A Grande Queda 

Como o Fed ignorou uma importante lei da física e não enxergou um mercado em queda livre… 

e como um ex-integrante da CIA recomenda proteger o patrimônio de sua família.

 

Caro leitor,

Imagine-se carregando uma dessas pesadas balas de canhão.

Consegue sentir o peso dela por um instante?

Então mentalize que você está colocando ela no canhão.

Acenda o pavio…

Tampe os ouvidos com as mãos…

Dentro dele, uma peça metálica (o martelo) bate numa munição cheia de pólvora, causando uma explosão que cospe a bala em direção ao alvo.

Esqueça o tranco, o barulho e a fumaça.

Observe como a bala sai do canhão e vai pelo ar…

Sua trajetória é mais ou menos essa:

Note que, ao mesmo tempo em que a bala sobe até o ponto mais alto, ela perde momentum e velocidade. Então, duas coisas importantes acontecem:

 

1) Ela atinge a altura máxima no ar — no ápice do arco — onde sua velocidade vertical é nula.

2) A gravidade então “puxa” a bola para baixo e ela entra em queda livre até atingir o chão.

 

O princípio de funcionamento dessa arma um dia indispensável nos arsenais dos exércitos permanece mais ou menos o mesmo desde seu surgimento: ela sobe, atinge o ápice e depois cai em queda livre, até o colapso.

Isso sempre acontece, independentemente de você arremessar uma ou 100 balas. O padrão nunca falha. Não muda.

Isso ocorre por causa de uma lei física, provada por Cauculus.

O movimento parabólico.

Para nós, modelo de canhão.

Guarde esse raciocínio por ora. Em breve explico melhor…

Agora, observe esse gráfico do mercado de ações dos EUA nos últimos cinco anos:

Notou algo?

A ascenção do índice Dow Jones é bem parecida com a subida da bala de canhão, concorda?

Mas não foi a pólvora que o impulsinou.

Essas ações foram lançadas para cima enquanto o Federal Reserve imprimia quantias enormes de papel-moeda e mantunha a política de taxas de juros em zero.

Assim que o Banco Central americano injetou US$ 3,4 trilhões em dinheiro novo no eercado, ele acendeu o fusível das ações americanas e…

BOOM!

Os ativos dispararam, assim como a bala de canhão.

Até que, (vamos dar uma olhada no que aconteceu nos últimos meses):

Assim como a bala de canhão atingiu seu ápice e caiu em direção a terra, o mercado estagnou na altura máxima e se sustentou por alguns momentos.

Agora, com o curso se invertendo, o índice Dow Jones apresentou queda de mais de 1.700 pontos só no primeiro mês de 2016.

Anote essas palavras – esse é apenas o início de uma Grande Queda.

Não é um colapso que vem se aproximando de um ano para cá.

É um colapso acontecendo bem aqui, agora.

Você deve ter ouvido sobre este ajuste na TV, ou ter lido sobre o assunto nos jornais.

Mas ninguém vai te dizer o quão crítico esse colapso realmente será…

…nem exatamente o quanto ele pode te afetar.

Sua estabilidade financeira, sua aposentadoria e sua liberdade dependem das atitudes que você tomar agora.

Nas próximas semana as ações americanas podem despencar 40%.

Essa queda provocará um efeito dominó muito perigoso nos mercados.

Pode provocar, por exemplo, demissões e perdas de emprego que simplesmente não voltarão.

E como você poderá constatar em breve, desta vez o Fed não será capaz de salvar a economia. Muito menos o Governo.

Na verdade, o Fed só tende a tornar as coisas piores.

E como um investidor, o poder de se prevenir está nas suas mãos – e só nelas.

Você deve preparar suas finanças não apenas para sobreviver, mas para triunfar quando o colapso acontecer.

Quando a bala de canhão intensificar a queda livre.

É por isso que vou lhe mostrar agora como construir seu “quarto do pânico financeiro” para o seu dinheiro.

Abaixo, você encontrará alguns passos para seguir, totalmente sem custos.

Cada um desses passos foi desenvolvido para garantir sua estabilidade em relação a qualquer coisa que aconteça nos mercados.

Um deles, inclusive, mostra como você pode lucrar pelo menos 50% ainda que o colapso aconteça.

Você deve seguir esses passos o quanto antes – mais precisamente, assim que acabar de ler esse texto.

 

Meu nome é Jim Rickards

 

Talvez você não me conheça como o autor dos best-sellers Currency Wars e The Death of Money.

Ou então como o consultor em economia internacional e ameaças financeiras da CIA a central de inteligência do governo americano.

Tudo bem, pois hoje não estou aqui para falar com você como um autor ou consultor público.

Muito pelo contrário.

Falo como um amigo.

Preocupado em te dizer exatamente o que me propus a fazer para ajudar os cidadãos a não perderem dinheiro.

Poucas pessoas sabem da minha história…

Quando eu era criança, minha família perdeu quase tudo. Eu tinha 12 anos quando meu pai declarou falência depois que o posto de gasolina da nossa família fechou as portas.

E aos 47 anos de idade, eu perdi tudo de novo.

Na época, eu já era um milionário e um dos profissionais mais bem pagos de Wall Street.

Eu investi grande parte da minha fortuna na empresa em que eu trabalhava – uma gestora de fundos com foco no longo prazo.

Ela era comandada por dois gênios, vencedores do prêmio Nobel de economia. Eles tinham QIs médios de 165 e eram considerados importantes cabeças financeiras do mundo.

Isto me fez pensar que meu dinheiro estava em boas mãos.

Eventualmente, a gestora se tornou uma rede de contratos financeiros no valor de $ 1,3 trilhão de dólares.

Então os modelos matemáticos ruíram, causando a crise financeira de 1998.

Na época, eu auxiliei nas negociações com 14 dos maiores bancos de Wall Street e acabamos por salvar o sistema financeiro.

Mas eu perdi 92% dos meus investimentos.

Decidi recomeçar, assim como fiz aos 12 anos de idade.

Depois de perder minha riqueza em questão de dias, eu estava determinado a ir a fundo e entender o que havia acontecido…

“Como a gestora errou dessa maneira?”, eu me perguntava.

Comecei a cogitar que os modelos financeiros usados poderiam não estar certos.

Foi então que, nos últimos 10 anos, ingressei em uma odisséia particular a fim de estudar os riscos em mercados financeiros.

Mais abaixo vou mostrar as 5 razões por que estou 100% certo de que A Grande Queda já começou.

São elas:

1. Dois aumentos na taxa de juros até junho, podendo estourar a bolha
2. O rombo da dívida vai estourar nos EUA neste ano
3. O retorno das ações será negativo antes da corrida presidencial
4. Estamos em níveis recordes de alavancagem
5. 40 ações recentemente tiveram quedas expressivas

Mas antes de provar, deixe-me mostrar como o Modelo de Canhão pode ser assertivo.

 

Se decidir ignorar, arque com as consequências

 

Aplique esse Modelo sobre as duas maiores crises do mercado americano – e você verá o mesmo padrão preocupante que eu demonstrei…

Veja esse gráfico do estouro de 1996-2000 e a queda subsequente de 40%…

Dá pra ver a subida.

O ápice.

E a grande queda.

Agora, veja esse gráfico de 2003-2007 com o estouro e a queda das ações americanas, exatamente como o movimento parabólico…

…do Modelo de Canhão.

De novo, o mesmo padrão.

Subida.

O ápice.

E a queda.

Como você pode perceber, esse padrão aparece mais ou menos a cada OITO anos nos mercados.

Ele levou à quebra dos mercados em 2000…

A outra quebra novamente em 2008…

E não é preciso ser um expert em matemática para saber quanto é 2008 + 8…

Fiel ao Modelo de Canhão, essa é a trajetória demonstrada em tempo real, e como os mercados se encontram hoje:

Você verá a subida…

A bala de canhão fica alguns instantes no ápice…

A gravidade vem e…

Veja bem.

Estamos EXATAMENTE nesse ponto, nesse momento, no mercado de ações.

Você está percebendo o movimento de queda com certa antecedência.

Isso significa algum tempo para se preparar.

Não se engane: ignorar essa mensagem é assumir um enorme prejuízo.

Estamos prestes a descer.

Não é uma questão de “se” irá acontecer, mas de “onde isso vai dar? ”

Vou lhe mostrar os 5 gatilhos que fazem essa queda parecer ainda mais próxima.

Também vou demonstrar quatro passos simples para construir um “quarto do pânico” para seu dinheiro –  garantindo não só sua proteção, mas a possibilidade de incrementá-lo mesmo em tempos de crise.

Como disse, eu não estou aqui como consultor do governo.

Esse são os passos que estou tomando com o meu próprio dinheiro.

Como o homem que foi chamado de “Paul Revere” do mercado financeiro, recomendo fortemente que comece a sua movimentação para cuidar de seu dinheiro também.

 

Você está preparado para uma queda de 40%?

 

Em Maio de 2015, o S&P 500 atingiu seu pico em 2.130 pontos.

Agora, o índice está revertendo seu curso e começa a cair.

E muito em breve, acredito que despencará outros 30-40%.

Lembre-se: isso é perfeitamente previsível seguindo o Modelo de Canhão. Assim como foram previsíveis as duas quebras anteriores.

É só continuar seguindo a linha projetada para baixo…

Anote aí – o que você está vendo agora é apenas o começo.

O estrago total será muito, muito pior.

O que está a caminho poderá levar seu “suado” dinheiro às cinzas.

Sei que você deve estar pensando que essa é uma constatação séria demais.

Mas assim como no Modelo de Canhão – assim que o curso do mercado é revertido, não há nada que possa impedi-lo de cair até atingir o chão.

Existem 5 razões pelas quais estou confiante de que esse modelo se aplica rigorosamente ao mercado de ações americano atualmente.

Você condordará comigo assim que você entendê-las.

E poderei te mostrar o que você pode fazer para se proteger.

Pense nessas 5 forças como atrações gravitacionais “puxando” a bala de canhão em direção ao chão. Em queda livre e acelerada.

 

Força #1
Dois reajustes da taxa de juros, até junho

 

No mundo inteiro, não exitem muitas pessoas prevendo isso agora.

O Federal Reserve aumentará a taxa de juros mais duas vezes ainda esse ano.

Mais precisamente, em 16/03/2016 e 15/06/2016.

São poucos os que veem isso vindo. E assim fica difícil enxergar como isso impactará as ações.

Não cometa erros. O aumento na taxa de juros – duas vezes – significa uma coisa.

 

O dólar, que já é forte, vai ficar mais forte ainda. 

 

De forma superficial isso pode parecer algo bom.

Os preços vão cair…

É o que os economistas chamam de “deflação”

Esse é o ponto…

Durante a deflação, as pessoas adiam suas compras para depois. Assim elas podem aproveitar o menor preço.

Por causa dessa dinâmica, a tendência é que a população americana gaste muito menos nas próximas semanas.

Menos gastos = menos lucro para as empresas.

Menos lucro = preços menores de ações.

Simples assim.

Pode anotar: o dólar, mais forte, vai atingir os ganhos das corporações de maneira expressiva ao longo de 2016.

Não digo isso como esses falastrões da TV…

Mas como o homem a quem o governo recorre em cenários de simulação de guerras cambiais.

E eu não sou o único.

De acordo com a pesquisa do Citi, os insiders de Wall Street concordam.

Quando questionados qual é o risco número 1 para o Mercado de ações em 2016, eles dizem: resultados corporativos.

E isso antes de ameaças geopolíticas, terrorismo, do colapso da China ou da política governamental.

Mas existe uma força maior que essa rebaixando o preço dos ativos…

 

Força #2
O rombo da dívida vai estourar

 

Estou me preparando para uma piora na dívida pública da ordem de US$ 2,5 trilhões. E muito em breve.

O motivo?

O preço do petróleo.

Desde 2014, o preço do barril – que foi de aproximadamente US$ 110 para menos de US$ 30 – fez com que muitos projetos de exploração fossem inviabilizados.

Algumas empresas têm ido à falência por causa disso. Mas por ora, não tem sido tanto um problema pois os produtores tinham seus riscos cobertos por um ano.

Eles também tinham reservas de petróleo das quais poderiam extrair quantias suficientes para gerar capital e cobrir seus pagamentos de dívida.

Eu fui um dos primeiros analistas a mencionar esse problema logo no início de 2015.

Eu disse: “Com o preço de petróleo variando entre US$ 45-55 por barril , esses projetos não são mais rentáveis e a dívida deixará de ser paga no início de 2016.”

Bem, aqui estamos… em 2016.

E o truque foi descoberto.

Os produtores de petróleo já não estão mais protegidos. Seus antigos poços estão esgotados e eles não conseguem explorar novos poços rentáveis.

Isso significa um tsunami de inadimplência no setor aparecendo agora.

Essa dívida vai logo rasgar a economia e se tornar uma das principais manchetes mundiais.

As ações de empresas petrolíferas vão despencar, sendo que um expressivo número delas chegará a zero.

Você deve estar pensando…

“Mas, Jim, isso não vai me afetar…não tenho ações da Exxon Mobile ou da BP…”

Bom, repense.

Assim como a indústria hipotecária dividiu, repaginou e vendeu a dívida para quem pôde durante o auge, a dívida do petróleo tem sido distribuída e vendida por aí.

Existe boa parte dela em fundos de renda fixa.

Eles estão presentes em quase todos os planos de aposentadoria que existem – e a maioria dos investidores não tem ideia do que se trata.

Se você mora nos EUA e tem algum tipo de aposentadoria (no caso brasileiro podemos fazer uma analogia aos fundos de pensão que investem em Petrobras), meu palpite é que você seja dono de uma parte dessa dívida, mesmo sem saber.

Isso significa que você corre risco.

E quando a queda acontecer, e a dívida piorar, investidores serão assombrados por essa onda de falências.

Vão tentar tirar capital do mercado o mais rápido possível, aumentando ainda mais a pressão de venda.

As ações vão ser derrubadas ainda mais…

E isso não poderia acontecer em uma época pior.

Veja bem, além do dólar forte, e de todo esse calote da dívida, estamos nos aproximando de um dos piores períodos de performance das ações…

 

Força #3
Retorno das ações será negativo antes da corrida presidencial

 

Historicamente, o desempenho das ações não costuma ser bom às vésperas de eleições.

Por que?

Pairam muitas incertezas no período que antecede a escolha de um presidente.

Quem será?

Quais políticas vai implementar?

Mas esse ano existe muito mais dúvidas que o normal.

A eleição atual nos EUA é a mais controversa desde 1912, quando Teddy Roosevelt rompeu com os republicanos para formar o Bull-Moose Party.

E ainda tem mais…

 

Força #4
Estamos no nível recorde de alavancagem

 

Alavancagem massiva é a quarta razão que me faz acreditar que a grande queda está muito próxima…

Alavancagem neste caso é a modalidade de empréstimo de dinheiro para comprar ações.

Quanto mais alta a alavancagem, mais provável que ocorra uma quebra no mercado de ações.

Lembra o que aconteceu quando as pessoas pegaram muito dinheiro emprestado via hipotecas e compraram casas?

A bolha estorou.

E a economia inteira entrou em colapso em 2008.

Agora estamos vendo os empréstimos novamente…mas dessa vez as pessoas recorrem à eles para comprar ações.

Veja esse gráfico…

Note que as últimas quebras do Mercado – a bolha .com em 2000 e a crise financeira de 2007-2008 – foram ambas antecedidas por níveis altos de alavancagem.

Isso ocorre porque os fundamentos do mercado estremecem quando a alavancagem é alta.

A dívida aumenta a instabilidade do sistema, tornando o colapso cada vez mais provável.

Basicamente, ao pegar dinheiro emprestado para comprar ações, você acaba sendo forçado a vender uma parte para pagar o que você emprestou.

Quanto maior a dívida, maior o montante de vendas forçadas na sequência.

Isso cria um ciclo vicioso onde vendas geram mais vendas.

É exatamente isso que cria o colapso rápido.

E a pressão por venda também pode vir de fora…

 

Força #5
40 mercados de ações já sofreram uma Grande Queda recentemente

 

Veja esse mapa:

Esse mapa mostra os 40 países que em 2016 seguiram a trajetória do Modelo de Canhão e estão em queda livre nesse momento.

Todos ascenderam…tiveram seus picos…e uma queda brusca de 20% ou mais – entrando no chamado bear market.

Dentre eles está o mercado chinês, em trajetória negativa desde o ano passado. Caiu 43% em menos de três meses e ainda não se recuperou:

O mercado canadense caiu 22% desde agosto.

Tem seguido a mesma trajetória e também não se recuperou:

Já o índice japonês também seguiu a mesma trajetória. Despencou 23% de seu pico ano passado. E também não apresentou nenhum sinal de recuperação das perdas:

Posso lhe dar mais 37 exemplos como esses, de mercados mundiais caindo 20% ou mais.

No total, os mercados globais já perderam US$ 8 trilhões desde o ultimo pico.

O mercado americano é só um dos três maiores mercados que não foram qualificados como bear market…

Ainda.

Esse é um sinal claro que ele é o próximo da fila…

Verdade seja dita, existem muitas razões além dessas cinco. Mas o meu ponto é: o mercado de ações americano se encontra no início da queda.

E assim como é impossível para a bala de canhão reverter o momentum depois da queda, é igualmente impossível para o mercado reverter o curso.

Enquanto consultor em economia internacional e ameaças financeiras, insito em alertar:

A queda livre dos 40% começou.

Agora mesmo. Você ainda tem tempo para se preparar.

No entanto, é preciso agir rápido. Não dá para dizer quanto tempo você ainda tem antes que seja tarde demais para escapar.

Pode ser uma hora. Um dia. Uma semana.

A minha recomendação é: se prepare. Agora.

Falei anteriormente de criar um “quarto do pânico financeiro”

Deixe-me lhe mostrar o que eu quis dizer com isso…

 

O lugar mais seguro para seu dinheiro

 

Isso que você vê aqui é o chamado “quarto do pânico”.

As pessoas mais ricas no mundo estão construindo esse tipo de cômodo em suas casas.

Em muitos casos, as paredes desse lugar são construídas com uma camada espessa de aço reforçado.

A porta tem sete cadeados e se parece com aquelas portas de cofres bancários.

Dentro desse quarto está tudo o que você precisa, em qualquer circunstância.

Comida. Roupas. Armas. Água.

Você escolhe.

Pessoas influentes e bem relacionadas constroem esses quartos em suas casas para sobreviverem a contratempos: invasões, catástrofes climáticas e inclusive colapsos sociais.

Ninguém espera ter que usá-lo.

Mas os ricos entendem o valor de garantir sua segurança.

E o que eu vou lhe recomendar agora é o equivalente a construir um quarto do pânico…para seu dinheiro.

Não estou falando para construir uma espécie de cofre na sua casa e trancá-lo. Nada disso.

Ao contrário, estou falando de medidas simples de se adotar – agora- para garantir sua proteção contra uma quebra no mercado financeiro.

E esta é a melhor parte:

Mesmo que eu esteja totalmente errado – e ainda que esses eventos não aconteçam – adotar essas simples medidas vai continuar a ajudá-lo a multiplicar seu patrimônio durante esses tempos de incertezas.

Essas são atitudes que eu mesmo sigo para proteger o meu dinheiro e o patrimônio da minha família.

Deixe que eu lhe mostre o que estou fazendo…

 

Passo #1 para o quarto do pânico financeiro
Aplique 10% do patrimônio em Ouro

 

De maneira direta, eu recomendo que você aloque 10% de seu patrimônio em ouro.

Para o investidor que deseja se proteger de um cenário de crise global, é o ativo mais adequado para se ter em carteira.

São características canônicas do ouro a escassez (diferentemente das moedas, não há como se imprimir uma maior quantidade), a fácil divisão e a perenidade associada à não corrosão ou deterioração, fazendo dele uma reserva de valor clássica.

São basicamente 3 formas de se comprar o metal no Brasil:

1) Contratos na BM&F Bovespa
2) Fundos de Investimento
3) Ouro Físico

Lembro ainda que o efeito dólar contribuiu para a elevação do preço do ouro no Brasil nos últimos anos, uma vez que lá fora o preço do metal diminuiu.

Portanto, estar exposto em ouro no Brasil é também uma forma de estar exposto ao dólar.

O investidor brasileiro que acredita em uma deterioração da economia do país frente às grandes economias mundiais pode tentar se proteger comprando dólar.

E este mesmo investidor que também espera uma deterioração geral da economia mundial pode tentar se proteger comprando ouro.

 

Passo #2 para o quarto do pânico financeiro
Certifique-se de que você não tenha nenhuma dessas 50 bombas-relógios na carteira

 

Você possui uma ação como a do Bank of America?

Ou uma de consumo como a Best Buy ou a Starbucks?

E quanto os populares ETFs?

Se sim, procure vendê-las nesse segundo, antes que a queda do mercado americano comece para valer.

Existem ações mais óbvias em seu período crítico.

Mas o mais assustador é que…

Existem pelo menos 50 ações ruins não tão óbvias, das quais você deve passar longe.

Ações que se encontram em quase todas as carteiras de aposentadoria nos EUA.

Pedi a nosso analista, Dan Amoss, para descrever cada uma delas.

Essas ações provavelmente perderão mais da metade de seu valor assim que o colapso chegar.

Se você for um investidor mais sofisticado, pode considerar vender a descoberto algumas dessas ações quando a bala de canhão começar a cair em queda livre.

No mínimo, recomendo checar a carteira e se certificar de que não está exposto a nenhuma das ações mencionadas.

Se você não for um investidor tão sofisticado assim, você deseja lucrar mesmo com a queda, certo?

Para isso, existe uma ação que você deve comprar.

Uma ação ligada ao mercado de ouro, que tem performance superior à do metal em tempos de crise, protegendo seu patrimônio e se valorizando.

Por exemplo, em 2007, ele cresceu 50% enquanto essa ação cresceu 100%.

Não é um ETF ou uma mina de ouro.

De fato, comparada com o ETF de ouro ou até mesmo uma mina, estou te recomendando algo hoje superior para ganhar dinheiro na crise.

Essa empresa tem um dos menores índices de risco.

E eu acredito que ela vá crescer pelo menos 50% no acumulado da maior crise financeira dos EUA.

Enviarei o relatório especial com todas as informações, assim que você entrar em contato.

E você deve se certificar que tem também a estratégia abaixo em mente…

 

Passo #3 para o quarto do pânico financeiro
Se prepare para A Grande Queda com essa estratégia

 

Sempre me perguntam: “Jim, e se você estiver errado?”

Bom, assim como uma barra de supine tem um peso nos dois lados, seu portfolio deve estar balanceado.

Preparado tanto para um movimento de alta como de queda.

Desse jeito, não importa o que acontecer, a situação é de ganha-ganha.

Como fazer isso então?

O portfolio deve ter ouro, obras de arte, terra, dinheiro, algumas ações previamente selecionadas e algumas alternativas de hedge funds.

Nem todas essas modalidades terão bom desempenho nos diferentes cenários, mas algumas vão se sair bem o suficiente para compensar outras e preservar sua riqueza.

Logo, a questão é como investir nessas classes diferentes de ativos, bem como a porcentagem ideal para cada.

Eu salientei essa filosofia de investimento em meu último livro: A Grande Queda: Como aumentar seu patrimônio no colapso por vir. 

Não era um livro que eu pensava em escrever. Mas ele alerta para todos os perigos críticos para os quais todo cidadão deve se preparar por agora.

E há só mais uma coisa que você deve fazer agora…

 

Introduzindo…
Jim Rickard’s Strategic Intelligence

 

Mesmo que eu já tenha falado abertamente na televisão americana em canais como CNBC, FOX e CNN, existe um detalhe…

Esses veículos nem sempre me permitem dividir minhas melhores opiniões financeiras.

E isso é muito importante, porque hoje vivemos uma situação extremamente perigosa.

As coisas são voláteis e o mercado muda muito rápido, o tempo todo.

Então, vinha procurando um meio onde eu pudesse dar um acompanhamento contínuo a meus leitores.

À medida que a crise for se desdobrando, consigo dizer a eles exatamente o que devem fazer e onde devem investir, evitando as armadilhas.

Por essa razão eu decidi lançar o Strategic Intelligence.

O objetivo da série é simples: ajudar as pessoas do mundo todo a evitarem o tipo de dor de cabeça que eu e minha família tivemos duas vezes.

Com uma leitura minuciosa da macroeconomia global para ajudar o leitor a se preparar – e lucrar – em um cenário de crise iminente.

Acredite, você vai precisar de um guia para atravessar um período turbulento, alguém para ajudá-lo a proteger seu patrimônio e lhe mostrar como aumentar sua riqueza em tempos de incerteza.

Com o Strategic Intelligence você terá a oportunidade de ouvir minhas melhores ideias de investimento.

Mais do que um manual para ter ciência dos riscos e sobreviver às ameaças de um grande colapso, você precisa de um acompanhamento contínuo.

E é importante notar que essa é a única forma de receber minhas atualizações e alertas mensais.

Essa série não estará disponível em nenhum outro lugar do mundo, nem à venda.

Lembre-se que você não dispõe de muito tempo para se proteger.

O colapso pode começar mês que vem. Semana que vem.

Uma vez que você chegou até aqui, estou confiante que você fará a coisa mais

prudente e inteligente…e não estará entre os milhões de cidadãos que poderão perder

o “suado” dinheiro quando o mercado entrar em queda livre.

Agora é a hora. Eu espero sinceramente que você se junte à série.

Tenho certeza que será uma das melhores decisões financeiras da sua vida.

E ela tem um preço bastante simbólico perto da proteção e da segurança de ter o seu patrimônio blindado em tempos tão instáveis…

 

Atenção! Não estamos falando de uma simples recomendação avulsa.

Um dos diferenciais da série é justamente um acompanhamento contínuo das dinâmicas de mercado, combinado com estratégias para se proteger ao decorrer delas.

 

Diversos materiais com previsões de calamidades financeiras já foram publicados.

Muitas pessoas viram seus patrimônios evaporarem diante de seus olhos.

Pouquíssimos tiveram a força necessária para entender os motivos e reconquistar o que perderam.

Minha história pessoal somada à experiência profissional em serviços de inteligência são responsáveis pelo sucesso desse material que você terá em mãos.

O valor cobrado poderia ser infinitas vezes maior dado o grau de expertise.

Mas como é do nosso desejo que mais pessoas estejam preparadas, estamos oferecendo uma condição especial.

O acesso anual normalmente custaria R$ 23,90 por mês.

Mas, aderindo hoje, você terá 50% DE DESCONTO.

Pagará apenas R$ 12,00, com desconto adicional de 10% à vista no cartão ou no boleto.

Aderindo agora, você terá acesso a:

  • Série Strategic Intelligence, de Jim Rickards
  • Relatório Especial – Uma ação para comprar e 50 bombas-relógio para evitar
  • Quais as formas de se investir em ouro no Brasil?
  • Relatório Especial – O peso da China é o peso da 2ª economia do mundo, promovida a 1º risco global em 2016

 

Não há guia melhor para tempos tão incertos.

Conte comigo para evitar as perdas invisíveis.

 

Quero me preparar para
A Grande Queda

 

Um forte abraço,

Jim Rickards

 

Compromisso Empiricus registrado em cartório

CLÁUSULA DE CONFIANÇA 100%

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