Caro leitor,

O governo acabou.

Os últimos desdobramentos da crise colocam uma pá de cal sobre a gestão Dilma Rousseff, atolada em uma série de escândalos sem precedentes na história republicana brasileira.

Fonte: The New York Times

Fonte: Folha de S.Paulo

A resposta dos mercados é bastante contundente.

A queda do governo é associada à mudança. À quebra com o modelo econômico populista, intervencionista e de ineficiência comprovada que culminou no completo desequilíbrio das contas públicas e no pior período de crescimento econômico de nossa história.

Diante da expectativa de ruptura, a Bolsa brasileira engatou uma sequência de altas impressionante.

O Ibovespa, principal índice de ações, foi rapidamente de 37 mil pontos (no final de janeiro) para mais de 50 mil pontos (na metade de março).

Algumas das ações com melhor volume de negociações do mercado brasileiro (mais fáceis de se operar) têm registrado ganhos da ordem de +39%, +28%, +22%, +18% … em apenas um dia.

Ampliando um pouquinho o período, identificamos lucros de +195%, +95%, +92%, +86%, +84%, +73%, +58%… EM MENOS DE UM MÊS.

Os reflexos também são sentidos na renda fixa e no câmbio, como exemplo o recuo súbito do dólar de R$ 4 para o patamar de R$ 3,6.

Mesmo as consultorias políticas mais conservadoras apontam elevada probabilidade de materialização do impeachment:

Fonte: Veja

A situação tornou-se insustentável.

Diante de fortes evidências de ingerência, a Procuradoria Geral da República deve abrir processo contra a presidente da república.

Paralelamente, corre no Congresso o processo de impedimento da presidente, com forte pressão das ruas e sobre a Suprema Corte.

Até as primeiras semanas de maio um novo governo emergirá.

Fonte: Infomoney

Os mercados, no entanto, anteciparão este processo nos preços dos ativos.

Quem souber se posicionar corretamente neste momento tem uma oportunidade única de fazer fortuna. E dará muitos passos à frente em seu processo de construção de patrimônio de longo prazo.

Estamos diante de um processo de ruptura histórico – e de uma oportunidade raríssima de multiplicação de valor, que acontece de anos em anos.

Até onde este rali pode ir?
Ainda dá para ganhar com os lucros extraordinários?

 

Embora o movimento chame maior atenção nas manchetes somente agora, é importante ressaltar que há algum tempo temos preparado os nossos leitores para tais acontecimentos.

As recomendações mais enfáticas para capturar este movimento foram feitas antes do vazamento da delação de Delcídio do Amaral.

Relatório Palavra do Estrategista de 2 de março de 2016

Com isso, em poucos dias nossas recomendações se valorizaram destacadamente.

“Felipe, fantástica a recomendação da última Palavra do Estrategista. Em apenas uma semana obtive um lucro combinado de 63% sem me expor a risco!”
Carla C.
“Olá Felipe e Marília,
Desde quando me tornei assinante da Empiricus em dezembro 2015, em plenas férias, me tornei fã de toda sua equipe. Parabéns! Se vendesse hoje as ações que comprei por indicação de vocês, em dois meses teria ganho $11.874,54. Vinte e dois anos como professor nunca ganhei tanto em tão pouco tempo.”
Daniel A.
“Sei que você já deve ter sido parabenizado demais pela recomendação, mas um elogio mais pela precisão da chamada de atenção para empresa Vale.”
Samuel F.

Diante dos lucros pronunciados colhidos em curto intervalo de tempo, muitos leitores têm nos questionado se não é hora de realizar o lucro, se o rali dos mercados não estaria esgotado…

Minha resposta é categórica: trata-se apenas do começo.

Veja por exemplo o caso do Credit Default Swap (CDS), título negociado no mercado internacional tido como um “seguro” contra o Brasil.

Esse CDS saiu de 500 para 425 pontos em poucos dias, mudando de patamar rapidamente.

Por si só, esse movimento exige que todos os modelos de precificação de ativos terão de ser revisitados.

Não bastasse essa referência, contando os movimentos do início de março de 2016, o Ibovespa ainda se encontra na casa de 13 mil pontos em dólares, nível equivalente ao piso de cotação atingido durante a crise de 2008.

Temos, assim, um convite e tanto para o investidor estrangeiro (responsável pelo maior fluxo do mercado brasileiro) comprar ativos brasileiros a preços vis.

A rigor, já esperávamos por isso há algum tempo. Em setembro do ano passado, havíamos chamado a atenção para o seguinte…

Naquele momento já alertávamos o nosso leitor: ausência de evidência não representa evidência de ausência.

Ou seja, o fato de não estarmos vendo uma saída para a crise naquela ocasião não significava a inexistência de saída para a crise.

Agora, temos todos os elementos em mãos.

Há em curso um verdadeiro processo de reclassificação da percepção atrelada aos ativos brasileiros, com potencial semelhante ao ocorrido recentemente na Argentina.

Para você ter uma ideia da dimensão do que estou falando, peço atenção para o gráfico a seguir:

O gráfico retrata o desempenho histórico da Bolsa brasileira em dólares, um termômetro dos acontecimentos de nossa política e economia.

Os campos em azul marcam as maiores tendências de valorização da história do índice Bovespa.

O que elas têm em comum?

Todas elas foram engatilhadas por alguma ruptura estrutural.

A maior tendência de valorização da história da Bolsa brasileira, em maior destaque no gráfico, se deu a partir da perspectiva de impeachment de Fernando Collor…

Foram exatos +3.415% de lucro desde a abertura do processo até a consolidação do Plano Real.

Ou seja, quem investiu o equivalente a R$ 100 mil na época do impeachment de Collor retirou R$ 3,4 milhões seis anos e cinco meses depois.

É um ganho praticamente impossível de ser obtido em qualquer outro contexto e com qualquer outra categoria de aplicação, que somente foi permitido por se tratar de um processo histórico de ruptura política e econômica.

O segundo movimento de valorização mais expressivo do Ibovespa também foi disparado por uma quebra estrutural de ordem política…

A valorização de +2.051%, registrada entre 2002 e 2008, teve como ponto de partida a publicação da “Carta aos Brasileiros”…

Nela, o presidente Lula se comprometeu a seguir com as políticas de estabilização da economia implementadas por seu antecessor FHC — quebrando, assim, com o chamado “risco-Lula”, que inundava os mercados com incertezas.

De 2008 para cá, enfrentamos anos e anos de vacas magras, sem qualquer processo de ruptura e sem uma tendência histórica de valorização expressiva para o Ibovespa.

Agora, oito anos após o encerramento daquele ciclo, estamos diante de uma nova quebra estrutural, capaz de engatilhar a maior oportunidade de lucro dos últimos 25 anos no mercado brasileiro.

O momento atual reúne uma série de eventos sem precedente histórico. Temos como pano de fundo:

✓ um novo processo de impeachment em curso

✓ o pior período de crescimento da história da economia brasileira

✓ a necessidade de alteração do status quo: após 12 anos de governo populista, a destruição das contas públicas exige uma reavaliação das políticas vigentes

✓ um contexto de elementos inéditos na história republicana, como a prisão de um Senador em exercício, a condução coercitiva de um ex-presidente pela Polícia Federal e o rompimento público entre a presidente (Dilma Rousseff), o vice-presidente (Michel Temer) e o presidente da Câmara (Eduardo Cunha), esse réu na Operação Lava Jato.

Você não poderá simplesmente ignorar o que irá acontecer nos próximos dias. É algo que terá desdobramentos relevantes sobre o seu bolso e o de todos os brasileiros.

Sim, estamos diante de uma oportunidade histórica. 

Havemos de aproveitá-la.

Há uma máxima entre os investidores: “Compre onde há protestos nas ruas”

 

O mercado não estaria errando nessa avaliação?
Será que esse processo todo é realmente favorável para o Brasil?

A importância histórica deste momento não pode ser questionada.

Este é um chamado para todos os brasileiros.

A maior proximidade de um processo de ruptura com o atual governo por si só é suficiente para iniciarmos um processo de reclassificação da percepção atrelada aos ativos brasileiros, com consequências notáveis sobre os preços de algumas aplicações.

Note que mesmo sem a consumação do fato (impeachment ou queda do governo via renúncia ou cassação do mandato) os mercados já começaram a precificar essa possibilidade.

O mercado não estaria errando nessa avaliação?

Será que esse processo todo é realmente favorável para o Brasil?

A verdade perturbadora é que hoje não há governo, tampouco prioridade para o ajuste fiscal. E não há qualquer viés político nessa avaliação.

É inegável que o governo só faz defender-se das acusações de corrupção e das ofensivas em prol do impeachment.

É um governo que segue uma única agenda: a da sobrevivência. Todo esforço da atual gestão é direcionado a evitar a sua queda.

Não há quaisquer reformas estruturais em curso ou qualquer projeto relevante de médio e longo prazo para o País.

Por sua vez, a oposição se esforça em tentativas de afastar a presidente Dilma.

Ora, se queremos superar a crise política e econômica, primeiro precisamos decidir se o Brasil continua ou não com o atual governo.

Definido isso — e estamos bem próximos de uma definição — podemos apontar um novo caminho. Do contrário, não haverá avanços substanciais.

É com isso que o mercado lida.

Limpamos a pauta em torno do impeachment e da potencial troca de governo e, então, passamos a pensar no que interessa ao País, e não somente em interesses particulares em torno do tema político.

Digo isso mesmo no caso de continuidade da presidente, cujo comprometimento atual está pautado em impedir o avanço do processo… Enfrenta-se o problema, que, caso superado, permitiria o foco em outras medidas essenciais, como o ajuste fiscal.

O fim da paralisia do governo, portanto, tende a ser extremamente positivo para os mercados.

E, obviamente, supondo o afastamento da presidente, a reação dos ativos de risco seria bastante favorável.

“Poxa, mas no caso de impeachment não haveria risco de um agravamento dos conflitos?”

Se você está preocupado com os potenciais desdobramentos desse processo, lhe asseguro: temos instituições fortes, uma economia grande e o maior partido brasileiro é de centro (PMDB), o que impede radicalizações.

De uma forma ou de outra, com ou sem a saída da presidente, temos uma ruptura estrutural e um caminho para o endereçamento da crise.

Se até então não víamos qualquer saída para a crise (ausência de evidência), agora ela encontra o seu marco mais importante, no iminente fim da paralisia do governo.

Veja que apenas a maior proximidade desse movimento já rende alguns dos lucros mais expressivos vistos em anos no Brasil, deixando muita gente rica…

Chegou a sua vez.

A maneira mais inteligente de você ganhar dinheiro com o rali dos mercados

Mas, afinal, quais as aplicações ideais para você extrair o máximo desta oportunidade histórica?

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Como resultado, preparamos um relatório especial, que documentará as melhores oportunidades de multiplicação de capital para ganhar com o rali atual dos mercados.

Queremos deixar isso registrado em um documento, para podermos ser cobrados dos resultados a posteriori.

Você terá acesso integral a este documento.

Reforço: estamos diante de uma oportunidade raríssima, gerada de anos em anos, que apenas é proporcionada em momentos de ruptura histórica.

Mas é essencial que você tenha em mente que a oportunidade em questão é restrita às aplicações contidas nesse relatório especial. Não responderemos por investimentos que não tenham seguido as posições citadas no documento.

Como estrategista-chefe da maior publicadora de informações financeiras do Brasil, tenho como dever fiduciário alertar os meus leitores para estas oportunidades.

Mas acredito que, à exceção das aplicações contidas nesse documento, o potencial de multiplicação disponível no mercado não é transformacional, ou envolve riscos demasiados.

Por isso, é essencial que você concentre nessas oportunidades para se expor ao rali do mercado.

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O que você precisa para multiplicar o seu capital com esta oportunidade

 

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Felipe Miranda
Sócio-fundador da Empiricus Research

 

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