A carta que me fez refletir sobre meu próprio futuro:

“Quero que meu filho não cometa os mesmos erros financeiros que eu cometi”

 

Caro leitor,

Há algum tempo, recebi uma carta de um senhor chamado Nestor, que acompanha as publicações da Empiricus.

Isso mesmo, uma carta. Daquelas que vêm pelo correio com selo colado.

Seu Nestor me pediu um favor inusitado.

Ele escreveu contando que seu filho está hoje com 35 anos. Do mesmo jeito que o Seu Nestor agia nessa idade, o filho se acha muito esperto para ouvir os conselhos de um senhor “ultrapassado”.

Disse-me ele: “Talvez se você escrevesse para meu filho sobre as armadilhas financeiras que ele vai enfrentar…”

Eu, Rodolfo, ainda não tenho filhos. Mas tenho quase a mesma idade do filho do Seu Nestor, e sei como é difícil ouvir aqueles que realmente se preocupam com a gente e têm muito a ensinar.

Quando fui comprar meu primeiro carro, meu pai me aconselhou a nunca medir a capacidade de compra simplesmente pelo valor do veículo, mas sim pelos custos recorrentes (gasolina, pedágio, seguro, revisões etc).

Eu não dei ouvidos e fui obrigado a vender o carro pouco tempo depois.

Por sorte, errar na compra de um carro é muito mais fácil de corrigir. O impacto desse erro ao longo da vida é mínimo.

Porém, existem erros que nos acompanham até o fim dos nossos dias.

Vou reproduzir um trecho da carta do Seu Nestor:

Aproveito para transcrever a carta, pois como foi digitalizada, algumas pessoas podem ter dificuldade para fazer a leitura.

E a mensagem é muito forte para deixarmos qualquer ponto escapar ao nosso entendimento:

“Hoje eu vivo apenas com a aposentadoria do INSS que é suficiente apenas para a sobrevivência. Eu gostaria de viajar com a minha esposa, mas não posso. Ajudar meu filho a comprar uma casa maior, mas nem consigo reformar a minha. Vejo que meu filho está indo bem no trabalho. Ele é dedicado, Rodolfo, assim como eu era quando tinha 35 anos. Logo ele pode ser gerente. Porém ele está cometendo os mesmos erros que cometi durante a minha vida toda. Ele não poupa nada, não planeja, não investe. Temo que ele vai deixar a oportunidade passar e quando chegar a idade que eu estou, será um velho repleto de arrependimentos.

Rodolfo, você escreve tão fácil. Será que não pode me ajudar? Como fazer meu filho não cometer os mesmos erros que eu cometi? Tudo que quero é que ele e sua família tenham uma aposentadoria melhor do que a minha. Se isso acontecer, saberei que cumpri minha missão de pai.

Um cordial abraço, Nestor.”  

Quando a secretária deixou um envelope na minha mesa e eu li esse apelo, senti que precisava fazer algo a respeito.

Ainda mais nessa época do ano em que comemoramos o Dia dos Pais.

O Nestor não falou o nome do filho. Mas tenho certeza de que tudo o que direi a seguir servirá para milhares de filhos que estão cometendo os mesmos erros.

Poucas pessoas conseguem imaginar muito além do presente.

A imensa maioria mede a felicidade e o bem-estar pautada apenas na situação do momento.

Se estiver bom agora, ótimo. Amanhã será ainda melhor.

É algo que chamamos de otimismo excessivo.

Uma crença em que tudo vai sempre melhorar. Característica muito presente nas pessoas que estão no auge produtivo, entre os 30 e 50 anos.

Isso, naturalmente, uma vez que a vida profissional desses indivíduos venha numa trajetória crescente.

Mas é bom lembrar que as árvores não crescem até o céu…

Esse otimismo relega a segundo plano uma necessidade fundamental da vida: envelhecer com saúde financeira para ter uma aposentadoria que permita mais do que apenas sobreviver.

O próprio sistema previdenciário brasileiro induz o trabalhador à sensação de que os quatrocentos e poucos reais, descontados da folha de pagamento pelo governo, são o passaporte para um futuro maravilhoso propiciado pelo INSS.

Em países como os EUA, o cidadão aprende desde cedo a montar sua carteira de investimentos para chegar aos 65 anos com recursos que lhe permitam viver bem até o fim da vida.

Talvez por não ser obrigatório contribuir para previdência, faça as pessoas agirem a respeito. Diferentemente daqui.

Pesquisa divulgada recentemente pelo jornal Valor Econômico revela que 57% dos brasileiros não poupam para a aposentadoria.

Fonte: Valor Econômico

É um dado muito preocupante.

Pela carta do Nestor, interpretei que a ajuda que ele me pediu é justamente essa:

Desenvolver no filho uma necessidade de formar um patrimônio sólido para no futuro gozar de uma vida sem privações. 

Falamos sobre aposentadoria há um bom tempo e, nesse período, conseguimos identificar aqueles que são os principais inimigos da formação de patrimônio e, consequentemente, de uma aposentadoria tranquila.

A boa notícia para o Seu Nestor – e principalmente para o seu filho – é que 35 anos é uma idade muito boa para mudar os hábitos e iniciar a construção de uma carteira de investimentos focada no longo prazo. 

Com essa idade, a pessoa já tem uma posição delineada na carreira, muitas vezes já resolveu as questões de estudo (com pós-graduações, MBA etc.), já se casou e possui casa própria. Daí para a frente, é focar na formação do patrimônio.

Dito isso, vou tentar atender ao pedido do Seu Nestor e falar um pouco sobre uma dúvida que deveria afetar todos os brasileiros.

Qual o melhor caminho para atingir o objetivo de uma aposentadoria tranquila sem depender do governo ou de familiares?

Os 8 Arrependimentos de Nestor

Separei as 8 lições que considero fundamentais para que qualquer pessoa atinja um patrimônio milionário e, assim, consiga se aposentar sem abrir mão de um excelente padrão de vida.

São pequenas mudanças que TODOS nós devemos fazer.

Quem evitar esses erros está praticamente selando um futuro de tranquilidade e bem-estar.  

1 – Não confie na aposentadoria pública

Tenho comentado sobre esse assunto nos relatórios e newsletters que escrevo aqui na Empiricus.

Não faltam exemplos de que a situação do INSS tende a piorar a cada ano.

E você ainda pode ficar totalmente desamparado, pois o rombo da Previdência compromete as contas públicas:

Fonte: Valor Econômico

Basta você puxar da memória os inúmeros ajustes que são praticados a cada mandato presidencial.

Sempre aparece um fator previdenciário, uma idade mínima ou uma nova fórmula de cálculo que dificulta o acesso de novos trabalhadores.

O Governo interino de Michel Temer está discutindo com o Congresso mais uma reforma. Teremos novidades em breve.

Mas os problemas da aposentadoria pública não se restringem ao acesso de novos aposentados.

Os que já fazem parte do INSS e recebem mais de um salário mínimo sentem na pele o que é ficar na mão de um sistema público deficitário.

Com uma projeção de inflação média de 5% e crescimento do PIB de 2% até 2024, o teto do INSS será de apenas 5 salários mínimos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Ou seja, em 20 anos, a diferença entre o máximo que o INSS pagará a seus aposentados e o valor do salário mínimo será reduzido à metade.

Há quem diga que, num futuro não tão distante, todos que são aposentados ou pensionistas do INSS estarão recebendo um salário mínimo.

Não sei se chegaremos a isso, mas a diferença tende a ficar muito baixa.

Isso já afeta o Nestor. Mas ele não deseja que essa perspectiva afete seu filho.

E eu não quero que afete você. Então, não dependa do INSS.

2 – Não deixe de poupar um mês sequer

Não existe mágica. O seu patrimônio será formado por um cálculo bem simples:

Suas Receitas

(-) Suas Despesas

(=) Sua Capacidade de Investimento

Para formar um patrimônio sólido, você precisa fazer suas despesas serem menores do que as suas receitas.

Em outras palavras, você precisa poupar.

Via de regra, todo mundo sabe disso.

Mas apenas 4 em cada 10 brasileiros agem assim.

Segundo a carta enviada pelo Seu Nestor, seu filho pertence hoje ao grupo dos 57% que não poupam para a aposentadoria.

Acredito que o maior inimigo para que essa meta seja realizada está no constante adiamento do ato de separar uma parte do salário para os investimentos.

Este mês está ruim. Mas no mês que vem eu começo.

Porém, o “mês bom” para poupar nunca chega. E não vai chegar.

Se você não colocar prioridade em reservar uma parte da sua receita mensal, sempre vai haver promoções imperdíveis, aquele presente que você queria dar a você mesmo ou qualquer outro gasto que vai transformar este mês num mês ruim.

Você precisa poupar todos os meses.

Não existe um percentual ideal que possa ser aplicado a todos. Mas eu defendo que um pai de família deva poupar mensalmente entre 15% e 30% da sua renda.

É claro que o percentual depende de uma série de fatores, como a faixa de renda, o número de filhos, a idade, entre outros.

Contudo, mais importante que o valor poupado é criar o hábito de separar uma parte da renda para os investimentos.

Passado algum tempo, a recompensa de ver o patrimônio crescendo a cada dia é o maior estímulo que existe.

É como se o indivíduo criasse uma dependência de poupar. Nesse caso, uma dependência sadia.

Seu Nestor passou a vida esperando um mês bom para começar a poupar. Hoje, tudo o que ele quer é que seu filho não cometa o mesmo erro.

3 – Não confie no gerente do banco

Tivesse o Seu Nestor sido uma pessoa disciplinada e guardado uma parte do salário ao longo da vida, o próximo passo seria definir a forma de investimento mais adequada.

Muitas pessoas repassam essa decisão para um sujeito simpático e amigável chamado “gerente do banco”. 

Afinal de contas, a função desse valoroso profissional é verificar as opções de investimento e oferecer ao poupador a que apresentar melhor rentabilidade, certo?

Certo. Mas há um porém.

Assim como os analistas do banco e das corretoras, eles ganham ao cumprir metas.

As receitas dessas instituições vêm dos produtos que comercializam.

Nenhum desses profissionais vai indicar um produto de banco ou corretora concorrente, mesmo que seja mais vantajoso para você.

E o crescente lucro das instituições financeiras é a prova de que nossos amigos gerentes estão cumprindo muito bem suas metas.

Em 2015, o lucro líquido dos 5 principais bancos brasileiros foi de quase R$ 70 bilhões. Para se ter uma ideia do tamanho desse montante, é valor superior ao PIB de 12 das 27 unidades federativas do Brasil.

Muitos poupadores acabam sendo levados a fazer um título de capitalização ou uma aplicação qualquer, com taxas de administração caríssimas.

Tudo para que o gerente atinja as suas metas.

Mas se o gerente não me dá os melhores conselhos, quem deve ser o responsável pelos meus investimentos?

Você mesmo!

Ninguém vai cuidar do seu dinheiro melhor do que você mesmo. 

Não transfira essa responsabilidade para ninguém. Mesmo que você se considere um leigo em finanças.

É muito simples montar uma carteira e investir ao longo da vida.

Falaremos mais sobre isso daqui a pouco.

4 – Não assuma toda a responsabilidade sozinho

Eu não sei o que acontecia no cotidiano do Seu Nestor, mas arrisco um palpite:

Talvez Nestor fosse um sujeito centralizador que nunca dialogou sobre economia doméstica com a esposa e os filhos.

Isso é um erro muito comum.

Quem não conversa com a família sobre a necessidade de poupar para a aposentadoria acaba carregando uma pressão desnecessária sobre os ombros. 

É claro que a sensação de comprar uma roupa nova é mais agradável do que passear no shopping e voltar de mãos vazias.

Mas seus familiares conhecem o seu projeto de aposentadoria?

Se conhecessem, talvez muitos incômodos pudessem ser evitados.

Minha sugestão é que você faça uma planilha com metas individuais para cada membro e mensalmente cruze os dados alcançados com os projetados.

Além de um estímulo, essa prática mostra quanto a família terá daqui a alguns anos.

Com todo mundo participando, o objetivo é alcançado com muito mais facilidade.

5 – Não gaste dinheiro com juros

Pense em algo óbvio. Algo que talvez nem precisasse ser dito.

Não gaste dinheiro com juros” é uma dessas coisas.

Tão óbvio que às vezes até esquecemos de seguir…

Não existe isso de 12 vezes sem juros. 

Se a loja que você está comprando insistir que o valor à vista é o mesmo valor em 12x, vá até a loja concorrente.

É claro que há momentos em que a taxa de juros pode valer a pena.

Mas você precisa fazer os cálculos.

As notícias das últimas semanas alertam para o fato de os juros ao consumidor baterem novo recorde.

No famigerado rotativo do cartão de crédito, as taxas anuais atingem 470% ao ano, segundo o Banco Central.

Nunca caia na armadilha do crédito fácil. Quanto mais fácil, mais vantajoso para o banco.

Por essa razão é que você consegue um cartão de crédito através de uma simples ligação telefônica.

Já um crédito imobiliário, com taxa de 8% ao ano, você só consegue se passar horas e horas na agência.

Lembre-se dos R$ 70 bilhões de lucro. Boa parte deles vem dos juros que pagamos.

6 – Não subestime o seu número mágico

Eu costumo chamar aquele valor que sonhamos alcançar ao longo da vida, para não precisar trabalhar mais, de número mágico.

Muita gente faz esse exercício ao jogar na Mega-Sena, pensando que, se ganhar os milhões do prêmio, viverá apenas dos juros.

Infelizmente, os juros que você receberá do banco ao aplicar a bolada são infinitamente menores do que os 470% cobrados do seu cartão de crédito.

Por isso é importante que você não subestime o seu número mágico.

Já ouviu falar do caso da família Guinle?

Foi a família que construiu, entre outras coisas, o Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e o Porto de Santos.

Um dos herdeiros da fortuna dos Guinle chegou a dizer que “o segredo do bem viver é morrer sem um centavo no bolso. Mas errei o cálculo e o dinheiro acabou antes da hora”

Estima-se que Jorginho Guinle tenha torrado 80 milhões de dólares ao longo da vida.

Toda a herança que o pai, Carlos Guinle, havia lhe deixado.

Seu filho Gabriel se tornou agente penitenciário em Bangu 3, após ter dificuldades para pagar a faculdade.

Nem de longe o seu modo de vida lembra a extravagância que fazia parte do dia a dia de seu pai, Jorginho.

É claro que essa história é um caso extremo de alguém que decidiu viver como um playboy durante a vida inteira.

Mas serve para ilustrar bem o que acontece quando o dinheiro acaba antes do esperado.

Eu sempre digo isso aos meus leitores: “você deve ter o suficiente para usar apenas os juros e nunca o próprio capital”.

Vamos dar um exemplo.

Digamos que, aos 60 anos de idade, você tenha R$ 2 milhões aplicados e queira parar de trabalhar.

Caso você invista de forma a conseguir 6% ao ano + inflação, você teria anualmente disponíveis R$ 120 mil + inflação. Ou seja, R$ 10 mil por mês.

Dessa forma, você sabe que não pode viver como um playboy e gastar mais de R$ 10 mil mensais.

Caso contrário, o risco de o dinheiro acabar antes do esperado é grande.

De quebra, você deixaria para seus herdeiros os R$ 2 milhões corrigidos pela inflação.

7 – Não troque de ativos toda hora

Tão importante quanto criar o hábito de poupar todo mês é investir esse dinheiro de forma inteligente.

Em períodos como o atual, com a Selic batendo na casa dos 15%, a renda fixa facilita muito a nossa vida.

Mas lembre-se de que poupar e investir para a aposentadoria é um processo que dura décadas.

A farra dos títulos públicos com essas taxas não vai durar para sempre. E, quando acabar, você vai recorrer à poupança?

Claro que não.

É fundamental que o poupador que busca uma aposentadoria milionária tenha sua carteira de investimentos diversificada e adequada a cada momento econômico.

Ter ações de boas empresas dá um excelente empurrão e faz os objetivos serem alcançados muito mais rápido.

Eu não sou adepto das práticas compulsivas de troca de ativos ao sabor do vento.

Defendo que o investidor deve escolher muito bem o seu portfólio e manter a mesma estratégia por bastante tempo.

Se necessário, fazer pequenos ajustes no percurso.

Com a prática de trocar os ativos toda hora, um investidor amador que não esteja bem assessorado tem grandes chances de cometer o maior dos pecados:

Comprar na alta e vender na baixa.

Uma série de fatores comportamentais impelem a isso. Não vem ao caso explicá-los agora.

Mas o conselho que dou a você e ao filho do Seu Nestor é: não troque de ativos toda hora.

Às vezes, é muito doloroso passar por um período de turbulência e ver o ativo caindo na tela do computador, sem poder fazer nada.

Porém, no fim das contas, vale muito a pena ser forte.

8 – Não pense que aposentadoria é coisa para idosos

Através da série Você Investidor, é muito comum eu ler coisas do tipo:

Achei o texto desta semana sobre aposentadoria muito interessante, até enviei para o meu pai.

Nessas horas, eu não sei se fico feliz com o elogio ou se choro por não termos conseguido transmitir um dos principais objetivos da série:

Aposentadoria é para hoje.

É para você.

Não é para seus pais ou avós. 

A proposta é trilhar uma jornada de investimentos ao longo da vida, maximizando os rendimentos, para chegar à velhice com tranquilidade financeira.

Então, não pense que a palavra “aposentadoria” é coisa de idoso.

Se você está trabalhando ainda, aposentadoria é uma das palavras mais importantes.

Esteja você com 20 anos, 35 como o filho do Seu Nestor ou com 50 anos.

Dito isso, espero que o filho do Seu Nestor nunca encaminhe um e-mail sobre aposentadoria para o pai dele.

Já que estamos de acordo que o momento para agir é agora… o que você pode fazer para não virar um aposentado como o Seu Nestor?

Um conselho de pai para filho

Acabamos de falar sobre os erros financeiros mais comuns que levam uma pessoa a envelhecer com arrependimentos e frustrações.

Que presente maravilhoso é o pai vendo seu filho construir um patrimônio robusto…

Quem sabe até ajudar o ‘seu velho’ a complementar a aposentadoria do INSS nos dias mais difíceis.

Mas isso só será possível se você atacar em duas frentes fundamentais:

– Poupar mensalmente uma parte dos seus rendimentos;

– Aplicar seu dinheiro de forma inteligente e segura.

É esta a fórmula que meu pai me ensinou.

Acreditando nela, acompanhei todo o processo de construção – juntamente com minha colega Olivia Alonso – de um dos produtos de maior sucesso na Empiricus: a série Você Investidor.

Ela funciona como um canal de análises e opiniões sobre investimentos e finanças pessoais, que fornece o passo a passo para a sua construção de riqueza.

Veja o que uma de nossas assinantes relatou após aderir à série:

“Tudo bem? Sou assinante do Você Investidor e estou gostando muito do conteúdo. Vocês estão me ajudando a criar uma rotina financeira, algo que eu sempre tive muita dificuldade de estabelecer. Obrigada!”
Priscila Q.

Assim como fez a Priscila, criar uma rotina financeira é maravilhoso.

A partir do momento que seus investimentos começarem a render, você ficará embriagado pela mágica dos juros compostos.

Já ouviu falar na expressão “fazer o seu dinheiro trabalhar por você”?

Pois é justamente isso que vai acontecer.

E, quando começar, não apenas seu pai, mas seu cônjuge e seus filhos terão muito orgulho de você.

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Para que seu patrimônio se multiplique a taxas consideravelmente superiores às do mercado e seu patrimônio atinja cifras de 1 milhão, 2 milhões… 5 milhões de reais. Até mais.

Esse círculo virtuoso já está em andamento. Confira a satisfação de quem acompanha a série:

Estou muito empolgado com o meu investimento em instrução e informação financeira na Empiricus, todo o conteúdo é realmente fantástico, estou amadurecendo muito como administrador das minhas finanças, agora minha meta é ser um empreendedor de sucesso para aumentar meus rendimentos consideravelmente, em paralelo investi-lo da melhor maneira para que possa render e conservá-lo sempre mais.
Luis Carlos B.

O poder de se tornar um novo leitor satisfeito, prestes a seguir um plano concreto de construção de riqueza, está em suas mãos neste momento.

Até consigo visualizar as suas vibrações se canalizando em direção a esta meta.

Pois deixar para outro dia pode ser tarde demais.

E daí o arrependimento já terá subtraído suas forças.

Portanto, quero manter o brilho deste instante.

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Quero cuidar da minha aposentadoria a partir de hoje

Um abraço,
Rodolfo Amstalden

Compromisso Empiricus registrado em cartório

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