequilíbrios de liquidez e crise da Bolsa chinesa em 2016…

E apesar da exposição a todos esses fatores de risco, a Bolsa brasileira seguiu de pé, firme e forte, encerrando o ano passado com valorização de 38,9%.

Passado tudo isso, que outro evento poderia colocar tudo a perder?

O que você deve fazer agora para ganhar com essa oportunidade

CUIDADO: Você está olhando para a aplicação errada!

É verdade que, em um grande ciclo de valorização como este, o mercado como um todo tende a apresentar desempenho positivo.

Mas também é verdade que algumas ações subirão (muito) mais do que outras. Afinal, o Ibovespa retrata a média de comportamento das ações brasileiras.

Você lembra da sequência de valorizações que apresentei anteriormente?

+ 804,52%
+ 531,40%
+ 528,18%
+ 445,63%
+ 324,75%
+ 309,15%
+ 296,83%
+ 279,86%
+ 257,90%
+ 240,45%
+ 233,02%
+ 225,35%
+ 210,33%
+ 207,57%
+ 178,43%
+ 152,10%
+ 145,87%
+ 143,45%
+ 139,23%
+ 134,97%
+ 133,62%
+ 120,08%
+ 117,80%
+ 116,53%
+ 107,99%
+ 96,64%
+ 88,63%

Você tem ideia do que um lucro de 44.000% representa?

Seria transformar um investimento de R$ 25 mil em R$ 11.025.000,00.

Isso mesmo, onze milhões e vinte e cinco mil reais.

Peço que você dê uma olhada na tabela a seguir:

O ÚLTIMO CICLO DE VALORIZAÇÃO (2002-2008)

Essas são as 20 ações que mais subiram de 2002 a 2008, durante o último ciclo de valorização da Bolsa.

Está vendo Itaú na lista? Bradesco? Vale? AmBev?

É possível que você conheça algumas dessas empresas, mas a maioria delas certamente não é familiar ao grande público.

Agora, peço que repare na 15a empresa da lista, a Randon.

Somente ela se valorizou +2.638% no período, ou seja, um crescimento superior a 27x.

E repito: essa é apenas a 15a ação da lista.

Nem se compara as valorizações das três primeiras, de +44.122%, +28.390% e +16.567%.

Há uma característica em comum a essas empresas, que vai além do fato de serem companhias relativamente desconhecidas do grande público…

Assim como os maiores ciclos de valorização da história da Bolsa brasileira possuem um padrão em comum, as ações que mais se valorizam nos grandes ciclos de mercado também possuem um padrão específico.

Essa é a chave para você participar da multiplicação de capital dos próximos meses.

Extrair o máximo de valor de um movimento que pode mudar para sempre o patamar financeiro da sua família.

Neste exato instante, há cinco ações na Bolsa brasileira que carregam esse código.

1#) Você deve apostar parte do seu dinheiro imediatamente nestas cinco ações

Preparei um material especial em que explico em detalhes qual é esse código e o racional por trás de cada uma dessas cinco ações que podem explodir no ciclo atual do mercado.

Gostaria de compartilhar esse material com você.

Isso é uma promessa de retorno?Não. Retornos passados não são garantia de rentabilidade futura. Isso é uma possibilidade. Investimentos envolvem riscos e o investidor deve estar ciente disso.

O outro material indispensável para você lucrar com o quarto ciclo da Bolsa brasileira virá direto da fonte. Você acessará em primeira mão as principais ideias de uma verdadeira lenda do mercado brasileiro: Pedro Cerize.

Confesso que me sinto honrado em dividir esse espaço com ele.

Além de um dos maiores gestores de investimentos do País, tido por megainvestidores como Luis Stuhlberger como “o cara de ações no Brasil”, ele é uma das pessoas que mais têm propriedade para falar sobre os grandes ciclos do mercado.

#2) Faça rigorosamente o que Pedro Cerize está fazendo

Pedro Cerize preparou uma série especial para o leitor da Empiricus, para desvendar esta oportunidade histórica de construir patrimônio no Brasil.

Apenas as informações contidas no primeiro documento que você terá acesso já são suficientes para mudar completamente o modo como você lida com as suas finanças.

Trata-se de uma informação obrigatória que colocará você com muitos passos de vantagem neste momento único para se ganhar dinheiro.

Após redigir essa carta, gostaríamos de deixar claro que mesmo numa tendência de alta, as baixas podem ser muito acentuadas, tirando a convicção dos menos preparados e todo o dinheiro dos alavancados. Nosso trabalho e nosso modelo buscam eliminar esses 2 fatores de risco. Para ganhar, primeiro é preciso não perder.

Foi pensando nessa premissa fundamental que preparei um terceiro material especial, a que você terá acesso IMEDIATO assim que aceitar o meu convite.

#3) A estratégia para você não perder antes de ganhar

Para ganhar, primeiro é preciso não perder.
Essa é uma condição sine qua non de nossa estratégia para os próximos meses.

Não recomendamos que você aloque parte relevante do seu patrimônio no ciclo de valorização das ações.

Invista sempre centavos para ganhar reais, nunca o contrário.

Como disse, estamos em um momento de inversão de tendência para a taxa Selic. Os juros no Brasil tendem a cair de forma substancial nos próximos meses, impactando rigorosamente todas as categorias de aplicação, especialmente aquelas convencionais, baseadas em renda fixa.

De todo modo, ainda podemos aproveitar alguns dos maiores juros reais (descontando a inflação) do mundo. É uma forma de amarrar parte do seu patrimônio a uma taxa de retorno que você não encontrará mais daqui para frente.

Você está a um passo da decisão financeira mais importante da sua vida

Você pode ficar parado assistindo às coisas acontecerem.

Enquanto isso, outras pessoas estão ganhando dinheiro de uma forma consciente com a janela de oportunidade atual do mercado.

É uma opção sua.

Ou você pode tomar as rédeas para si e, com uma atitude simples, mudar de uma vez por todas o padrão financeiro da sua família.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho seríssimo que eu desenvolvi.

Tenho convicção de que você terá toda a informação necessária à sua disposição para ganhar muito dinheiro – e de forma rápida.

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Em caso positivo, você terá acesso imediato a:

#1) Documento especial As cinco ações que você deve apostar parte do seu dinheiro imediatamente;

#2) Série especial do Pedro Cerize, com seis relatórios exclusivos preparados por um dos maiores investidores do Brasil, para você saber exatamente o que ele está fazendo para tirar o máximo do novo ciclo do mercado;

#3) A estratégia para você não perder antes de ganhar, contendo a aplicação que você deve fazer agora para amarrar parte do seu patrimônio de forma segura a uma taxa de retorno que você não encontrará mais daqui para frente;

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Pensando nisso, fizemos uma pesquisa amostral junto à nossa base de leitores, formada desde a fundação da Empiricus, em 2009.

Os resultados dessa pesquisa podem ser resumidos em uma importante conclusão:

Os maiores ganhos são obtidos por leitores que carregam as posições recomendadas por três anos ou mais.

Nada impede que você faça trades de um mês ou de um ano; essa decisão cabe exclusivamente a você, de forma autônoma.

Estamos apenas informando, com base na pesquisa, que a persistência costuma ser muito bem recompensada pelo mercado.

Quanto mais você sustenta suas convicções de investimento, menores os custos, menores os riscos e maior o retorno final.

De forma a incentivar o alinhamento temporal mais lucrativo para nossos leitores, os analistas da Empiricus atropelaram o departamento de marketing e criaram um plano promocional.

Convencidos do ganha-ganha, os sócios Caio, Felipe e Rodolfo assinaram embaixo.

Decidimos por garantir o Acesso Vitalício a esta e outras séries da Empiricus pelo preço equivalente a apenas três anos de assinatura.

Não estamos fazendo caridade.

Como somos analistas independentes, o seu melhor interesse é também nosso melhor interesse.

Lucramos na exata medida em que nossos leitores lucram.

Assine por 1 ano – 12x de R$ 12,90

Assine por 3 anos – 12x de R$ 38,70

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Assine pelo RESTO DA VIDA – 12x de R$ 38,70

 

Compromisso Empiricus registrado em cartório

CLÁUSULA DE CONFIANÇA 100%

Apesar de todas as vantagens já implícitas no material, a oferta em questão não perde a prerrogativa da Cláusula de Confiança Empiricus registrada em cartório: caso você não goste do conteúdo, pode cancelar a assinatura nos primeiros 20 dias com reembolso de 100% do valor pago.

Isso mesmo: você terá acesso imediato a todo o material do plano e ainda garantirá a possibilidade de cancelar posteriormente, recebendo o seu dinheiro de volta.

Para exercer seu direito, basta enviar um email para cancelamentos@empiricus.com.br e o processo é executado automaticamente. Limitado a 3 cancelamentos por assinante em um prazo de 12 meses.

Um abraço,
Felipe Miranda

Informações Importantes:

Os conteúdos da Empiricus visam informar sobre possibilidades de lucro financeiro sugeridas na forma de diferentes estratégias de investimento, eximindo-se a empresa de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora a Empiricus forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de especialistas certificados, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados. A Empiricus alerta para que nunca sejam alocados em renda variável aqueles recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do cliente. A empresa não realiza intermediações financeiras, por conseguinte não obtém nenhum tipo de receita advinda de comissões, corretagens ou emolumentos sobre montantes aplicados, delegando ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Para assegurar a imparcialidade na avaliação dos investimentos, a Empiricus não recebe patrocínios nem veicula publicidade que não a de seus próprios produtos/serviços. Pessoas que têm dificuldades com limites devem procurar aplicações mais estáveis, como a renda fixa. A título de elevação dos padrões fiduciários e promoção das melhores práticas do mercado, os sócios da Empiricus têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos recomendados. A empresa zela pelo direito de privacidade dos seus leitores. Quando necessário, seus dados pessoais são alterados com o objetivo de proteger as identidades. No entanto, o conteúdo dos depoimentos apresentados é sempre e garantidamente fidedigno. A presente nota não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes.


A Empiricus foi fundada em 2009 com um objetivo: levar recomendações independentes
e de qualidade para a pessoa física.

Hoje, nossa equipe conta com mais de 200 colaboradores.
Afinal, somos uma empresa de pessoas e produzir conteúdo relevante para a sua vida financeira não é tarefa fácil.

Mas a Empiricus não é apenas a sua equipe, somos os mais de 180 mil assinantes dos relatórios.
Para conhecer algumas dessas histórias, acesse https://www.empiricus.com.br/depoimentos

Se quiser saber mais sobre a Empiricus, acesse nosso site em www.empiricus.com.br ou envie um email para atendimento@empiricus.com.br.

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