Caro leitor, 

Se eu te dissesse que existe uma aplicação disponível pra você, uma só, capaz de resolver de maneira definitiva a sua vida financeira, você acreditaria? 

Se eu insistisse dizendo que ela é tão boa que, uma vez acessada, você não precisaria de absolutamente mais nada na sua carteira de investimentos, você continuaria acreditando? 

E se eu falasse que, antes, ela até existia, mas estava restrita aos multimilionários e profissionais do mercado ou fechada para novos aportes, isso permaneceria crível? 

Sabe quanto você precisaria, até ontem, para entrar nesse tipo de investimento? Fiz as contas rapidamente. Seriam necessários mais de 20 milhões de reais... 

Isso supondo que tudo estaria aberto isoladamente a novos aportes, o que não é propriamente verdade. 

E se eu te disser que agora tudo isso está apenas a um clique de você? 

Pode até parecer bom demais, mas é a mais pura verdade. E você pode conferir aqui, ponto a ponto, com seus próprios olhos.

Nas próximas linhas, tudo vai ficar claro. E você vai perceber porque precisará de alguma agilidade para participar disso.

Esta oportunidade poderá se encerrar a qualquer momento.

Eu realmente acredito que hoje é um dia histórico para o mercado de capitais brasileiro. Com apenas 1 mil reais e um clique, você pode acessar o melhor portfólio disponível hoje em todo mercado.

Em grande medida, isso se deve ao brilhantismo da incansável Luciana Seabra, hoje uma das pessoas mais respeitada de toda a indústria de fundos de investimento no Brasil.

Há tempos, eu mesmo também estava trabalhando nisso. 

Confesso: é motivo de real orgulho ter chegado a esse resultado final.

Minha missão aqui é apresentar essa alternativa de investimento pra você.

E adianto: você não vai precisar pagar nem um real para a Empiricus para acessá-la.

Em contrapartida, para garantir sua entrada, você precisará agir rápido. 

Hoje, não é somente um passo para nós aqui - nem somente um passo potencial para você, que no fundo é o que mais me interessa. É um avanço para todo o mercado de capitais.

Como prova de que isso existe e está acessível de forma simples, convido para que você me acompanhe nessa jornada e siga exatamente os passos que eu mesmo acabei de dar.

Eu, Felipe Miranda, acabo de investir R$ 1 milhão nisso. Você pode conferir na boleta abaixo:

 

Estou com isso me alinhando a um dos princípios mais caros pra mim: colocando minha própria pele em jogo.

Skin in the game.

Sugiro a você o mesmo investimento que eu mesmo estou fazendo pra mim. 

Como diria Nassim Taleb, minha maior referência intelectual, "não me diga o que fazer com meu dinheiro; me conte o que você está fazendo com o seu."

Uma opinião sobre algo sem exposição a esse algo vale muito pouco, quase nada.

E não estou sozinho nessa. 

Meus sócios Rodolfo e Caio, que fundaram a Empiricus comigo, também ficaram muito animados com essa possibilidade de investimento e se apressaram para estarem juntos para se aproveitar dessa janela única de oportunidade. 

Não fui o único a entrar com dinheiro pessoal nesta, como você mesmo pode ver abaixo: 

Uma imagem contendo captura de tela
Descrição gerada automaticamente

 

Uma imagem contendo captura de tela
Descrição gerada automaticamente

 É a primeira vez que investimos juntos em um negócio assim. É um motivo de grande orgulho, inclusive na física.

E isso acontece justamente porque estamos animados com as possibilidades de ganho.

Este é um instrumento que dá um acesso inédito ao investidor de varejo. É uma forma inovadora de reunir vários ativos balanceados em apenas um produto.

Este é o que considero hoje o melhor destino, entre todos possíveis, absolutamente todos - e eu quero que me cobre por isso - para a alocação de sua carteira de investimentos.

Vou te mostrar exatamente como chegar a ela.

Antes, preciso contar como a banda tocou até hoje e porque tudo isso é tão especial e porque pode realmente resolver sua vida. 

O que é o FoF Melhores Fundos?

Como chegamos até ele?

A Luciana Seabra é a maior autoridade no país quando o assunto são Fundos de Investimento. Essa não é somente a minha opinião, mas também de boa parte dos maiores especialistas da indústria.

Ela já tinha montado uma carteira sugerida com a melhor combinação de fundos de previdência para seu futuro.

A carteira que agora vou lhe apresentar também ganhou vida por meio de um FoF – ou fundo de fundos, uma estrutura amplamente usada por investidores multimilionários. Explico melhor a seguir. 

Dessa vez, a Luciana foi além.

Depois de muito tempo de pesquisa diligente ela montou uma carteira completa. 

Composta de 20 fundos, você estará investindo em Renda Fixa, Renda Variável, Multimercados nas devidas proteções.   

É o tipo de alocação que eu, Felipe, também defendo diariamente para nossos assinantes. É nisso – e em mais nada – que eu acredito quando o assunto é investimentos.

Precisávamos garantir uma execução impecável dessa carteira sugerida.

Para isso, contamos com a Vitreo. A gestora entrou em jogo para garantir a gestão, operacionalização e instrumentalização da estratégia ideal pensada pela Luciana, sem conflito de interesses, na melhor combinação possível de risco-retorno. 

E, claro, toda nossa equipe colaborou com ideias e muita pesquisa, para nos certificar de que levaríamos, de fato, somente o melhor para o investidor.

Fico muito feliz em perceber que o resultado final obedeceu aos meus critérios mais rígidos de alocação ideal. Das ideias e da teoria, para a prática. É isso que interessa. 

Chegamos à exata carteira idealizada.

O FoF continuará aberto apenas enquanto houver disponibilidade dos fundos investidos – o chamado capacity.

Por isso, recomendamos agilidade aos interessados, pois ele pode fechar a qualquer momento.

O que é a Vitreo?

Como você sabe, a Empiricus apenas publica ideias de investimento para que você possa aplicar da melhor forma possível seu dinheiro.

Para levar o benefício do FoF até você, precisávamos encontrar uma gestora com a mesma mentalidade e o mesmo propósito nossos. É aí que entra a Vitreo. E, independentemente da nossa relação comercial, que explico melhor mais adiante, esse texto não é um material publicitário, e sim a minha opinião verdadeira!

A Vitreo se comprometeu a entregar tudo.

Formada por uma equipe de grandes nomes do mercado, a Vitreo vem trazer a você os produtos que raramente abrem suas portas para o varejo.

Com investimentos na mais alta tecnologia e preocupação total com a segurança de dados, a Vitreo foi minuciosamente desenhada para proporcionar a melhor experiência ao investidor.

Em resumo, o FoF Melhores Fundos, gerido pela Vitreo, é a execução da carteira sugerida, na prática, sem conflito de interesse e numa cobrança justa e transparente para o investidor. Tudo isso ficará claro mais à frente.

Hoje tenho orgulho de afirmar: AQUI está o melhor destino, dentre todos possíveis, para a alocação de sua carteira de investimentos.

Sinceramente, eu não investiria um milhão de reais em qualquer lugar.

Em um ÚNICO investimento, você será capaz de resolver sua vida financeira, investindo em tudo o que você precisa de uma vez.  

O que é o FoF?

“FoF” é a abreviatura para Fundo de Fundos (Em inglês, Fund of Funds).

Com ele, diversificamos em várias estratégias. Através do FoF, de maneira simples, você estará exposto ao desempenho de vários de gestores.

O fundo de fundos é um instrumento muito utilizado para a gestão de alto patrimônio.

Para você, investidor de varejo, trata-se de uma oportunidade totalmente inédita. Estamos anunciando em primeira mão para você.

Simplesmente não existe no mercado um produto deste nível, acessível ao investidor de varejo.

Gostaria de apresentar com um pouco mais de detalhes, explicando as vantagens:

#1- São vários fundos em um só

A simplicidade de contratar todos os fundos de uma só vez. O instrumento do FoF - fundo de fundos- permite que você acesse várias estratégias em um único investimento. 

#2- Carteira pronta, já balanceada

Ele concentra, em apenas uma aplicação e sem precisar de muito dinheiro, alguns dos melhores fundos individualmente. Tudo isso de forma balanceada e equilibrada, com os percentuais precisos para cada um deles.

#3 – Acesso às possibilidades mais exclusivas e sofisticadas

Como o fundo é um investidor profissional, você terá, por meio do FoF, acesso ao que era restrito aos grandes gestores de fortunas e, portanto, não estavam acessíveis ao investidor normal.

Alguns desses fundos são exclusivos para investidores profissionais (com mais de R$10 milhões em aplicações financeiras).

#4 – Respeito à alocação original

Você tem a segurança de estar contratando a alocação sugerida (independente de quanto os ativos variarem ao longo do tempo) pois a carteira se atualiza sozinha de acordo com a diligência do gestor. O respeito à alocação exata é essencial para a sua relação risco/retorno.

#5– Ajustes totalmente automáticos

Se, em algum momento fizer sentido alterar a carteira, você não vai precisar se mexer. O FoF Melhores Fundos faz isso por você. Isso vale tanto para retiradas quanto inclusões nos fundos investidos.

#6 – Retorno e acompanhamento

Você terá transparência total para acompanhar seu portfólio quando quiser. A gestora fica responsável por te mandar extratos periódicos da sua posição, além de uma atualização semestral contando exatamente o que cada um dos gestores têm feito e suas perspectivas para o próximo semestre.

Do que se trata a carteira do FoF Melhores Fundos?

A carteira do FoF Melhores Fundos passa pela própria diligência da Luciana Seabra e sua equipe, além da diligência profissional da gestão da Vitreo. A Luciana para mim é a maior autoridade para falar de fundos de investimento no Brasil.

A partir daí, ela faz uma sugestão de carteira ideal.

Sua carteira está composta por:

Os MELHORES fundos de Renda Fixa e Crédito Privado

- Pi Tesouro Selic FIRF Simples
- Capitânia Premium
- Brasil Plural Crédito Corporativo
- JGP Corporate Plus
- CA Indosuez Grand Vitesse

Os MELHORES fundos multimercado

-SPX Raptor
- SPX Nimitz
-Absolute Vertex
-Adam Macro Strategy
-Ibiuna Hedge STH
-Paineiras Hedge
- Kapitalo Zeta

• Os MELHORES fundos de ações;
- Brasil Capital
- Bogari Value
- IP Participações
- Oceana Long Biased
- SPX Falcon

 As devidas PROTEÇÕES...

Como assim, proteções? Essas são posições bastante descorrelacionadas com o restante da carteira. Ou seja, elas são uma proteção para cenários diversos.

- SPXI11 (Fundo de índice que investe nas principais empresas da Bolsa Americana)

-  Órama Ouro FIM

 - Icatu Vanguarda Dólar FI Cambial

A própria Luciana explicou em detalhes como funciona cada um dos componentes sugeridos, veja:

RENDA FIXA (30,75%)

Pi Tesouro Selic FIRF Simples (8,75%)

CNPJ: 30.353.590/0001-05

Além da reserva de emergência, que cada pessoa dimensiona para a sua necessidade, ao menos uma pequena parte do nosso portfólio deve ficar investido em títulos públicos pós-fixados. É nossa maior liquidez, nosso porto seguro no estresse. E, para o FoF da Vitreo, a possibilidade de honrar facilmente resgates quando necessário.

Para a nossa alegria, o FoF vai acessar um fundo de caixa à taxa zero. Quem abriu as portas para nós foi a Pi, nova corretora do Santander, com o Pi Tesouro Selic Simples, um fundo novo que investe somente em títulos públicos pós-fixados e que não cobra nada por isso. E por que eles fariam isso? Para ser vistos, claro. Quem ganha? Nós, cotistas do FoF!

Capitânia Premium FIC FIRF CrPr (6%)

CNPJ: 20.146.294/0001-71

Com 15 anos de vida, a Capitânia se dedica exclusivamente hoje ao crédito privado. A estratégia Premium da casa é nossa favorita porque dedica cerca de metade do patrimônio ao crédito privado mamão com açúcar – como Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Letras Financeiras (LFs) de bancos grandes – e o restante a crédito mais sofisticado, como debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e fundos que investem em recebíveis (exemplo: uma varejista que dá crédito aos seus clientes pode repassar o fluxo de pagamentos a um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, recebendo o dinheiro à vista com um desconto).

Ao buscar ativos de maior retorno, Arturo Profili, gestor da Capitânia, afasta-se dos produtos que correm risco de crédito, mas entregam ganhos de título público. Ele coordena uma equipe que se dedica a identificar possibilidades de inadimplência e garantias que permitam cobri-las.

Brasil Plural Crédito Corporativo II FIC FIRF CrPr LP (6%)

CNPJ: 18.316.558/0001-46

A agência de avaliação de risco Fitch deu à gestão do Brasil Plural o rating internacional de gestores de recursos “Elevado Padrão”, destacando o processo de investimento consistente, o controle de risco e a governança.

Da família de crédito da casa, nosso favorito é o que leva Crédito Corporativo no nome, que pode ser definido como um hedge fund de crédito. O retorno está na faixa dos fundos de créditos de que gostamos, com histórico próximo a 110% do CDI (Fonte: Quantum Axis), justificando assumir risco além do título público pós-fixado.

A equipe está sob o comando de Rafael Zlot. Antes do Brasil Plural, onde trabalha desde 2009, ele passou pela JGP e pelo Pactual, onde começou sua carreira em meados da década de 90. Atuante na compra e venda de ativos, é destaque ainda o experiente trader Alexandre Donini – ele e Zlot trabalham juntos há mais de oito anos.

A gestão ativa em crédito é uma das marcas do fundo da casa. Em vez de comprar o título e sentar em cima, como fazem alguns fundos do tipo, a equipe do Brasil Plural está sempre testando seus preços no mercado e buscando novas oportunidades.

A carteira tem hoje cerca de 50% do patrimônio investido em debêntures. O portfólio inclui ainda títulos públicos, letras financeiras e FIDCs.

JGP Corporate Plus FIC FIM CrPr (6%)

CNPJ: 19.488.866/0001-11

Dentro de uma gestora de peso, a JGP, com R$ 12 bilhões sob gestão, nasceu esse simpático fundo de crédito, gerido por Alexandre Muller. Antes da JGP, ele foi por quatro anos gestor de crédito na Icatu Hartford e comandou por outros sete a renda fixa do BTG Pactual.

O JGP Corporate é sugestão antiga desta série, mas passou um longo tempo fechado, um reflexo da responsabilidade do gestor: com dinheiro demais para cuidar, fica difícil encontrar oportunidades.

Agora, entretanto, bati um papo com o Muller sobre uma possibilidade de entrada no Corporate Plus. Enquanto o Corporate dedica 100% do patrimônio a emissões locais, o Plus traz um ingrediente adicional ao portfólio ao comprar até 20% do patrimônio em papéis também no exterior – onde muitas vezes as próprias empresas brasileiras emitem com mais prêmio.

Como o mercado de crédito lá fora é mais líquido, esse fundo tem uma volatilidade à qual estamos pouco acostumados para esse tipo de ativo no Brasil. Tudo bem. Estamos dispostos a suportar alguma sacudida em prol de maior possibilidade de retorno.

CA Indosuez Grand Vitesse FIRF CrPr (4%)

CNPJ: 23.714.047/0001-12

Como teremos uma importante carteira de renda fixa e não queremos nos concentrar demais em nenhum gestor, escarafunchamos todo o mercado atrás de um novo integrante para o time – você já sabe como somos cautelosos na categoria. E nos encontramos em um fundo do CA Indosuez, antigo Credit Agricole.

Você já deve ter esbarrado em uns fundos da casa nas prateleiras das corretoras. O mais antigo é o Vitesse, criado em 2011, e com retorno histórico de 113% do CDI (Fonte: Quantum Axis). O caçula é o Grand Vitesse, que foi lançado no ano passado com a intenção de se posicionar em ofertas um pouco mais sofisticadas e assim com potencial de retorno adicional. Desde que foi criado, o ganho é de 119% do CDI  (Fonte: Quantum Axis).

Pelas possibilidades de investimento – como em emissões de empresas não listadas em Bolsa –, o Grand Vitesse está disponível no mercado apenas para investidores qualificados, ou seja, com mais de R$ 1 milhão em investimentos financeiros. Conseguimos incluí-lo nesta carteira sem reduzir sua viabilidade porque o FoF pode investir até 20% do patrimônio em fundos para qualificados.

Com 4% do patrimônio da carteira, o Grand Vitesse é a pimentinha do nosso portfólio de crédito.

MULTIMERCADOS (41,75%)

Você chega ao supermercado e encontra amaciante concentrado e diluído. Se os dois têm exatamente o mesmo volume e o mesmo preço, qual você vai comprar? O concentrado, claro! Ele vai render mais lavagens.

Já falamos sobre isso. No mundo dos multimercados é exatamente a mesma coisa: sempre melhor o concentrado. Afinal, ninguém quer pagar 2% de taxa de administração e 20% de performance por água, não é mesmo? Melhor comprar o concentrado e diluir em água, muito mais barata. Ou seja, misturá-lo em uma carteira que também tem produtos de renda fixa com taxas baixas.

É comum que os gestores de multimercados tenham sua estratégia nas duas versões. A mais volátil, entretanto, em que o risco assumido não é diluído, em geral é oferecida somente a clientes de alto patrimônio.

Por meio do FoF, podemos acessar um novo mundo. É por isso que nossa carteira de multis dá preferência sempre à versão mais concentrada de cada casa. Vamos a ela.

VTR SR FIC FIM CrPr IE (4,5%) e VTR SN FIC FIM (2,5%)

CNPJ: 31.457.486/0001-15

CNPJ: 31.457.455/0001-64

Os fundos acima, com esses nomes esquisitos, são nada menos do que os espelhos na Vitreo dos multimercados estrelados da SPX.

O primeiro, apelidado de SR, tenho muito orgulho de dizer, é o SPX Raptor: o multimercado que carrega a estratégia da SPX em toda sua plenitude, disponível somente para investidores profissionais, ou seja, com mais de R$ 10 milhões em investimentos financeiros! Essa é uma das joias da nossa carteira.

Isso não torna o portfólio inviável de ser reproduzido? Não. Um FoF pode alocar até 5% de seu patrimônio em um fundo para profissionais – definimos a fatia um pouco menor, em 4,5%, para que a valorização não cause rapidamente um desenquadramento. E, para o restante, vamos com a versão menos concentrada, o Nimitz, no espelho apelidada de SN, também excelente.

O SPX Raptor é o irmão concentrado do tão famoso no varejo Nimitz (ou Gripen, no espelho da XP). Se no Nimitz a volatilidade tende a ficar mais perto de 6%, no Raptor chega a 12%. E queremos dele o quanto for possível: SPX em sua plenitude. Nós mesmos vamos fazer nossa mistura com outros ingredientes para que a dose não seja exagerada.

Se você ainda não conhece, a SPX foi fundada em 2010 por egressos da gestora BBM — hoje Bahia Asset — comandados pelo excelente Rogério Xavier. O fundo se destaca pela rentabilidade acumulada e principalmente pela consistência.

Existe uma métrica no universo dos multimercados que é o Índice de Sharpe. Ele mede a relação entre retorno e risco de um fundo. Medidas quantitativas não dizem tudo, mas apenas para que você tenha uma ideia, tem um Sharpe maior quem entrega mais resultado para cada “unidade de dor de barriga” (ou seja, volatilidade). Os fundos da SPX têm os Sharpes mais impressionantes da indústria.

A equipe é reconhecida pela sua capacidade de avaliar cenários macroeconômicos. E tem uma característica pouco comum entre gestoras de multimercados de destaque: ainda que Rogério Xavier seja a figura principal, amplamente reconhecido pela sua capacidade de desenhar cenários e operar rapidamente suas mudanças, há outros nomes fortes, como o de Bruno Pandolfi, no câmbio, e o de Leo Linhares, na Bolsa.

Outro charme é a presença global. A SPX tem uma equipe trabalhando em Londres. Xavier passa boa parte do tempo transitando entre a capital inglesa e a carioca. A integração entre as duas equipes é facilitada por uma enorme tela que cobre toda uma parede e transmite em tempo real a vida no escritório do outro lado do Atlântico, permitindo interações o tempo todo.

A internacionalização obviamente se reflete no portfólio, trazendo para nossa carteira um hedge fund global de verdade. A SPX é, portanto, uma das gestoras brasileiras mais completas, se não a mais completa: opera bem juros, câmbio, Bolsa e commodities — no Brasil e no exterior. A casa serve de modelo inclusive para muitas novatas.

Absolute Vertex II FIC FIM (7%)

CNPJ: 23.565.803/0001-99

O Vertex, com meta de volatilidade de 10%, é também a versão mais concentrada da casa, que tem também o Absolute Hedge disponível no mercado.

Vem do perfil do sócio-fundador Fabiano Rios um dos diferenciais da Absolute no universo dos multimercados brasileiros, tão mais afeitos à renda fixa: o viés para Bolsa. Antes de fundar a própria casa, ele geriu por quase quatro anos um fundo long and short na Claritas, integrou por nove anos a área de ações do Banco Santander e chegou a comandá-la, assim como construiu a plataforma proprietária de Bolsa do Merrill Lynch na América Latina.

A equipe de economistas não fica para trás. Quem acompanha o relatório Focus, levantamento semanal feito pelo Banco Central junto a agentes do mercado financeiro, sabe que a Absolute é figura cativa no Top 5 – grupo de maiores acertadores das projeções para os principais indicadores macroeconômicos, como IPCA, Selic e PIB.

VTR AD Macro Strategy FIC FIM (7%)

CNPJ: disponível em breve (espelho novo)

A Adam também tem sua versão de maior volatilidade, mas até o momento ela está restrita aos clientes do private banking do Itaú e do Credit Suisse. Por enquanto, vamos de Adam Macro Strategy, o fundo da casa que opera câmbio e Bolsa no Brasil, além dos mercados internacionais. E que também é bem apimentado, com seus 10% de meta de volatilidade.

A Adam Capital estreou no primeiro semestre de 2016. À frente da equipe está Márcio Appel, lendário pelo histórico de outro fundo multimercado que geriu, o Galileo. Desde sua criação, em 2009, o fundo do Safra apresentou um incrível histórico de retorno com consistência.

Appel juntou-se a André Salgado, com quem já tinha trabalhado no Santander e no Safra, para criar a Adam, no Rio. A seleção de ativos é bastante concentrada na figura de Appel, o que costuma ser alvo de crítica no mercado. O gestor não se importa: assume a fama de “one-man show” que, na realidade, predomina em boa parte dos multimercados brasileiros e globais.

Ataques velados à Adam e ao próprio Appel, bom dizer, você vai ouvir com frequência por aí. O estilo eloquente de Appel, as críticas abertas aos concorrentes, os anúncios públicos veementes de posições (como as apostas em S&P 500 e Ibovespa por longos períodos), a captação acelerada e o desempenho de longo prazo excepcional atraem opositores.

O que realmente importa para nós é o que acontece na prática: Appel tem uma excelente capacidade de avaliar o cenário e de equilibrar o portfólio de forma a se posicionar em uma tese sofrendo o mínimo possível no caminho até que ela se efetive, por meio de ataques e defesas.

Outra característica da Adam é se posicionar pesado em Bolsa quando está convicta sobre o cenário para renda variável — ao contrário da maior parte dos multimercados brasileiros. A gestora faz isso, de forma geral, via índice e algumas ações de maior liquidez (também seria difícil fazer diferente dado o tamanho dos fundos).

Além disso, Appel já provou em diversos momentos, como diante da falta de visibilidade pré-eleições de 2018, estar disposto a mudar de ideia ou reduzir o risco rapidamente.

Ibiuna Hedge STH FIC FIM (7%)

CNPJ: 15.799.713/0001-34

A proposta da Ibiuna é muito clara: ser uma especialista em análise de política monetária no Brasil e no mundo. A direção de investimento está a cargo de dois ex-diretores do Banco Central — Rodrigo Azevedo e Mário Tóros —, ou seja, gente que entende muito do riscado. Os sócios são responsáveis pela maior parte do orçamento de risco, que é compartilhado ainda com outros gestores.

Com a experiência do BC na bagagem, Torós, Azevedo e equipe ficam atentos às situações em que os juros parecem fora do lugar, marcando alta possibilidade de uma nova tendência na atuação da autoridade monetária, seja ela no sentido de cortes ou altas.

O multimercado da casa é discreto como seus gestores: não costuma dar grandes saltos, mas também maneira nas surpresas negativas. É bastante consistente e, por manter algumas ideias diferentes da média no portfólio, costuma ser pouco correlacionado com os demais multimercados, compondo bem uma carteira. Aqui também demos preferência ao Ibiuna Hedge STH, que tem a estratégia plena da casa, com volatilidade próxima a 10%, superior à do Ibiuna Hedge.

Ainda que a expertise de seus sócios-fundadores seja em juros e câmbio, a Ibiuna não fica para trás de forma alguma em Bolsa. Sob as mãos de André Lion, as estratégias direcionais e relativas (que ganham ao apostar no ajuste de distorções nas relações históricas de preços entre ativos) ganham dinheiro para o produto.

Paineiras Hedge II FIC FIM (7%)

CNPJ: 08.815.403/0001-09

A mistura entre mercado e academia é o grande charme da Paineiras, que é vizinha da PUC-Rio, berço de grandes economistas brasileiros, e divide endereço com a Casa das Garças – Instituto de Estudos de Política Econômica, cujo objetivo é promover estudos e pesquisas para discutir a realidade socioeconômica do país.

Dois dos sócios-fundadores da Paineiras, Ney Villas-Bôas Marinho e Antonio de Padua, que já haviam trabalhado juntos no Banco Icatu, operam a partir de Portugal. A mudança deles do Rio de Janeiro, em 2016, ao contrário do que poderia se esperar, não prejudicou a consistência do fundo.

No Rio, comanda a área de análise macroeconômica desde 2009 José Carlos Carvalho, que foi economista do Pactual entre 1995 e 1998, na sequência sócio-fundador e economista-chefe da JGP, onde ficou até 2007. Economista pela Universidade Yale, ele tem uma visão bastante lúcida do mercado. “Quem trabalha com macro no Brasil não morre de tédio”, diz José.

A equipe gosta de avaliar o que está acontecendo fora do país para, a partir de então, avaliar e se posicionar no Brasil.

A história recente oferece um bom exemplo de como a casa trabalha. Os gestores definem pilares que fundamentam as posições. Dentre eles estava até o começo do ano o de que o mundo está desaquecendo, em particular os Estados Unidos, mas não caminhando para uma recessão, quadro bom para emergentes.

Foi assim até que começaram a ser divulgados alguns dados de desaceleração muito forte no mundo, especialmente na Alemanha. Rapidamente a Paineiras combinou a fotografia com as debilidades do avanço da reforma da Previdência (ainda que siga acreditando na aprovação) e fez uma redução importante de suas posições, como em juros brasileiros, por disciplina. “Quando nossos pilares são questionados e vemos que nossos investimentos não estão tão bem fundamentados quanto achávamos, reduzimos o risco”, explica José.

Desde que foi criado, em 2005, o Paineiras Hedge rende 258% do CDI (Fonte: Quantum Axis).

VTR Kapitalo Zeta FIC FIM (6,75%)

CNPJ: 32.711.748/0001-99

Por último no grupo dos multimercados, mas de forma alguma menos importante, vem outra estrela: o Kapitalo Zeta. Se você me acompanha há algum tempo, sabe da minha defesa do Kapitalo Kappa e também do desejo de trazer seu irmão volátil, nunca dantes visto por essas bandas, ao varejo. Chegou o grande dia! O FoF da Vitreo vai acessar a estratégia por meio de um espelho, o VTR Kapitalo Zeta.

Enquanto o Kappa tem meta de volatilidade de 7%, no Zeta ela é de 12,5%. É só por isso que ele aparece em concentração reduzida na carteira.

A Kapitalo é um dos muito bem-vindos filhotes da escola BBM, banco carioca de onde também saiu a maior parte da equipe da aclamada gestora SPX. Uma das vantagens da Kapitalo é a exposição permanente a ativos de fora do Brasil. Está nas mãos do sócio-fundador Carlos Woelz a maior parte do orçamento de risco, 40% do total. E o exterior é uma vocação dele, que foi diretor de tesouraria internacional do BBM.

Além de atuar bem nos mercados tradicionais de juros e câmbio, Woelz é um exímio operador de cupom cambial — os juros do dólar para investimentos via Brasil reagem à percepção de risco, mas pouquíssimos sabem operá-lo bem.

À medida que o patrimônio sob gestão foi crescendo, a Kapitalo se preocupou em diversificar as estratégias. Nos últimos três anos, por exemplo, ampliou a equipe de Bolsa local, reforçou a de renda variável internacional, acrescentou uma mesa dedicada a operar volatilidade e uma a negociar commodities.

Tudo é feito de forma bastante cautelosa. Um novo gestor começa com orçamento de risco pequeno e vai ganhando mais à medida que acerta. O oposto também vale: quem muito erra vai perdendo o direito de arriscar parte do patrimônio.

Na renda variável, a Kapitalo tem desde o começo um ex-BBM, Hegler Horta. Ele também contribui para que a atribuição de retorno da casa seja um prato colorido.

Nessa organização, o CEO, João Carlos Pinho, tem seu mérito: é raro uma gestora com uma pessoa tão sênior mais preocupada com a gestão da empresa do que com a do portfólio. E faz toda a diferença.

AÇÕES (20%)

Brasil Capital 30 FIC FIA (4%)

CNPJ: 14.866.273/0001-28

O trabalho do André Ribeiro e de sua equipe é selecionar cerca de 15 ações que vão compor o fundo. A equipe busca empresas que são líderes em mercados concentrados, com poder de repassar preço. Ou seja, tudo que você não deve querer como consumidor é o que o André busca como investidor.

O gestor da Brasil Capital acredita piamente no poder da equipe, tanto para construir quanto para destruir valor nas empresas. Gente boa faz toda a diferença; gente ruim, também, repete. É por isso que se pode dizer que o portfólio da Brasil Capital é um portfólio de qualidade.

O primeiro fundo da Brasil Capital, de 2008, entrega 993 pontos percentuais de retorno acima do Ibovespa (Fonte: Quantum Axis).

Bogari Value D FIC FIA (4%)

CNPJ: 15.390.811/0001-13

Quando comecei a acompanhar o mercado de fundos, perguntei a três alocadores de fortunas que gestores de ações eles mais admiravam. A lista dos três tinha a Bogari. Outra vez perguntei onde eles faziam poupança para os filhos e o nome da gestora carioca também se repetiu.

O sócio-fundador, Flavio Sznajder, apresenta a Bogari como uma “casa monoproduto”. E o foco parece ser o segredo da casa.

Engenheiro, Flavio usa a experiência corporativa pregressa, como diretor da área de investimentos da AG Telecom por sete anos, para tomar decisões em Bolsa como se estivesse comprando uma empresa de fato — não simplesmente uma ação. E se dedica: conhece até o parafuso da porta da companhia em que investe.

O fundo da Bogari entrega 462 pontos percentuais de excesso sobre o Ibovespa desde que nasceu, em 2008  (Fonte: Quantum Axis).

 IP Participações IPG FIC FIA BDR Nível I (4%)

CNPJ: 12.082.452/0001-49

A IP Capital Partners, antiga Investidor Profissional, foi a primeira gestora brasileira não ligada a banco. Nasceu em 1988, sendo que só em 1993 a CVM reconheceu a figura do gestor independente, tornando possível a criação do fundo IP Participações.

É o fato de ser calejada — ter passado por várias crises e momentos de euforia — que torna, para mim, a IP uma gestora para se ter em conta. É a única que eu conheço no Brasil, por exemplo, que carrega com frequência uma pequena posição investida em ouro (ou em empresas mineradoras no exterior). É uma bela proteção contra os cisnes negros — acontecimentos raros, inesperados e de grande impacto.

Outro diferencial da casa é o mix no portfólio de empresas brasileiras e estrangeiras, por meio de BDRs (Brazilian Depositary Receipts, recibos de ações de companhias estrangeiras negociados na Bolsa local). A possibilidade de comprar papéis fora do país foi bastante importante para o retorno da casa em momentos difíceis para a Bolsa brasileira.

A filosofia da gestora, sob Christiano Fonseca e Pedro Andrade, é seguir com disciplina a busca por bons modelos de negócio geridos por pessoas competentes e íntegras, no Brasil ou fora dele.

Desde dezembro de 1996, data inicial do histórico disponível no Quantum Axis, o retorno dessa estratégia da IP é de 3.894 pontos percentuais acima do Ibovespa  (Fonte: Quantum Axis).

VTR Oceana Long Biased FIC FIA (4%)

CNPJ: disponível em breve (espelho novo)

Consideramos um ingrediente importante para a carteira de Bolsa ter também fundos long biased. Eles carregam uma carteira líquida comprada na Bolsa brasileira, mas também mantêm posições vendidas, ou seja, que ganham se a empresa perder valor de mercado.

A estratégia acaba tornando a experiência em Bolsa menos volátil: os ganhos costumam ficar um pouco para trás do Ibovespa em anos bons, por outro lado os prejuízos também tendem a ser menores em anos ruins.

É o caso do fundo da Oceana que compõe nosso portfólio. A equipe da gestora parte da análise do dia a dia da empresa, para só depois ter em conta considerações setoriais ou macroeconômicas. De acordo com as oportunidades percebidas, o gestor aumenta ou diminui a posição vendida. Na prática, é como se o fundo usasse o caixa, quando desejado, não somente para ficar menos posicionado em Bolsa, como também algumas vezes para ganhar com a queda de algumas ações.

O fundo da Oceana fica, descontadas posições vendidas, na média 57% direcional em Bolsa. Historicamente, a maior parte dos ganhos do fundo vem das posições compradas.

Do lado vendido, a casa não se concentra somente em estratégias de valor relativo entre ações. A ideia não é simplesmente que a parte vendida proteja a comprada. A equipe de análise quer ganhar de fato com posições vendidas, em empresas que considera precificadas muito acima do valor justo, sem posições correspondentes em que acredita na valorização.

A filosofia da Oceana, explica o gestor Alexandre Rezende, é pensar sempre em cenários de estresse. O princípio da casa é somente investir em uma ação se a equipe entender que, se tudo der errado, ela ainda garantirá um retorno ao menos razoavelmente alto.

Como monta posições vendidas desde 2006, a Oceana é treinada no mercado de short. A casa escalona o vencimento das posições vendidas, diversifica os doadores e busca contratos não reversíveis. Por meio dessas técnicas, evita ter que desmontar uma posição vendida às pressas, causando prejuízo ao portfólio. O time de gestão tem uma pessoa dedicada ao short.

Desde 2010, o fundo da Oceana entrega 190 pontos percentuais de excesso sobre o Ibovespa  (Fonte: Quantum Axis). E com muito menos volatilidade do que o índice.

VTR SF FIC FIA (4%)

CNPJ: 31.457.442/0001-95

Como já disse aqui, a SPX não é casa de um homem só. Na frente das ações, conta com a expertise de Leo Linhares, também egresso da equipe do BBM. E o fundo que compõe nossa carteira, SF, é um espelho do estrelado long biased da gestora, o SPX Falcon, restrito a investidores qualificados (que, no FoF, pode chegar a 20% do patrimônio).

A principal característica do responsável pela área de renda variável da gestora carioca é a disciplina. É hora de comprar, compra. É hora de vender, vende. Sem chororô. E isso envolve saber diferenciar o que é apenas um ruído de um sinal.

O trabalho da equipe é escolher bons negócios e esperar que fiquem a preços atrativos – em geral porque a opinião da casa é diferente da do mercado. Comprar um negócio ruim e esperar que ele fique bom não faz parte dos planos.

Desde que foi criado, em 2012, o fundo dá 111 pontos percentuais sobre o Ibovespa  (Fonte: Quantum Axis), com risco bastante controlado. E tem um cuidado muito forte sobre a entrada de novos cotistas para evitar que o crescimento prejudique a gestão.

PROTEÇÕES (7,5%)

SPXI11 (3%)

Nosso portfólio é predominantemente comprado em estratégias brasileiras. Para que não concentremos todo o risco em um único país, contamos com as alocação de multimercados e fundos de ações lá fora, mas também com um ETF de S&P 500, ou seja, uma carteira que reproduz o principal índice da Bolsa americana, inclusive com exposição em dólar. Assim nossa carteira ganha pitadas de Microsoft, Apple, Amazon, Google, Facebook, Johnson & Johnson, entre outras.

Duas gestoras oferecem ETFs no Brasil que buscam replicar a rentabilidade do S&P 500: o Itaú e a BlackRock. E fazem isso por meio do investimento em outros ETFs, estrangeiros, que fazem o mesmo. Para quem quer acessar a estratégia sem abrir conta lá fora, o do Itaú é hoje o mais barato, com taxa 0,21% ao ano. É ele que acessamos aqui. O ETF do Itaú compra o VOO, ETF da gestora americana Vanguard.

Icatu Vanguarda Dólar FI Cambial (3%)

CNPJ: 32.745.560/0001-61

Para completar a nossa proteção, vamos de um ativo bastante descorrelacionado da Bolsa: o dólar. Se tudo der errado no Brasil, vamos precisar dele.

O fundo disponível no varejo mais barato custa 0,75% ao ano. Como aqui não há inteligência de gestão, apenas a necessidade de acompanhar o dólar, deixamos ao Jojo o desafio de encontrar um fundo ainda mais barato.

O Jojo convenceu a Icatu Vanguarda, gestora do grupo Icatu, a fazer um produto barato para o FoF, com a exigência de que não investisse em crédito privado por regulamento (nessa fatia, só queremos nos expor a dólar).

E aí está o Icatu Vanguarda Dólar Cambial, nossa proteção baratinha, ao custo de apenas 0,2% ao ano. Bom, né?

Órama Ouro FIM (1,5%)

CNPJ: 09.601.190/0001-77

Se a economia brasileira se estressar, é bem provável que ganhemos dinheiro no dólar. Mas e se a própria hegemonia da moeda americana for questionada? Ou se houver inflação nos EUA? Então só o ouro salva.

Como desejávamos que a pitada do metal na nossa carteira tivesse também exposição ao dólar, o eleito foi o fundo da Órama, que investe em ouro por meio da Bolsa brasileira e tem a menor taxa disponível no mercado: 0,6% ao ano.

É possível montar esta carteira sozinho?

Para você ter uma ideia em ordem de grandeza, fizemos um estudo do quanto seria necessário pra montar um portfolio como este.

Quer saber a resposta?

Seriam necessários R$ 22 milhões.

Para ser mais preciso R$ 22.222.222,00. 

Este é um portfolio praticamente irreplicável, por vários motivos.

Dos 20 fundos que o compõem, 8 estão fechados pra todo mundo ou abertos só no segmento private.

É fundamental entender este ponto.

Como estes fundos são muito procurados e não estão disponíveis ao varejo, há uma capacidade limitada por parte da Vitreo em acessá-los de modo que a proporção da carteira seja preservada.

O FoF continuará aberto apenas enquanto houver disponibilidade dos fundos investidos – o chamado capacity.

Por isso, preciso te alertar:

Você precisa agir rápido, pois ele pode fechar a qualquer momento. 

Um exemplo meramente ilustrativo ajuda a entender esse ponto: 

Imagine que o fundo A concedeu à Vitreo um capacity (disponibilidade de investimento) de 50 milhões de reais.

Considere também, no exemplo, que esse mesmo fundo tem peso de 10% na carteira hipotética desejada.

Ou seja, se os recursos dentro do FoF ultrapassarem 500 milhões de reais, será impossível manter o peso do fundo A nos 10% inicialmente pensados para a carteira desejada. Para isso, precisaríamos alocar mais de 50 milhões de reais no fundo A, o que é inviável já que excede a disponibilidade de capacity combinada. 

Como há o compromisso em perseguir rigorosamente a carteira ideal e não diluir a participação de nenhum fundo dentro do FoF, nesse exemplo ilustrativo, a Vitreo precisaria fechar o fundo para novos aportes quando atingisse 500 milhões de reais de patrimônio no FoF.

Isso comprova a necessidade de agilidade pelos interessados.

Outro ponto interessante é que para montar a carteira completa investindo isoladamente em cada um dos fundos seria preciso dispor de muito dinheiro. 

Veja esta imagem...

A seguir, estão todos os fundos que compõem o FoF Melhores Fundos.

Em laranja, estão aqueles que não estão acessíveis para o investidor de varejo, ou seja, aqueles que você não encontra na prateleira das corretoras e bancos normalmente.

Na coluna da direita você vê exatamente quais são os mínimos necessários para investir em cada um deles... 

 

E outras particularidades como:

Um fundo caixa a taxa zero...

Ao menos uma pequena parte do nosso portfólio deve ficar investido em títulos públicos pós-fixados. É nossa maior liquidez, nosso porto seguro no estresse. E, para esse FoF, a possibilidade de honrar facilmente resgates quando necessário. Conseguimos para esta fatia um fundo taxa zero.

E um fundo cambial feito para o FoF...

O fundo cambial por exemplo, foi feito especialmente para este FoF, mais barato do que tudo que está disponível no mercado).

E o melhor de tudo é que você poderá acessar com um valor acessível.

Talvez você já tenha percebido duas vantagens exclusivas aqui:

  1. Você vai acessar fundos que não estão disponíveis de nenhuma outra forma. Eles abriram uma oportunidade de captação extraordinária, somente para atender a este FoF, após negociações entre as partes. Isso só foi possível graças à habilidade e o respeito da indústria ao trabalho feito pela Luciana Seabra e pelo gestor da Vitreo, o George Wachsmann
  2. Note que outros fundos estão disponíveis apenas nas plataformas de private banking ou para os grandes gestores de fortunas. Agora ele chega até o varejo.

    Como o FoF em si é um investidor profissional, por meio dele, você pode aplicar,mesmo com valores baixos, em fundos que separadamente só estão disponíveis para investidores qualificados e/ou profissionais.

Mas afinal, quanto é preciso para investir no FoF Melhores Fundos?

Você precisa de apenas 1.000 reais para começar.
E não há limite máximo.

Tudo isso para ter, em um lugar só:

✓ Alto potencial de rentabilidade real*

✓ Acesso a investimentos que você não consegue fazer por conta própria

✓ Aportes mensais acessíveis, de apenas 1 mil reais ; ou apenas 100 reais (depois que você já tiver o mínimo de 1 mil reais) 

✓ Um mix de diferentes ativos, como títulos, Bolsa e renda fixa, garantia de diversificação;

✓ Segurança, com gestores renomados

* Todo investimento está sujeito a perdas, e a rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

Por que isso é novidade?

Na Empiricus, nós não falamos a língua dos financistas. Essa é a nossa opção.

Pensamos no investimento da pessoa física e no seu retorno, unicamente, sem conflito de interesses ou contrapartidas de empurrar um produto que nos gere taxas ou comissões. 

Como funciona por aí?

Ao investir em um fundo em uma plataforma tradicional de uma corretora ou de um banco, você paga ao fundo taxas de administração e performance. É assim que o fundo sobrevive, certo?

Geralmente, da forma como algumas instituições financeiras praticam, chega ao cliente não o produto que lhe oferece a mais atrativa relação risco e retorno, como deveria ser. É muito comum vermos justamente a indicação de produtos que pagam mais taxas para os gerentes e agentes autônomos, em vez de remunerar quem deveria de fato: o investidor.

Os fundos, para serem colocados naquela prateleira de distribuição ao varejo, pagam de volta à corretora o chamado rebate (uma parte dessas taxas cobradas do investidor).

O que acontece com esse rebate? Você provavelmente não sabe, porque, a despeito de a CVM ter defendido a transparência sobre essas comissões em 2015, ao colocar em vigor a Instrução 555, o mercado se adaptou sem que o propósito do órgão regulador fosse totalmente atendido.

Se você é um investidor de varejo...

Os fundos chegam a você oferecidos por um agente autônomo ou gerente. Neste caso, o banco ou a corretora coletam o rebate dos fundos e repassam parte da comissão para esta figura que os vende.

Note a natureza do conflito de interesses aqui: se um fundo paga um rebate maior do que outro fundo, o agente autônomo ou o gerente da instituição financeira poderá ter incentivos para oferecer com mais frequência e intensidade justamente o que paga mais, concorda?

Assim, ele poderá ter uma remuneração maior, apropriando-se das taxas mais gordas de administração e performance “repassadas” pelos fundos por conta dos esforços de distribuição do banco ou da corretora.

Na prática, a dinâmica é ainda mais perversa.

As gestoras cujos produtos pagam maiores taxas e rebates às corretoras e aos bancos não fazem isso porque querem. Fazem porque precisam. Os donos das gestoras, como qualquer outro empresário, gostariam de dividir o mínimo possível de sua remuneração com um terceiro. A ideia seria pegar toda a taxa para si ou pagar pouco ao distribuidor.

No entanto, alguns deles, notadamente os piores, precisam pagar maiores rebates para poder entrar nas prateleiras dos bancos e das corretoras. É uma espécie de pedágio. “Como você não é muito bom e eu não preciso de você na minha plataforma, precisará me pagar maiores taxas.” Diante da imposição do oligopolizado setor financeiro, sem escolha, aceita-se.

Assim, fundos piores conseguem entrar nas prateleiras, pagando maiores taxas às corretoras ou aos bancos. Ao pagar maior rebate, os fundos piores acabam sendo oferecidos pelos gerentes e agentes autônomos a seus clientes com mais intensidade e frequência.

Resultado?

Há um risco grande de que, ao ser repetidamente exposto a produtos de investimento de baixa qualidade, o investidor acabe comprando um fundo que não é adequado para si.

Se você tem alto patrimônio...

... os fundos podem ser oferecidos a você por meio do private banking, em um fundo de fundos (FoF). Em nenhum deles, na nossa visão, os conflitos causados pelo regime de rebates estão claros para quem investe.

Aqui há um serviço adicional: da alocação. Antes da Instrução 555, o gestor de um fundo de fundos recebia comissões dos produtos em que alocava diretamente e ainda levava, no próprio fundo, a taxa de administração dos clientes.

Obrigada pela CVM a receber os rebates dentro dos fundos, sob os olhos do investidor, e não diretamente, o private banking e o mundo de alocação de recursos em geral elevou as taxas de administração a níveis altíssimos, como forma de preservar sua rentabilidade em patamares astronômicos.

Ainda há um conflito potencial: o alocador tem interesse de investir em fundos com maiores rebates, já que pode absorvê-los por meio de taxas de administração elevadas.

Assim, esses alocadores conseguem extrair o máximo possível dos dois lados: do cliente e dos gestores selecionados pelos fundos de fundos.

Por que no FoF é diferente?

No FoF Melhores Fundos isso funciona de forma totalmente diferente. Nem Empiricus, nem Vitreo se apropriam de rebates de taxas de administração ou performance.

Como a Empiricus ganha?

Apenas e tão somente no contrato de publicidade, por meio da venda de espaço para exposição da marca Vitreo em seus relatórios e newsletters, como falaremos mais à frente. Nenhuma outra taxa ou remuneração é cobrada dos assinantes da Empiricus.

E a sua decisão ou não de investimento não implica qualquer remuneração adicional à Empiricus.

A Empiricus também não vai receber nenhuma outra remuneração da Vitreo, nem dos fundos que compõem o fundo de fundos em questão. É fundamental entender isso.

Se indicarmos o fundo A ou o fundo B, seja ele pertencente ou não do Fundo de Fundos da Vitreo, continuaremos ganhando a mesma coisa, ou seja, zero.

Não há rebates dos fundos, não há taxas escondidas, nada. Ganharemos apenas nas assinaturas de nossos leitores e no contrato de publicidade com a Vitreo, por meio da venda de espaço nos relatórios e newsletters.

Peço humildemente sua atenção para um ponto: não estou aqui apenas dizendo, num discurso bonito, que a Empiricus segue independente e sem conflito de interesse.

Gostaria que percebesse se tratar de uma questão da própria construção do modelo da parceria. Nossas definições de bons ou maus fundos — no caso, as definições feitas pela Luciana e chanceladas pela Vitreo — não implicam, em hipótese alguma, maior ou menor dinheiro para a Empiricus. Se indico A, B, C ou Z, nada muda pra mim em termos financeiros. As sugestões, portanto, estão isentas, totalmente blindadas.

É uma garantia estrutural do negócio. Não é argumentação, retórica, discurso. É um fato objetivo. Só assim poderíamos topar a parceria. Sem esse elemento, perderíamos a essência da Empiricus. Ninguém quer isso.

Como a Vitreo ganha dinheiro?

Como seria em qualquer outra gestora, ao aplicar no FoF Melhores Fundos, o investidor pagará uma taxa de administração para a Vitreo, de 0,9% ao ano e uma Taxa de Performance de 10% sobre o que exceder o CDI.

Esta taxa remunera ela como gestora e o Santander (administrador do FoF).

Até aí, nada novo.

E o que a Vitreo vai fazer com os rebates?

Diferentemente do que se vê aí fora, na Vitreo, os rebates serão apropriados por você mesmo. Como assim?

A Vitreo inverte essa lógica e devolve os rebates para o próprio fundo, o que, em termos práticos, significa devolver o benefício para o próprio investidor, sem que isso se reflita em aumento de suas próprias taxas.

Fica claro, portanto, como a Vitreo também não tem a sua remuneração atrelada à maior aplicação neste ou naquele fundo. Quem ganha com maiores rebates nesse caso não é a plataforma de distribuição; é o próprio investidor.

Aqui está o mais importante resumido:

Contrariando a prática das corretoras e dos bancos, os rebates acabam favorecendo o próprio investidor e não se cobra uma taxa adicional dele.

Essa é a maior inovação do modelo. Nada parecido existia até hoje no varejo brasileiro.

A prática já acontecia nos grandes gestores de fortunas independentes de bancos, que têm rigorosamente esse mesmo modelo de cobrança. Mas estava contida nessa casta superior, reservada aos profissionais e aos multimilionários.

Democratizamos a coisa, levando algo muito especial também ao cidadão comum. E confesso ser uma satisfação pessoal muito grande trazer ao varejo algo anteriormente restrito aos multimilionários.

Esse era um dos grandes objetivos da Empiricus lá atrás. E é com muita felicidade que o realizamos agora. O melhor que há no mercado, acessível a todos.

Todos os potenciais conflitos foram mitigados. Empiricus, seus assinantes e Vitreo alinhados num mesmo objetivo: garantir a melhor solução previdenciária. Um futuro melhor, com menos risco, mais retorno e nenhum conflito.

A bola continuará rolando da mesma forma de sempre. Transparente, alinhada ao interesse do investidor, sem nenhuma outra taxa ou rebate dos fundos indicados.

Note que também a Vitreo partilha dos mesmos valores e da mesma essência, interessada apenas nos lucros do investidor.

Essa é uma das nossas diferenças em relação à toda indústria financeira brasileira. Nosso interesse é o mesmo interesse do investidor. Ponto final.

Por sua vez, ela, a indústria, enxerga a pessoa física como uma espécie de jogador da Série  B, aprisionando o investidor em alternativas menos sofisticadas e, sendo bem direto aqui, em produtos caros e ruins. Bons para o próprio banco, claro. 

Tratamos o investidor de varejo com a dignidade que ele merece. 

Nós realmente achamos que você pode ter acesso ao melhor.

Por isso, hoje eu lhe convido para conhecer uma oportunidade única.

Vim trazer a você um investimento que talvez nem você mesmo acredite que possa acessar.

Trata-se de uma carteira completa para você resolver sua vida financeira. A melhor carteira hoje disponível no mercado. Essa é minha opinião e não tenho dúvidas do que estou falando.

Gestão Profissional:
Quem é o cérebro por trás do FoF Melhores Fundos?

George Wachsmann (ou o Jojo, como é conhecido) é economista pela USP com mestrado pela Standford University.

Por vários e vários anos, ele esteve à frente de grandes alocadores de fortunas (ele trabalhou por anos na GPS, a maior gestora independente de alto patrimônio do Brasil)

Agora, ele está a frente da gestão da Vitreo.

Pra mim, pessoalmente, esse é um momento de grande emoção. Realizo um desejo antigo de democratizar os investimentos no Brasil de uma forma única.

A melhor ideia possível para seus investimentos, no melhor modelo de cobrança, totalmente alinhado ao interesse dos assinantes.

Algo antes restrito aos super-ricos, agora disponível pra você. Uma carteira rentável, balanceada e diversificada, muito simples de implementar, tudo sob total transparência…

Pela primeira vez na história, temos toda a experiência do assinante fora do ambiente corrompido por conflitos de interesse.

Agora, blindamos tudo isso, do início até a ponta.

Desde o começo até o final do processo, garantia de ausência de conflito de interesse, na melhor solução possível para seus investimentos. Não há como não se empolgar.

Minha pele em jogo

Até aqui, me dediquei a mostrar por que realmente considero o FoF Melhores Fundos a melhor alternativa para você.

Tentei fazer isso ponto a ponto, passando por cada argumento em detalhes.

A melhor combinação de risco e retorno na minha opinião, com todas as vantagens, a partir de uma implementação muito simples.

Mostrei todo meu orgulho com essa inovação pra você e para todo mercado de capitais brasileiro.

Mas nada disso, porém, seria suficiente se eu mesmo não estivesse ao seu lado. Falo de maneira pragmática, financeira mesmo.

Se você é um dos dois dos meus leitores, talvez já tenha entendido: uma opinião sem exposição vale zero. Repito isso várias e várias vezes.

É o famoso “skin in the game” de Nassim Taleb.

Quero minha própria pele em jogo.

Quero caminhar a seu lado, ganhar com você.

Eu também estou investido neste momento no FoF, com uma cifra bastante razoável. Fiquei muito feliz ao aplicar meu dinheiro pessoal na Vitreo.

É, sim, uma decisão ética. Quero investir exatamente naquilo que indico aos assinantes da Empiricus. Nada mais justo e correto. De novo, relação direta e transparente.

Mas é muito mais do que isso.

Se destino um valor significativo para o FoF,  é, acima de tudo, porque considero essa a melhor alternativa possível para mim, entre todas que estão por aí.

Tenho certeza do quanto vou me beneficiar dessa decisão lá na frente, e lembrar dela como um de meus maiores acertos financeiros da vida.

Se vale pra mim, vale pra você.

Lembrando que, a partir de 1.000 reais, você vai investir:

✓ Nos melhores fundos selecionados pela Luciana Seabra
com a posterior validação da equipe da Vitreo

✓ Com diversificação em várias classes de ativos, incluindo Ouro e Dólar

✓Nas gigantes da bolsa americana como Apple, Amazon, Netflix e Microsoft

✓Em fundos para quem tem mais de R$10 milhões em aplicações financeiras

✓No mesmo tipo de veículo de investimento típico dos multimilionários

O valor da minha aplicação aparece na imagem abaixo, mas você pode ter rigorosamente os mesmos benefícios começando com 1 mil reais.

Fica portanto, meu convite para que você dê este grande salto nos seus investimentos: 

Quero investir no FoF Melhores Fundos

BÔNUS ESPECIAIS 

• Webinar Especial com Felipe Miranda, Luciana Seabra e George Wachsmann

Tenha acesso a um conteúdo de altíssima qualidade. Você vai entender todos os ativos componentes do FoF, quais as principais vantagens.

• Podcast Especial com Luciana Seabra e George Wachsmann explicando de onde surgiu a ideia do FoF.

Luciana fala da carteira sugerida e George Wachsmann explica seu processo de diligência. O FoF nos mínimos detalhes.

• Conteúdo exclusivo: “Como funcionam os rebates na indústria financeira”?

Como funciona a indústria atualmente? O que acontecem com os rebates?
Não se esqueça...

Um modelo antes restrito a pouquíssimos clientes de alta renda está agora acessível a você.

E o melhor: você não vai pagar mais nem um real à Empiricus por isso.

Este é o investimento que eu mesmo acabo de fazer para mim e para minha família.

Quero investir no FoF Melhores Fundos

Ficou alguma dúvida no processo? Separamos aqui algumas delas...

O que é um FoF? 

FoF quer dizer “Fund of Funds”, ou seja, um fundo de fundos. Nada mais é do que um fundo que investe em outros fundos. Essa estrutura é muito usada no Brasil por clientes de alto patrimônio. É a estrutura, por exemplo, dos chamados “fundos exclusivos”, em geral montados para quem tem mais de 10 milhões de reais de patrimônio.

O FoF da SuperPrev foi o primeiro fundo de fundos de previdência a chegar ao varejo! Isso também é uma grande conquista porque, com ele, aumentamos nosso poder de barganha para convencer novos gestores a criar produtos de previdência do mais alto nível.

O que é exatamente a Vitreo?

Vitreo é uma gestora que usa a possibilidade de distribuir os próprios fundos, o que ajuda a reduzir o número de intermediários. A distribuição própria é permitida, porem é pouco usada pelos gestores independentes que, pouco conhecidos, acabam reféns dos distribuidores tradicionais, como bancos e corretoras online.

Vitreo foi criada no ano passado com a proposta de proporcionar a experiência mais transparente possível aos clientes. Nos identificamos com o projeto, que julgamos ser o melhor meio para tornar uma carteira completa acessível ao maior número de pessoas, por meio do FoF.

Vitreo tem como sócios Patrick O’Grady, que revolucionou a XP Gestão; Paulo Lemann, da família de empresários mais admirada do país; e George Wachsmann, o Jojo, que veio da GPS, onde administrava o patrimônio de famílias donas de grandes fortunas — e com quem aprendi muito sobre fundos de investimento.

Para viabilizar a parceria, a Vitreo fechou um contrato publicitário com a Empiricus, que não envolve nenhum custo adicional para você e que garante a manutenção da independência na seleção de ativos.

Qual a relação da Empiricus com a Vitreo?

A Empiricus assinou um contrato de publicidade com a Vitreo. Não há nenhuma relação comercial além disso, nem qualquer vínculo societário. Cedemos um espaço em nossos publicações e newsletters pela primeira vez em nossa história. Só e tudo isso.

E por que aceitamos esse acordo?

Na minha visão, por três coisas:

  • Porque essa é, disparado, a melhor solução para nossos assinantes e sua evolução patrimonial;
  • Porque os valores éticos e morais da Vitreo são rigorosamente os mesmos da Empiricus; e
  • Porque, nos moldes adotados, o contrato de patrocínio mantém a Empiricus 100% independente, sem nenhum conflito de interesse e totalmente focada em oferecer a seus assinantes as melhores alternativas possíveis para seu dinheiro.

Elas ficarão mais claras abaixo.

Com a transparência de sempre, deixo claro: sim, ganharemos dinheiro com o contrato de publicidade.

Gostamos disso, mas passa longe de ser nossa principal motivação. Dado que a independência continua 100% preservada, não há conflito de interesses e é o melhor investimento possível para nossos assinantes, seguindo as indicações já devidamente escolhidas pela Luciana e facilitando o acesso até elas, não encontramos motivos para descartar o contrato de publicidade. Inclusive desafio qualquer um a apontá-lo.

Como uma publicadora de ideias de investimentos inserida no mercado editorial como qualquer outra empresa de comunicação, a Empiricus poderia ganhar dinheiro vendendo assinaturas, como sempre fez, e espaço publicitário.

É assim que fazem todas as empresas de comunicação e do mercado editorial em geral. Folha, Valor, O Globo, Abril, Estadão, Wall Street Journal, New York Times, Financial Times, Washington Post e companhia trabalham exatamente assim.

Do meu lado, fui várias e várias vezes procurado por anunciantes das mais variadas naturezas para a compra de espaço publicitário na Empiricus. Neguei todas até hoje. Nunca topei. Algumas sequer ouvi.

Adotei até agora essa postura por uma simples razão: queria manter total independência editorial, focando nossas opiniões 100% nos interesses de nossos assinantes e não precisando pedir a benção de nenhum patrocinador. Não combina comigo. Meu único patrão sempre foi – e continuará sendo – o assinante da Empiricus.

Isso é a garantia de que levaremos ao investidor sempre o melhor. E é também a maior vantagem competitiva da Empiricus.

E por que agora é diferente? Por que aceitamos o patrocínio da Vitreo?

Respondendo à pergunta: porque invertemos a ordem dos fatores. E neste caso, isso altera por completo o produto.

Independentemente do que viesse a ser oferecido, a Empiricus precisaria continuar 100% sem conflito de interesses, focada apenas em oferecer o melhor conteúdo a seus assinantes. Não haveria espaço para negociação aqui. Nenhuma taxa escondida, nenhuma remuneração diferente a partir desta ou daquela recomendação.

Se a Luciana — ou qualquer outro especialista da Casa — indicasse esse ou aquele fundo, isso não poderia implicar qualquer mudança financeira para Empiricus.

Não poderíamos ganhar rebates, corretagens, taxas de administração e performance. A essência da empresa precisaria estar preservada.

E foi exatamente assim que aconteceu, como vou te provar abaixo.

Por que a Empiricus continua 100% independente?

Pense comigo: onde poderíamos perder a independência? Ou, onde estaria o conflito de interesses a partir de nossas indicações?

Isso aconteceria se uma sugestão gerasse para a Empresa mais dinheiro do que outra. Assim, estaríamos motivados a indicar com mais frequência e intensidade justamente os ativos ou fundos que nos gerassem mais receita. Seria o fim da boa qualidade das opiniões, a morte da isenção.

É exatamente o que acontece na indústria financeira tradicional. Aliás, foi esse conflito de interesses que motivou o nascimento da Empiricus. Criamos a companhia para oferecer ao investidor pessoa física as melhores ideias de investimento, absolutamente sem conflito. Relação única e direta: paga-se por uma boa ideia, recebe-se uma boa ideia.

Nas corretoras e nos bancos, se o gerente ou o agente autônomo oferece um determinado fundo, você nunca sabe ele se está fazendo porque realmente acredita se tratar da melhor alternativa para o cliente, ou se aquele produto implica uma maior remuneração para o próprio gerente/agente autônomo, por meio de taxas e rebates.

Com quanto tenho que contribuir?

Você̂ pode fazer fazer contribuições a partir de 1 mil reais.

Depois que já́ tiver o FoF contratado, ou seja, feito o aporte mínimo de 1 mil reais, você̂ também poderá́ fazer contribuições mensais ou esporádicas de qualquer valor, a partir de 100 reais.

Por quanto tempo o FoF Melhores Fundos da Vitreo estará aberto para entrada?

O FoF continuará aberto apenas enquanto houver disponibilidade dos fundos investidos – o chamado capacity.

Por isso, recomendamos agilidade aos interessados, pois ele pode fechar a qualquer momento.

 

Informações Importantes:

Os conteúdos da Empiricus visam informar sobre possibilidades de lucro financeiro sugeridas na forma de diferentes estratégias de investimento, eximindo-se a empresa de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do assinante em decorrência da tomada de decisão deste. Embora a Empiricus forneça sugestões pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de especialistas certificados, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados. A Empiricus alerta para que nunca sejam alocados em renda variável aqueles recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do assinante. A empresa não realiza intermediações financeiras, por conseguinte não obtém nenhum tipo de receita advinda de comissões, corretagens ou emolumentos sobre montantes aplicados, delegando ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Para assegurar a imparcialidade na avaliação dos investimentos, a Empiricus não recebe patrocínios nem veicula publicidade que não a de seus próprios conteúdos. Pessoas que têm dificuldades com limites devem procurar aplicações mais estáveis, como a renda fixa. A título de elevação dos padrões fiduciários e promoção das melhores práticas do mercado, os sócios da Empiricus têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos sugeridos. A empresa zela pelo direito de privacidade dos seus leitores. Quando necessário, seus dados pessoais são alterados com o objetivo de proteger as identidades. No entanto, o conteúdo dos depoimentos apresentados é sempre e garantidamente fidedigno. A presente nota não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes.