Após 24 meses PROTEGENDO o patrimônio dos meus leitores, mudo o foco:

da proteção para a MULTIPLICAÇÃO.

 

A decisão que, tomada apenas uma vez, corretamente, pode multiplicar o seu patrimônio por 2x, 3x, e até 10x…

Caro leitor,

Estamos diante de algo raríssimo. Um momento que aparece de anos em anos.

Não podemos simplesmente ignorar o que está acontecendo neste início de 2016…

Imagino que você esteja pessimista com a situação atual.

Eu também estou.

Mas preciso alertá-lo para outra coisa…

Irei direto ao ponto.

Acredito com toda minha convicção que estamos diante da oportunidade de uma vida.

Falo aqui de ganhar dinheiro. Ganhar dinheiro de verdade.

A chance de multiplicar o seu capital por 2x, 3x, quem sabe 10x…

Algo que, feito apenas uma vez, corretamente, pode mudar o seu padrão de vida para sempre.

Todos os meus estudos apontam nesta direção.

Mas preciso alertar: é algo que acontece raríssimas vezes.

A maioria das pessoas infelizmente não tem uma chance destas durante toda a vida.

Falo por experiência própria: estudo o comportamento dos mercados há mais de 15 anos com dedicação integral e pouquíssimas vezes estive diante de oportunidade semelhante.

Agora que a tenho em mãos, cumpro o meu dever fiduciário de avisar os leitores.

Não poderia guardar uma oportunidade dessas só para mim, ignorando algo que pode beneficiar frontalmente muitas pessoas.

Todos poderão ganhar com ela.

Nas próximas linhas vou lhe mostrar por que estou tão convicto e, principalmente, como você também pode ganhar com esta oportunidade.

Eis a minha proposta para você:

1) Vou lhe apresentar a uma oportunidade de investimento que, feita apenas uma vez, corretamente, pode mudar o seu padrão financeiro para sempre: As Oportunidades de Uma Vida.

2) Se você não lucrar com essa carteira de quatro ações em 18 meses, me COMPROMETO a fornecer- lhe a assinatura da minha série Palavra do Estrategista PARA SEMPRE, COM TODOS OS CUSTOS ARCADOS PELA EMPIRICUS.

Estou assumindo todo o risco para o meu lado, para que VOCÊ fique plenamente confortável na sua decisão.

Se a oportunidade der certo (tenho plena convicção que vai dar), você terá um lucro substancial em 18 meses.

Caso contrário, se a oportunidade não se provar lucrativa neste período, você terá acesso gratuito ao meu conteúdo pelo resto da sua vida.

Percebeu a dimensão disso?

Trata-se do maior compromisso que já firmei.

Algo que impacta a base de custos da minha empresa e envolve os frutos de anos e anos do meu trabalho daqui para frente.

Não bastasse, estou fazendo uma aposta pessoal nesta oportunidade.

No decorrer deste texto explicarei como é essa aposta e por que resolvi apostar tão alto nesta oportunidade.

Somente estou fazendo isso, confesso, pois realmente acredito que temos uma bazuca em mãos.

Algo que pode render muito dinheiro para a nossa base de leitores e dar grande notoriedade para a Empiricus.

Não indicaria aos meus leitores de forma tão enfática algo que eu mesmo não acreditasse.

Veja bem.

Eu passei dois anos seguidos protegendo o patrimônio dos meus leitores.

Agora chegou a hora de mudar o foco: da proteção para a multiplicação.

“Poxa Felipe, mas até ontem você pregava o Fim do Brasil.
O que o fez mudar de ideia?”

Rigorosamente nada.

Continuo extremamente preocupado com os fundamentos da economia brasileira.

Antes de prosseguir, é fundamental que você saiba exatamente onde está pisando e tenha plena ciência de que a crise irá se agravar.

Não há como ser diferente…

Todos os 10 pontos que previ na tese do “Fim do Brasil”, entre eles a destruição da Petrobras, a inflação em dois dígitos, a recessão econômica, a disparada do dólar e a crise atingindo o mercado de trabalho se PROVARAM verdadeiros.

Da mesma forma, meus alertas do “Brexit”, que indicavam o rebaixamento do rating brasileiro e os dos “10 anos de recessão”, indicando o colapso dos mercados chineses e a grande saída de capitais do Brasil, também se mostraram acertados.

E, infelizmente, a minha tese posterior, “Terceiro Mandato Dilma”, que alertou para o risco de agravamento da crise política culminando na queda do ministro Joaquim Levy, é mais uma que vem se provando verdadeira.

De previsões “absurdas” em primeiro momento, todas elas tornaram-se FATOS. Agora temos de lidar com as consequências.

Faço questão de reforçar:

A crise ainda está em estágio inicial, especialmente em seus impactos sobre o mercado de trabalho. Na melhor das hipóteses, teremos pelo menos mais um ano e meio de recessão econômica pela frente.

Muita gente ainda perderá dinheiro e o emprego com os próximos desdobramentos desta crise.

Continuo diligente na avaliação desses problemas e ciente de que o que está por vir pode ter impactos irreversíveis sobre os patrimônios individuais.

Mas então por que resolvi mudar o meu foco justo agora, de proteção para multiplicação de patrimônio?

Não arriscaria uma reputação de anos de previsões econômicas certeiras se não tivesse algo realmente relevante em mãos

De nada adianta eu falar em “convicção” sem lhe apresentar uma série de argumentos sólidos para embasar a minha decisão estratégica.

A seguir, apresento-lhe alguns dos motivos que me levaram a esta virada de mão.

O MOMENTO É IDEAL

Uma regra simples dita os meus investimentos: seja medroso quando os outros são gananciosos e seja ganancioso quando os outros estão com medo. E, certamente, o medo está generalizado agora.

Os investidores têm o direito de serem cautelosos com entidades altamente endividadas ou com negócios em posições competitivas fracas. Mas os temores em relação à prosperidade a longo prazo de muitas empresas do País não fazem sentido. Essas empresas vão realmente sofrer grandes soluços, como sempre fizeram. Mas a maioria das grandes empresas estabelecerá novos recordes de lucros de 5, 10 e 20 anos a partir de agora.

O trecho destacado acima questão não é de minha autoria, mas sim do megainvestidor e multibilionário americano Warren Buffett.

Embora tenha sido publicado originalmente em edição do The New York Times de outubro de 2008, o lendário artigo de Buffett é de semelhança espantosa com a situação atual.

Em suma, Buffett faz o que até então é a sua principal dica de investimento: a má notícia é a melhor amiga de um investidor.

“Ela permite que você compre uma fatia do futuro do País a um preço vil.”

Note que, com indicadores econômicos nas mínimas de 10 anos, 15 anos, e até 20 anos, poucas vezes na história recente conseguimos reunir uma série de estatísticas tão negativas para os mercados brasileiros.

É justamente esse o ponto…

Sob a ótica de multiplicação de valor e da existência de oportunidades de aplicação realmente relevantes, as manchetes a seguir são, na verdade, um desincentivo:

Todas elas sugerem períodos de otimismo e euforia nos mercados.

E todas precederam momentos de forte desvalorização das ações brasileiras.

Vieram antes de períodos de perdas generalizadas.

O próximo capítulo dessa história?

Quando todos estão otimistas, os ativos financeiros estão caros. É aí que você tem que proteger os seus investimentos.

Pela reunião de fatores negativos, atingimos este segundo ponto. Estamos no lado obscuro.

As evidências neste sentido são ainda mais gritantes agora:

Compre ao som dos canhões, venda ao som dos violinos – e não o contrário.

Temos presenciado canhões diariamente. Estamos em meio ao fogo cruzado. Há uma máxima entre grandes investidores: “Compre onde há protestos nas ruas”.

Bingo!

Deixe-me ser claro sobre um ponto: Eu não estou sugerindo as ações da Petrobras ou da Vale (as oportunidades em questão são outras) e não posso prever os movimentos de curto prazo do mercado de ações. Não tenho a menor ideia se as ações passarão a subir em um mês ou mesmo um ano a partir de agora.

O que é provável, porém, é que o mercado vai se manifestar, talvez substancialmente, bem antes de qualquer movimento da economia. Então, se você ficar esperando pelas andorinhas, a primavera terá acabado.

ATINGIMOS O PONTO EXATO DE PREÇO

As manchetes acima indicam mínimas históricas de preços para algumas das ações mais negociadas da Bolsa brasileira e uma pontuação do Ibovespa de volta aos níveis da crise de 2009.

Há, porém, uma questão importante que precisa ser considerada: a maior parte do volume de negócios da Bolsa brasileira vem de investidores estrangeiros.

São os estrangeiros os principais responsáveis pelos movimentos de compra e venda no mercado brasileiro, e de forma bastante significativa.

Tomando por base os dados mais recentes de participação de investidores divulgados pela BM&F Bovespa, de dezembro de 2015, do total acumulado de R$ 264,7 bilhões em operações, mais da metade (R$ 135,4 bilhões) veio justamente de investidores estrangeiros:

Se a Bolsa brasileira (em reais) atingiu a menor pontuação em 6 anos, a variação do dólar em relação ao real, como sabemos, foi ainda mais significativa…

No maior patamar em relação à moeda brasileira dos últimos 12 anos, o dólar, na casa de R$ 4,00,  torna a Bolsa brasileira muito mais atrativa para o investidor estrangeiro.

Com esse somatório de fatores, o Ibovespa na metade de janeiro de 2016 é negociado a 9 mil pontos em dólares.

O que isso quer dizer?

Peço extrema atenção aqui.

A primeira referência que você precisa se atentar vem do gráfico a seguir…

Ibovespa em dólares:

No auge da crise de 2008, o piso atingido pelo Ibovespa em dólares foi de exatos 12.712 pontos.


Este nível de preços somente foi repetido sete anos depois, na última semana de agosto de 2015.

Agora, no entanto, estamos na casa de 9 mil pontos em dólares, quase 30% ABAIXO do PISO atingido na crise de 2008.

Quer dizer que, hoje, a Bolsa brasileira está ainda mais atrativa para o investidor estrangeiro quando no pior momento da crise de 2008, a maior crise financeira desde o crash de 1929.

É fundamental, no entanto, que você se atente para alguns detalhes dessa comparação:

Primeiro, ela não é precisa: houve mudança na metodologia do Ibovespa no início de 2014. Hoje o principal índice de ações da Bolsa brasileira possui menos critérios de fluxo (como índice de negociabilidade das ações) e mais critérios de fundamentos (valor de mercado das empresas) em sua composição.

Essa mudança foi conduzida justamente após a interferência significativa de ações de empresas que sequer possuíam faturamento (como exemplo algumas empresas pré-operacionais de Eike Batista) nos movimentos do índice.

Ou seja, pelos critérios de formação do índice, hoje o Ibovespa é composto por empresas melhores, de fundamentos mais sólidos.

Em segundo lugar, porque uma referência histórica, sozinha, não diz praticamente nada.

Retorno passado nunca foi e nunca será garantia de rendimento futuro. É essencial que você esteja ciente disso, e desconfie de quem lhe disser o contrário.

Mais importante que o simples fato de termos atingido o piso de pontuação da crise de 2008 são as referências de valor que conseguimos identificar a partir desse ponto…

Você sabia, por exemplo, que as ações do Itaú estão sendo negociadas nos níveis de Preço/Valor Patrimonial de 13 anos atrás?

Fonte: Bloomberg

E mesmo nos preços de 2002, o banco continua apurando lucros substanciais (foram R$ 6,1 bilhões reportados para o terceiro trimestre de 2015, aumento de 12,1%).

Este é apenas um exemplo, dentre muitas outras oportunidades ainda mais interessantes que já posso identificar.

Voltando ao gráfico anterior, do Ibovespa em dólares, mais interessante do que a mera referência histórica de preços é se atentar para o que aconteceu na sequência:

Fonte: Bloomberg

No caso do piso anterior do Ibovespa, dos 12.712 pontos de novembro de 2009, o movimento seguinte levou algumas ações a valorizações da ordem de 400% EM TRÊS MESES.

Acredito que já estamos diante de algumas oportunidades semelhantes.

Obviamente, na média, a relação preço/lucros das ações brasileiras também foi comprimida pelas mazelas da recessão econômica e a inflação de custos sobre as empresas. As margens das empresas estão pressionadas em níveis extraordinariamente baixos.

Mas isso cria um fator multiplicador que não pode ser desprezado…

Se a Bolsa atual parece não estar barata em termos de preço/lucro, isso se dá pelo fato de as margens de lucro das empresas estarem extraordinariamente comprimidas.

Por exemplo, com margens na casa de 1%, 2%, ou mesmo em níveis negativos, uma mera recuperação dessas margens para os patamares normalizados, que sejam entre 5% e 10% em alguns casos, já representaria uma multiplicação substancial de valor.

“Ahhh, mas os preços das commodities estão em mínimas históricas agora, e Brasil é commodities!”

Exatamente: compre ao som dos canhões.

Ou você preferia comprar nos picos de preço?

E se você está preocupado com a situação do Brasil, lhe asseguro:

Em momentos de real aperto, o próximo passo da sociedade brasileira sempre é na direção certa.

Temos instituições fortes e uma economia grande, o que impede radicalizações.

Agora, ampliando um pouco o campo de visão aos últimos 35 anos da Bolsa brasileira…

Peço que dê uma olhada nos pisos (-90%, -82%, -70%) do nosso mercado neste intervalo.

E, como tendência posterior, de quanto estamos falando em termos de MULTIPLICAÇÃO DE VALOR.

87x, 29x, 20x…

Qual será o próximo passo?

A CRISE IRÁ SE AGRAVAR, MAS PARTE RELEVANTE DISSO JÁ ESTÁ NA CONTA

Não há grande segredo aqui.

Os mercados trabalham com as expectativas dos agentes econômicos e costumam antecipar os movimentos da economia.

Isso quer dizer que parte da deterioração adicional da economia brasileira já está incorporada nos preços dos ativos.

Para comprovar esse ponto, note que antes mesmo do rebaixamento do rating brasileiros pelas agências S&P e Fitch, os mercados já pagavam pelo seguro contra calote brasileiro (Credit Default Swap) preços de países com classificação de risco especulativo. Portanto, o mercado já havia antecipado, dentre outros fatores, a perda do investment grade pelo Brasil.

Quando confirmada, a notícia não gerou impacto significativo sobre os mercados: a sessão seguinte à notícia de perda do grau de investimento pela agência S&P, primeira a rebaixar nossa nota, terminou com o Ibovespa próximo do zero a zero (-0,3%) e alta moderada do dólar (+1,3%).

A grande questão, aqui, é que não podemos correr o risco de perder uma oportunidade que já se mostra fantástica esperando acertar exatamente o piso e o topo do mercado.

Mais uma vez: mercados envolvem componentes emocionais e uma larga dose de imprevisibilidade, de forma que é simplesmente impossível (e completamente antiético) fazer previsões neste sentido.

Nos atuais valores, já estamos em um ponto extremamente atrativo, com algumas oportunidades sérias de multiplicação de valor.

Uma oportunidade real de multiplicação de valor

O alerta da sequência é fundamental para darmos o próximo passo (prático):

Com os argumentos acima não estou lhe afirmando que o Ibovespa atingiu o fundo do poço, e as ações brasileiras, ou mesmo o real, não vão cair mais.

Pelo contrário, fiz questão de enfatizar desde o início deste texto que continuo bastante preocupado com os fundamentos econômicos e isso pode refletir em maior ou menor grau no movimento dos mercados.

Não tenho a pretensão de adivinhar pontos de mínima e máxima da Bolsa, por um simples motivo: trata-se de algo impossível.

Os mercados envolvem diversas variáveis imensuráveis, componente emocional dos agentes e questões que não cabem nas planilhas dos ditos “especialistas”.

Muitas vezes, o maior risco é justamente aquele imprevisível de alto impacto (os cisnes negros de Nassim Taleb) ou aquilo o que nem sequer não sabemos que não sabemos (“unknown unknowns” de Donald Rumsfeld).

A oportunidade que estou falando não se trata de elucubração ou oportunismo de minha parte, por conta de manchetes a torto e a direito que exploram o “brilhante” insight de que a Bolsa brasileira está mais atrativa para o capital estrangeiro com a valorização do dólar…

Trata, sim, de uma oportunidade histórica de comprar participações em empresas realmente boas a preços vis.

Desde quando o dólar estava abaixo de R$ 2,50 e o Ibovespa, em reais, na casa de 55 mil pontos que alerto para esse ponto.Foi apenas mais uma das minhas projeções que soaram absurdas em primeiro momento.

Por isso afirmo: não há espaço para aventureiros aqui.

Um piscar de olhos e você terá perdido o que pode ser a oportunidade de uma vida. Uma oportunidade real de multiplicação de valor.

De que adianta a Bolsa estar atrativa em dólares por si só?

O que você pode fazer simplesmente com essa conclusão óbvia?

Vai comprar todas as 65 ações do Ibovespa?

Veja bem…

Eu passei 24 meses seguidos protegendo o patrimônio dos meus assinantes, alertando para o pior, para serem integralmente conservadores em suas alocações de recursos.

Não arriscaria uma reputação construída por seguidas previsões econômicas certeiras se não tivesse algo realmente relevante em mãos para lhe apresentar.

“Olá Felipe,

Nossa, reli teu material o ACERTO DE CONTAS, com esta segunda feira Negra nos mercados e vinculei com as profecias dos grandes médiuns. Tú es um profeta com assinatura de analista econômico.”

H.O.

“Fiquei muito satisfeito com sugestão e apresento o$ meu$ mai$ sincero$ agrade$cimento$ à EMPIRICUS /FELIPE MIRANDA, por me evidenciar, de forma inatacável e incontestável, sobre a valorização do DÓLAR! Encharcado de conhecimento assumi o “risco” e apliquei 35% do meu patrimônio financeiro em multifundos, em US$, em espécie.

Agora posso aguardar com tranquilidade a normalização da economia brasileira. OBRIGADISSIMO !!!! VOCÊS me deram uma tranquilidade à médio prazo…”

Carlos R.

“Quero agradecer-lhe pessoalmente por dois alertas que evitaram que fizesse o pior. Minha mão “coçou” para empregar o 13o em ações de PDG Realty e Petrobras, que pareciam baratas. Hoje já estão a uma fração daquele valor!”

Eduardo G.

Infelizmente, até então você conhece apenas o meu trabalho de proteção de patrimônio.

Agora peço um voto de confiança na minha capacidade de multiplicação de valor.

Não estou dando nenhum passo no escuro.

Sei exatamente o que estou falando quando trato dos ciclos de mercado. Tenho uma experiência pessoal marcante nisso…

Meu pai era um trader de ações. Ele quebrou em 1999 com a derrocada do fundo LTCM, em meio à crise. Acompanhei isso de perto.

Passamos nos reerguendo por 4 anos, quando voltamos a investir forte em Bolsa.

Fizemos algo realmente importante em poucos anos. Estávamos de volta acima do patamar anterior já em 2007.

Tudo isso porque aproveitamos uma única oportunidade em 2003.

Isolando as aplicações de perfil mais arrojado da Empiricus, que cuido pessoalmente, registramos uma performance bastante superior ao desempenho do Ibovespa e das demais carteiras sugeridas em 2015.

Levantamento do site da revista Exame com o desempenho das carteiras de 21 das principais corretoras do país no ano passado apontou que a mais bem-sucedida delas atingiu +8,62% de valorização no período.

Enquanto isso, a carteira de ações da Empiricus fechou 2015 com quase o dobro dos retornos obtidos pela mais bem-sucedida carteira do levantamento da Exame: +16,4%.

A comparação com o Ibovespa em 2015 é ainda mais enfática. No ano passado, o principal índice da Bolsa brasileira sofreu tombo de -13,3%.

Trata-se, apenas, do fruto de algumas das primeiras oportunidades de multiplicação que identificamos para este momento único.

Mas a relevância do momento exige mais. Pede por medidas extraordinárias…

Portanto, além de estar plenamente ciente e protegido dos desdobramentos da crise atual (através do Palavra do Estrategista), você terá a possibilidade de multiplicação de capital com a minissérie Oportunidades de uma Vida.

O que você precisa para ter a chance de multiplicar seu capital com esta oportunidade

Antes de darmos o último passo, preciso que responda a três perguntas simples.

É indispensável que responda “sim” a todas elas, como condição para lhe enquadrar na oportunidade em questão:

Questão #1: Você está disposto a gastar 20 minutos a cada 15 dias fora de sua zona de conforto?

As oportunidades que vou lhe apresentar não envolvem riscos desnecessários ou instrumentos financeiros complexos.

Somente vou sugerir aplicações normais, com boa liquidez de negociação e de fácil acesso.

E como você estará apenas seguindo as oportunidades de aplicação regulares, você não precisará de contas especiais para capitalizar as sugestões do Palavra do Estrategista.

Você pode usar uma corretora à sua escolha, caso prefira, ou mesmo o seu banco.

A única coisa que lhe peço é para acompanhar os alertas que virão de quinze em quinze dias em seu email. Não nos responsabilizaremos por indicações que não forem seguidas ou ignoradas.

As instruções serão simples e diretas. Você não precisará de mais do que 20 minutos para entender e aplicar cada uma delas. Apenas peço que reserve esse tempo para seguí-las.

Questão 2: Você está disposto a dedicar os recursos necessários para extrair o máximo de valor disso?

Uma das vantagens do Palavra do Estrategista é que – porque você estará apenas fazendo aplicações convencionais – não precisará desembolsar um grande montante de capital para fazer essas aplicações.

No entanto, eu sugiro fortemente que, caso você queira extrair o máximo dessas oportunidades, tenha à disposição pelo menos R$ 5 mil para seguir as indicações.

Estamos lidando com a possibilidade de multiplicação de valor de forma que, para mudar o seu padrão financeiro para sempre, seria ideal ter montante próximo ou superior a isso para gerarmos rapidamente um retorno significativo.

Questão 3: Você está levando isto a sério?

Falei no decorrer deste texto sobre a possibilidade de multiplicação de capital, e isso naturalmente mexe com o emocional das pessoas, gerando excitação.

Mas estamos próximos de atingir o ponto de transformar palavras em ação.

O que quero dizer especificamente é que se você estiver disposto a agir sobre estas oportunidades recomendadas, você precisa de levá-las muito a sério e se dedicar a elas.

Isso, porque preciso que tenha o mínimo comprometimento diante do enorme compromisso que estou assumindo aqui.

#

Caso tenha respondido “sim” a todas as perguntas, considere-se pronto para colocar tudo isso em prática.

Enfim, a oportunidade que, feita apenas uma vez, corretamente, pode multiplicar o seu patrimônio por 2x, 3x, 10x…

Você pode começar a ganhar com o Palavra do Estrategista imediatamente após aceitar este convite.

Vou lhe apresentar a uma oportunidade de investimento que, feita apenas uma vez, corretamente, pode mudar o seu padrão financeiro para sempre, com as ações da série Oportunidades de uma Vida, que você terá acesso imediato.

Os lucros que terá apenas com essas oportunidades imediatas são mais do que suficientes para cobrir todo o valor de adesão ao Palavra do Estrategista.

E se você não lucrar com elas em 18 meses, me COMPROMETO a fornecer- lhe a assinatura de minha série Palavra do Estrategista PARA SEMPRE, COM TODOS OS CUSTOS ARCADOS PELA EMPIRICUS.

Reitero:

1) Vou lhe apresentar a uma oportunidade de investimento que, feita apenas uma vez, corretamente, pode mudar o seu padrão financeiro para sempre: As Oportunidades de Uma Vida. Seu acesso será imediato a elas, que serão esmiuçadas uma a uma para você pelo especialista Bruce Barbosa, em 4 relatórios especiais.

2) Se você não lucrar com essa carteira de quatro ações em 18 meses, me COMPROMETO a fornecer- lhe a assinatura de meu relatório Palavra do Estrategista PARA SEMPRE, COM TODOS OS CUSTOS ARCADOS PELA EMPIRICUS.

Na melhor das hipóteses, a oportunidade dará certo e você terá um lucro substancial em 18 meses.

Na pior hipótese, a oportunidade não se provará lucrativa, e você terá acesso gratuito a minha publicação pelo resto da sua vida.

Tenho convicção que algumas pessoas podem lucrar milhares de reais, talvez milhões apenas com esta oportunidade…

Do contrário, não teria colocado em jogo R$ 1.428,00 nisso para cada novo assinante, com meu comprometimento pessoal.

Obviamente, isso impacta a base de custos da minha empresa e envolve os frutos de anos e anos do meu trabalho daqui para frente.

Isso porque, caso a estratégia não se prove lucrativa, estou proporcionando a você o o fornecimento de nosso conteúdo mais importante pelo resto da vida sem qualquer custo.

Obviamente, temos uma série de custos para continuar produzindo e fornecendo esse material por anos e anos.

O valor para adesão ao Palavra do Estrategista com o acesso à série Oportunidades de uma vida é de R$ 9,90 por mês na assinatura anual nesta condição exclusiva.

Lembrando que:

(i) você pode lucrar com as Oportunidades de uma Vida que receberá imediatamente

ou

(ii) tem acesso ao Palavra do Estrategista pelo resto da sua vida com todos os encargos pagos pela Empiricus.

Três motivos para não perder essa chance única.

 

Por R$ 9,90, você:

1) Conhecerá todos os desdobramentos da crise antes que aconteçam e o que deve fazer para blindar o seu patrimônio – Palavra do Estrategista (conteúdo de periodicidade quinzenal)

Clique abaixo para receber as oportunidades de multiplicação de patrimônio nesta condição especial.

 

Clique aqui para validar o seu acesso à Palavra do Estrategista na condição promocional

Um abraço,
Felipe Miranda

 

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