ANÚNCIO PÚBLICO URGENTE

Do estrategista-chefe da maior publicadora de informações financeiras do Brasil,
com mais de 3.000.000 de leitores cadastrados.

Nos últimos 48 meses, a equipe de
Felipe Miranda previu:

✓ “O Fim do Brasil”

✓ A disparada do dólar a R$ 4,00

✓ A destruição da Petrobras

✓ O rali do impeachment

✓ A recuperação atual do mercado

Agora, essa mesma equipe acredita que estamos diante do MAIOR desses movimentos…

O documento a seguir revela o fenômeno que transformará tudo ao seu redor
– e como ele terá impacto direto sobre o seu bolso…

“No próximo dia 15 de fevereiro, a Bolsa estará em um patamar que você simplesmente não pode imaginar agora”

Veja por que esta pode ser a ÚLTIMA CHANCE de você ganhar dinheiro com o renascimento da economia e do mercado de capitais brasileiro

 

Marque esta data: 15 de fevereiro de 2017.

Até lá, você poderá estar em outro patamar financeiro.

Nas próximas linhas, explicarei exatamente como, neste momento, emerge um novo Brasil.

Trago, aqui, um projeto para você aproveitar este que pode ser o último ciclo de multiplicação expressiva do mercado, engatilhado pelo renascimento dos fundamentos da economia brasileira.

Falo de algo com potencial realmente explosivo, que encontra um único paralelo em toda nossa história: a valorização de +2.051% da Bolsa brasileira entre 2003 e 2007.

Verdadeiras fortunas foram construídas naquela ocasião. E não será diferente agora.

Desta vez, no entanto, temos elementos de fluxo e de fundamentos capazes de promover valorização ainda mais vigorosa… quem sabe, em intervalo mais curto.

Isso, porque um evento no radar pode acelerar os ganhos com esse processo, tornando os próximos quatro meses uma janela de oportunidade única a quem estiver interessado em construir patrimônio.

Talvez você não tenha capturado a dimensão do que estou falando.

Possivelmente, esteja até mesmo questionando a veracidade deste meu alerta.

Não o culpo por isso…

Quando divulguei inicialmente a tese O Fim do Brasil, em julho de 2014, a maioria das pessoas não acreditou que aquelas 10 previsões – aparentemente absurdas – de fato poderiam acontecer.

Foi a mesma coisa quando afirmei que o dólar iria a R$ 4, no momento em que a moeda ainda estava em R$ 1,90…

E quando alertei meus clientes para a situação insustentável da Petrobras, antes do estouro do escândalo de corrupção na estatal.

Mais recentemente, em setembro de 2015, quando todos esses alertas já haviam se concretizado e rigorosamente TODOS os analistas estavam pessimistas, fomos os primeiros a identificar uma oportunidade única de ganhar dinheiro com a recuperação do mercado.

Somente agora, depois que a Bolsa brasileira já acumula valorização próxima de +50% em 2016, começam a correr atrás do tempo (e do lucro) perdido…

Fonte: Brazil Journal

Tudo isso, obviamente, tem um custo.

Ao desafiar o senso comum e traçar projeções que contrariavam o interesse dos poderosos, fui censurado pelo governo, processado pela ex-presidente da república, atacado pelo mercado e ridicularizado por parte da imprensa e do público…

O tempo transcorrido trouxe os frutos de minhas convicções.

Hoje, contamos com mais de 150 mil assinantes que se dispuseram a pagar para receber minhas dicas, proteger e aumentar seu patrimônio diante da crise.

Assumindo que, na média, um cliente comprou mil dólares a R$ 1,90, seguindo a minha recomendação mais enfática de compra da moeda – e essa é uma cifra bastante conservadora -, cada assinante ganhou R$ 800,00 ou mais somente com essa oportunidade.

Multiplicando esses R$ 800,00 de ganho individual por 150 mil assinantes, falamos de uma riqueza total gerada, apenas na sugestão em favor do dólar, da ordem de R$ 120 milhões.

Felipe, depois que vocês acertaram na veia o fim do Brasil, não imaginava que uma virada de 180 graus na sua recomendação também me fizesse ganhar dinheiro. Ninguém acertou tanto quanto você nos últimos anos.
Obrigado!
Eduardo A.

Motivados por mensagens como a do Eduardo A., fizemos uma varredura no mercado e não encontramos outro economista ou publicadora de informações financeiras que tenha acertado mais do que a Empiricus nos últimos 48 meses.

Isso nos levou a lançar um desafio a você, leitor:

Aponte-nos algum analista ou casa de análise que tenha acertado mais do que a Empiricus nos últimos 48 meses.

Se encontrar alguma outra consultoria ou instituição financeira que tenha previsto a derrocada em 2014 e, simultaneamente, a recuperação do mercado este ano (antes que estes movimentos estivessem em andamento), lhe daremos créditos equivalentes a R$ 10 mil – para utilizar nos serviços da Empiricus que preferir.

Talvez você esteja achando essa iniciativa arrogante de nossa parte.

Peço sinceras desculpas caso tenha soado rude. Não é essa a minha intenção aqui.

Quero apenas chamar a sua atenção para a importância do alerta que você verá a seguir.

Mais do que isso, o objetivo é destacar a importância de você agir corretamente com as informações que está prestes a obter. A razão de existência de minha consultoria é fazer você ganhar dinheiro.

Acredito que estamos diante da próxima grande oportunidade.

Trata-se, sem nenhum exagero, do movimento mais relevante (e com impactos financeiros mais profundos) que minha firma já identificou.

Se você não acreditou no “Fim do Brasil”, não ganhou dinheiro com a disparada do dólar, não se protegeu (e tampouco apostou) na queda das ações da Petrobras e não aproveitou a tempo os lucros acumulados com as “Oportunidades de uma Vida”…

Agora você tem uma nova chance.

Hoje, gostaria de pedir a sua permissão para também te ajudar.

Outras 150 mil pessoas já foram contempladas. Elas ganharam – e continuam ganhando –  muito dinheiro com as oportunidades de investimento que foram identificadas nos últimos anos.

Toda essa construção de riqueza precisa chegar até você.

O último ciclo de multiplicação dos investimentos no Brasil está na sua porta.

A informação a seguir mudará completamente a realidade financeira de algumas pessoas nos próximos meses.

Quem não se posicionar corretamente agora vai perder este grande movimento – que já começou.

Nosso chamado de urgência vai para a velocidade do ajuste nos preços dos ativos brasileiros.

Não há qualquer paralelo no mundo, hoje, para o ciclo de valorização que será visto nos próximos dias… bem aqui, no coração do mercado e da economia brasileira.

O argumento é bastante simples.

Todo mundo fugiu do Brasil e ficamos para trás nos recordes históricos da Bolsa global nos últimos anos.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, acumulou quedas em quatro dos últimos cinco anos.

2011: queda de 18,1%

2012: alta de +7,4%

2013: queda de -15,5%

2014: queda de -2,9%

2015: queda de -13,3%

Pudera…

Nossa economia caminhou nesse período para a maior recessão de sua história.

A inflação bateu em dois dígitos e voltou a incomodar.

As margens de lucro das empresas passaram a cair.

Com isso, os prejuízos se acumularam e acarretaram uma onda de demissões. Hoje são mais de 12 milhões de desempregados no País.

Por outro lado, o descontrole dos preços fez com que o Banco Central elevasse a taxa Selic, levando os juros brasileiros aos maiores patamares do mundo…

Com todos os fundamentos da economia fora de lugar e a taxa de juros nas alturas (puxando a rentabilidade das aplicações de renda fixa), simplesmente ninguém queria saber de Bolsa, em uma combinação de fatores extremamente negativa para o capital produtivo…

InfoMoney – fevereiro de 2013

Veja – junho 2015

Jornal do Brasil – outubro de 2015

E agora, o que acontece?

Talvez você não tenha percebido, mas estamos em um ponto de inflexão.

Como antecipamos no final do ano passado, a Bolsa inverteu completamente a sua trajetória de quedas acumuladas.

2016: alta de +49,7% (até o final de outubro)

O Estado de S. Paulo – outubro de 2016

Enquanto isso, a taxa básica de juros da economia brasileira sofreu sua primeira redução em mais de quatro anos.

Exame – outubro de 2016

Não dá para fingir que nada está acontecendo.

Fora Temer?

Bora Temer!

Embora tenhamos muitas ressalvas ao PMDB e plena consciência de que a turma que está no poder compunha a base aliada do desastroso governo Dilma, não se pode simplesmente ignorar uma inversão de tendência dessa magnitude.

Para desespero de algumas audiências, fato é que, se aprovar as reformas potenciais até aqui colocadas, o governo Temer deixará para a história um legado institucional comparável apenas às presidências de Castelo Branco e Fernando Henrique Cardoso.

“O Brasil passa por uma tremenda crise fiscal. Olha que eu peguei pepinos grandes, mas, desse tamanho, eu nunca vi. E o governo Temer já tem definido o seu caminho, mas as pessoas não sabem. Tem de explicar, falar”

FHC, em entrevista ao Correio Braziliense

Agora, peço atenção redobrada para o seguinte fato – ele evidenciará por que a trajetória da Bolsa, do dólar e dos juros, até aqui, foi apenas uma primeira amostra de um amplo processo que determinará o renascimento da economia e do mercado de capitais brasileiro após anos de estagnação.

Este é o principal mérito da transformação em curso e será o responsável pelo grande ciclo de multiplicação dos investimentos que veremos nos próximos meses…

Se a emenda constitucional que limita os gastos públicos (PEC 241) e a reforma da previdência forem aprovadas, o Brasil não flerta mais com o abismo.

Pelo contrário, a gente se afasta bastante dele.

Esses dois elementos são fundamentais para a construção de um novo Brasil – e serão o ponto de partida para uma apreciação vigorosa da Bolsa, que terá no dia 15 de fevereiro de 2017 o seu dia D.

Explico.

Hoje, a maior restrição para a queda da taxa Selic vem da política fiscal.

O ajuste nas contas públicas é fundamental para que se tenha maior confiança no alcance das metas de inflação e assim seja possível reduzir os juros básicos.

Viemos de dois anos seguidos de rombos bilionários nas contas públicas. Inchado, o governo gasta mais do que arrecada, fechando 2014 (déficit primário de R$ 32,5 bilhões) e 2015 (déficit de R$ 114,9 bilhões) no vermelho.

Para 2016, as projeções são de um rombo adicional de outros R$ 170 bilhões.

Qualquer pessoa com um mínimo de instrução (e juízo) sabe que se você fechar todo mês no vermelho, gastando muito mais do que ganha, uma hora você decretará falência.

Sua dívida ficará insustentável, ainda mais uma dívida sobre a qual incidem juros pesadíssimos.

A sustentabilidade do governo, portanto, depende do ajuste nas contas. E ele precisa ser feito agora. Como visto, já atingimos situação insustentável.

E qual a única maneira de reequilibrarmos as contas?

Limitando os gastos do governo.

Como?

Se a maioria desses gastos do governo (cerca de 90%) são obrigatórios, como pagamento de pessoal, previdência social e refinanciamento da dívida pública, necessariamente o ajuste fiscal envolve a necessidade de aprovação das medidas no Congresso Nacional – por isso a importância da reforma da previdência e da PEC do teto de gastos.

São medidas impopulares – fato – mas fundamentais.

Trata-se, portanto, de um teste de maturidade da sociedade brasileira.

Se o Brasil negar essas propostas, continuaremos gastando mais do que arrecadamos, e a única saída será aumentar a carga tributária.

Mas e se a sociedade também não quiser pagar mais impostos?

Então, se não quisermos controlar o crescimento da despesa e nem aumentar carga tributária para pagar os gastos do governo, o ajuste será feito de forma desorganizada via inflação e com o aprofundamento da crise.

Agora, se aprovadas as medidas de ajuste das contas públicas, daremos um passo e tanto para a recuperação do crescimento econômico.

Isso porque você retira o componente fiscal da pressão inflacionária, permitindo que a inflação vá para baixo de 4% em 2018 – o próprio Banco Central já está projetando a faixa de 3,8% de inflação oficial em 2018 (segundo o último Relatório Trimestral de Inflação).

Qual a beleza disso?

A autoridade monetária terá o caminho livre para cortar a taxa Selic para a casa de um dígito em um horizonte de 18 meses.

O grande salto
(Algo que o mercado ainda não se deu conta)

Como vimos, a aprovação da PEC do teto dos gastos públicos e da reforma da previdência permitiria uma recuperação da confiança e a retomada de uma dinâmica de crescimento para a nossa economia.

O problema?

São medidas de difícil entendimento e aceitação popular.

Mas dado que a aprovação da PEC do teto dos gastos já passou em dois turnos pela Câmara e está encaminhada no Senado, qual o próximo passo crítico para materializarmos esse movimento?

A aprovação da reforma da previdência, tema ainda mais espinhoso, pois mexe diretamente nas regras de aposentadoria.

Mas há algo que pouca gente se deu conta neste momento…

O que a maior parte da imprensa e do mercado não entendeu ainda é que se você aprova a PEC de teto dos gastos, é quase uma decorrência lógica que você TEM que aprovar a reforma da previdência.

Essa é a grande sacada da equipe econômica atual.

Aprovar a PEC 241 é, quase automaticamente, aprovar também a reforma da Previdência.

Isso está escapando às pessoas – e é fundamental porque, quando o mercado financeiro como um todo perceber isso, os preços dos ativos serão outros, rendendo ganhos gigantescos para quem se posicionou antes.

A razão é muito simples: aritmética.

Imagine o orçamento público…

Vamos dividi-lo em gastos com previdência e gastos ex-previdência.

Se há um teto para os gastos conforme estabelecido pela PEC 241, precisamos também fazer a Previdência crescer em ritmo parecido com os demais gastos, que, conforme a PEC, precisarão crescer até o limite da inflação do ano anterior, certo?

Mas e se a Previdência não for reformada e seus gastos continuarem subindo muito acima da inflação?

Daí, ela logo passará a representar um percentual quase integral do orçamento público.

Em alguns anos, não haverá mais recursos para saúde, educação, segurança – nem para aquela ponte no interior do Pará sobre a qual os deputados estão sendo pressionados (isso é só um exemplo ilustrativo para provar o ponto de que ninguém quer que Previdência roube todo o orçamento para si). 

Em resumo, a PEC por si já é muito importante. Mas ela é ainda mais relevante porque traz, implicitamente, a necessidade de aprovar-se a reforma da Previdência.

Não estou dizendo que o processo será fácil, linear e sem volatilidade.

Reafirmo: trata-se de tema polêmico, impopular, e que exigirá maturidade da sociedade brasileira em seu debate.

Afirmo apenas (e isso já é muito) que ficará simplesmente impossível não termos uma reforma da Previdência quando tivermos a PEC 241 aprovada em definitivo.

Caso contrário, o País será transformado numa grande Previdência.

E não há qualquer exagero nessa afirmação…

Veja qual é hoje a despesa primária que mais pesa no PIB:

Este ano, a despesa do INSS corresponderá a cerca de 8% do PIB brasileiro, obrigando o governo a se endividar para cobrir o rombo previdenciário.

Mais espantoso do que o tamanho desse gasto é a velocidade de crescimento dele, que representava 2,5% do PIB no início da década de 1990.

E o que acontece no longo prazo?

Você precisa fazer a previdência convergir para o ritmo de crescimento dos demais gastos, senão ela vai aumentando a sua proporção (peso) nas contas públicas até um nível que o País colapsará.

Se a reforma da previdência não passar, o País será transformado em um grande balcão do INSS. Não haverá nada mais.

Mas ela vai passar – esse é o grande ponto ainda superestimado pelo mercado.

Se você aprova a PEC 241, os gastos não podem crescer acima da inflação.

Mas se você não faz a reforma da previdência, a previdência vai crescer acima da inflação.

Nunca houve esta discussão no Brasil

Tem algo essencialmente novo com a PEC 241 e com a crise fiscal como um todo: a política fiscal e a restrição orçamentária foram trazidas para a pauta.

Antes, parecia que os recursos eram infinitos. Que ninguém era dono do dinheiro.

Agora, vamos pela primeira vez enfrentar disputa pelos recursos públicos. Teremos de escolher o que é prioritário.

Então, haverá uma melhora não apenas quantitativa (limitando o gasto), mas também qualitativa, com uma mudança brutal na eficiência do gasto público.

Deixe-me dar um exemplo…

Todo mundo gosta de cultura.

A lei Rouanet é uma forma interessante de estímulo à cultura.

Mas todo mundo continuaria defendendo com igual afinco a Lei Rouanet se, para ampliá-la, precisássemos gastar menos com saúde e educação?

Finalmente, teremos de priorizar.

Pela primeira vez na história brasileira, passou-se a ter consciência de que há restrições para o gasto público.

O dinheiro da viúva tem dono, sim.

Ademais, ao instituir o teto do gasto, encaminhamos também, automaticamente, a reforma da Previdência.

E com PEC e previdência, a trajetória da dívida pública deixa de ser explosiva.

Voltamos a ser um país normal.

E aí, como o Brasil está totalmente fora de preço, pois está precificado hoje como um junk bond, uma economia de grau de risco especulativo, teremos enormes potenciais de lucro.

Ainda somos precificados como alguém que flerta com o abismo.

Quando o mercado e a grande mídia se derem conta da correlação entre a aprovação da PEC 241 e da Reforma da Previdência, será engatilhado um amplo processo de reclassificação dos prêmios de riscos e, consequentemente, dos ativos brasileiros.

Então, a porrada que acontecerá nos próximos meses de Bolsa e de títulos de prazos longos, é uma oportunidade que não pode ser ignorada

É possível que você ainda não tenha se atentado para o tamanho da oportunidade que está à sua frente.

Com o avanço da agenda de reformas e o início do ciclo de corte na taxa de juros, temos uma combinação de fatores explosiva para alguns investimentos.

A primeira implicação é um tanto óbvia: a queda na taxa de juros reduzirá a atratividade da renda fixa convencional, estimulando uma migração de recursos para a Bolsa.

Historicamente, a correlação entre juros (em queda) e Bolsa (em alta) gerou alguns dos ciclos de valorização mais expressivos de nossa história.

O gráfico a seguir evidencia o quanto o Índice Brasil (IBX), uma das principais referência para o comportamento da Bolsa brasileira, reagiu nos últimos ciclos de redução da taxa de juros: 

Note que em todos os episódios de queda dos juros houve reação extremamente positiva das ações.

Agora não será diferente.

E, desta vez, contamos um forte gatilho de fluxo.

Hoje a alocação dos investidores em ativos brasileiros de renda variável (ações) encontra-se na mínima de muitos anos, na casa de 8,9%.

Para você ter ideia, em 2010 essa alocação estava na casaz de 18,3%.

O que isso significa?

Que a redução da atratividade da renda fixa com o ciclo de cortes nos juros estimulará uma migração desse fluxo para as ações.

Temos um marco importante para esse movimento.

Peço sua atenção para o dia 15 de fevereiro.

Essa data marca o pagamento de cupons das NTN-Bs, título público pós-fixado, cuja rentabilidade é composta por uma taxa anual (definida no momento da compra) mais a variação da inflação (IPCA)…

Os grandes fundos de pensão brasileiros têm como meta em estatuto gerar inflação +6% ao ano de retorno.

O problema?

A NTN-B já está pagando menos do que inflação mais +6%.

Então, os fundos de pensão vão pegar todo o montante recebido no pagamento desses títulos, em 15 de fevereiro, e não vão reaplicar esse dinheiro em NTN-B.

Isso implicaria risco alto de os fundos de pensão não cumprirem a meta atuarial. Eles comprariam outros investimentos…

… como a Bolsa.

Nesse dia, o Ibovespa estará num patamar que você simplesmente não pode imaginar hoje.

Algumas ações potencializarão este movimento, concentrando a maior parte dos recursos e apurando valorizações estratosféricas.

Para você ter uma ideia do potencial desse movimento, hoje a alocação total de recursos em títulos NTN-B é da ordem de R$ 851 bilhões.

Isso mesmo: 851 BILHÕES de reais.

Como se não bastasse, ainda teremos um verdadeiro “tsumoney” de recursos vindos de investidores estrangeiros.

Isso, porque os investidores estrangeiros ainda estão bastante céticos com o Brasil, após toda a instabilidade política, a destruição dos fundamentos econômicos e diante do completo desequilíbrio das contas públicas.

Fonte: Época

Fonte: R7

Fonte: Exame

Mas esse jogo está virando…

Nossa Bolsa está barata relativamente ao restante do mundo, nossa economia dá os primeiros sinais de melhora e a aprovação das reformas para o ajuste fiscal ajudará a resgatar a credibilidade dos ativos brasileiros…

Fonte: Estadão

Fonte: Valor Econômico

Fonte: Valor Econômico

E o momento parece ideal para atrair investimentos, uma vez que a liquidez global é simplesmente gigantesca diante dos programas de afrouxamento quantitativo adotado pelos Bancos Centrais.

Para se ter ideia, somente o Banco Central dos EUA injetou mais de 4,5 trilhões de dólares na economia desde 2008, via programas de estímulo e de afrouxamento quantitativo…

E ele foi acompanhado por outros Bancos Centrais importantes, como o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu e o Banco do Japão.

Na sequência, você pode ver o quanto esses quatro Banco Centrais injetaram de dinheiro na economia nos últimos anos…

E há algo em comum com essas economias: hoje elas oferecem taxas de juros praticamente zeradas, ou seja, sem grande atratividade para seus investidores.

Para onde irá todo esse dinheiro?

O mercado ainda está subestimando o potencial de recuperação brasileiro.

Quando começarem a perceber a melhora, o fluxo de capitais em direção ao Brasil irá aumentar significativamente.

E nem precisamos absorver parte relevante desses recursos.

A absorção de um percentual ínfimo do capital internacional já seria suficiente para se traduzir em um efeito brutal sobre as cotações por aqui.

É como resumiu Giuliano de Marchi, do JP Morgan, em entrevista à InfoMoney:

“‘Vou para o Brasil, [minha alocação] era só 1% [ do total], aumentarei para 2%’. Para esse investidor, é somente 2%, mas para o Brasil já é 100% a mais. É um pouco o que aconteceu no boom das commodities, o dinheiro volta para o País.”

Deixe-me lhe mostrar, em uma imagem, onde realmente estamos na história:

O que poderia dar errado?

Há um único contra-argumento em potencial para contestar este cenário: a tese de que os preços das ações brasileiras não estão atrativos, se tomarmos por base o nível de lucros das empresas.

Na média, os lucros das empresas brasileiras também foi comprimido pelas mazelas da recessão econômica e a inflação de custos sobre as empresas.

As margens das companhias listadas na Bolsa estão pressionadas em níveis extraordinariamente baixos.

Mas isso cria um fator multiplicador que não pode ser desprezado…

Se a Bolsa atual parece não estar barata em termos de preço/lucro, isso se dá pelo fato de as margens de lucro das empresas estarem extraordinariamente comprimidas.

Por exemplo, com margens de lucro na casa de 1%, 2%, ou mesmo em níveis negativos, uma mera recuperação dessas margens para os patamares normalizados, que sejam entre 5% e 10% em alguns casos, já representaria uma multiplicação substancial de valor.

As margens estão hoje a 30% do nível histórico. Ou seja, para recuperar os padrões de normalidade, as margens de lucro teriam de se multiplicar por 3x.

Caso isso ocorra, o potencial sobre a relação Preço/Lucro das ações seria brutal.

Vale lembrar que o ciclo de queda nos juros traz impacto direto sobre essas margens, reduzindo o custo de capital das empresas e melhorando o seu resultado financeiro.

Também há uma grande dúvida sobre a capacidade dos ativos brasileiros continuarem subindo depois do notável rali em 2016. 

Afinal, já são cerca de 50% de valorização acumulada pelo Ibovespa em 2016, com algumas das ações mais negociadas da nossa Bolsa registrando ganhos de:

+ 427,7%
+ 308,1%
+ 215,0%
+ 200,5%
+ 188,5%
+ 178,6%
+ 175,4%
+ 170,2%
+ 164,8%
+ 163,8%

Dentre outras.

Isso, somente em 2016. E restringindo a amostra às ações mais negociadas da Bolsa brasileira, nomes conhecidos como Magazine Luiza, Usiminas, CSN, Petrobras, Gerdau, Eletrobrás…

Ainda haveria espaço para mais ganhos?

Os céticos salientam que a recuperação até agora se deu, exclusivamente, no âmbito da confiança.

Os indicadores propriamente ditos ainda mostram um cenário de terra arrasada e, ainda mais, têm frustrado as expectativas de inflexão iminente.

As empresas também vêm desenhando uma recuperação dos lucros lenta e mais tardia, enquanto os balanços seguem alavancados.

Isso é tudo verdade.

A esses, porém, talvez tenha escapado a leitura da teoria da reflexividade de George Soros.

A ideia de Soros é, basicamente, de que não pode haver uma separação formal entre expectativa e realidade.

Os agentes econômicos formam uma determinada concepção de futuro, que, por sua vez, influencia diretamente a realidade.

Essa “nova realidade” afeta a expectativa no período subsequente, que volta a influenciar a realidade. E por aí vai…

Cria-se, assim, um círculo vicioso, em que a expectativa é transformada num fundamento material em si.

Em termos mais práticos: a expectativa por um futuro melhor permite aos empresários voltarem a investir e aos consumidores retomarem algumas compras.

No momento em que a Moody’s melhora a nota de crédito da Petrobras, por exemplo, investidores passam a exigir menor prêmio de risco para comprar ativos da estatal e ela pode vender ativos sob menor pressão, conseguindo preços melhores e permitindo reduzir ainda mais sua alavancagem.

Embora os mercados registrem valorizações significativas este ano, o ciclo de redução dos juros sequer começou e ainda se subestima a capacidade de aprovação das reformas do ajuste fiscal.

Se poucos se deram conta de desdobramentos lógicos da aprovação da PEC do teto dos gastos (como ela praticamente determina a aprovação da reforma da previdência), é de se imaginar que o mercado ainda não faça ideia do que pode acontecer nos próximos meses…

Você já imaginou como seu patrimônio estaria em cenário como este?

1) Taxa Selic a 6%
(de atuais 14%)

2) Ibovespa a 150 mil pontos
(alta de 133% sobre os níveis atuais)

3) Um milhão de CPFs operando na BM&F Bovespa
(hoje o número de investidores ativos não passa de 400 mil)

4) Inflação de 4%
(atualmente na casa de 7% ao ano)

5) Possibilidade de negociação de ativos em todas as bolsas mundiais de forma fácil, aumentando assim o acesso e liquidez dos investimentos

Não podemos prever o futuro, ninguém pode.

E os números em si não importam muito.

São apenas coisas que podem acontecer caso meu cenário se confirme.

É natural o ser humano subestimar movimentos futuros. Como a realidade é material, o sujeito sempre acha que o presente vai ser extrapolado para o futuro.

Por isso projeções anteriores como do dólar a R$ 4 ou do Fim do Brasil soaram absurdas em primeiro momento.

Mas são possibilidades que você DEVE levar em consideração.

O último ciclo de multiplicação

Como nos grandes episódios anteriores de valorização do mercado, algumas pessoas farão fortuna com o movimento atual.

Reforço: trata-se, sem nenhum exagero, do movimento mais relevante (e com impactos financeiros mais profundos) que minha firma já identificou, a partir de um processo de renascimento da economia e do mercado de capitais brasileiro após anos de deterioração.

Há, no entanto, uma ressalva importante.

Não é qualquer ação ou título de renda fixa que irá se beneficiar.

Estamos diante de um movimento vasto reapreçamento dos ativos brasileiros, e isso, é claro, provocará um efeito sistêmico.

Mas muitas aplicações já começaram a antecipar parte dessa onda. Você precisa estar nos ativos certos.

Não posso ser responsabilizado por aplicações realizadas com qualquer outro investimento que não seja algum desses dois:

As quatro ações que você deve comprar agora para surfar o rali dos próximos meses

A oportunidade da década na Renda Fixa

São rigorosamente essas duas oportunidades que concentrarão o grosso dessa trajetória de multiplicação de capital nos próximos meses.

É por eles que quero ser cobrado.

Essas duas oportunidades representam a última chance de você aproveitar um ciclo de multiplicação com o renascimento do Brasil.

Muitas pessoas têm entrado em contato conosco pois estão perdendo os lucros gerados ao longo desse ano.

Isso pelo fato de nunca terem comprado uma ação ou mesmo uma aplicação de renda fixa.

Você está a um passo da decisão financeira
mais importante da sua vida

Você pode ficar parado assistindo às coisas acontecerem.

Enquanto isso, outras pessoas estão ganhando dinheiro de uma forma consciente com a janela de oportunidade atual do mercado.

É uma opção sua.

Ou você pode tomar as rédeas para si, e, com uma atitude simples, mudar de uma vez por todas o padrão financeiro da sua família.

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Três anos para você lucrar o máximo

Temos 20 analistas líderes em performance, 100% dedicados a levar até o leitor as principais ideias de investimento.
Mas essas ideias só funcionam integralmente se você consegue casar com elas – ou seja, carregá-las durante prazos relevantes.
Pensando nisso, fizemos uma pesquisa amostral junto à nossa base de leitores, formada desde a fundação da Empiricus, em 2009.
Os resultados dessa pesquisa podem ser resumidos em uma importante conclusão:
Os maiores ganhos são obtidos por leitores que carregam as posições recomendadas por três anos ou mais.
Nada impede que você faça trades de um mês ou de um ano; essa decisão cabe exclusivamente a você, de forma autônoma.
Estamos apenas informando, com base na pesquisa, que a persistência costuma ser muito bem recompensada pelo mercado.
Quanto mais você sustenta suas convicções de investimento, menores os custos, menores os riscos e maior o retorno final.
De forma a incentivar o alinhamento temporal mais lucrativo para nossos leitores, os analistas da Empiricus atropelaram o departamento de marketing e criaram um plano promocional.
Convencidos do ganha-ganha, os sócios Caio, Felipe e Rodolfo assinaram embaixo.
Decidimos por garantir o Acesso Vitalício a esta e outras séries da Empiricus pelo preço equivalente a apenas três anos de assinatura.
Não estamos fazendo caridade.
Como somos analistas independentes, o seu melhor interesse é também nosso melhor interesse.
Lucramos na exata medida em que nossos leitores lucram.

Um abraço,
Felipe Miranda

 

Informações Importantes:

Os conteúdos da Empiricus visam informar o seu destinatário sobre matérias relacionadas a economia, finanças e investimentos. A Empiricus se exime de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos que o destinatário de seus conteúdos tiver em decorrência da sua tomada de decisão. Embora a Empiricus forneça informações sobre investimentos, fundamentadas sob avaliação criteriosa, não se pode antecipar comportamentos. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados. A Empiricus alerta para que nunca sejam alocados em renda variável aqueles recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do assinante. A Empiricus é uma publicadora de conteúdos, totalmente dissociada do sistema de distribuição de valores mobiliários, e, por conseguinte, não obtém nenhum tipo de receita advinda de comissões, corretagens ou emolumentos sobre montantes eventualmente aplicados. A Empiricus zela pelo direito de privacidade dos seus leitores.


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Afinal, somos uma empresa de pessoas e produzir conteúdo relevante para a sua vida financeira não é tarefa fácil.

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