Caro leitor,

Você deve estar se perguntando…

O que levou um ex-gerente a passar este tipo de informação, traindo a categoria (e os valores) que por anos defendeu?

É simples: o que ouvi – e principalmente, vi – em quase uma década a serviço dos bancos precisa vir à tona.

Tenho que desabafar, independentemente das consequências.

Sei que seu tempo é curto, mas neste exato momento você está sendo lesado pelo gerente do banco.

Está perdendo dinheiro. Ou deixando de ganhar.

E você não é culpado por isso. Ao menos, em parte.

Nas próximas linhas você já começará a virar esse jogo. Identificarei a sua primeira estratégia nesta minha nova função.

Por uma questão de segurança, não posso ainda revelar minha identidade. Espero que entenda, porque preciso me preservar.

Devo tudo isso a você. E ao seu Jair.

Nunca me esqueci do jeito humilde dele ao entrar na agência para sacar parte da sua aposentadoria como trabalhador rural.

E da impressão de que não havia produto que não tivesse sido empurrado para ele todos os meses como “o melhor investimento de todos os tempos”.

Primeiro foi um cartão de crédito adicional.

Aumentamos seu limite, para gastar à vontade, seu Jair.”

Depois, o título de capitalização.

O senhor pode ganhar um sorteio e ficar milionário.”

Logo chegaram o CDB ruim, o seguro de vida até para o filho mais novo

Era só aplicar uma ou duas palavras de “economês” e pronto: o seu Jair concordava, por pura vergonha de seu desconhecimento.

Ninguém gosta de admitir que não
entende aquilo que os outros falam.

 

Muito menos quando o assunto é o próprio dinheiro.

Mas o pior ainda estava por vir…

Uma manhã vi um dos gerentes puxar papo com o seu Jair no caminho até o caixa.

O motivo do saque logo se revelou: uma herança.

A quantia não era grande, mas se bem aplicada poderia contribuir para uma aposentadoria muito mais tranquila para o seu Jair.

O gerente, então, não pensou duas vezes: sugeriu um fundo aparentemente bom. Seguro, com perfil conservador…

… e “apenas” 3% de taxa de administração.

O seu Jair não entendia, por exemplo, que essa taxa iria corroer boa parte de seu patrimônio.

E que fundos de outras boas gestoras cobrariam bem menos e ofereceriam uma rentabilidade melhor. Sem falar no Imposto de Renda.

Era a “sorte grande”. Para o banco.

No começo, o seu Jair até tentou mostrar que sabia o que estava fazendo, questionando os benefícios práticos de tudo aquilo.

Mas observei o gerente falar de spreads, benchmark… E garantir: não havia nada mais vantajoso a ser feito naquele momento.

“É pegar ou largar.”

Pensei em alertá-los ali mesmo. Falar de investimentos melhores, outras opções de aplicação mais rentáveis.

Mas apesar do incômodo, não interferi.

Afinal, para mim, estava tudo bem. Eu tinha aquele emprego, com salários e benefícios que poderiam fazer falta.

Na verdade, eu estava envolvido até a medula naquele sistema.

Ao mesmo tempo, voltei para casa pensando que meus filhos poderiam estar no lugar do seu Jair no futuro.

Algo realmente precisava ser feito… Até que, passado um ano, finalmente consegui me organizar melhor. E pedi demissão.

Mas não sem antes ver o seu Jair minguar o próprio patrimônio, sem conseguir multiplicar um real sequer. Pelo contrário: ele voltou a fazer contas para sobreviver da aposentadoria.

Hoje, estou do outro lado do balcão.
E quero recompensá-lo.

Estou consciente de que preciso me redimir de alguma forma.

E acredito que tenho obrigação de revelar as armadilhas que coloquei em prática entre os meus clientes, até inconscientemente.

Chegou a hora de virar esse jogo. E vou ajudá-lo nisso. Nas próximas linhas já revelarei a sua primeira estratégia.

Tive sob minha responsabilidade centenas, milhares de contas.

Algumas com muito dinheiro. Outras com nada, no vermelho. Mas todas elas pertencentes a um potencial consumidor para as instituições bancárias. Como você.

Tinha perdido o meu marido há pouco tempo e, ainda fragilizada, tive de resgatar o plano de previdência complementar que ele havia feito. O processo até que foi rápido, mas no final veio a surpresa: a gerente cobrou R$ 10.000 de comissão. Ela já era paga pelo banco e ainda assim cobrou ‘um por fora’ só para viabilizar o resgate. Acabei pagando esse absurdo para evitar que todo aquele sofrimento se prolongasse.
Fernanda T.

Não foram poucas as vezes em que vi ex-colegas recomendando investimentos que se provaram grandes erros na prática.

Até por falta de preparo e informação sobre os próprios produtos que tínhamos para oferecer.

Mas, no geral, o sistema bancário funcionava muito bem.

Tanto que o seu Jair e milhares de clientes como você e o Fernando sempre nos ajudaram a bater todas as metas com folga.

Metas? Do que você está falando?

É simples. Bancos, como toda empresa, visam lucro.

Dê só uma olhada em algumas das manchetes nos últimos anos…

E não há pecado algum em lucrar. Você logo vai entender por quê.

O problema aqui está na forma como essas metas são empurradas internamente, e o quanto isso prejudica o seu bolso.

Todos os funcionários de banco têm rígidos objetivos definidos com antecedência a atingir.

Um exemplo prático: em alguns bancos, cada um dos produtos oferecidos pela agência tem um peso específico.

Quanto mais caro ou impopular o serviço vendido, mais fácil cumprir a meta.

A adesão a um plano de previdência pode valer, por exemplo, 10 pontos no programa de metas mensal de 50 pontos do seu gerente.

Enquanto o título de capitalização, mais barato e fácil de vender, equivaleria a 2 pontos.

Tudo começa a ficar mais claro agora, não?

Vou mostrar a você como funciona todo esse sistema. E nas próximas linhas já adiantarei a sua primeira estratégia para virar o jogo dos bancos a seu favor.

Preste atenção: a partir do momento em que você pisa em uma agência bancária ou a visita pela internet, você entra em um verdadeiro campo de batalha.

Em jogo, está o seu dinheiro. E a liberdade de aplicá-lo onde achar mais conveniente.

Sabe o estagiário que fica estrategicamente posicionado ao lado dos caixas eletrônicos, logo na entrada da agência?

Ele é o soldado raso, estrategicamente postado na linha de frente. Está ali para ajudá-lo, filtrar as principais dúvidas e encaminhar as soluções.

Mas também para VENDER.

Passou pela porta giratória? Pegou a senha ou esperou a sua vez na fila até chegar à mesa do gerente ou ao balcão do caixa?

Pode ter certeza: seus avanços estão sendo monitorados. Como eram os do seu Jair.

Aquele caixa que passa o dia contando dinheiro também precisa vender, a fim de atingir os objetivos propostos por seus superiores.

Além de se preocupar com a precisa contagem das notas e moedas que chegam até ele diariamente, ainda tem que empurrar produtos da agência.

Vi no nosso sistema que você ainda não tem o nosso plano de capitalização.
Você conhece os benefícios?

Perdi as contas de quantas vezes repeti essa abordagem enquanto acessava a sua conta, à medida que você se preparava para sentar para o atendimento.

Eu era um dos gerentes “altamente preparados para atender às suas necessidades”, e que precisava propor a contratação de serviços para garantir meus bônus na instituição.

As campanhas para impulsionar a venda de determinados produtos na agência chegavam a ser semanais.

Agora me responda: o seu investimento deve obedecer invariavelmente ao seu cronograma ou ao do banco?

Trabalhei no pré-atendimento de um banco e lembro como se fosse hoje: o gerente que decidia sobre empréstimos sempre perguntava se algum outro produto havia sido empurrado para ele. Era automático: se tivesse comprado outra coisa, ele liberava o empréstimo.
Amanda C.

Nem dentro de casa você está protegido dessas investidas.

O seu telefone pode tocar a qualquer momento (de preferência nas piores horas do dia) com a oferta de um seguro de vida, uma capitalização, um plano de previdência privada…

Quem nunca passou por isso?

Mas atenção:
Há um conflito de interesses muito claro aqui
.

E que em geral pode deixar as melhores escolhas para o seu dinheiro em segundo plano.

Sabe aquele atendente de loja que diz que todas as roupas que você prova caem como uma luva ou parecem ter sido confeccionadas exclusivamente para as suas medidas?

Agora pense rapidamente no gerente ou analista que emite recomendações favoráveis a um determinado produto, título ou instrumento financeiro.

Ele até pode estar movido por sentimentos genuínos em relação àquilo que você precisa.

Mas como está inserido nesse amplo sistema de comissões e remunerações, ganhará mais se o volume de transações naquele título, no seu próprio banco ou corretora, for ampliado.

E, assim como você, todos eles têm família, contas a pagar.

Portanto, que fique claro: quem tem que pensar nos seus interesses é você.

Reforço: Conheço o sistema. E nas próximas linhas já vou revelar a sua primeira estratégia para virar esse jogo.

O regime de metas bancárias também não é uma exclusividade no Brasil. Em alguns países, a cobrança é até maior, inclusive.

Você deve ter visto na TV, por exemplo, imagens deste caso…

Não foi fácil ignorar essa notícia, que viralizou nas redes sociais…

Afinal, 84% dos trabalhadores bancários já tiveram algum problema de saúde com frequência acima do normal, e só contando a região metropolitana de São Paulo.

Mas felizmente toda essa pressão já é passado para mim.

E por isso quero agora alertar você para que evite todas as armadilhas que coloquei em prática ao longo de décadas.

E que corroeram o seu patrimônio e o de sua família.

Começando hoje mesmo. Agora. Você logo saberá como.

Não é exagero. Por experiência, garanto que cada centavo perdido ao dia, ou mesmo deixado de ganhar, faz uma enorme diferença nos seus planos de vida.

Pode comprometer a viagem dos seus sonhos, o carro do ano, um imóvel, o futuro dos seus filhos, a harmonia familiar.

Por isso decidi assumir, a partir deste momento, este compromisso muito sério.

Vou falar agora de tudo aquilo que você deve ter em mente quando pensar em investimentos ou produtos bancários.

E já nas próximas linhas, com a sua primeira estratégia.

Mas antes de prosseguir, preciso fazer um esclarecimento importante: não estou falando para você ir ao banco agora retirar todo o seu dinheiro.

Isso seria uma grande irresponsabilidade de minha parte.

O que estou dizendo é que você pode mantê-lo lá. Mas, se optar por isso, que vire o jogo dos banqueiros a seu favor.

Saber usar os juros altos para GANHAR dinheiro, não perder.

Multiplicar seu patrimônio usando o instrumento financeiro mais apropriado à sua situação atual e aos seus desejos.

Também não condeno as práticas de venda colocadas em prática pelo exército de funcionários em cada agência.

É um direito dos bancos vender seus produtos, desde que não firam princípios éticos e legais.

Afinal de contas, também visam lucro e têm despesas, principalmente na hora de tapar os rombos causados pela alta da inadimplência entre os clientes, o popular calote.

O outro lado da moeda é que, se há atraso no pagamento, há garantia de receita no futuro.

E o motivo é simples: além das tarifas e encargos cada vez mais altos cobrados a cada serviço, e que podem variar até 450% de banco para banco…

Há os JUROS.

Eles marcam o passo do sistema bancário desde a primeira instituição de caráter privado, há quase 1.000 anos.

Afinal, você já imaginou se o banco emprestasse dinheiro a você como o seu amigo mais próximo, não cobrando nada além do valor captado?

Pois é… O sistema quebraria.

Mas o problema aqui é o quanto se cobra por esse empréstimo. E nesse quesito, estamos na ponta mundial.

Esqueça o futebol… Porque ninguém é mesmo páreo para o Brasil quando o assunto é juros.

Muito menos a Alemanha.

O Brasil apresenta juros reais (descontada a inflação) de nada menos que +7,5%, enquanto a média geral é de -1,4%.

Enquanto isso, a nossa taxa básica de juros (Selic), referência para a economia como um todo, é de exorbitantes +14,25%.

E isso acompanha dois componentes que estão por trás – em grande parte – do endividamento das famílias brasileiras.

Falo das armadilhas do crédito rotativo e do cheque especial.

“O meu primeiro cartão de crédito me deu uma sensação de liberdade que nunca havia tido. Lembro como se fosse hoje. Com 18 anos, parecia que tinha ganhado na Mega. Mas o final foi trágico e tirou meu sono e o da minha família inteira. Entrei numa dívida que me amarrou ao banco por 7 anos.
Roberto T.

Segundo o banco, o crédito rotativo do cartão é uma ferramenta indispensável para ter “flexibilidade” na hora de administrar as despesas.

Na prática, estamos falando daquele crédito que você toma quando paga menos que o valor total marcado na fatura do cartão.

E que apresentam juros estratosféricos de +471% ao ano.

Viajou e esqueceu de pagar a fatura? Os juros vão se multiplicar da mesma forma.

E o cheque especial? Sabe aquele valor extra a que você tem acesso mesmo quando já gastou o que tinha na conta corrente?

Pois é… Os juros que recaem sobre ele também são estratosféricos. Falo de 311% ao ano.

Com juros desse tamanho, o gerente não vai ser seu amigo.

Agora veja só o caso de recomendações específicas envolvendo o mesmo produto, e que compõem…

A sua primeira estratégia

O gerente dificilmente vai te oferecer de saída a melhor rentabilidade. E ele sempre tem uma margem de aceitação na ponta do lápis.

Por isso, negocie. Negocie. E barganhe taxas. Sem constrangimento.

Um exemplo prático: você chega ao banco com R$ 50.000 para aplicar em um CDB.

Então o gerente oferece um produto que paga 95% do CDI, ou menos do que isso.

Calma… Isso está longe de ser um bicho de sete cabeças.

O CDB é um título que os bancos emitem para se capitalizar.

Enquanto o CDI é a taxa de juros nos empréstimos realizados entre instituições financeiras.

Ela costuma ficar um pouco abaixo da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Esses 95% do CDI significam, no seu bolso, uma rentabilidade bruta (sem Imposto de Renda) de 13,5375%.

Em um ano, os seus R$ 50.000 virariam R$ 56.768,75. Ou seja, você embolsaria R$ 6.768,75.

Com o poder de barganha que eu ajudarei você a ter, você poderá negociar e conseguir um CDB com rentabilidade de 99% do CDI.

Isso significa que os seus R$ 50.000 teriam uma rentabilidade bruta de 14,1075%. Em 12 meses, você teria R$ 57.053,75.

Falo de uma diferença de R$ 285 no seu bolso. Sem você precisar mover uma palha.

Sei que não é muito. Mas esse é apenas um exemplo entre inúmeras atitudes que você pode ter para cuidar de seu patrimônio.

O exemplo prático foi de R$ 50.000. Mas poderia ser a quantia que você tiver à disposição, maior ou menor.

E olha que estamos falando de um dos investimentos mais conservadores à disposição no mercado.

Ah, não ficou satisfeito com a taxa oferecida, ou mesmo aquela cobrada pelo banco? Foi prejudicado em alguma operação? Pois saiba que de nada vai adiantar reclamar com seu gerente.

Você tem outros canais muito mais eficazes – inclusive externos – para ser ouvido. Um deles, inclusive, representa o caminho mais rápido e garantido para um retorno à sua demanda.

Mas isso vou guardar para o nosso próximo contato.

Por ora, você tem um bom ponto de partida para ver o seu dinheiro trabalhar para você. E não o contrário.

Percebe a diferença?

Alguém sempre estará lucrando enquanto você não souber o que fazer com o seu dinheiro.

Nunca espere que parta de um banco a iniciativa de munir você de conhecimento financeiro.

Via de regra, é muito bom para o banco que os seus correntistas não entendam ou não queiram entender de finanças.

Porque dessa forma poderá empurrar a você os investimentos em que ganham mais, alimentando um enorme conflito de interesses.

Eu trabalhava num banco público que havia acabado de ganhar uma nova carteira de clientes. Choveram reclamações sobre cartões que não haviam sido pedidos. No final, todos descobriram que, naquelas dezenas de folhas da abertura de conta, o pedido desses cartões havia sido estrategicamente colocado para não ser percebido. Todos acabaram assinando depois…
Roberto H.

Por outro lado, a Empiricus é TOTALMENTE desvinculada de bancos e corretoras.

Não fazemos intermediação financeira, empréstimo ou corretagem. Nem mesmo permitimos anúncios publicitários de terceiros.

Temos uma base de 3.000.000 leitores cadastrados. Mais de 300.000 assinantes.

E não são poucas as empresas que nos procuram para atingir esse público crescente a fim de comercializar seus produtos.

Mas fizemos uma escolha: a independência.

E isso até nos faz perder dinheiro, pensando nos anúncios publicitários que recusamos em nossas páginas e relatórios.

Nosso foco é apenas – e tão somente – a análise. É o único meio pelo qual somos remunerados. E nunca abriremos mão disso.

Ganhamos dinheiro se o nosso leitor ganha dinheiro, a demandar, assim, mais recomendações financeiras.

Queremos ajudá-lo a falar com seu gerente. A saber escolher qual produto é mais adequado àquilo que você deseja.

Por isso, aproveito para anunciar o início de um novo conteúdo especial dentro da Empiricus, a maior casa de análises independente do Brasil.

Falo da Série Bancos.

Ela complementa o conteúdo mais completo de educação financeira em língua portuguesa, elaborado pela equipe do Você Investidor.

Na nova série, você vai ter acesso a newsletters especiais com tudo o que realmente precisa saber sobre o universo dos bancos.

Mostrarei a você, passo a passo, e de forma simples e direta, as melhores opções para o seu dinheiro.

Você vai entender qual aplicação bancária é melhor para você, por que títulos de capitalização não são investimentos, como escolher uma previdência com rendimentos altos e custos reduzidos.

Darei os argumentos necessários para você conseguir fazer bons negócios com seu gerente.

Indicarei como investir por uma corretora de valores e, com isso, obter retornos mais altos.

Ensinarei como comparar aplicações financeiras e como encontrar as melhores opções disponíveis no mercado.

Mostrarei o que é feito exatamente com as suas economias depois que você compra produtos em uma instituição financeira.

Garanto, por conhecimento de causa: as suas economias estão em movimento, e podem ter vários destinos dentro do banco.

Terei a sensação de dever cumprido quando você for à agência e entender de fato o que o gerente está sugerindo.

E quando você puder decidir, com consciência, entre contratar ou não os produtos que lhe são oferecidos.

Veja só o que têm a dizer o Rogério, a Priscila e o Luis Carlos, que já acompanham o nosso serviço e fizeram questão de nos escrever.

Em dezembro do ano passado fui impactado por uma p*rrada forte na cabeça quando comentei que todo o meu dinheiro estava na poupança. Imediatamente um amigo muito especial, ao saber disso, soltou essa pérola: “Se é para rasgar dinheiro, doa logo para uma instituição de caridade que é mais nobre”.
Reitero a minha enorme admiração pelo trabalho que realizam e por terem dado uma guinada na minha vida.
Rogério A.

Tudo bem? Sou assinante do Você Investidor e estou gostando muito do conteúdo. Vocês estão me ajudando a criar uma rotina financeira, algo que eu sempre tive muita dificuldade de estabelecer. Obrigada!
Priscila Q.

Estou muito empolgado com o meu investimento em instrução e informação financeira na Empiricus, todo o conteúdo é realmente fantástico, estou amadurecendo muito como administrador das minhas finanças, agora minha meta é ser um empreendedor de sucesso para aumentar meus rendimentos consideravelmente, em paralelo investi-lo da melhor maneira para que possa render e conservá-lo sempre mais.
Luis Carlos B.

Assim como eles, você terá à disposição todo o conteúdo necessário para que fale de igual para igual com seu gerente.

Você saberá a partir de agora, entre outras estratégias:

– Onde investir o dinheiro que está perdendo valor na poupança;

– Como fazer boas aplicações automáticas com seu dinheiro;

– Quando devemos pagar seguros de cartões de crédito;

– Quais as melhores formas de investir para a sua aposentadoria;

– Quais são as diferenças entre os segmentos de cada banco;

– O que levar em conta ao selecionar um investimento;

– Por que o banco esconde o Tesouro Direto.

E reforço: tudo isso dentro do amplo universo do Você Investidor, que garante, de quebra, o seu acesso a:

1– Relatório mensal, com recomendações de aplicações específicas, simples e acessíveis. Tanto para investidores iniciantes quanto experientes.

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