Veja abaixo como ganhos de +7.445%, +5.982%,
+3.796%, +3.288%, +2.714% já aconteceram…

…e devem acontecer novamente!

E o que você deve fazer para aproveitar
O RENASCIMENTO DO MERCADO BRASILEIRO.

 

“A história não se repete, mas faz rima.”

Mark Twain


Caro leitor,

Peço que olhe atentamente para o gráfico abaixo.

Ele retrata o desempenho histórico do Índice Bovespa, principal referência das ações brasileiras, em dólares.

Se você já acompanha o mercado de ações, deve estar sentindo na pele as dores de nove anos de completa hibernação, de empresas sendo deslistadas da Bolsa…

… e investidores afugentados pela sequência de perdas.

Ainda que você nunca tenha comprado uma ação sequer na vida, a imagem acima lhe diz muito.

Estamos diante da maior onda de fluxo de capitais em muitos anos.

Você tem o incentivo que faltava para se posicionar na hora certa.

Temos evidências concretas de que uma nova dinâmica de supervalorização está em formação. Um movimento que pode representar o renascimento do mercado brasileiro após nove anos consecutivos sem lucros expressivos.

Precisamos de apenas uma fagulha para disparar esse movimento de apreciação.

E estamos diante dela.

Na sequência apontarei-lhe, um a um, os argumentos que provam o meu ponto.

Antes, porém, preciso que você tenha plena ciência da dimensão do que estamos falando…

Veja o que aconteceu com o Índice Bovespa na década passada.

Do piso de 2002 ao topo em 2008, houve uma escalada ao Monte Everest, com valorização de +778%.

Isso mesmo: +778%.

Note que estamos falando de um indicador que reflete o desempenho médio do mercado.

Houve nesse período de bonança algumas ações que amargaram prejuízo…

… enquanto outras tiveram resultados absurdamente expressivos.

 

Ganhos de +7.445%, +5.982%, +3.796%, +3.288%, +2.714%


… de empresas tradicionais como Usiminas

Companhia Siderúrgica Nacional

Schulz

Lojas Americanas

e CCR SA.

Gestores de fundos de investimentos e profissionais do mercado financeiro fizeram verdadeiras fortunas, acumulando o patrimônio de muitas vidas comprando ações como essas… e várias outras.

Os ganhos do período foram como um bolo quilométrico, que poderia alimentar o bairro inteiro, mas ficou restrito a poucos vizinhos gulosos.

O investidor comum não participou daquela divisão.

É sempre assim:

 

Enquanto alguns poucos fazem fortunas com as oportunidades de mercado, a maioria chega somente depois que a festa acabou.


Colegas meus só decidiram comprar sua primeira ação no pico histórico de 2008 e estão amargando prejuízo (e trauma do mercado) até hoje.

Não é por menos. O mercado vinha andando de lado desde então.

E, com a crise econômica dos últimos anos, a maioria das pessoas ainda está apreensiva e sem coragem de investir em renda variável.

Isso explica o volume de negociação “morto” nos últimos nove anos.

É provável que você também se sinta um pouco assim.

Afinal, não é fácil conviver por tanto tempo com recessão, taxa de juros alta, inflação nas alturas e elevado índice de desemprego.

Sei que tudo isso desanima, mas não é hora de ser pessimista.

Com indicadores econômicos em mínimas de 10 anos, 15 anos e até 20 anos, poucas vezes na história recente conseguimos reunir uma série de estatísticas tão negativas para a economia e os mercados brasileiros.

Acredite, isso não é um problema – pelo contrário.

Como diz o lendário investidor Warren Buffett…

 

“Seja medroso quando os outros são gananciosos e seja ganancioso quando os outros estão com medo.”


O medo certamente está generalizado, só que a má notícia é a melhor amiga de um investidor.

“Ela permite que você compre uma fatia do futuro do País a um preço vil.”

Ainda mais agora, que o vento dá sinais de mudança.

A troca de governo e as primeiras sinalizações da equipe econômica de Temer renovam a esperança da população e também de empresários e investidores.

A confiança está aumentando…

Folha de S.Paulo

Depois de um 2014 no zero a zero e dois anos seguidos de queda no PIB, as projeções para 2017 finalmente são de recuperação.

Segundo o relatório Focus, do Banco Central, a mediana dessas projeções já aponta para crescimento do PIB da ordem de 1% no ano no que vem.

Nada mal, mas tenho motivos para acreditar que essa previsão está baixa para o futuro que se aproxima.

Penso que os chamados otimistas estão muito mais próximos da verdade.

Enquanto o banco francês BNP Paribas já projeta crescimento de 2% para 2017, empresários pesquisados pela Folha de S.Paulo já projetam crescimento de +3,30%.

Para 2018, a expectativa é de +3,20%.

É como diz o novo ministro da Fazenda Henrique Meirelles:

 

“Os investidores já começam a botar a cara pra fora da caverna”.


A própria Bovespa reagiu ao longo do impeachment de Dilma Rousseff, com +60% de valorização desde seu último piso, em janeiro deste ano.

É só o começo.

Estudo o comportamento dos mercados há mais de 10 anos com dedicação integral. Sinto-me no dever de avisar aos leitores:

 

O mesmo movimento da década passada, que fez a Bolsa disparar +778%, já está ganhando força novamente.


Veja bem: os mercados trabalham com expectativas. Eles buscam antecipar os movimentos da economia.

Você até pode esperar a economia de fato se recuperar para, então, buscar oportunidades lucrativas de investimento…

A escolha é sua. Livre arbítrio.

Mas fica o alerta: quando tivermos o fato consumado, ou a recuperação realmente estiver acontecendo, as condições de entrada não serão as mesmas. Seus ganhos serão limitados.

Os mercados já estarão em outro patamar.

Afinal, mais uma vez: mercados costumam antecipar os movimentos da economia.

E condições parecidas com as de 2003 se repetem agora, 13 anos depois…

Por isso, acredito com toda minha convicção que estamos diante de uma oportunidade semelhante àquela – provavelmente até melhor.

Falo aqui de ganhar muito dinheiro, dinheiro de verdade.

Este documento irá lhe mostrar exatamente o tsumoney que está em curso.

Não importa que você não seja um profissional do mercado.

Os lucros exorbitantes que já começam a ser construídos não precisam ficar restritos a uma minoria especializada.

Estou falando de oportunidades acessíveis a qualquer pessoa.

Esta chance também é sua.

Após um longo e tenebroso inverno de nove anos de hibernação, o mercado de capitais brasileiro finalmente dá os primeiros sinais de renascimento.

Os grandes gestores perceberam o movimento e já organizam seus talheres à mesa. Os investidores estrangeiros também estão de olho no bolo.

Você precisa se posicionar AGORA antes que eles abocanhem todo este grande bolo.


A HISTÓRIA FAZENDO RIMA

O mercado não se desenvolve de maneira constante, sempre “para o alto e avante”.

Períodos de crise são alternados com momentos de crescimento mais intenso.

Há quem perca dinheiro, enquanto uma minoria, que se prepara adequadamente, consegue elevar seu patrimônio a outro patamar.

Assim como no início da década passada, atingimos em janeiro de 2016 o fundo do poço. E também já começamos a sair dele – do mesmo jeito que fizemos no passado.

A fuga do poço novamente se dará em duas fases:

  1. O novo governo traz de volta a confiança e a economia dá sinais de recuperação
  2. Investidores retornam à Bolsa, criando um ambiente convidativo à entrada de novas companhias. E essas empresas trazem mais investidores que trazem mais empresas, numa espécie de círculo virtuoso da valorização.

Quer saber como isso funciona?

Pois veja só o que aconteceu no início do século.

Você verá que reunimos as mesmas condições agora.


Fase 1: A volta da confiança e os sinais da recuperação

A Crise de 2008 derrubou a Bolsa brasileira, que desde então vinha andando de lado.

Lá se foram mais de 8 anos sem um rumo definido…

Pois algo parecido acontecia no fim dos anos 90.

O mercado estava completamente sem direção durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso até que, em 2000, entrou num profundo ciclo de baixa.

O fundo do poço veio em outubro de 2002.

Na época, o desânimo imperava. A economia passava por ajustes importantes, e a iminente vitória de Lula nas eleições sugeria uma ruptura com o modelo econômico de controle fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Sempre buscando antecipar os movimentos econômicos, os mercados caíram diante do chamado “risco Lula”.

O clima entre empresários e investidores era de medo, derrubando o índice Bovespa para 8.370 pontos e elevando substancialmente os indicadores de risco-Brasil.

Foi então que, ainda em meio às eleições, o candidato petista publicou a famosa Carta aos Brasileiros, comprometendo-se a não mexer na política econômica de FHC.

Mais do que prometer, o novo governo respeitou o combinado e ainda foi agraciado com uma profunda melhora no cenário externo.

O mercado rapidamente retomou a confiança fazendo com que, ao final de 2003, o Ibovespa alcançasse 22.236 pontos.

É claro que o índice ainda sofreria uma correção antes de emplacar o segundo movimento, retornando a 17.604 pontos em maio de 2004.

Ainda assim, a valorização de +110%, dos 8.370 aos 17.604 pontos, estava consolidada.

A Bolsa ganhava fôlego para a fase seguinte…


Fase 2: Investidores e empresas vêm à Bolsa

Aqui começa o nosso círculo virtuoso.

É verdade que a Bolsa de São Paulo existe com o nome atual desde 1967 e que seu índice, o Ibovespa, é referência das principais ações brasileiras desde 1968.

Ainda assim, a Bovespa era praticamente inexpressiva antes do século 21. A verdade é que estávamos engatinhando no mercado de capitais.

Mas o ano de 2004 representa um marco e é considerado até hoje como o ano da reabertura do mercado brasileiro.

Mas o que afinal aconteceu em 2004?

As empresas finalmente se deram conta de que abrir o capital com emissão de ações era a forma mais barata e rápida de arrumar dinheiro.

Somente assim para expandir as operações e dar conta dos novos clientes que desejavam comprar seus produtos.

Sabe como uma empresa abre capital?

Por meio de uma oferta pública de ações, o Initial Public Offering, mais conhecido como IPO.

É bom para a empresa, que se capitaliza para financiar sua expansão, e bom para o cidadão, que tem a oportunidade de ser dono de uma fatia das grandes empresas do País.

Quem não quer ser sócio de grupos rentáveis como Itaú, Ambev ou Natura?

A Natura, aliás, foi um símbolo desse período.

Foto: abertura de capital da Natura, em 2004, e a primeira abertura de capital do Novo Mercado da Bovespa. Fonte: Exame.


O lançamento da Natura no mercado foi o primeiro de 110 IPOs que capitalizaram cerca de R$ 86,4 bilhões entre 2004 e 2007.

Os investidores estrangeiros se entusiasmaram bastante com o movimento, sendo responsáveis por 70% do volume financeiro oferecido nos IPOs.

Mais do que isso, eles se entusiasmaram com a própria Bolsa brasileira.

Em 20 de maio de 2008, o índice Bovespa atingiu sua máxima de 73.516 pontos 

… uma valorização de +778% do piso ao cume, que enriqueceu muitos profissionais do mercado.

Eles foram capazes de fazer grandes fortunas e não foi exatamente por causa desses +778%.

Ao estudar o mercado, os balanços e o modelo de negócios das empresas, eles compravam aquilo que de melhor havia para o momento.

Ações de empresas como Usiminas, Companhia Siderúrgica Nacional, Schulz, Lojas Americanas e CCR SA, que se valorizaram respectivamente +7.445%, +5.982%, +3.796%, +3.288% e +2.714%.

E até mesmo ações lançadas no mercado depois de 2004 por meio de IPOs bem-sucedidos, como nos casos de Cyrela, em 2006…

Localiza, em 2005…

… e Natura, em 2004…

Eu sei que verificar essas valorizações depois do fato ocorrido costuma gerar uma certa frustração em quem não aproveitou a oportunidade a tempo.

De que adianta saber tudo isso se não podemos voltar ao passado?

Essa chance já era.

Mas insisto: condições parecidas com as de 2003 se repetem agora, 13 anos depois.

Estamos diante de uma oportunidade semelhante àquela – provavelmente até melhor.

 

Uma chance real de multiplicar o seu patrimônio, assim como fazem gestores de fundos e profissionais do mercado.


“Mas como pode ter tanta certeza?”, você deve estar se perguntando. “O governo atual nem assumiu direito…”

É o que pretendo lhe provar agora.


A FASE 1 JÁ COMEÇOU

Acredito com toda minha convicção que atingimos o fundo do poço, aos 37.497 pontos, em 26 de janeiro de 2016.

Sabe o que havia lá no fundo?

Uma mola, que poucos notaram.

É importante percebermos essas viradas na economia logo quando o movimento tem início. Caso contrário, perdemos todo o período de bonança que está pela frente.

Aí quem ganha com as valorizações da Bolsa são os de sempre – gestores de fundos e profissionais do mercado –, NÃO VOCÊ.

Veja no gráfico abaixo os últimos 35 anos da Bolsa brasileira, em dólar:

Como pode perceber, nós já temos uma certa experiência com fundos do poço.

Ele foi atingido três vezes ao longo desse período, após quedas de -90%, -82% e -70%.

Note que nos períodos seguintes às duas primeiras quedas, o índice Bovespa em dólares se multiplicou por 29x e 20x.

A pergunta que não quer calar: após essa última queda de -70%, que nos trouxe ao patamar atual…

 

… em quantas vezes o índice irá se multiplicar?

3x? 5x? 10x? 20x? Mais?

E você, verá seu patrimônio se multiplicar com a mesma intensidade?


Se esse é o seu desejo, precisa agir o quanto antes – da mesma forma que eu também estou fazendo.

O processo de impeachment da presidente Dilma e o início do governo Temer trouxeram de volta a confiança do investidor.

A Bolsa já começou a reagir e se encontra atualmente na casa dos 60 mil pontos – ganhos superiores a +60% desde seu piso em janeiro, aos 37.497 pontos.

Não faz mal que você tenha perdido o início dessa subida, ainda temos muito pela frente.

O que são 60% comparados a possibilidade de multiplicar o patrimônio por 20x?

Você está percebendo a dimensão disso?

Quer dizer que, se tiver R$ 30 mil investidos atualmente, os mesmos virariam R$ 600 mil.

Ou R$ 100 mil investidos se tornariam R$ 2 MILHÕES.

E por aí vai…

Isso, tomando por base a média das ações – e não o desempenho das melhores ações.

Ainda nem concluímos a Fase 1 do Renascimento dos Mercados. Na década passada, somente essa fase foi responsável por ganhos de +110% entre outubro de 2002 a maio de 2004.

A valorização de agora está apenas começando.

E, como você sabe, a escalada da Bolsa tem solavancos. Um ciclo de crescimentos nunca é todo para cima.

Trocas de governo são mesmo difíceis, nada mais natural que este início apresente algumas dificuldades.

O importante é a retomada da confiança.

E esta crença não é só minha…

“Voltou a esperança. E, quando volta a esperança, acaba voltando a confiança”.


Foi o que disse o empresário Abílio Diniz em evento recente organizado pelo consulado de Portugal.

Boa parte das empresas já fez os seus ajustes. Um ciclo de recuperação, embora pouco percebido pela população, já teve início.

A onda de renascimento do mercado brasileiro está em plena formação, e os economistas estão aos poucos se dando conta disso.

Como vimos anteriormente, a previsão de crescimento do PIB segundo empresários pesquisados pela Folha é de +3,30% para 2017 e +3,20% para 2018.

Note que, a cada nova projeção, essa estimativa de crescimento aumenta um pouco mais.

As chamadas nos jornais e portais de notícia também refletem a melhora no humor.

Não se trata apenas de um otimismo sem fundamentos. Já temos fatos relevantes de nossa economia para suportá-lo.

Não são poucos.

Na sequência, listo seis sinais incontestáveis de que estamos no ponto da retomada da confiança:

1 – Marcamos o primeiro superávit em conta corrente em sete anos: nosso setor externo passou por um ajuste importante, mais intenso e rápido do que todos podiam supor previamente.

2 – Os termos de troca da nossa economia têm melhorado destacadamente: isto é, as commodities estão voltando a níveis razoáveis lá fora, com minério de ferro a US$ 55/tonelada e petróleo próximo de US$ 50/barril. Poucos imaginavam uma recuperação assim em tão curto intervalo de tempo.

3 – A inflação dá sinais de arrefecimento: Se no ano passado ela ultrapassou os dois dígitos, a previsão é de que caia para 7,26% em 2016 e 5,3% em 2017.

4 – Com essa queda da inflação, abrimos espaço para que os juros também caiam de maneira expressiva, provavelmente já no segundo semestre. Em outras palavras, é injeção de estímulo ao consumo e ao investimento, para que o País volte a gerar empregos e crescer.

5 – Há ainda uma série de projetos prontos para serem retomados com a percepção real de que a política econômica está sendo conduzida com responsabilidade.

As próprias empresas brasileiras já perceberam a mudança de rota e voltaram a captar recursos lá fora, aproveitando a janela de elevada liquidez internacional.

Já são 10 bilhões de dólares emitidos por empresas como Petrobras, Marfrig, Vale e Cosan, afinal…

6 – Os estrangeiros começam a demonstrar confiança na capacidade de pagamento de nossas empresas, aceitando bem seus papéis.

Qual vantagem essas empresas têm ao emitirem mais dívidas?

Menos pressão no curto prazo sobre seus balanços, com aumento da capacidade de pagamento e maior potencial para investimentos.

Tudo isso já está dado, agora imagine o que ainda vem pela frente e poderá impulsionar de vez nossa economia.

Por exemplo, à medida que houver um pacote de reformas, concessões e privatizações capazes de avançar em infraestrutura logística, aí o novo ciclo virtuoso estará à vista de todos.

A receita é simples, não há mágica.

 

A arrumação das contas públicas contribui para a queda da inflação, que abre caminho para os cortes na taxas de juros, que estimulam a economia…


Assim completaremos a Fase 1 da valorização da Bolsa, com ganhos parecidos ou até mesmo maiores que os 110% vistos de outubro de 2002 a maio de 2004.

Se na época a Bolsa saltou de 8.370 pontos para 17.604, agora podemos de cara subir de 37.497 a 78.865 pontos.

Ainda estamos na casa dos 60 mil pontos.

Portanto, você ainda pode lucrar todo o restante dessa valorização num curto intervalo de tempo.

Melhor: chegar aos 78.865 pontos terá sido só o início da Fase 1, marcada pela troca do governo e retomada da confiança.

A fortuna de verdade para quem se posicionar agora virá mesmo na Fase 2, quando a rima fica ainda mais rica.


A Fase 2 (para enriquecer quem se posicionar agora)

Você viu que a reabertura do mercado no início da década passada levou o Ibovespa de 8.370 a 73.516 pontos, com valorização de +778% em menos de 6 anos – cerca de +45% ao ano.

É bastante para o período, não é mesmo?

Comparando com a realidade atual, é como comprar a Bolsa a 37.497 pontos e vendê-la a 154.621 pontos.

Ganhos de +778%, somando as Fases 1 e 2 de valorização.

Mesmo para quem se posicionar agora aos 60 mil pontos, ainda poderá mais do que duiplicar o valor investido.

Trata-se de um percentual formidável, que pode ficar ainda mais expressivo.

 

Você não vai investir no índice Bovespa, que reflete a média do desempenho das ações. O plano é investir somente nas melhores empresas, escolhidas a dedo.


Para que comprar as empresas ruins do índice?

Não lhe parece mais inteligente encontrar as novas Usiminas, Companhia Siderúrgica Nacional, Schulz, Lojas Americanas e CCR SA, capazes de valorizações de +7.445%, +5.982%, +3.796%, +3.288% e +2.714%?

Um ganho de +2.714% já seria suficiente para multiplicar seu investimento por 28 vezes. Que dirá lucrar +7.445%…

(fez a conta?)

Falo, por exemplo, de transformar R$ 100 mil em R$ 7,5 milhões.

Você só tem R$ 10 mil? Pois serão R$ 750 mil.

Não importa a quantia, a oportunidade está acessível a qualquer patrimônio.

“Mas, afinal, o que acontece mesmo na Fase 2, para que as empresas tragam tamanho retorno?”

Simples. O Renascimento do Mercado de Capitais Brasileiro.

Trata-se de uma consequência inevitável da Fase 1.

Após atingirmos o fundo do poço, trocamos os governantes. O novo presidente renova a esperança do brasileiro, traz a confiança de volta ao mercado e cria as condições para que a economia dê seus primeiros sinais de recuperação.

Com a casa arrumada, os investimentos voltam.

O fluxo de capitais estrangeiro ainda é a principal fonte de recursos investidos no mercado brasileiro. Esse caminhão de dinheiro estrangeiro contribuiu decisivamente para a valorização de 2003 a 2008.

Agora preste atenção ao que aconteceu na sequência desse período de bonança, após 2008… com a quebra do banco Lehman Brothers, a crise norte-americana e, posteriormente, as incertezas em relação ao futuro da economia brasileira, que começou a ir para o buraco. 

O investidor gringo simplesmente sumiu… e nós apertamos os cintos.

Primeiro foi a crise mundial e depois a falta de confiança no Brasil que fizeram com que os dólares simplesmente desaparecessem de nossa Bolsa.

Mas veja só, a confiança no País está se renovando.

Num mundo onde a taxa de juros está praticamente zerada, os investidores estrangeiros estão ávidos por oportunidades como as que aqui existem.

Veja abaixo um retrato das taxas de juros entre as economias mais relevantes do mundo:

Para onde vai o dinheiro dos investidores desses países todos, se não há rentabilidade (juros) em seus mercados locais?

Com juros excepcionalmente baixos no mundo todo e Bolsas internacionais relativamente caras em relação à Bolsa brasileira, os investidores estrangeiros têm, na BM&F Bovespa, uma série de pechinchas, especialmente para quem tem dólares.

Assim que a Fase 1 se concretizar (ou mesmo antes), o investidor estrangeiro terá voltado à nossa Bolsa.

Já você só tem uma chance: chegar antes dele.

E, na Fase 2, não será apenas o estrangeiro a retornar à Bolsa.

Lembra dos IPOs que capitalizaram cerca de 86,4 bilhões de dólares de 2004 a 2007?

Pois bem, eles andaram meio sumidos ultimamente – apenas dois nos últimos dois anos.

Mas a expectativa é de que mais empresas queiram abrir capital neste segundo semestre, assim que a saída de Dilma for consumada.

O próprio governo pretende se utilizar desse meio para aliviar o próprio caixa.

Empresas como resseguradora IRB, Caixa Seguros, BR Distribuidora, Infraero Aeroportos e Infraero Participações já estão na fila, só aguardando o momento certo.

Outras como a produtora de celulose Eldorado, do grupo J&F, o programa de milhas Tudo Azul, da companhia aérea Azul, e até mesmo o grupo Carrefour também aguardam o momento oportuno de emitir suas ações.

Essas e muitas outras estão só de olho nos avanços da Fase 1, à espera de sinais ainda mais evidentes de uma retomada econômica.

Mas nós já estamos nos posicionando agora – depois será tarde – e convidamos você a fazer o mesmo.

A Fase 1 está se desenrolando muito bem.

Depois virá o Renascimento do Mercado de Capitais Brasileiros com a volta dos investidores estrangeiros, dos IPOs e a chegada de mais investidores e mais empresas, alimentando o círculo virtuoso da valorização.

A rima está dada, a música já está tocando.

Convido você a me acompanhar.

Desta vez, os gestores de fundos e os profissionais de mercado não ficarão com o bolo todo. Nem mesmo os estrangeiros tomarão conta da festa.

Esta é…

 

A SUA CHANCE


Meu nome é Bruce Barbosa, sou o analista responsável pela série As Melhores Ações da Bolsa.

Sou formado em Engenharia de Produção Mecânica pela USP e possuo MBA pela New York University.

Após anos de experiência no mercado financeiro, me juntei ao time da Empiricus em junho de 2015.

Aplicando os preceitos da estratégia infalível de Warren Buffett, procuro pelos melhores negócios existentes na Bolsa brasileira.

As pechinchas.

As ações que farão a diferença neste Renascimento do Mercado de Capitais Brasileiro.

Oportunidades assim dificilmente aparecem mais de uma vez na vida.

“Preço é o que você paga. Valor é o que você leva.”

Warren Buffett

Encontrei exatamente 10 dessas barganhas. Verdadeiras pechinchas.

Ações de empresas realmente boas, com fundamentos sólidos.

Todas elas respeitando um a um dos critérios abaixo:

Negócio com comprovado poder de gerar lucros;

Negócio que tenha bons retornos sobre o patrimônio investido;

Negócio simples, de fácil entendimento e que não esteja sujeito a grandes mudanças;

Preço interessante;

Empresas com pequena variabilidade de resultados.

 

A propósito, são as únicas ações realmente atrativas que satisfazem a todos os nossos critérios de multiplicação de valor.

Serão elas que liderarão a próxima onda de supervalorização da Bolsa.

Dentre elas, há por exemplo a ação de um gigante que está tão barata que fica difícil ignorá-la.

Só para ter uma ideia, o preço atual deste gigante é 0,7 de seu valor patrimonial  – 50% de desconto.

Em outras palavras, se vendermos todos os ativos que ele possui, receberemos apenas 0,83 vezes o preço pelo qual ele está avaliado..

Tem mais.

Esse gigante tem participação em outras duas grandes empresas.

Aos preços atuais de mercado, somente essa participação vale atualmente 90% do preço do próprio gigante.

Retirando sua participação nas duas galinhas de ovos de ouro, compramos um bom negócio a preço de banana.

Faz sentido isso? Está barato ou não está?

É bem verdade que houve motivos para suas ações ficarem tão descontadas, mas é fato que o gigante permanece lucrativo, distribui polpudos dividendos e está pronto para ver o preço de suas ações dispararem com sua nova gestão já em andamento.

Ele está pronto para surfar o Renascimento do Mercado de Capitais Brasileiro, assim como já fez na década passada.

E ele é apenas uma das ações de nossa carteira.

Uma das empresas que ajudarão a multiplicar seu patrimônio por 5x, 10x, 20x ou até mais.

O que você precisa para participar desta onda de supervalorização

Analisando a fundo as anomalias de preço mais significativas do mercado atual, encontrei 10 Oportunidades Imperdíveis para o Renascimento.

As 10 AÇÕES QUE VOCÊ DEVE COMPRAR AGORA são apresentadas dentro da série As Melhores Ações da Bolsa.

As Melhores Ações da Bolsa

Quem agarrar esta oportunidade saberá tudo sobre cada uma das ações – IMEDIATAMENTE – e estará pronto para aproveitar a valorização das fases 1 e 2 do Renascimento.

Para isso, temos uma oferta irrecusável…

Uma condição promocional para que você não deixe passar esta oportunidade única.

A assinatura da série As Melhores Ações da Bolsa, com suas 10 ações imperdíveis sairá excepcionalmente nesta oferta por R$ 12,00/mês na assinatura anual.

E você tem ainda com um belo desconto adicional de 5% no pagamento à vista pelo cartão de crédito.

Isso lhe permitirá, por um valor pequeno, ter acesso às 10 ações que você deve comprar antes dos gringos, e que elevarão seu patrimônio a um novo patamar.

Por que tão barato?

Em termos práticos, desenhamos um valor que permita que você simplesmente experimente nosso produto, para ver se ele realmente se enquadra na sua pretensão.

Pensamos em um produto cujo conteúdo seja acessível a qualquer pessoa, de modo a potencializar seu poder econômico. Estamos convictos de que, em conjunto, os leitores que acompanharem a série e aplicarem suas ideias protegerão milhares de reais em patrimônio e ganharão outros milhões.

Muito mais do que eu faria sozinho.

É por isso que, através desta carta, estamos oferecendo a oportunidade de entrada na série por valor tão barato.

Mais do que conhecer as ações, você terá à sua disposição o rico acervo da série.

Com ele, você receberá um conteúdo valoroso (teórico e prático) e acesso imediato às nossas 10 ações do Renascimento.

Entre elas:

1 – O gigante com preço de 6,5x lucro e 17% de desconto sobre o valor patrimonial…

2 – Uma marca tradicional do vestuário, sem dívidas, com alta rentabilidade e gerida por mãos de ferro pela família controladora…

3 – Uma companhia do maior e mais eficiente grupo empresarial do Brasil, com forte plano de expansão e negociando à metade do valor de mercado de seus ativos imobiliários…

4 – O investimento que todo cidadão precisa ter pela capacidade financeira da instituição, pelo grande potencial de crescimento e risco mais baixo que qualquer outra ação…

5 – Um dos maiores varejistas do Brasil, que segue abrindo lojas pelo País para sair ainda mais fortalecido da crise…

6 – A sexta maior marca do Brasil, com um negócio absurdamente rentável e atualmente se expandindo por Europa e América Latina…

… e muito mais!

TODAS excelentes empresas a preços incrivelmente descontados.

Uma oportunidade que nem sempre aparece na vida, que dificilmente será encontrada em outro país e que divide o mesmo tempo e espaço que você.

As suas 10 Ações do Renascimento.

Ao assinar o serviço, caso entenda que esta oportunidade não é para você, ainda tem a garantia de devolução do valor da assinatura ao efetuar o cancelamento nos primeiros 20 dias.

Percebeu?

Nessas condições, o risco está todo do nosso lado. Se estamos abrindo essa brecha é porque confiamos na qualidade do material que você está prestes a conhecer.

Você está diante de uma oportunidade realmente relevante que pode mudar a sua história, por uma condição extremamente vantajosa e com risco zero.

Vai pegar ou deixar escapar?

Não deixe os gestores de fundos e os profissionais do mercado financeiro ganharem sozinho como fizeram de 2003 a 2008 – como sempre fazem.

Agora é a sua vez de também fazer fortuna.

O Renascimento do Mercado de Capitais Brasileiro é o seu tsumoney.

 

Um abraço,
Bruce Barbosa

 

Compromisso Empiricus registrado em cartório

CLÁUSULA DE CONFIANÇA 100%

Apesar de todas as vantagens já implícitas no material, a oferta em questão não perde a prerrogativa da Cláusula de Confiança Empiricus registrada em cartório: caso você não goste do conteúdo, pode cancelar a assinatura nos primeiros 20 dias com reembolso de 100% do valor pago.

Isso mesmo: você terá acesso imediato a todo o material do plano e ainda garantirá a possibilidade de cancelar posteriormente, recebendo o seu dinheiro de volta.

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