Caro leitor,

Isto é o que eu chamo de história assustadora.

Fico gelada só de imaginar se fosse comigo.

“O maior truque do diabo foi convencer a humanidade de que ele não existe.” (Baudelaire)

O ano é 2012.

Digamos que você tivesse uma boa quantia de dinheiro.

Poderia ser a reserva que acumulou pela vida… Ou uma herança… Num cenário mais tenebroso, o FGTS liberado pela empresa na sua rescisão.

Daí, você foi ao banco escolher um investimento para colocar esses recursos.

Desistiu da poupança porque rendia quase nada.

No entanto, a partir de uma dica do seu gerente de relacionamento, você partiu para uma alternativa mais atraente: o fundo DI.

Acreditou ter tirado a sorte grande ao encontrar o DI perfeito, que rendia religioso 1% ao mês, líquido. Você se sentia confiante e realizado.

Então, de um ano para o outro…

Misteriosamente o fundo do banco parou de render aquele 1% mensal. Batia perto de 0,6%, quase o mesmo que a poupança.

Seu patrimônio perdia poder de compra. E, feito um pesadelo, você não tinha ideia de como estancar aquela sangria.

A troco de que o destino lhe armava uma troça dessas?

Forças ocultas? Nome na boca do sapo? Olho gordo?

Nada disso.

Eu vou lhe explicar agora como milhares de investidores caíram nessa cilada; e chamo a sua atenção para que não cometa o mesmo equívoco.

Um cenário idêntico ao dos anos anteriores está se configurando neste exato momento.

Da última vez que aconteceu, quase 70% dos Fundos DI perderam para a poupança.

Preciso evitar que você seja a vítima de agora.

O maior perigo que corremos ao lidar com dinheiro é a ilusão de que não existem ameaças pairando sobre investimentos conservadores.

Você tem fundo DI, Tesouro Selic, CDB, LCI, LCA…ou qualquer outra aplicação indexada ao CDI?

Então, esta leitura é obrigatória. Dela dependerá a sobrevivência do seu patrimônio.

A poupança de hoje é seu DI amanhã: o pior investimento que você pode fazer.

Desculpe se abalo as suas convicções, mas investimentos que remuneram pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) estão condenados.

E isso coloca em jogo seus sonhos ou projetos de vida. A compra do imóvel próprio, a reserva para a educação dos filhos, a aposentadoria sem susto.

Veja por quê.

Fundos DI são os mais conservadores do mercado. Eles acompanham o CDI que, por sua vez, segue a taxa básica de juros da economia, a Selic.

Como a remuneração depende da Selic… E a expectativa é de que ela caia bastante… A rentabilidade do seu fundo vai despencar…

Pouco antes da entrada da nova equipe econômica no governo, antes mesmo de aprovado o impeachment, a Empiricus já alertava para a queda da Selic.

O mercado revisava suas projeções e as notícias começavam a circular. Veja uma delas:

Recentemente, o Banco Central do Brasil mostrou indícios de que o corte seria para valer.

Essa disposição acaba de se concretizar, iniciando o ciclo de queda da taxa básica de juros:

Depois de consolidado o impeachment, as projeções da economia ficaram mais otimistas:

  • O novo governo se mostra compromissado a equilibrar as contas públicas;
  • O receio dos estrangeiros quanto a investir no Brasil está se dissipando;
  • Aos poucos, a inflação começa a ceder.

Como reflexo desses fatores, a Selic tende a movimento gradual de queda.

No Boletim Focus, relatório divulgado pelo Banco Central datado de 14 de outubro, a taxa para o fim de cada período veio projetada assim:

Previsões econômicas para 2016

Previsões econômicas para 2017

Contudo, renomados profissionais do mercado – e nós, da Empiricus – acreditam em queda ainda maior até final de 2017, na faixa de um dígito.

Em outras palavras, abaixo dos 10%.

Diante disso, se você tem dinheiro no DI era uma vez o sossego.

Existem hoje, no Brasil, 402 fundos referenciados DI que somam patrimônio de R$ 898 bilhões.

Em 2013, o ano da Selic mais baixa que já tivemos, o retorno desses fundos DI foi inferior a 9%.

Descontado o imposto mínimo, de 15%, um fundo teria de render mais de 7,5% para bater a poupança. Porque assim sobrariam 6,4% livres de impostos.

Pois bem, desses 402 atuais fundos, 324 deles já existiam antes de 2013.

Dos 324, 113 perderam para a poupança.

Falo de 113 fundos que somam patrimônio de R$ 85 bilhões. E que, ao perder para a poupança, estão no corredor da morte.

Apenas esses? Não…

Considerando um resgate em menos de 6 meses, que cairia no imposto máximo de 22,5%, fundos com retornos de 8% também empatam com a poupança, gerando ganho de 6,2%.

Então, o número de fundos decrépitos aumenta:

No ano de 2013, simplesmente 209 de 324 fundos DI perderam para a poupança em aplicações de curto prazo… quase 70% dos fundos!

Isso aconteceu em 2013. E tem potencial para se repetir daqui em diante, dada a queda da Selic.

Juros mais baixos são bons para o País, pois permitem o reaquecimento do consumo e, consequentemente, do setor produtivo.

Mas, para quem tem dinheiro em fundos DI, é péssimo negócio.

Nada menos que R$ 244 bilhões estão hoje alocados em fundos DI que não faziam sentido em 2013… e deixarão de fazer sentido muito em breve.

Seria você cotista de algum dos fundos condenados?

Haveria dinheiro seu no meio dessa bolada?

Quanto dinheiro? As economias da sua vida?

A depender da resposta, adianto-lhe os pêsames.

Lamento dizer que se trata de uma morte anunciada para o seu DI.

Ninguém sabe qual o tamanho exato do corte nos juros.

Só sei de uma coisa: você precisa se antecipar ao fato.

Lá na frente, quando a coisa toda tiver desmoronado, quem não tomou a decisão agora haverá de chorar.

Ou você parte já para uma nova forma de investir seu dinheiro, ou cairá na abominável rentabilidade da caderneta de poupança.

Fundo DI é o próximo zumbi dos investimentos, portanto, me faça o favor de não morrer abraçado a ele.

Vou dar 5 motivos para você perceber o quanto suas finanças correm perigo.

Voltemos a 2012-2013, quando houve um recuo brutal na taxa de juros, a exemplo do que se verá logo mais.

Comparei abaixo as rentabilidades de 5 fundos DI de bancos de varejo, diante da variação na Selic.

Considerando 2015 como um ano de TAXA DE JUROS ALTA e 2013 como um ano de TAXA DE JUROS BAIXA, dê uma olhada no tamanho do estrago:

A taxa de administração é a mesma em ambos os anos comparados.

Agora veja o desempenho do pior fundo da lista, à direita.

Em 2015, considerado um ano bom para os fundos DI, quem investiu nele lucrou 7,93%.

No ano de 2013, considerado ruim para o DI, os cotistas daquele fundo simplesmente gastaram mais com taxa de administração (5,06%) do que lucraram (3,20%). Aqui está:

Novamente lembrando: a comparação entre os retornos de 2013 versus 2015 serve para você visualizar o impacto da variação da Selic sobre as rentabilidades dos fundos.

O ano de 2013 foi de Selic baixa, a exemplo do que está prestes a acontecer nos próximos meses. E quero você preparado para isso.

Não espere nenhuma solução do seu banco. Para o banco, não importa se o cliente ganha ou deixa de ganhar – interessa garantir o lucro dele.

Taxas de administração abusivas vão comendo o cérebro de qualquer tipo de fundo.

Mas conheço um jeito de você pagar o que é justo por elas.

Pois, mesmo com a morte anunciada do DI, se você quiser dispor de uma reserva para suas emergências, que seja um fundo com taxa de administração baixa.

Pelo menos assim não perde para a poupança.

Mas eu disse reserva para emergência, não confunda com a parcela principal do seu patrimônio.

Existem outros fundos onde dá para aplicar a maior parte do seu dinheiro e rentabilizá-la com a eficácia que você precisa.

Veja, se essa forma de investir já é familiar para você, continue nos fundos, apenas procure outros tipos. Aqueles cujos rendimentos não sejam baseados em taxa Selic.

Será imperativo lançar mão de estratégias diferentes para obter retornos reais (acima da inflação) de 5%, 6% ou 7% anteriormente mais fáceis de ser encontrados.

A boa notícia é que encontrar os fundos certos não lhe dará trabalho nenhum.

Continue comigo, vou apresentar uma forma inteligente de você evitar prejuízo, multiplicando seu dinheiro com consistência.

Esta é a minha parte no acordo, a sua é se apressar quanto às providências.

Fuja para uma aplicação melhor enquanto há tempo.

Olha, se você não quiser abrir mão das suas conquistas… dos seus sonhos… do seu projeto de independência financeira… é hora de começar a correr mais risco, um pouco que seja.

Só de ouvir a palavra risco tem gente que fica petrificada.

Para os especialistas em finanças, risco é apenas mais uma variável no ambiente de negócios que eles estudam e monitoram o tempo inteiro.

Obviamente, quanto maior o potencial de retorno de um investimento, maior o risco. No pain, no gain.

Mas, em nosso caso, não há razão para pânico.

Ainda estaremos no bom e velho ambiente de fundos, que você já conhece e tudo o mais.

Além disso, sua única saída é mudar a forma de remuneração, lembra? Taxa Selic cai, fundo DI cai.
Ou mudar, ou voltar à poupança, que perde para a inflação…
E se escolheu um DI com taxa de administração alta, perde até para a poupança.
Percebe qual é o verdadeiro risco?

Asseguro que temos coisa bem melhor por aqui.

Fundos criteriosamente selecionados, com bons gestores, taxas de administração dignas e que proporcionam excelentes rentabilidades.

Como faz para saber quais são esses fundos?

Vamos chegar lá.

Fundo de investimento é uma aplicação coletiva.

Junta uma galera e divide os custos de contratar uma equipe qualificada para selecionar renda fixa, ações, moedas e escolher a hora certa de colocar e tirar o dinheiro da aplicação.

No entanto, há uma diferença entre fundos DI e os demais.

Qualquer gestor de um fundo DI clássico compra título público – e “senta em cima”.

É uma forma de dizer que esse tipo de investimento não requer habilidades destacadas de gestão.

Portanto, ao investir em fundo DI com taxa de administração superior a 1%, você está comprando água a preço de absinto.

O retorno do fundo DI é igual para todos, o que faz um fundo render mais do que o outro é ter uma taxa de administração menor.

Por outro lado, quando você escolhe um Fundo de Ações, Crédito ou Multimercado pela qualidade e histórico do gestor – e não pela taxa –, é como se tivesse colocado a mão no bolso pelo melhor cirurgião da capital ou por um ótimo analista de investimento.

Quer um resultado prático disso?

No início do ano, se você tivesse trocado seu fundo DI por um determinado Fundo de Ações, seu patrimônio poderia ter decolado +86%.

Imagine +86% na sua conta agora…

Quem sabe pegaria um carro automático.

Ou reservaria aquele baita resort para as férias.

Em minhas pesquisas, tenho acompanhado de perto um fundo de ações que já chegou a retornar +708% do CDI.

Infelizmente, não dá para voltar no tempo.

Mas, se é assim, por que estou tomando por base os anos de 2012 e 2013?

Simplesmente porque a situação se repete agora, em 2016.

No entanto, você tem o poder de determinar seu futuro pelas escolhas de hoje.

Medo de ações? Não as tema.

Eu, por exemplo, tenho medo de barata voadora. Mas para que encarar o bicho, se marido foi feito para isso?

Com fundo de ações é quase igual.

É mais fácil contar com um bom gestor para escolher empresas e acompanhar o comportamento delas na Bolsa.

Para quem nunca comprou ações, um bom fundo pode ser o empurrão que faltava.

Especialmente agora.

Com a troca do governo, a volta da confiança no Brasil e sinais de recuperação econômica, os melhores fundos de ações estão prontos para render muito mais.

Veja que, só neste ano, a Bolsa ressurgiu das cinzas e subiu 40% assinalando um excelente retorno.

Escolhendo os fundos de ações mais rentáveis, com a orientação correta e a disciplina de reinvestir os lucros obtidos, você pode se tornar dono de uma riqueza extraordinária.

Sai caro fingir de morto. Você precisa conhecer outras possibilidades além do DI.

Tenho dois objetivos nesta mensagem: evitar que você perca dinheiro e indicar novos meios de multiplicá-lo.

Fundos DI estão com os dias contados. Você pode fugir para os Fundos de Ações e também para os Fundos Multimercado.

Vimos que o Brasil está prestes a experimentar um novo ciclo de queda nos juros. E fundo multimercado costuma lucrar muito com essas viradas.

Para começar, ele é um fundo que tem de tudo um pouco: ações, câmbio, renda fixa, commodities… No Brasil ou no exterior.

O multimercado equilibra seu investimento, distribuindo-o em diversos tipos de ativos.

E torna sua aplicação mais segura, potencializando ganhos e reduzindo riscos.

As projeções da Selic em torno de 9% são um prato cheio para os multimercado.

Afinal, teríamos um ciclo de 5 pontos de queda da taxa atual até 2017.

5 pontos percentuais não é pouca coisa.

Em cenários desse tipo, bons gestores de multimercado mandam ver.

Eu disse bons gestores.

Tanto que é possível ganhar dinheiro a partir de agora. Porque um bom fundo multimercado sabe exatamente como tirar proveito da tendência de queda, antes mesmo de ela se concretizar.

Ele compra títulos públicos que pagam uma taxa fixa quando os juros estão altos; e os vende mais caros quando os juros caem.

Além disso, o fundo multimercado diversifica o risco ao se posicionar não somente em juros, mas também em moedas e bolsa.

O gestor tem a flexibilidade de mudar de opinião (e de posição) se o cenário assim exigir. Ele pode trocar de juro para dólar, de dólar para Bolsa etc., na hora que convier.

Pois é… neste momento, você está deixando de ganhar dinheiro com fundos multimercado.

Mas este leitor capturou a oportunidade:

Já realoquei parte do meu dinheiro em alguns fundos de ações e multimercado que você recomendou! Adoro todos os relatórios da Empiricus, mas quando vejo o seu fico logo com um sorriso… Fato é que ele vem para nos salvar de alguma encrenca.
Daniel E.

Assim como o Daniel, você pode aplicar nos fundos mais bem colocados.

Aqueles identificados após criteriosa pesquisa e conduzidos pelos gestores mais competentes.

Veja o comportamento de dois bons fundos multimercado em 2012, quando aconteceu de a taxa de juros começar a cair:

Aconteceu no passado. Pode acontecer novamente.

Cuidado com fundos DI.

Veja como o desempenho deles perdeu para os outros fundos recomendados.

Bem, se depois de tudo isso você continua resistente à ideia de correr um pouco mais de risco, vou abrir o jogo.

Voltemos ao fundo DI, o investimento moribundo.

Ele também embute risco, embora queiram convencê-lo do contrário.

A regulamentação permite que os fundos DI tenham até 50% de seu patrimônio aplicado em créditos privados.

É mais ou menos o seguinte: você está na sua casa, tranquilo por ter escolhido um investimento conservador.

Mas, na calada da noite preta, o que acontece?

Para dar aquela turbinada no seu DI, a maioria dos gestores aplica parte dos recursos também em crédito privado, isto é, em CDB, letra financeira e títulos de dívida das empresas (debêntures).

A Oi, operadora de telefonia, é um exemplo notório disso.

Quando ela pediu recuperação judicial, todo mundo correu para ver quais gestores tinham comprado a dívida da companhia.

Doces ou travessuras? Travessuras, das grandes.

Banco do Brasil e Caixa amargavam quase R$ 500 milhões em debêntures da Oi, grande parte em fundos de investidores pessoa física.

Os cotistas acabaram levando gato por lebre.

Fundo de Crédito é excelente investimento, desde que você seja recompensado pelo risco que assume.

A gente tem de cobrar mais caro quando empresta para uma empresa do que quando empresta para o governo, porque está aceitando uma possibilidade um pouco maior de perder dinheiro.

Logo, não aceite baixo retorno para alto risco.

Selecionar crédito exige análise da empresa, das garantias e pede uma inteligência de gestão mais próxima à da renda variável.

Conheço excelentes gestores de crédito. Eles não estão nos bancos.

Como ganhar dinheiro com fundos de investimento?

Se você me acompanhou até agora, notou 3 fatos importantes:

1– A poupança de hoje é seu DI amanhã: o pior investimento que você pode fazer;

2– Existem outros tipos de fundos com enorme potencial de lucro, sem exposição a riscos desnecessários;

3– Não dá para sair investindo em qualquer fundo sem avaliação prévia, e muito menos confiar cegamente no seu banco de varejo.

Então, como saber em qual fundo aplicar o dinheiro?

“O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta. Deu um passo à frente.” (jogador de futebol)

Vá devagar com a ladainha do banco.

Banco sempre tem uma solução para tirar você do sufoco… Mas cuidado com o que virá pela frente.

Por uma razão muito simples.

Banco não ganha dinheiro se você ganha. Ele ganha dinheiro se você consome os produtos que ele tem a oferecer.

Por isso, todas as indicações do seu gerente de relacionamento são questionáveis.

É bem diferente do meu caso.

Não vendo produtos financeiros. Somente análises e recomendações de valor.

Significa que eu só ganho dinheiro se você ganhar com elas.

Assim como todos os analistas da Empiricus.

A propósito, sou a Luciana Seabra.

Fiz mestrado em Economia e também cursei jornalismo, para falar sobre dinheiro de um jeito simples, acessível a todo mundo.

Tendo me dedicado nos últimos cinco anos a pesquisar fundos de investimento, juntei-me à Empiricus para comandar a série Os Melhores Fundos de Investimento.

Aqui encontrei o ambiente perfeito para dar vazão às minhas opiniões.

Opiniões isentas, não imparciais.

O gerente de relacionamento da agência não dá opiniões isentas. Seu trabalho é vender o produto mais rentável para o banco.

Como funcionário de banco, enfrentei inúmeras crises de consciência devido à recomendação de produtos… A alegria de dar boas-vindas a uma opinião qualificada, vinda de uma empresa isenta, é imensa! – Antônio J.

Pois é, Antônio, não temos nada contra gerentes de banco, afinal é o ganha-pão de muitos pais de família.

Além disso, todos precisamos dos bancos no cotidiano.

O que não faz sentido é cobrarem taxas abusivas para administrar os fundos que comercializam.

Quero mostrar a você que existem outros fundos, com melhores gestores e resultados. A vocação da Empiricus é…

Democratizar os investimentos, levando as melhores recomendações até você.

Diferentemente de bancos e corretoras, não cobramos corretagens, emolumentos ou taxas de custódia.

Isso nos confere total isenção.

Não ganhamos um centavo sequer de comissão com ações, fundos de investimento ou qualquer ativo financeiro. Nem mesmo ganhamos dinheiro com anúncios.

Nossa única meta é pesquisar, analisar e publicar ideias úteis e originais de investimentos para ajudar você a ganhar dinheiro.

Quanto mais você ganhar, maior será sua demanda pelos conteúdos e recomendações da Empiricus.

Dessa forma, estamos quebrando o tabu de que grandes oportunidades financeiras permaneçam restritas a milionários.

Foi para isso que abandonei meu trabalho na imprensa tradicional. Para você ganhar dinheiro com o que eu escrevo.

O meio que encontrei para disponibilizar todos os meus anos de estudo é esta série completa, que vai conduzir você aos melhores fundos de investimento disponíveis.

Tenho certeza de que, com riscos controlados, você multiplicará suas economias ao aplicar nos fundos da nossa lista.

E, daqui a algum tempo, quando formos analisar o retorno, você terá a satisfação de enxergar o seu dinheiro rendendo neles.

Com todo o lucro direto no seu bolso.

Ao aplicar nos fundos recomendados, você vai se livrar dos maus investimentos e terá oportunidade para expandir seu patrimônio.

Empenharemos nosso tempo para você dispor do que há de mais rentável nesse universo, em especial, fundos de ações, multimercado e crédito privado.

Não se esqueça de que o DI agoniza no corredor ao lado…

Da seleção de fundos com um bom histórico de relação risco/retorno, acompanho os que conheço pela disciplina na seleção de ativos, pela filosofia de gestão e pelo alinhamento de interesses com o investidor.

No que diz respeito a você, sua única tarefa é ler os relatórios uma vez por semana e seguir as recomendações.

Explicarei tudo de forma clara e objetiva para que não haja nenhuma dificuldade.

Queremos que a série chegue ao maior número possível de pessoas. E que elas ganhem dinheiro, investindo com segurança e liquidez.

Assim como você está a um clique de fazer.

Por isso, aproveite a condição especial que criamos.

Ao efetivar sua assinatura de Os Melhores Fundos de Investimento, você terá acesso a:

– Relatório mensalOs Melhores Fundos de Investimento, por Luciana Seabra;

– Atualização semanal;

– Relatórios Especiais:

Os Fundos de Ações que vão te fazer ganhar da Bolsa

Fundos multimercado: chegou seu grande momento

No forno: relatório sobre fundos de crédito privado.

– VídeoGuia para Investir em Fundos

 

Se você pretende deixar uma reserva para emergências no DI, a assinatura também dá direito ao relatório especial Fundos DI bons e baratos: a sua sala de espera.

Com essa leitura, ao menos evitará de perder para a poupança.

E para sentir-se completamente integrado à série, você também está convidado a participar do nosso…

Webinar ao vivo

A série Os Melhores Fundos de Investimento já é um sucesso entre os assinantes da Empiricus.

As perguntas não param de chegar por e-mail:

Eu já tenho o fundo X, do banco Y. Ele é bom?

Compro ações diretamente ou invisto num fundo de renda variável?

Qual fundo você me recomenda para aproveitar a alta da Bolsa?

Para esclarecer esses temas, fazemos webinares ao vivo, em que eu abordo o panorama atual, indico em quais fundos você pode investir e respondo às principais dúvidas.

Todos os assinantes de Os Melhores Fundos recebem convite para me acompanhar ao vivo, na tela do computador.

Gosto muito das suas monitorias, pena que ainda não consegui participar ao vivo. Mas nunca deixei de assistir à gravação, pois sempre tiro proveito das suas colocações.
Robson S.

Caso você não tenha disponibilidade de participar ao vivo, faça como o Robson. É bastante comum identificar as dúvidas que você tem com as dos outros assinantes.

O vídeo fica disponível na página do assinante. Basta entrar e acessá-lo.

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Falando nisso…

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Sei o quanto ralo no meu trabalho e aqui vou conseguir fazer meu capital render, me trazer bons frutos lá na frente.
Everton H.

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Um abraço,
Luciana Seabra

 

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