Receba 3 aluguéis mesmo
em tempos de crise

Descubra agora mesmo a forma mais eficiente, segura e rentável de investir em imóveis

 

Caro leitor,

­­Nos últimos meses, a qualidade de vida do Marcelo sofreu um forte revés.

Ele tem duas casinhas construídas com muito esforço para fins de investimento.

Sua ideia sempre foi ter uma renda mensal – que lhe desse conforto no dia a dia e garantisse um futuro mais tranquilo aos seus familiares.

O plano funcionava relativamente bem até que a crise econômica bateu à porta.

O dólar disparou… Toc!

A taxa de juros se aproximou dos 15%… Toc Toc!

A inflação ultrapassou a casa dos 10%… Toc Toc Toc!

E de repente… BLAM!

… o desemprego invadiu de vez as casinhas, acertando em cheio os seus inquilinos.

A cada mês ficava mais difícil receber o aluguel.

O que começou com pequenos atrasos logo se estendeu a um mês, dois meses… três meses.

O inquilino acertava agosto, mas deixava setembro em aberto. Pagava outubro, mas ignorava novembro, dezembro e janeiro.

A tensão só aumentava, Marcelo não conseguia mais organizar o orçamento.

“Já pensou ficar 14 meses sem receber?”

O desgosto piorou ao perceber que seu amigo, Arthur, também investia no mercado imobiliário sem passar pelo mesmo perrengue.

Ao contrário.

Arthur recebia o aluguel sempre em dia, sem correr atrás dos inquilinos.

Sem tomar bolada do Chaves na barriga.

Sem a obrigação de recolher Imposto de Renda.

E – melhor – o valor que caía em sua conta era 3 vezes maior que o aluguel comum.

Isso, isso, isso… TRÊS VEZES!

Com um risco substancialmente menor, Arthur recebia 3 aluguéis enquanto o Marcelo sofria para correr atrás do seu.

 

Da ficção à realidade

Você já deve ter percebido que, assim como Sr. Barriga, Chaves ou Seu Madruga, os personagens Marcelo e Arthur também são fictícios.

Só que a história deles foi bastante comum no Brasil de 2015 e será uma realidade ainda mais contundente em 2016.

Há uma porção de Marcelos espalhados por aí, que sonham em ganhar dinheiro com imóveis, mas penam para receber em dia o baixo aluguel.

Sem contar os períodos em que o imóvel fica vazio.

Basta dar uma caminhada pelo seu bairro e conversar com alguns vizinhos para que você se depare com essa situação.

Ou então faça uma pesquisa rápida pela internet.

De acordo com o site Zap Imóveis, um apartamento de 100 metros quadrados no bairro da Pompeia, em São Paulo, pode ser alugado por cerca de R$ 3.700 ao mês (R$ 37 o metro quadrado).

Já quem deseja comprar esse mesmo apartamento desembolsará algo em torno de R$ 1 milhão (R$ 959,1 mil, ou seja, R$ 9.591 o m2).

Dividindo 37 por 9.591, chegamos a 0,39%.

Esse é o percentual mensal do aluguel em relação ao preço do imóvel. Estamos falando de uma rentabilidade de +4,63% ao ano, que não cobriria nem metade da inflação de 2015.

A situação se repete na Mooca: 0,39% (R$ 27 no aluguel do m2 por R$ 6.915 no preço de venda).

E também no Barro Preto, em Belo Horizonte: 0,39% (R$ 21 de aluguel do m2 por R$ 5.445 no preço de venda).

Já em Laranjeiras, Rio de Janeiro, essa rentabilidade é ainda menor: 0,34% (R$ 37 de aluguel para R$ 10.889 no preço de venda).

E por aí vai, pode pesquisar na sua região.

Seja lá onde você estiver, verá que a rentabilidade dificilmente ultrapassará 0,40% – bem abaixo da oferecida inclusive pelos investimentos mais conservadores.

Pior. Ao pagar a alíquota de 27,5% do IR, essa rentabilidade sofre ainda mais.

O combalido 0,39% de mercado, por exemplo, transforma-se em irrisório 0,28%.

Pois é, 0,28% de aluguel líquido – e apenas para quem tem a sorte de receber o pagamento em dia.

Já se o inquilino tiver perfil de Seu Madruga, nem isso o proprietário receberá.

Você conseguiria ficar “14 meses” sem receber?

Faço-lhe então outra pergunta:

Você não acha esse negócio arriscado demais para uma rentabilidade tão diminuta?

Também acho. Investidores perspicazes como o Arthur pensam igual. Eles não querem se transformar no Sr. Barriga – de forma alguma.

Não à toa investem em imóveis de forma muito mais eficiente e menos arriscada, com rentabilidade TRÊS VEZES superior ao aluguel convencional.

Isso, isso, isso!

E mais importante: imune aos Seus Madrugas de plantão.

 

Palma, palma, não priemos cânico

Não é preciso fazer muita conta. A diferença é gritante.

Ficou ainda maior em 2015, quando o preço médio de locação caiu -12,66% em termos reais.

Agora, enquanto os aluguéis tradicionais fornecem (já líquido de IR) menos de 0,30% ao mês, os chamados yields dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) podem pagar acima de 0,90%.

Faça as contas: 0,90% contra 0,30%. TRÊS VEZES MAIS!

E esse “aluguel” cai automaticamente na conta – sem burocracia, sem o estresse da cobrança e sem Imposto de Renda.

Melhor.

Não é preciso ser um investidor profissional, nem ter o valor cheio do imóvel para investir nos FIIs.

Com R$ 1 mil, R$ 3 mil ou R$ 5 mil já é possível começar.

O que você prefere? Investir com mais rentabilidade e segurança ou ficar estressado como o Sr. Barriga?

 

Suspeitei desde o princípio

Mas o que são FIIs afinal?

Certamente algo do qual o Sr. Barriga nunca ouviu falar.

Trata-se da forma mais simples e eficiente de se investir em imóveis no século 21.

Caso ainda não saiba, os FIIs são fundos que captam recursos no mercado para investir, é claro, em empreendimentos imobiliários.

Você não compra o apartamento inteiro, compra apenas cotas dos imóveis administrados pelo fundo, imóveis esses que serão alugados a terceiros.

Depois, no conforto do lar, recebe mensalmente sua parcela proporcional do aluguel. Basta acessar sua conta-corrente pela internet e conferir o extrato.

Nem precisa recolher Imposto de Renda, já que esses rendimentos costumam ter isenção.

Além disso, os FIIs podem investir em outros FIIs (fundos investindo em fundos) e também em títulos financeiros atrelados a dívidas imobiliárias.

Não precisamos entrar nesses detalhes agora.

Basta saber que, seja lá qual for a modalidade, o investidor pode tirar sua renda mensal de um fundo bem gerido, num valor TRÊS VEZES superior à média dos aluguéis.

 

Como investir?

Por meio da Bolsa de Valores, como se as cotas do fundo fossem ações de uma empresa listada.

Cada FII tem sua sigla (BRCR11, FEXC11B, XTED11 e outras), e o investidor compra as cotas do fundo sem sair de casa.

Quem não está familiarizado ao ambiente eletrônico da Bolsa talvez estranhe no começo, mas acredite: é infinitamente mais simples e rápido do que negociar imóveis no modo tradicional.

 

Receber 3 aluguéis não é a única vantagem

Posso enumerar outras nove.

Sigam-me os bons!

 

(1) Isenção fiscal

Já falei sobre esta vantagem, mas não custa reforçar.

Quem recebe aluguel de suas propriedades deve pagar imposto de renda.

É lei. Se há renda, há imposto.

E o locador ainda tem o trabalho de apurar e recolher tudo.

Assim como o aluguel dos imóveis, os FIIs também produzem rendimentos mensais.

Aí alguém menos esclarecido pode concluir: se há renda, há imposto, certo?

Errado.

Ai que burro, dá zero pra ele.

 

Enquanto mantiver suas cotas, o investidor receberá mensalmente seu “aluguel” sem pagar um centavo de IR.

 

Nem um tostão. É lei.

Mas e a Medida Provisória 694, que pretende tributar rendimentos hoje isentos?

Bem, segundo as últimas notícias do congresso, o senador Romero Jucá retirou da MP toda a parte que tratava sobre tributação de investimentos.

Ainda assim, o texto original falava apenas de tributação na Renda Fixa, nas LCI (letras de crédito imobiliário), nos CRI (certificados de recebíveis mobiliários), nas LH (letras hipotecárias) e na LIG (letra imobiliária garantida).

Isto é, os FIIs de qualquer jeito estariam de fora da cobrança.

No final, podem ficar até mais atrativos perante os demais investimentos.

São TRÊS ALUGUÉIS, sem IR.

Quer mais?

 

(2) Menos risco

Você já sabe: todo investimento tem seus riscos, até mesmo a velha Caderneta de Poupança.

Lembra do Collor? Toc Toc Toc

Alguns riscos dos FIIs seguem a mesma natureza do mercado físico de imóveis – vacância, inadimplência, sinistro, desapropriação.

Só que graças à diversificação, tanto de portfólio quanto de locatários, os riscos aqui são diluídos.

 

A razão é óbvia. Com mais imóveis e diferentes locatários dentro de um mesmo fundo, uma sala vazia pesa menos.

O Seu Madruga inadimplente quase não faz diferença, pois haverá diversas Florindas e Clotildes pagando em dia.

Num exemplo extremo, até mesmo uma casa em chamas trará pouco prejuízo material, afinal, o restante da vila será preservado.

Outro risco importante é o de mercado, principalmente em função das variações na taxa Selic.

Quando a taxa de juros da economia sobe, como aconteceu nos últimos anos, o valor das cotas dos FIIs se deprecia.

O lado positivo é que o inverso também é verdadeiro.

Quando a Selic cair, que é sua perspectiva para o longo prazo, as cotas irão se valorizar bastante.

E nós estamos de olho nessa oportunidade.

Com os fundos imobiliários, também eliminamos uma infinidade de problemas que acarretam prejuízo.

Por exemplo, negociar algo que não existe. Acha impossível?

Tenho um amigo que comprou um terreno em São Luís, no Maranhão.

Ele voltou à região três anos depois para visitar os parentes e deu uma passada no terreno. Não é que havia uma casa recém-construída no local?

Após investigar a situação, meu amigo descobriu outras três escrituras para algo que julgava ser só seu.

Já um FII ninguém rouba, desapropria ou constrói em cima.

Pode até ter vários “donos” para diversas cotas, mas a SUA cota é exclusivamente SUA.

Ninguém se aproveitará da sua nobreza.

São TRÊS ALUGUÉIS, sem IR e com menos risco.

E mais. Ou menos…

 

(3) Menos burocracia

A negociação convencional de um imóvel exige documentação extensa, muita burocracia e altas taxas.

E, quando o imóvel está irregular, é preciso até por advogado na parada, consumindo mais tempo e dinheiro do investidor.

Com o FII é mais simples. Bem mais simples.

Basta ter conta em corretora.

E receber o aluguel não exige esforço algum.

Você não precisa correr atrás do Seu Madruga, o dinheiro é depositado pela Bolsa de Valores mensalmente em sua conta.

Guarde sua pastinha de cobrança. Deixe a papelada, o cartório e os advogados para o administrador dos fundos imobiliários.

TRÊS ALUGUÉIS, sem IR, com menos risco e menos burocracia.

Quer mais?

Tá bom, mas não se irrite…

 

(4) Maior liquidez

Não é comum vender um apartamento da noite para o dia pelo preço desejado, especialmente com a crise atual.

É preciso ter muita paciência para fazer um bom negócio.

Minha tia, por exemplo, está há dois anos com uma sala comercial parada.

É justamente por isso que os imóveis são considerados ativos de baixa liquidez.

Mas veja só que interessante: os FIIs não obedecem à essa dinâmica arrastada.

O mercado de Bolsa facilita o encontro entre compradores e vendedores, gerando maior liquidez para as cotas.

A negociação é totalmente impessoal, e os preços obedecem à marcação de mercado. Você sabe todo dia quanto valem as suas cotas.

E não fica no escuro, como o proprietário de um imóvel físico, que muitas vezes tem a falsa impressão de que seu patrimônio vale muito mais do que a realidade de mercado.

TRÊS ALUGUÉIS, sem IR, com menos risco, menos burocracia e maior liquidez.

Acha pouco?

Minhas anteninhas de vinil estão detectando outra vantagem…

 

(5) Custos mais baixos de transação

Os custos de transferência de um imóvel são altos, entre 2% e 6% do valor de venda, dependendo do município.

Isto é, a transferência de um apartamento avaliado em R$ 1 milhão custa algo entre R$ 20 mil e R$ 60 mil.

Dá pra comprar um carro novo.

É o que pode fazer o investidor de FII, afinal, suas despesas são apenas a corretagem e as taxas da Bovespa.

Para essas taxas, o percentual é 0,0325%, ou seja, R$ 325 para transacionar cotas no valor de R$ 1 milhão.

Já a corretagem depende da instituição financeira.

Há corretoras que cobram uma taxa fixa, na faixa dos R$ 15.

Isso mesmo, 15 reais – não abastece nem um quarto de tanque do seu automóvel.

Trata-se de um valor justo e razoável, sem que isso implique um risco maior para o negócio.

Somando corretagem e taxas da Bovespa, a despesa final da negociação fica por volta de R$ 340.

Quase nada, se comparados aos R$ 60 mil de quem vende o imóvel.

Invista em FIIs e depois vá à concessionária escolher o seu automóvel – não precisa ser a Brasília do Sr. Barriga.

São TRÊS ALUGUÉIS – sem IR, com menos risco, menos burocracia, maior liquidez, custos mais baixos de transação e de forma…

 

(6) Mais acessível a todos

Já pensou em adquirir um imóvel de vários donos em parceria com outros tantos compradores?

É possível, mas o cuidado na negociação se multiplica para que ninguém saia prejudicado.

Pior ainda se um dos compradores falecer posteriormente, deixando herdeiros.

No final, o melhor é fazer o simples: quem puder que junte uma grana, faça um financiamento e compre o seu.

Facilita o pagamento das despesas, a declaração de IR, a sucessão patrimonial e todas as questões relacionadas ao imóvel.

A não ser que você seja um investidor de FII.

Somente assim para adquirir participação fracionada em diversos empreendimentos imobiliários ao mesmo tempo.

Não há a necessidade de ter o valor cheio do apartamento em mãos.

Com poucos reais já dá para comprar cotas de um fundo que administra um prédio comercial na Faria Lima e outro no Leblon.

Já pensou ter uma casinha em cada bairro do tabuleiro do Banco Imobiliário?

Recebendo TRÊS ALUGUÉIS, sem IR, com menos risco, menos burocracia, maior liquidez, custos mais baixos e de forma mais acessível?

Seria barriga demais para o Sr. Satisfação, digo…

Ah, você entendeu.

Vamos à próxima vantagem.

 

(7) Gestão profissional

O proprietário de um imóvel nem sempre tem o tempo necessário para administrá-lo da melhor maneira.

Aí as mudanças do setor não são percebidas, e ele perde oportunidades de ganhos – pode inclusive ter prejuízo.

Se você trabalha de oito a dez horas por dia e divide com a esposa a responsabilidade de criar e educar os filhos, entende bem o que estou falando.

Ponto para o FII, que tem escala de recursos para contratar profissionais especializados no setor imobiliário.

Esses profissionais estão sempre atentos ao negócio para que a rentabilidade do fundo seja aperfeiçoada.

A única preocupação que você terá é selecionar bem o FII, mas aí pode contar com a Empiricus.

 

Temos um time completo de especialistas no setor, dialogando diariamente com mais de 100 fundos imobiliários.

Todos os movimentos de nossa equipe são friamente calculados.

Em busca de TRÊS ALUGUÉIS, sem IR, com menos risco, menos burocracia, maior liquidez, custos mais baixos, de forma mais acessível, boa gestão profissional e excelente…

 

(8) Qualidade dos Imóveis

Um investidor com R$ 10 mil guardados não pode sair em busca de um imóvel de R$ 1 milhão, isso é óbvio.

Até existe a possibilidade de financiamento, mas as altas taxas praticadas inviabilizam o investimento para quem deseja ganhar com aluguéis.

Sendo assim, as possibilidades de compra se restringem ao tamanho do bolso de cada um.

Aí empreendimentos de excelente qualidade ficam fora do escopo da grande maioria.

Ao captar milhões no mercado, os FIIs têm acesso a imóveis de primeira linha, com maior possibilidade de ganho.

 

E investidores mais modestos, como você e eu, podem participar da divisão do bolo.

Esqueça a vila administrada pelo Sr. Barriga. Esqueça as casinhas do Marcelo.

A Empiricus busca imóveis de qualidade inquestionável e orienta seus leitores nesse sentido.

A comparação é cruel.

Um imóvel avaliado em R$ 1 milhão proporciona, anualmente, R$ 36 mil de aluguel convencional (após descontar o IR).

Já um FII no mesmo valor, selecionado por nossa equipe, rende R$ 108 mil anuais.

São R$ 108 mil contra R$ 36 mil por ano, imagine então receber essa diferença durante 3, 5 ou 10 anos.

Sem contar que você pode reinvestir esse dinheiro a mais em outros FIIs, multiplicando seu patrimônio a cada nova aquisição.

Não se preocupe se sua capacidade de investimento for pequena, o percentual de rentabilidade será exatamente o mesmo.

Um capital de R$ 10 mil é mais do que suficiente para começar a investir. Ou então R$ 5 mil ou mesmo R$ 3 mil.

Afinal, são TRÊS ALUGUÉIS, sem IR, com menos risco, menos burocracia, maior liquidez, custos mais baixos, de forma mais acessível, com boa gestão profissional, imóveis de qualidade e com…

 

(9) Incrível potencial de valorização

Você sabe, o preço dos imóveis disparou ao longo do século 21.

Quem investiu lá no início, em 2001, viu seu capital quintuplicar nos anos seguintes.

O movimento foi perdendo força nos últimos anos e, em 2015, a “valorização” dos imóveis foi de +1,32%.

As aspas acima têm um motivo óbvio. Com inflação acima de +10,7%, o preço real dos imóveis na verdade se desvalorizou em cerca de -8,5%.

Trata-se de uma correção natural dos preços, amplamente alertada por nossos analistas no início de 2015 e com forte perspectiva de continuidade para 2016.

A boa notícia é que a apreciação dos FIIs segue uma dinâmica diferente.

Por competirem com Renda Fixa, os fundos imobiliários sofrem influência direta da Selic (a taxa básica de juros da economia).

Grosso modo, quando o governo sobe a taxa de juros, os FIIs se desvalorizam.

Isso acontece porque os investimentos atrelados à Selic passam a pagar mais. Aí a procura por FIIs diminui, e sua cota cai.

Foi exatamente o que aconteceu em 2013 e 2014, quando o IFIX (índice dos fundos imobiliários) se desvalorizou -13,6% e -2,76%, respectivamente.

Já em 2015 houve “valorização” do IFIX (+5,46), só que ainda abaixo da inflação.

O fato é: o ciclo de alta das taxas de juros está se encerrando, com a tendência de preços se invertendo.

A Selic pode até subir mais 1,5 ponto percentual, mas tudo isso praticamente já foi incorporado pelo mercado.

É verdade que as cotas de excelentes fundos despencaram nos últimos anos, só que muitos desses fundos não mereciam ter caído tanto.

Caíram sem querer querendo e agora estão prontos para retomar a trajetória de valorização.

Por isso…

A Empiricus busca as grandes oportunidades nesses desvios de mercado.

 

Você pode apostar, essas oportunidades já estão aparecendo.

Nós estamos atentos a elas.

 

Já chegou o disco voador!

Note que diversificar o patrimônio é fundamental, e os FIIs cumprem um papel importante nesse processo.

Não queremos que você tenha 100% de exposição a imóveis.

O objetivo é buscar altos retornos na carteira de investimentos, sem colocar o patrimônio em risco.

E um portfólio ótimo com esse fim pede exposição a renda fixa, ações, câmbio e, é claro, a imóveis.

Tanto melhor se for por meio dos fundos imobiliários.

Por isso, faço questão de reforçar as vantagens dessa modalidade de investimento.

 

Vantagens dos FIIs:

3 aluguéis com…

Isenção fiscal;
Menos risco;
Menos burocracia;
Maior liquidez;
Custos mais baixos de transação;
Acessível a todos;
Gestão profissional;
Maior qualidade dos imóveis; e
Incrível potencial de valorização.

Só não te dou outra porque…

 

Mas tudo isso só faz sentido quando sabemos exatamente quais são os fundos mais rentáveis, com menos riscos e maior potencial de valorização.

Por isso…

A Empiricus traz a solução definitiva para quem deseja lucrar com fundos imobiliários.

 

Queremos que você tenha uma boa renda mensal, como se recebesse o aluguel de um imóvel próprio.

Você já sabe que os FIIs são ideais para isso, mas há ainda um detalhe…

São mais de 100 fundos listados na Bovespa, cada um com suas particularidades.

 

Como saber em qual deles confiar?

Como selecionar o melhor para investir bem?

Como escapar dos micos?

E agora, quem poderá nos defender?

A rentabilidade pode até ser um bom indício, só que não basta. É preciso saber mais.

Analisar todos os riscos e comparar os fundos imobiliários exige tempo e muito trabalho.

Trabalho que poucos fazem, mas que a Empiricus sabe fazer bem.

Uma boa análise vai além da leitura de prospectos, contratos e planilhas de excel.

É preciso visitar os empreendimentos e trocar ideias com o pessoal do setor.

Somente assim para montar uma carteira exclusiva de fundos imobiliários, com o que há de melhor nesse universo para aproveitar ao máximo todas as vantagens dos FIIs.

Em 2015, o desempenho da nossa carteira foi bastante superior ao IFIX (o índice de referência dos fundos imobiliários).

 

Retorno de +13,25% contra +5,46%.

 

Para 2016, a expectativa é ainda maior, com o aluguel triplo pingando mensalmente na conta e as cotas no ponto exato para uma trajetória de valorização.

“Já tenho uma pequena carteira de FIIs, montada com as recomendações de vocês e tenho gostado muito do resultado. Grande abraço.”
Renato B.

 

Diversificar o patrimônio é fundamental, e os FIIs cumprem um papel importante nesse processo.

 

Melhor ainda se você puder contar com o respaldo dos melhores analistas e consultores para sua orientação.

 

– Quais FIIs estão pagando os maiores “aluguéis”?

– Quais têm preços mais atrativos?

– Quais têm maior potencial de valorização?

– Quais têm imóveis de melhor qualidade?

– Quais não sofrem com vacância?

– Como conciliar todas essas informações?

 

Aí você pega a análise e zás… e depois zás… e zás!

 

Todas essas e muitas outras questões são vistas semanalmente no conteúdo exclusivo elaborado pela Empiricus, para que os melhores fundos imobiliários sejam selecionados para você.

Não há nada parecido no mercado, pode procurar.

Muitos falam de fundos imobiliários, explicam superficialmente como funcionam, os custos envolvidos e tal.

Mas poucos acompanham de fato cada um desses fundos, garimpando as melhores oportunidades.

E ninguém prepara uma análise tão completa quanto a nossa.

 

O momento é perfeito, aproveite esta oportunidade!

Como vimos, o preço das cotas dos FIIs seguiu recentemente um caminho inverso ao movimento de alta da taxa Selic.

Isso tornou alguns fundos extremamente atrativos ao olhar do investidor.

Só que oportunidades assim duram pouco.

A taxa de juros da economia ainda poderá subir mais um pouco. Está na conta.

Mas, ao primeiro sinal de que o Banco Central vai interromper o ciclo de altas, ocorrerá uma corrida pelos FIIs.

Quem já estiver posicionado em fundos de qualidade irá se beneficiar dessa corrida com uma supervalorização das cotas.

Afinal, quanto maior a procura, mais elevado fica o custo da cota.

Enquanto isso, o investidor aproveita os rendimentos mensais – TRÊS VEZES superiores aos do aluguel comum.

Por isso, não perca tempo.

Invista agora, antes que a taxa de juros inverta sua tendência de alta.

Depois será tarde.

“Compre na baixa e venda na alta”. Essa máxima do mercado de ações também vale para o universo dos Fundos Imobiliários.

O momento é AGORA!

 

Você tem uma oportunidade rara de aliar rentabilidade com valorização futura.

 

Quem acompanha os relatórios da série Fundos Imobiliários sabe que a média de rendimentos dos fundos preferidos da Empiricus está entre 10% e 13% ao ano, com enorme potencial de valorização das cotas.

 

“Assinei o Fundos Imobiliários da Empiricus e fiquei surpreso com a qualidade das análises. Fazia muito tempo que eu procurava algo assim para me assessorar. Está tudo mastigado, é só aplicar. Parabéns pelo conteúdo.”

Henrique C.

 

Depois que você começar a investir em imóveis por meio dos FIIs, você dificilmente vai querer voltar ao método antigo.

Assuma o controle do seu dinheiro e faça as escolhas certas.

Um ano inteiro de relatórios e acompanhamento da carteira do Fundos Imobiliários custaria R$ 23,90 mensais.

Mas temos uma ótima oferta para você começar a receber todo esse conteúdo AGORA MESMO!

Esta é a sua chance de assinar a série com 50% de DESCONTO.

O acesso completo por um ano custará APENAS R$ 12,00 ao mês.

Aproveite o momento ideal de adquirir fundos imobiliários com esta oferta da Empiricus que também é por tempo limitado.

Proteja-se agora mesmo da crise com rendimentos TRÊS VEZES superiores aos dos aluguéis comuns.

De quebra, você terá à sua disposição o acervo especial da série Fundos Imobiliários.

Com acesso imediato a:

1 – Guia Completo de Fundos Imobiliários;

2 – Guia da sua Assinatura de FIIs;

3 – Glossário de FIIs;

4 – Guia de Corretoras; e

5 – Daily PRO, a newsletter da Empiricus que apresenta diariamente o panorama geral do mercado, com fatos e previsões comentados por nossa equipe de analistas.

 

Entre outros. Sem contar as inúmeras análises e oportunidades que chegarão semanalmente ao seu e-mail.

 

“Primeiramente parabéns pelo relatório desse mês, ficou bastante amplo e interessante, veio a contento. Muito obrigado pela atenção.”

Marcelo S.

 

Com a garantia de cancelar a assinatura e receber o dinheiro de volta caso entenda que o conteúdo não se enquadra ao seu perfil.

Confiamos na qualidade do material que você está prestes a conhecer.

Assine agora mesmo, o risco é por nossa conta.

O aluguel triplo imune a Seu Madruga é todo seu!

 

QUERO RECEBER TRÊS ALUGUÉIS EM TEMPOS DE CRISE

 

Um abraço,
Ariane Gil

COMPROMISSO EMPIRICUS REGISTRADO EM CARTÓRIO

CLÁUSULA DE CONFIANÇA 100%

Apesar de todas as vantagens já implícitas no material, a oferta em questão não perde a prerrogativa da Cláusula de Confiança Empiricus registrada em cartório: caso você não goste do conteúdo, pode cancelar a assinatura nos primeiros 20 dias com reembolso de 100% do valor pago.

Isso mesmo: você terá acesso imediato a todo o material do plano e ainda garantirá a possibilidade de cancelar posteriormente, recebendo o seu dinheiro de volta.

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Perguntas Frequentes:

– Qual é o valor mínimo para começar a investir seguindo as recomendações da série Fundos Imobiliários?
Existem cotas que podem ser adquiridas com aproximadamente R$ 100. Porém, quanto maior for o investimento, menor (proporcionalmente) serão as taxas da corretora. Por isso, recomenda-se que investidor tenha pelo menos R$ 3.000 disponíveis para iniciar sua aplicação em fundos imobiliários.

– Quem pode ser assinante da série Fundos Imobiliários?
Qualquer pessoa, de qualquer gênero ou idade. Porém, para investir, é necessário ter conta em uma corretora e o CPF válido.

– Como tenho acesso ao conteúdo?
O conteúdo fica disponível na sua biblioteca, dentro da loja da Empiricus (store.empiricus.com.br), pelo tempo de vigência de sua assinatura.

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Semanal.

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