Caro leitor,

Antes de tudo, preciso dar um alerta importante.

Praticamente tudo o que você ouviu sobre investimentos pode estar errado.

Conheça os 4 mitos que causam danos irreparáveis às suas finanças.

Mito 1
Quanto maior o risco, maior o retorno

É consenso de mercado que para aumentar a rentabilidade de uma carteira de investimentos é preciso correr mais risco.

Nas próximas linhas desconstruirei a principal cartilha que reina há décadas nos grandes bancos e corretoras de valores do País.

E mostrarei como é possível montar um portfólio robusto, que reúne as duas características que todo investidor procura: alto potencial de retorno e segurança.

Antes de desmascarar por completo o mito 1, conheça outras mentiras contada por aí.

Mito 2
Ações mais líquidas são as mais seguras

Você já deve ter ouvido falar para investir somente nas blue chips, as ditas empresas mais sólidas e negociadas na Bolsa, certo?

O.k., então digamos que você tenha montado uma carteira com as ações das companhias líderes em seus segmentos.

Veja o que teria acontecido.

A Ambev, líder no setor de bebidas, era uma das grandes apostas de 9 entre 10 analistas financeiros, por conta da Copa do Mundo e da Olimpíada Rio 2016.

Seus acionistas esperavam ansiosos pelos maiores eventos esportivos do mundo para brindarem resultados positivos.

Mas o que aconteceu de fato?

Em 2014, em pleno ano de Copa, as ações desvalorizaram -1,10%.

Já em 2016, ano da Olimpíada, perda ainda mais expressiva, de -5% em 12 meses.

O principal motivo da frustração ninguém poderia prever.

Desesperado para fazer caixa, o governo Dilma aumentou os impostos sobre bebidas, corroendo a margem da companhia.

fonte: InfoMoney

Em 30 de abril de 2014, as ações da Ambev caíram mais que -5% em um único pregão por conta da intervenção governamental.

Quem imaginaria perder 5% do capital investido, justamente em uma empresa de bebidas, em ano de Copa no Brasil?

O que tinha tudo para ser motivo de comemoração virou um verdadeiro 7×1 no bolso do investidor.

Seus acionistas acabaram enchendo a cara para esquecer o fraco desempenho dos papéis da companhia.

Agora vamos ver o que aconteceu com a empresa líder em serviços financeiros.

Conhecida por muitos analistas como uma “máquina de fazer dinheiro”, a Cielo é outra queridinha do mercado por sua eficiência operacional, alta geração de caixa e capacidade de inovação.

Mas veja o que aconteceu em 15 de dezembro de 2016…

Henrique Meirelles, ministro de Temer, propôs que os varejistas cobrassem preços diferentes de acordo com o meio de pagamento utilizado pelos clientes.

Se aprovada, a medida penalizaria quem utiliza cartões em geral e, consequentemente, a própria Cielo.

O inesperado projeto fez as ações da “máquina de fazer dinheiro” se desvalorizarem –6,5% em apenas 30 minutos.

Uma queda nunca experimentada por seus acionistas anteriormente.

Os sustos que você tomaria não param por aí.

A Vale, líder do setor de Mineração, foi outra companhia que levou um duro golpe.

O acidente na barragem de Mariana causou o maior estrago ambiental de nossa história e jogou a cotação da mineradora na lama.

Os papéis da Vale se desvalorizaram -7,55% em um único pregão.

Veja o que aconteceu quando a cotação do minério de ferro recuou -5,31% na bolsa chinesa de Dailian.

A lição que podemos tirar é a seguinte…

Quando surge um evento inesperado, imprevisível e de grandes proporções, todos sofrem.

Até mesmo o resiliente setor bancário.

Antes de amaldiçoar a Bolsa, note que as quedas expressivas não se restringem à renda variável…

Mito 3
A Renda Fixa varia, sim. E pode lhe causar grandes prejuízos

Embora o rótulo de “renda fixa” sugira a ideia de absoluta tranquilidade, alguns investimentos não estão livres de surpresas desagradáveis.

Apesar de potencialmente rentáveis, os títulos públicos são prova viva disto.

Quando Trump foi eleito, por exemplo, alguns títulos públicos chegaram a se desvalorizar -10,7% em questão de dias.

Veja, por exemplo, a variação de preço do título IPCA+ 2035.

As negociações chegaram a ser interrompidas por algumas horas.

Ao verificar forte volatilidade no mercado, o Tesouro Direto suspende temporariamente as vendas e compras para evitar que o investidor venha a fechar uma transação a um preço que pode ficar rapidamente defasado.

Muitas pessoas descobriram – da pior maneira possível – que a Renda Fixa não é tão fixa quanto se imaginava. Ironicamente, ela varia. E muito.

É verdade que se título for levado até o vencimento, você receberá exatamente o valor contratado no ato da compra. Seja ele prefixado ou pós-fixado.

Mas, no meio do caminho, os títulos públicos – que podem ser considerados os investimentos mais seguros em Renda Fixa – variam praticamente como uma ação na Bolsa.

Bem, se as blue chips não são tão seguras quanto se fala…
Se a Renda Fixa não é fixa como você sempre acreditou…
Então o que você deve fazer com seu dinheiro?
Colocar todo o seu capital em fundos para ter a gestão de um profissional?

Se pensou nesta ideia, preste atenção ao mito a seguir.

Mito 4
Investir em Fundos é mais seguro que Renda Fixa e Ações

Vale ressaltar ainda que os Fundos também podem oscilar bastante no curto prazo com eventos negativos e/ou inesperados. Sabe por quê?

Muitos nem sequer imaginam, mas a grande maioria dos fundos detém participação relevante em títulos públicos e até em ações.

Consequentemente, com a trajetória de queda da taxa Selic, inúmeros fundos terão dificuldade em superar o benchmark (referencial de rentabilidade).

Ou, pior, em bater o ganho da Caderneta de Poupança…

Tem mais…

Conforme estudo feito pela Economatica, dos 55 fundos de ações que aceitam aplicações de pessoas físicas, apenas 7 estão rendendo mais que o Ibovespa em 2017.

Pense comigo…

Se Ações, Renda Fixa e Fundos podem sofrer com eventos no curto prazo, aparentemente todos os investidores correm riscos.

Inclusive o seu dinheiro, mesmo você achando que está investindo de maneira conservadora.

Quem se descuidar pode perder em horas uma grande porcentagem do capital acumulado durante anos.

Já pensou ter uma desvalorização de -10% em sua carteira de investimentos?

Imagine como você se sentiria se visse…

R$ 100 mil virarem R$ 90 mil.

R$ 500 mil se transformem em R$ 450 mil.

R$ 1 milhão se tornar R$ 900 mil.

Perdas para lá de significativas em menos de 24 horas mesmo investindo de maneira “conservadora”.

E agora?

O que você deve fazer?

Fique tranquilo.

Escrevi esta carta justamente para ajudá-lo a se proteger de maneira eficiente e verdadeiramente conservadora.

Recentemente, fiz uma descoberta que não pode ficar restrita a mim e ao bem-estar da minha família.

Afinal, eu tenho um dever fiduciário com você.

Buscando proteger os ativos da minha família, um dia eu pensei no seguinte.

Se é possível fazer seguro do seu carro, da sua casa, até mesmo de vida…
…por que não fazer um tipo de ‘seguro dos investimentos’?

Vai que um dia, pela manhã, você escuta que a Polícia Federal deflagrou uma operação nos maiores bancos do Brasil.

O que você acha que aconteceria com alguns dos seus principais investimentos custodiados ali?

Consegue imaginar o corre-corre dos investidores para resgatarem suas cotas?

Ou mesmo as filas para efetuar saques?

Arrisco dizer que as proporções do evento seriam parecidas ao do calote grego na dívida.

Veja bem, estou citando apenas um exemplo hipotético. Não quero insinuar nada.

O evento inesperado e de grandes proporções pouco importa na verdade. O que vale são suas consequências.

E elas podem ser irreparáveis, até mesmo para os investidores ditos conservadores.

Por que estou contando isso agora?

De março de 2014 a dezembro de 2016, eu utilizava um determinado método para montar minha carteira pessoal de investimentos.

A estratégia era vencedora com rentabilidade média de +160% do CDI.

Mas nos últimos meses, senti a necessidade de fazer um ajuste no método.

Meu objetivo era tornar a carteira ainda mais robusta em meio a tantos riscos.

O resultado foi duplamente satisfatório.

A carteira não só ficou mais robusta, como também ganhou em rentabilidade.

É isso mesmo que você acabou de ler: mais segura e mais rentável. Ao mesmo tempo.

Caía por terra o Mito 1.

Quanto maior o risco, maior o retorno

Uma simples mudança elevou a rentabilidade de todo o portfólio para +227,15% do CDI. – E o mais importante – sem abrir mão da segurança.

O ajuste que fiz na carteira só foi possível graças a uma descoberta, que impulsionou a rentabilidade do meu portfólio em +41,96% quase instantaneamente.

Em apenas quatro meses (janeiro a abril), meu ganho saltou 1,42 vez graças a uma pessoa que você conhecerá a seguir.

A comparação não inclui o resultado de maio de 2017 pois esta carta está sendo redigida antes do fechamento do mês.

Sei que o histórico de ambos os métodos é relativamente curto e que ganho passado não é garantia de rentabilidade futura, mas já dá para ter ideia do tamanho do potencial da minha descoberta.

Estou bastante otimista com o que virá nos próximos meses e anos.

Em breve, você descobrirá como um importante ajuste que fiz foi capaz de aumentar não só a proteção dos ativos, mas também a rentabilidade do portfólio como um todo.

E o melhor, você poderá proteger o patrimônio da sua família da mesma maneira que eu protejo o da minha.

E quem sabe potencializar a sua rentabilidade por 1,42 vez como eu.

Claro que isso não é uma promessa, mas acabou de acontecer comigo. Por que não pode repetir com você?

Durante os últimos três anos, eu utilizei o bem-sucedido Método TBK, para montar minha carteira. Ele consiste no seguinte.

O que fiz, basicamente, foi extrair o melhor de cada um dos maiores gênios dos investimentos.

Utilizei conceitos do Value Investing de Warren Buffett na formulação do meu método.

De maneira resumida, Buffett defende que o sucesso do investimento está em comprar um ativo por um valor muito mais baixo do que ele realmente vale.

E foi aplicando esse conceito que ele se tornou um dos homens mais ricos do Planeta.

Porém, acredito que desde sua criação, o Value Investing deixou de ser algo que pudesse ser aplicado isoladamente. O mundo está muito diferente do que era no século passado.

Com o constante aumento da informação disponível em todos os níveis, é muito mais difícil ter acesso a dados que possam revelar uma diferença significativa entre o valor intrínseco e o valor extrínseco de um ativo.

Por isso, foi necessário introduzir ao meu método o viés cognitivo, presente nas finanças comportamentais de Daniel Kahneman.

Este simpático senhor me ensinou que não podemos isolar o fator humano.

Entre a empresa e a ação, há a interação social de milhares de pessoas, com suas projeções, excesso de confiança, pessimismo exagerado, etc.

Tudo isso pode comprometer a qualidade das decisões de investimento, especialmente em momentos de crise. Afinal, por não sermos racionais, podemos atuar por impulso, ganância, aversão a risco…

Para contrabalancear a dificuldade de estabelecer o valor de um ativo e a os vieses cognitivos… é que entra a terceira força do Método TBK: Nassim Taleb.

Com sua estratégia de antifragilidade, Taleb é peça fundamental do conceito que desenvolvi com o objetivo de montar investimentos seguros e rentáveis.

A antifragilidade aumenta a robustez e a resiliência dos investimentos, aproveitando possíveis volatilidades em favor dos rendimentos.

Ao longo dos últimos anos o Método TBK funcionou e trouxe dinheiro de maneira consistente não só para mim como para milhares de assinantes.

Apesar de altamente rentável no longo prazo, senti necessidade de blindar ainda mais os ativos do portfólio.

Peço atenção redobrada aqui.

Você está prestes a fazer uma descoberta que mudará de uma vez por todas a sua maneira de investir. Assim como mudou a minha.

Olhe pelo buraco da fechadura.

O que você vê?

A descoberta que fiz está diretamente relacionada à letra “S”.

S” de Spitznagel.

O homem que me fez mudar minha estratégia pessoal de investimento e ajudou a impulsionar a rentabilidade do meu portfólio em 41,96%.

A quarta e última força da minha nova estratégia, agora rebatizada de Método TBK-S®.

Apesar de ter sido o último a chegar, sua contribuição é inestimável.

A maior descoberta que fiz nos últimos três anos.

Graças a Mark Spitznagel, o Método TBK-S® ficou ainda mais seguro e robusto, sem perder seu potencial de rentabilidade.

A premissa de Spitznagel é a seguinte.

Quando um investidor compra um ativo, tem basicamente quatro resultados possíveis:

– Grandes Prejuízos;
– Perdas Limitadas;
– Ganhos Pequenos ou Médios;
– Ganhos Excepcionais;

Na média, a grande maioria dos investimentos dos ativos terá “ganhos pequenos ou médios” e “perdas limitadas”, como você pode ver na distribuição abaixo.

Naturalmente, os “grandes prejuízos” e os “ganhos excepcionais” são os menos comuns em uma carteira de investimentos.

Esses movimentos expressivos estão retratados nas extremidades do gráfico acima.

Contudo, eles não podem ser desprezados. Muito pelo contrário. Eles são primordiais para definir o sucesso ou o fracasso de qualquer portfólio.

Explico.

Digamos que você tenha uma carteira aparentemente balanceada e consiga alcançar uma boa rentabilidade média ao longo dos anos.

Porém, da noite para o dia, acontece um imprevisto. Um evento inesperado que faz sua carteira se desvalorizar -30% em questão de horas, por exemplo.

Imagine como você se sentiria experimentando um “grande prejuízo”, que corroeria cerca de 1/3 do capital que você levou anos para construir.

R$ 100 mil virariam 70 mil.

R$ 500 mil se transformariam em R$ 350 mil.

R$ 1 milhão se tornaria R$ 700 mil.

Lá se vão um carro, uma casa e noites de sono bem dormidas.

E se eu disser que você pode evitar os “grandes prejuízos” que eventualmente viria a ter nas próximas semanas, meses e anos? 

Passará, então, a ter três resultados possíveis em cada um dos ativos da sua carteira.

– Perdas Limitadas;
– Ganhos Pequenos ou Médios;
– Ganhos Excepcionais;

Note que os “grandes prejuízos” não estão mais na lista dos possíveis resultados do Método TBK-S®.

É importante se atentar para algo.

O simples fato de evitar os “grandes prejuízos” será determinante para que a soma das rentabilidades dos demais ativos da sua carteira fique acima da média do mercado.

Isso não quer dizer que as crises deixarão de existir. Elas virão. Não sabemos quando, mas é certo que virão.

Paradoxalmente, é justamente um evento raro e inesperado que poderá jogar a sua média dos retornos lá para cima. Mas, para isto, é preciso ter um bom seguro-catástrofe, é claro.

Pelo que tenho notado, as pessoas entendem a necessidade de manter bons seguros em carteira. Falta-lhes, no entanto, uma abordagem pragmática. Qual seria o seguro ideal? Como montar? Em que quantidade?

Em artigo publicado na Barron’s, de título What’s the best safe haven for investors?, Mark Spitznagel, fundador da Empirica junto a Nassim Taleb, buscou responder precisamente à questão.

Ele observou o comportamento de três seguros clássicos diante das crises nas últimas décadas.

Mais precisamente, observou como se comportam ouro, franco-suíço e Treasuries de 10 anos diante de quedas do índice de ações norte-americano S&P 500, entre 1974 e 2016.

O ouro se mostrou o melhor seguro disponível. Nos anos em que o S&P 500 caiu mais de 15%, o metal precioso subiu, na média, cerca de 30%, no intervalo considerado.

Existe um porém: precisaríamos de uma posição muito grande no nobre metal, que seria equivalente a dois terços da posição em ações, para proteger verdadeiramente o portfólio.  

O que é inviável por se tratar de uma alocação desfavorável, muito concentrada em ouro.

Nos anos bons de Bolsa (e dos ativos de risco em geral), você teria uma elevada fatia de sua carteira posicionada num ativo (no caso, ouro) que rende pouco ou, até mesmo, teria retornos negativos em momentos de bonança.

Agora deixe-me apresentar outra possibilidade de seguro, chamada por Mark Spitznagel de “equity Tail Hedging”.

Chamado informalmente de seguro Tail Hedging, ele é capaz de blindar a carteira em caso de grande queda no mercado de ações.

E o melhor é que basta pequena fração de seu portfólio investido no seguro Tail Hedging para proteger os demais ativos em cenários turbulentos.

O seguro Tail Hedging – representado pela linha azul – blindará toda a carteira em caso de catástrofe, enquanto a grande maioria das pessoas sofrerá enormes perdas financeiras.

Por outro lado, se não houver uma grande crise nos próximos anos, e a Bolsa continuar subindo, o seguro Tail Hedging simplesmente deixa de ser acionado – como todo seguro – e passará a valer zero.

Nesse caso, você perderá um pouco de dinheiro, de 1% a 3%, referente à compra do seguro.

Sei que perder nunca é bom. Mas quando você adquire um seguro, não espera ter de executá-lo. Ninguém bate o carro só para acionar a seguradora. Ao contrário, você torce para que o dinheiro gasto no seguro do automóvel tenha sido “desperdiçado”, não é mesmo?

Note, porém, que isso não será um grande problema.

Ao possuir um seguro de automóvel, você muda para melhor.

Passa a sair mais à noite…
Pode estacionar na rua sem medo…
Enfim, ganha a liberdade de ir e vir.

Com os investimentos acontece o mesmo.

Ao alocar de 1% a 3% nos seguros, sua carteira ganha autonomia para ficar um pouco mais arrojada.

Você terá mais independência para aumentar a fatia da carteira em ações, trazendo, assim, maiores ganhos potenciais na comparação com quem não tem esse importante seguro.

Resumindo…

Se não houver crise, o restante da carteira, em particular as ações, tende a se valorizar bastante, mais do que compensando o valor pago pelo seguro.

Em caso de volatilidade no mercado, o seguro Tail Hedging blindará os demais ativos da carteira.

Aí está a beleza da coisa.

Com o seguro Tail Hedging você estará realmente protegido e poderá ganhar em todos os cenários.

Até mesmo em caso de crise sistêmica.

Fazendo uma analogia, se você bater um Toyota Corolla, e tiver o seguro Tail Hedging, não será simplesmente reembolsado no valor de um carro japonês.

Você poderá receber um seguro equivalente a uma Ferrari, digamos assim.

É isso mesmo que acabou de ler.

Veja a não linearidade e o caráter realmente explosivo da coisa: nos anos em que o S&P 500 (índice de ações dos EUA) caiu mais de 15%, o seguro Tail Hedging, alcançou retornos superiores a 1.500%.

A expressiva multiplicação de valor desse seguro trará proteção para o portfólio todo, mesmo ocupando apenas uma pequena fração de sua carteira.

A imagem abaixo resume os resultados obtidos por Spitznagel:

O seguro Tail Hedging foi o campeão disparado em proteção de portfólio com mais de 1.500% de valorização.

Em segundo lugar, o ouro com valorização de aproximadamente 30%.

Em terceiro, franco suíço, com alta de cerca de 20%.

Na lanterna, os títulos públicos norte-americanos com vencimento em 10 anos com valorização de aproximadamente 15%.

Perceba que, juntos, os três ativos mais seguros do mundo não chegariam aos pés da proteção de 1.500% oferecida pelo seguro Tail Hedging.

Por isso, não é exagero algum chamar o seguro Tail Hedging de a melhor proteção que uma carteira de investimentos pode ter.

Vale destacar que este não se trata de um mero estudo ou pesquisa.

Spitznagel aplicou o seguro Tail Hedgingna prática – no fundo Empirica, em que foi sócio de Taleb e fez verdadeira fortuna sem abrir mão da segurança.

Sua proposta pragmática é de que, em vez de colocarmos muito dinheiro em “pouco risco” e pouco dinheiro em “muito risco”, aloquemos uma boa fatia do portfólio em ativos de “alto risco”, e os proteja com compra de seguros-catástrofe, cuja probabilidade de acionamento parece muito baixa, mas que, na sua eventual materialização, oferecerão um retorno formidável.

Eu posso adiantar: não conheço melhor forma de rentabilizar um investimento a longo prazo que o Método TBK-S®.

Graças a esse quarteto fantástico, acredito que o o Método TBK-S® é a maneira mais completa de alcançar retorno positivo em todos os cenários. Inclusive nos pessimistas.

Mas, Felipe, você não estava apostando no Bull Market?

Sim, e continuo confiante.

Tenho defendido há alguns meses a tese de que entramos num Bull Market secular, com um reapreçamento expressivo dos ativos de risco brasileiro, na renda fixa e nas ações.

(Bull Market é um mercado em tendência de alta, que pode durar anos e valorização expressiva das ações.)

Refiro-me a ganho de três, quatro dígitos…

No último Bull Market – que durou entre 2002 e 2007 – o Ibovespa subiu +2.051%

E, no Bull Market anterior, a valorização foi ainda maior: +3.415%.

Tudo indica que estamos no início de um novo Bull Market.

Historicamente, a correlação entre juros (em queda) e Bolsa (em alta) gerou alguns dos ciclos de valorização mais expressivos de nossa história.

O gráfico a seguir evidencia o quanto o Índice Brasil (IBX) – uma das principais referências para o comportamento da Bolsa brasileira – reagiu nos últimos ciclos de redução da taxa de juros:

Note que em todos os períodos de queda dos juros houve uma reação extremamente positiva das ações.

Agora, a alta expressiva nas cotações tem tudo para acontecer novamente.

E, desta vez, contamos com um forte gatilho de fluxo.

Hoje, a alocação dos investidores em ações brasileiras encontra-se na mínima de muitos anos, próxima a 8%.

Mas, em 2010, essa alocação estava em 18,3%. Sabe o que isso significa?

Nossa Bolsa está barata relativamente ao restante do mundo.

A materialização da perspectiva já tem rendido dinheiro àqueles que acreditaram e seguiram as recomendações.

Então por que devemos aumentar nossa proteção?

Basicamente, por dois motivos:

1) O cenário anda muito volátil; e
2) Eu posso estar errado em relação ao Bull Market.

Se tem uma lição que aprendi nos últimos anos é que os melhores gestores e investidores não são aqueles que apresentaram o maior retorno num determinado ano – ou seja, quem esteve certo por um tempo.

Os reais vencedores são os sobreviventes do mercado ao longo do tempo. Aqueles que souberam se proteger devidamente enquanto a maioria perdia.

Pegue os fundos de ações com grande desempenho anual ao longo do último Bull Market estrutural.

Boa parte deles simplesmente morreu ou subexiste agora.

O motivo?

Apostas erradas, sem a devida proteção.

PDG Realty é um bom exemplo.

No fim de 2008, as ações da construtora chegaram a valer R$ 80. Dois anos depois, alcançaram R$ 476.

O papel da PDG alcançou uma valorização expressiva de +595%.

Em março de 2013, quando o preço da ação voltou ao mesmo nível atingido registrado no fim de 2008, analistas e gestores se animaram com ganhos fáceis – apesar do crescente nível de endividamento da construtora…

PDG foi uma das ações mais recomendadas para a carteira de small caps pelas corretoras.

Nos meses seguintes, a cotação da PDG continuou implodindo na Bolsa.

R$ 80, R$ 70, R$ 60, R$ 50, R$ 40, R$ 30, R$ 20, R$ 10, R$ 1…

Seria a contagem regressiva para o preço voltar a decolar?

A manchete, abaixo, joga um balde de água fria nos otimistas. Lá do alto da cobertura.

Aliás, o excesso de confiança também vale para o universo empresarial.

Com a certeza em suas teses de que as coisas dariam certo, muitas companhias se alavancaram muito e hoje encabeçam a lista de pedidos de recuperação judicial.

Via de regra, o bom analista é necessariamente um “contrarian”.

Isso quer dizer que ele desafia as teses de consenso.

E quem se contentar em apenas repetir a opinião da média terá retornos da média.

Lembrando que “média” é sinônimo de “medíocre”. Que não é bom nem mau.

Para isso, você não precisaria de mim, certo? Bastaria comprar um fundo de índice tipo BOVA11, que replica o Ibovespa.

O que proponho é uma recomendação séria. Em mercados cada vez mais eficientes, que possam gerar retornos acima da média – sem correr riscos desnecessários.

Quando uma tese “contrarian” vai se tornando consensual, o analista perde seu diferencial.

Ele se torna apenas mais uma voz repetindo obviedades, clichês e considerações superficiais.

Não tem mais por que existir ou ser ouvido.

Um profissional de investimento efetivamente preocupado em gerar ideias originais precisa pensar diferente da média.

A colisão com o pensamento da média é inevitável e você não pode fugir só para pagar de diferente.

Mas tem algo mais, que é a sensação de que a qualquer momento pode surgir algo para mudar tudo.

Você está absolutamente certo até 19h. Até que vaza uma delação dos controladores da JBS e tudo pode ir por água abaixo.

Fonte: O GLOBO, 17 de março 2017

Viu como a volatilidade de mercado está presente no curto prazo e pode surpreender quem não estiver preparado?

Mas se você tivesse seguros-catástrofe, poderia ter protegido sua carteira, como aconteceu com os clientes da Empiricus…

Enquanto diversas ações da Bolsa derretiam mais de 20%, veja o desempenho dos seguros:

+ 642%
+ 121%
+ 327%

Apenas para citar alguns…

O mesmo vale para o mercado internacional.

A qualquer momento, em apenas 140 caracteres, pode vir Donald Trump e…poft!

A tese aparentemente sólida do dólar forte e de um Bull Market estrutural simplesmente desmancha no ar.

Veja o que aconteceu há alguns meses.

Antes mesmo de assumir o cargo de presidente, Trump ameaçou impor tarifas aduaneiras aos veículos exportados do México para os EUA.

Com esse simples tweet, Donald Trump fez as ações das montadoras japonesas caírem.

-3,1% para a Mazda, quase -2% para a Nissan, -1,9% para a Honda e -1,7% para a Toyota.

Agora imagine o que aconteceria se Trump sugerisse bombardear a Careia do Norte…

Declarasse que a China manipula o câmbio…

Ou então se encorajasse os países membros da União Europeia a abandonarem o bloco…

Pense no estrago que faria. Seria um caos nas bolsas globais.

As preocupações não param por aí…

Vai que alguma das 200 bolhas chinesas estoura e o minério de ferro, subitamente, desafia a visão de que este era o ano da virada…

Resumidamente: e se estivermos errados sobre a tese do Bull Market?

As posições em Bolsa e em prefixados, amplamente defendidas por mim, trarão perdas significativas?

Veja que esta é a pergunta relevante. A questão aqui não é se estamos certos.

Esse não é um jogo de quem ganha discussão. E, sim, de quem ganha dinheiro.

O que me faz particularmente confiante na proposta de comprar pré e ações com mais vigor neste momento é que, mesmo se estivermos errados na tese de recuperação cíclica, não perderemos muito dinheiro.

Isso, claro, para aqueles que seguirem o Método TBK-S®, como pratico com meu próprio dinheiro.

JBS, Odebrecht, Trump, bolhas chinesas. Há uma infinidade de riscos no horizonte – além, claro, daqueles que sequer conseguimos aventar.

Eu entendo que alguns queiram se expor às ações de Petrobras, por exemplo.

Por outro lado, ninguém em sã consciência quer incorrer num grande risco, pois sabe que, se as coisas desandarem, as cotações podem desabar.

Como aconteceu ontem com as da Petrobras (PETR3 e PETR4), que chegaram a cair cerca de -20% no dia após o vazamento da JBS.

E se a chapa Dilma-Temer for cassada e entrar um governo de esquerda, por exemplo, com novo controle do preço dos combustíveis?

 

Em meio a tantos riscos e incertezas, a pergunta que eu faço a você é

Por que então não montar uma posição para capturar essa possível supervalorização, sem nos expormos a uma grande perda?

 

Buscando mais proteção, procurei aprimorar minha maneira de investir.

Note que essa não foi uma decisão tomada da noite para o dia. Ela é fruto de muita pesquisa, estudo e back test, a fim de chegar ao modelo ideal.

Inclusive, fui até Nova York fazer um curso com o próprio Taleb, que prega sempre o conceito de antifragilidade – pouco a perder e muito a ganhar, sem assumir riscos desnecessários.

Em suma, minha nova estratégia oferece uma abordagem que me parece a mais adequada para a construção saudável de patrimônio, sem a assunção de riscos indevidos.

Lembrando que a rentabilidade da minha carteira pessoal foi +41,96% maior de janeiro e abril de 2017, os primeiros meses em que utilizei o Método TBK-S®.

Batizado de Método TBK-S®, ele está apoiado nos seguintes pilares:

  • 1) A antifragilidade de Taleb (perseguição de assimetrias convidativas – pouco a perder e muito a ganhar);
  • 2) O value investing de Buffett (busca de um ativo por um valor muito mais baixo do que ele realmente vale);
  • 3) O viés cognitivo de Kahneman (base das finanças comportamentais para explicar o comportamento dos agentes econômicos); e
  • 4) O seguro Tail Hedging de Mark Spitznagel (combinação de compra de ativos ditos arriscados com aquisição de seguros-catástrofes).

 

TBK-S® é um método completo, construído de maneira exclusiva com as melhores ideias de quatro investidores excepcionais.

Um verdadeiro dream team do mundo das finanças.

O quarteto fantástico dos investimentos.

Engana-se quem pensa que meus resultados eram insatisfatórios até então, motivando a mudança do método.

Antes de adotar o seguro Tail Hedging, a média de rentabilidade da minha carteira pessoal era de +160% do CDI nos últimos anos. O que, convenhamos, trata-se de um belo retorno.

Mas, agora, com o Método TBK-S® meus ganhos passaram a ser de +227,15% do CDI.

Obrigado, Spitznagel, por me ensinar a importância do seguro Tail Hedging.

A simples adição do seguro Tail Hedging à estratégia me fez ganhar +41,96% mais de maneira quase que instantânea.

Graças a esta descoberta, a rentabilidade da carteira aumentou consideravelmente, passando de +160% do CDI para +227,15% do CDI nos primeiros meses do ano.

Em linguagem popular, “o que era bom ficou ainda melhor”. 1,42 vez melhor, para ser mais preciso.

Sei que o histórico é relativamente curto e que ganho passado não é garantia de rentabilidade futura, mas estou bastante confiante com os lucros que estão por vir com o Método TBK-S®.

Lembrando sempre do mais importante: é possível alcançar maior rentabilidade potencial sem ter que correr mais risco.

Esta é a contribuição do seguro Tail Hedging.

Esta é a beleza do Método TBK-S®.

É exatamente o que estou fazendo com meu dinheiro pessoal.

E sugiro fortemente que o faça também.

O segredo é comprar boa parte da carteira em ações e, simultaneamente, comprar um pouco de seguro Tail Hedging.

A pequena fração do seguro Tail Hedging blindará a carteira em caso de grandes quedas do mercado acionário.

Por isso, o Método TBK-S® é sinônimo de maior retorno potencial e proteção ao mesmo tempo. Você não precisa abrir mão de um para ter outro.

Você pode estar pensando…

Nunca ouvi ninguém falando sobre essa estratégia antes.

É verdade.

O Método TBK-S® é algo totalmente exclusivo.

Vou além, o próprio seguro Tail Hedging é pouco explorado no Brasil.

Há pouquíssima gente utilizando de fato o seguro Tail Hedging no País, o que nos dá uma vantagem competitiva interessante.

Só ouvi o gestor da Gauss seguindo coisa parecida. Mas não é a mesma coisa.

Penso que, Luis Stuhlberger – do Fundo Verde – também carrega intimamente preocupações semelhantes, de forma não deliberada.

Veja a rentabilidade de seu fundo, +3.441% entre 2000 e 2016.

Tenho uma convicção pessoal de que o maior gestor de investimentos do Brasil só está onde está, sendo incomparável a qualquer outro, porque ele tem medo.

Parece haver ali uma paranoia constante e insuperável de que, subitamente, as coisas podem ir mal.

Não sei se de maneira formal ou informal, talvez seja a maior representação do Tail Hedging no País, sem que necessariamente ele se dê conta disso.

Contudo, o Fundo Verde, do brilhante Stuhlberger, está fechado para captação.

Falando do meu caso em particular, acho que posso ajudar não porque sou melhor analista, mais inteligente, mais dedicado ou mais careca do que os demais.

Desses, somente a última parte é verdadeira.

É simplesmente porque, depois de muito estudo e aprimoramento do método TBK, cheguei a uma abordagem que me parece a mais adequada para a construção saudável de patrimônio.

Sem ter que assumir riscos indevidos, já que minha nova estratégia – o Método TBK-S® – combina o melhor de quatro investidores excepcionais: Nassim Taleb, Warren Buffett, Daniel Kahneman e Mark Spitznagel.

Mas o Método TBK-S® funciona mesmo?

Sim, nunca investi de maneira tão segura antes. Sem ter que abrir mão da rentabilidade para isso.

Não à toa, escolhi o Método TBK-S® para alocar cada centavo que acumulei até hoje.

De maneira mais simplificada, você poderá blindar seus investimentos de uma eventual catástrofe sem abrir mão da rentabilidade.

O Método TBK-S consegue reunir o melhor dos dois mundos:
proteção de seus investimentos + alto retorno potencial.

Veja, abaixo, os resultados que tenho alcançado combinando blindagem do portfólio e potencial de ganho…

Os números dizem por si…

Neste ano (janeiro a abril), a rentabilidade da minha carteira pessoal – que segue apenas o Método TBK-S® – foi de +227,15% do CDI.

Veja, apenas em fevereiro a carteira rendeu impressionantes +530% do CDI.

Imagine o que poderia ter feito com esse dinheiro?

Vamos considerar a valorização de +227,15% CDI no ano em vez dos +530% CDI alcançados em fevereiro…

Anualizando o ganho de +225,15% do CDI, representaria uma rentabilidade de +19,30% em 31 de dezembro de 2017.

Como chegamos a esse número?
Pegamos a rentabilidade dos quatro primeiros meses de 2017 (janeiro a abril), que foi de 227,15% do CDI e a projetamos até dezembro. Portanto, 19,30% não se trata de uma promessa de ganho. Esta é meramente uma hipótese, uma simulação de lucro potencial considerando o CDI a 8,5% (estimativa de mercado para a Selic no fim do ano). Por fim, vale sempre lembrar que rentabilidade passada não é garantia de lucro futuro. Mas pode ser um bom indicativo.

Nesse caso, ao investir R$ 100.000 no primeiro dia útil de janeiro, poderá acumular R$ 119.300 ao final de dezembro.

Começando com R$ 1.000.000, poderá alcançar R$ 1.193.000 em um ano. Ou seja, um lucro de R$ 193.000 com o Método TBK-S®.

Valorização suficiente para viabilizar alguns prazeres da vida.

Como fazer uma viagem para qualquer destino no mundo…

Ter o suficiente para arcar com a faculdade para os filhos – ou mesmo uma pós fora do País…

Ter uma aposentadoria mais tranquila e prazerosa, sem depender de ninguém…

Alguns podem estar pensando: “Ah, Felipe, mas você é um profissional. Um investidor comum nunca conseguiria alcançar tamanha rentabilidade…”

E se eu disser que você pode seguir a minha carteira de investimentos?

Como?

Se você ficou interessado em seguir o Método TBK-S® – a mesma estratégia que uso para alocar cada centavo que acumulei até hoje – tenho uma boa notícia para você…

Ela está disponível em uma das séries da Empiricus na qual sou editor…

Sim, eu vou abrir a minha carteira pessoal de investimentos para você.

Em outras palavras, você poderá investir onde invisto.

Meu nome é Felipe Miranda, formado em Economia pela FEA-USP e mestre em Finanças na FGV-SP, onde também fui professor.

Sou fundador e analista-chefe da Empiricus a maior publishing de investimentos independente do Brasil com 180.000 assinantes.

Poucas pessoas acreditaram quando alertei para a destruição da Petrobras (com suas ações ainda acima de R$ 20). Os papéis acabaram se desvalorizando, conforme previsto, chegando à casa dos R$ 4

A disparada do dólar (com a moeda a R$ 1,90). Algum tempo depois, a moeda norte-americana atingiu seu pico, chegando a R$ 4,20

O descontrole da inflação (com os índices de preço ainda dentro da meta do governo). Posteriormente, o IPCA ultrapassou dois dígitos

E o contágio da crise no mercado de trabalho (ainda sob a propaganda do “pleno emprego”). Hoje, são mais de 12 milhões de desempregados

Dentre outros episódios também marcantes, como é o caso das ações da Rumo.

Em julho passado, recomendei aos assinantes que comprassem ações da empresa Rumo quando estavam a R$ 5,31.

No meio do caminho, o papel teve algumas quedas e muitos me criticaram. Mas como estava pensando no longo prazo, mantive a recomendação em um dos relatórios:

“Aqueles que me conhecem sabem o quanto eu vivo isso intensamente. Neste caso, em particular, não só sinto emocionalmente. Eu perco junto também, pois, como tornei público recentemente, tenho ações de Rumo na física.”

Não precisou de tanto tempo para que minha análise se tornasse acertada. Veja o desempenho do papel RUMO3 (atualmente negociados como RAIL3):

Em 20 de fevereiro de 2017 a cotação já atingira R$ 9,30.

Aqueles que se mantiveram com o papel tiveram lucros de +75,14%, como o assinante Ariel:

“Desde muito novo sempre quis investir em ações e você e sua empresa realizaram o meu sonho. Tive lucros expressivos na recomendação anterior e agora na RUMO3. Estou indicando a Empiricus a todos os meus amigos, uma excelência de empresa que continue por toda a vida. Muito obrigado.” – Ariel O.

Apesar de acertadas, minhas análises incomodaram alguns poderosos, é verdade.

Fui processado pelo governo Dilma, mas o reconhecimento público também foi positivo. Principalmente quando minhas teorias foram se confirmando.

Sou autor de alguns livros, com destaque para O Fim do Brasil eleita a melhor publicação de 2014 pela livraria da Folha de S.Paulo, na opinião dos leitores.

Também sou autor do livro A Palavra do Estrategista. O lançamento na Livraria Cultura em São Paulo foi um sucesso de público.

Há algumas semanas, lancei meu novo título: Felipe Miranda 100 Ensaios – Por dentro da mente que gera dinheiro para o maior número de pessoas no Brasil.

Ao todo são 100 ensaios com dicas e fundamentos de alguém que está 24 horas por dia pensando em maneiras de fazer você ganhar dinheiro.

Somando meus três best-sellers, já são mais de 100 mil cópias vendidas, com críticas bastante positivas.

 “Um economista jovem, sem qualquer amarra com conceito ou instituição que não sejam fatos e a sua própria análise. Felipe é um desses jovens inquietos, insatisfeitos com a mediocridade, antenado e com uma mira tão certeira de fazer inveja às grandes figuras que nos inundam com suas opiniões econômicas nos meios massivos.”

As aspas acima são de Alexandre Hohagen, ex-presidente do Google no Brasil e vice-presidente do Facebook para a América Latina, já eleito um dos 100 líderes com a melhor reputação no País, segundo a revista Exame.

Devidamente apresentado, vamos voltar ao que realmente interessa.

O que você leva assinando a Carteira Empiricus?

Assinando a série a Carteira Empiricus – que hoje é inteiramente norteada nos princípios do Método TBK-S® – você terá acesso a um portfólio diversificado, composto principalmente de Ações, Renda Fixa, Fundos, além – é claro de seguros Tail Hedging.

Se a Carteira Empiricus fosse um time de futebol, eu diria que a escalação é Tail Hedging + 10.

Não quero aqui dizer que a Carteira é composta de 11 ativos. Apenas estou usando uma analogia para frisar a importância do seguro Tail Hedging na formação de um portfólio vencedor.

O que posso afirmar é que eu serei o técnico dessa seleção. Direi exatamente o que você deve fazer e que ativos deve comprar a fim de fazer um golaço em rentabilidade sem descuidar do setor defensivo.

Tudo de maneira bem detalhada, acessível a todos. Inclusive aos iniciantes no mundo dos investimentos.

Informarei ainda a porcentagem que cada produto deve ter na carteira para ter um time equilibrado entre todos os setores: ataque, meio-campo e defesa.

É o que chamamos de gestão ativa da Carteira.

Não só buscar a melhor escalação, mas fazer alterações pontuais sempre que um jogador cansar ou o adversário mudar o esquema tático.

Mais que querer jogar bonito, buscaremos o gol durante os 90 minutos para sairmos de campo com a vitória. Seja qual for o adversário, jogando dentro ou fora de casa.

É como se você, enquanto assinante, fosse um sócio-torcedor, mas aqui, cada gol é uma bolada em seu bolso.

O espetáculo vai além das quatro linhas.

Todo mês você terá acesso a relatório de abertura do mês com uma explicação detalhada sobre a evolução do portfólio.

Também terá acesso a um relatório de monitoramento semanal.

No primeiro dia útil de cada mês, disponibilizamos ainda um vídeo explicativo das mudanças no portfólio para o novo mês, e indico aos novos assinantes como seguir cada uma das recomendações. Todos esses materiais ficam disponíveis na Área de Assinante do portal da Empiricus.

Você poderá consultar todo o conteúdo pelo computador, celular ou tablet. Quantas vezes quiser. Onde estiver.

Para ajudá-lo a se organizar melhor, disponibilizaremos uma planilha de Excel de Gerenciamento de Investimentos. Uma ferramenta ideal para para ter um acompanhamento periódico dos ativos e dos resultados financeiros.

Caso ache necessário, você poderá consultar o Guia Iniciante Carteira Empiricus. Este guia pretende apresentar uma visão da série, além de auxiliar em algumas dúvidas que venham aparecer, como operacionalizar algumas recomendações, montante recomendado para seguir a série, vídeos importantes, etc.

Tudo para fornecer o embasamento completo que você precisa para acompanhar seus investimentos e dormir tranquilo, independentemente de tudo o que estiver acontecendo mundo afora.

Vale destacar ainda que além do nosso time de 30 analistas, que ajudam a montar a Carteira, contamos ainda com uma ajuda mais que especial – o Grupo Agora – nosso sócio norte-americano – está no ramo de explorar caudas longas (as extremidades dos ganhos possíveis em cada ativo).

Presente em mais de 10 países, o Grupo Agora possui um faturamento de 300 milhões de dólares.

O segredo do alto faturamento está justamente em seu posicionamento no mercado.

Enquanto a grande mídia atua mais como um espelho retrovisor, estampando basicamente notícias velhas, que já aconteceram – ou com projeção de um economista convencional para o próximo ano…

…o papel da Agora e da Empiricus não é o de ser um simples provedor de notícias. Nós fornecemos notícias e análises e recomendações, que estão nas extremidades da curva normal.

Com a Carteira Empiricus, você poderá encontrar os investimentos de cauda.

E é aí que o dinheiro está.

É o gol de placa.

A bola indefensável para o goleiro adversário.

Por essas e outras, a Empiricus aumenta o número de clientes satisfeitos a cada dia…

…e o Grupo Agora, do qual fazemos parte, tem mais leitores que o Financial Time e o Wall Street Journal, juntos.

Ao seguir a Carteira Empiricus, acredito que irá nos agradecer depois, como aconteceu com o Rodrigo.

“O ganho de capital que eu tive com vocês foi incontestável, você pode não acreditar, mas tenho imposto de renda para provar: meu patrimônio – que não é muito – dobrou de valor, graças a vocês, conto minha história para agradecer”.

Rodrigo M.

Falando em rentabilidade, vamos ver quanto a Carteira Empiricus tem rendido.

Se nos dois primeiros meses de 2017, a carteira alcançou +227,15% do CDI utilizando minha nova estratégia, o Método TBK-S®

…ano passado não foi diferente, a Carteira Empiricus bateu seu benchmark (CDI) com folga.

Fechou o ano de 2016 com uma valorização de +146,7% do CDI com o então método TBK. Avançamos 20,4% em um ano repleto de desafios, que pode ser considerado um verdadeiro feito.

Vale destacar que gestores de fundos multimercado voltados a clientes ultrarricos entregaram, na média, ganhos inferiores a isso. Falo de profissionais extremamente competentes e admirados.

Desde março de 2014 – data de criação da Carteira Empiricus – 17.352 membros satisfeitos têm acumulado sistematicamente uma rentabilidade muito superior à média do mercado: +160% do CDI.

Um retorno muito acima dos demais investimentos.

Este gráfico comparativo com as outras aplicações não me deixa mentir.

Note que o Ibovespa do período foi de apenas +38,5%, enquanto o Carteira Empiricus rendeu +79,16%. Portanto, o desempenho da nossa Carteira foi 105,61% superior ao principal índice da Bolsa.

Na prática, isso significa que, se você tivesse aplicado R$ 100.000 nas nossas recomendações em março de 2014, na criação da Carteira, teria agora R$ 218.340.

Iniciando com R$ 500.000, teria acumulado R$ 1.091.700.

E com um investimento de R$ 1 milhão, teria alcançado R$ 2.183.400.

Veja bem, estou considerando a rentabilidade até 2016.

Se fosse considerado o ganho até fevereiro de 2017, os lucros teriam sido muito maiores…

E com o mais alto grau de segurança disponível entre as casas de análise do mercado para os seus investimentos.

A propósito, o ideal é que tenha R$ 100 mil ou mais para montar a carteira com todos os ativos recomendados. Inclusive os seguros Tail Hedging.

Mas com um pouco menos, poderá seguir boa parte do meu portfólio pessoal de investimentos e ainda assim ter uma ótima rentabilidade.

Se considerarmos apenas nossa seleção de ações, por exemplo, a rentabilidade foi de +95,3% desde a criação da série, em março de 2014, até dezembro de 2016.

Alerta
Isso é uma promessa de retorno?
Não. Retornos passados não são garantias de rentabilidade futura.
Isso é uma possibilidade. Investimentos envolvem riscos e o investidor deve estar ciente disso.

 

O Mauricio é um exemplo de que é possível ter rentabilidade e segurança com uma boa carteira de investimentos.

Não entendia nada de investimento até me tornar um assinante. Comecei com 207 mil reais em dezembro de 2016, hoje estou com 255 mil reais, acredite. Quero agradecer pelos ótimos investimentos e pela sua constante preocupação em proteger nossos investimentos. A nova estratégia do Carteira realmente funciona.
Mauricio B.

Por fim, gostaria de relembrar algo.

A Carteira Empiricus é a única maneira de investir em um portfólio de investimentos diversificado no Brasil, norteado pelos princípios do Método TBK-S®

Aliás, você deve estar curioso em saber qual é o seguro que pode se valorizar até 1.500% em caso de catástrofe.

Mas, afinal, qual é o seguro-catástrofe da Carteira Empiricus?

Discípulo de Nassim Taleb, temo a chegada súbita de alguma surpresa muito negativa com poder de nos afetar dramaticamente.

Sempre entendi que, se acharmos os seguros apropriados poderemos aumentar nossa posição em “ativos de risco” – como ações – obtendo mais potencial de valorização, sem, no entanto, abrir mão de segurança.

Um bom seguro é aquele que custa pouco e representa uma pequena porção de nosso portfólio para não nos representar um grande fardo a ser carregado.

Ao mesmo tempo, ele traz um enorme benefício em caso de tragédia, nos protegendo de uma eventual catástrofe.

Note, portanto, que o seguro adequado precisa ter uma resposta não linear (não proporcional).

Em outras palavras, quanto menos de um ativo se precise carregar para ter uma adequada proteção do todo, melhor será o seguro. Isso porque, caso ele não lhe seja útil, menos sofrerá o seu portfólio em termos de rentabilidade.

Esse é o meu entendimento de uma boa definição de seguro.

Chegou o momento de conhecer o seguro Tail Hedging.

A Carteira Empiricus conta com mais de um seguro capaz de proteger todos seus ativos.

O principal deles são as Opções.

Mais especificamente as Opções de Venda (conhecidas também como Puts).

Veja como uma Opção pode blindar a Carteira, na prática.

Antes da eleição norte-americana, escrevi aos assinantes que a probabilidade da vitória de Trump, recomendando a compra de uma Opção de Venda da Petrobras, para blindar a carteira…

O resultado da recomendação dessa Opção você pode ver abaixo.

Um retorno de +455% com uma pequena fatia de proteção da carteira.

Enquanto os mercados globais derretiam…

…os assinantes da Carteira Empiricus estavam protegidos.

Não só evitaram perdas, como ganharam muito dinheiro em poucas horas.

Eu sabia do resultado da eleição antes dos outros?

Não.

Apenas precisava de uma proteção eficiente, que blindasse a Carteira e que oferecesse uma alta rentabilidade potencial caso o improvável se materializasse.

E assim foi feito.

A recomendação da Opção da Petrobras foi enviada aos assinantes por e-mail e via SMS. Eles só precisaram seguir a operação.

Quer outro exemplo recente?

Após a Carteira ter se valorizado consideravelmente em janeiro, recomendamos a compra de Opções de Venda da BRF para nos protegermos.

Posteriormente, a companhia divulgou resultados bem fracos e abaixo da expectativa do mercado.

A Opção se valorizou, mas não era hora de vender.

Depois, a companhia chacoalhou com a notícia da saída do CFO e do diretor de Inovação, Marketing e Qualidade.

Cheiro de algo podre no ar.

As Opções da BRF se valorizaram consideravelmente, mas não recomendamos embolsar os lucros.

Posteriormente, a Polícia Federal bateu à porta da BRF, na maior operação de sua história, cumprindo mandados de prisão da operação “Carne Fraca”.

Sob a alegação de venda ilegal de carnes vencidas, executivos da BRF foram presos – e a cotações da BRF soltas como uma peça de presunto Sadia ladeira abaixo. A ação chegou a cair cerca de -8% em um único dia.

Com a expressiva desvalorização da BFR na Bolsa, as ações atingiram o menor patamar desde dezembro de 2012.

Consequentemente, a Opção de Venda da BRF que recomendamos aos assinantes se valorizaram +269,62%.

Nos últimos dias tenho recebido inúmeras mensagens de agradecimento por ter blindado a carteira dos assinantes com seguros Tail Hedging.

Felipe, senti na prática a importância de ter bons seguros em carteira. Enquanto a Bolsa derretia quase -2,5% em um único dia com a operação Carne Fraca, a Carteira Empiricus continuou blindada e segura. Só a opção de venda da BRF subiu mais de 200%. Ter seguros é mais vantajoso que eu imaginava. Diria até que indispensável.
Renato T.

Quer outro exemplo ainda mais recente?

Enquanto os mercados globais derretiam após o vazamento da JBS…

…os assinantes da Carteira Empiricus estavam protegidos.

Não só evitaram perdas, como ganharam muito dinheiro em poucas horas.

+ 642%
+ 121%
+ 327%

 

Eu sabia da delação antes dos outros?

Não.

Mas busquei blindar a Carteira com seguros que oferecessem uma alta rentabilidade potencial caso um cisne negro se materializasse.

E assim foi feito.

Sem dúvida, a escolha de bons seguros é essencial para a proteção dos ativos contra eventos considerados raros, de alto impacto e imprevisíveis – a definição clássica de Cisnes Negros, do mestre Taleb.

Outra vantagem dos seguros que recomendo na série é que eles são fáceis de serem operados.

Fique tranquilo caso nunca tenha negociado uma Opção antes.

Até mesmo quem nunca comprou uma ação ou uma opção antes poderá realizar as operações de proteção sem dificuldades.

Se você não estiver familiarizado com o mercado de Opções, recomendo fortemente assistir ao Curso Expert em Opções.

Ministrado pelo analista Bruce Barbosa, nosso especialista em Opções, ele tem a habilidade de simplificar seu entendimento, mostrando na prática como operar nesse mercado.

E o melhor é que você não pagará absolutamente nada por esse disputado curso.

O Curso Expert em Opções é um presente meu para você – que custaria algo em torno de R$ 1.000 se fosse adquirido separadamente.

Este é o bônus especial a que me referia acima. Ele foi preparado para você não ter desculpas em blindar seus investimentos.

Mas é preciso ficar claro que nem todos os novos assinantes da série terão direito a esse benefício.

Assinando a série Carteira Empiricus – em até 48h – você ganhará o curso Expert em Opções.

Ao se tornar um assinante dentro dessa janela de oportunidade, você terá acesso imediato e gratuito ao curso Expert em Opções.

Caso já tenha assistido ao curso, terá um desconto proporcional ao valor pago pelo mesmo na assinatura da Carteira Empiricus.

Composto de 5 videoaulas, você poderá assistir ao curso de onde estiver, a qualquer momento, quantas vezes quiser.

Seja pelo celular, tablet ou computador pessoal.

Mudar a abordagem de investimentos na direção de ter muitos “ativos de risco” (como as ações) protegidos com Opções de Venda fora do dinheiro é uma real alteração de paradigma.

Tenho certeza de que se trata de uma mudança para melhor, já que você não terá que abrir mão da segurança.

Estou confiante de que este é o melhor método para os próximos anos.

Afinal, queremos surfar a expectativa de consolidação de um Bull Market estrutural no Brasil.

Muito se fala de derivativos sem saber, apontando riscos excessivos para o investidor.

Isso é uma grande bobagem, pois as Opções são, na verdade, instrumentos de proteção (hedge), o mecanismo que lhe permite unir o grande potencial de valorização e o controle preciso dos riscos.

É fundamental que o investidor tenha a exata dimensão do que está acontecendo. Tamanhos retornos, em tão pouco tempo, são extraordinários. Não costumam ser repetidos com frequência.

Ainda que estejamos, de fato, num Bull Market estrutural e com muito espaço para valorização adicional dos ativos de risco (minha interpretação é mesmo de que o processo mal começou), a caminhada é sempre não linear, volátil e marcada por tropeços no meio do percurso.

Mesmo os Bull Markets das maiores multiplicações passam por realizações de lucros e correções pronunciadas. Em meio a trajetórias vigorosas de alta, encontramos recuos de 20%, 30% ou até mesmo 50%.

O que estou lhe propondo aqui é uma mudança completa de estratégia, algo para desafiar o status quo.

Acredito que podemos fazer isso para o investidor de varejo, sem precisar incorrer em grandes tecnicalidades ou privá-lo de boas técnicas de investimento somente por que não é um profissional do mercado.

Na nossa vocação, está o compromisso de democratização das aplicações também, levando ao leigo as melhores formas de aplicar seu dinheiro.

Só precisamos de dedicação, comprometimento e diligência. Haters gonna hate.

Paciência. Nós reconhecemos a inteligência de nossos leitores, sempre.

Como os benefícios da série são inúmeros, vou resumir o que você levará ao se tornar um assinante em até 48h.

A série Carteira Empiricus inclui:

Relatório mensal;

Relatório semanal de acompanhamento;

Vídeos mensais explicativos sobre a montagem do portfólio;– Acesso exclusivo ao Método TBK-S®, que permite ter uma carteira completa que combina proteção e rentabilidade ao mesmo tempo. Mesmo em cenários pessimistas;

Curso Expert em Opções, que será um bônus para você assinando nas próximas 48h – um presente meu para você que custaria algo em torno de R$ 1.000 se tivesse que pagar por ele;

– Planilha de Gerenciamento de Investimentos, em formato Excel, para seu controle pessoal;

Newsletter diária Daily PRO, o resumo matinal de tudo o que é relevante no mercado financeiro.

 

O.k., você se interessou pela estratégia, pelo potencial de retorno acima da média e pela blindagem do portfólio, mas quanto custa para se tornar um assinante da série?

O preço regular da Carteira Empiricus é 12 x R$ 262,50.

Mas, atenção, você não pagará esse valor.

Nesta condição especial, o plano anual custará apenas 12x R$ 232.

Se optar por pagar à vista no cartão de crédito leva um desconto adicional de 10%.

Tem mais…

Por fim, antes de tomar sua decisão, você precisa saber o seguinte…

A série se paga em pouco tempo.

A Carteira Empiricus rendeu +227,15% do CDI nos quatro primeiros meses de 2017.

Considerando o CDI a 11,25% (taxa de juros Selic enquanto escrevo esta carta) o Método TBK-S® gerou um ganho de +8,52% em apenas quatro meses.

Quem investiu R$ 100.000 em janeiro acumulou R$ 108.520 em abril.

Teve, portanto, uma valorização de R$ 8.520 em seu portfólio – mais que o suficiente para arcar a assinatura vitalícia da Carteira Empiricus, utilizando os ganhos auferidos nos primeiros meses do ano…

É ou não é um bom negócio?

Sem dúvida…

O restante do lucro que conseguir nos meses e anos seguintes, poderá usar como quiser.

Você está convidado a conhecer esta assinatura. Com esse passo, poderá acessar imediatamente minhas ideias de investimento e recomendações.

É importante que o leitor não tome nenhuma decisão de investimento apoiado unicamente nesta carta-convite. É fundamental o acesso ao relatório de análise para a realização das operações – até porque não há aqui nenhuma recomendação de investimento, apenas informações sobre as operações já realizadas. Somente podemos ser cobrados pelas recomendações presentes no relatório de análises.

Esta estratégia, por utilizar renda variável, envolve riscos. Rentabilidade passada não é garantia de lucro futuro.

E se a série não for aquilo que você esperava?

Caso entenda que a série não é para você, ainda poderá ter o dinheiro da assinatura de volta.

A Empiricus não se tornou a maior casa de análises financeiras do Brasil, com mais de 180.000 assinantes únicos, fazendo promessas que não se confirmavam.

E a prova disso é o Compromisso Empiricus — registrado em Cartório — que dá a todos os interessados 20 dias para experimentar o produto.

Ou seja, em caso de cancelamento nos primeiros 20 dias, você terá a devolução do dinheiro pago pela assinatura.

Se não gostar do produto, poderá cancelar a subscrição e abrir a vaga para alguém da lista de espera.

Por isso, não há risco nenhum para você em ao menos assinar e receber as primeiras recomendações que combinam proteção e rentabilidade.

Caso ainda reste qualquer dúvida sobre a nova série, entre em contato com um de nossos atendentes pelo telefone 4003-5120.

O custo é de uma ligação local, sem DDD.

Se a linha estiver ocupada, peço a gentileza de insistir. Você só terá acesso gratuito ao curso Expert em Opções assinando a série nas próximas 48 horas.

É importante frisar ainda que a Carteira Empiricus é restrita a assinantes.

Ou seja, é sua única maneira de ter acesso ao exclusivo Método TBK-S® uma estratégia inovadora, que pode fazer seu rendimento dobrar quase instantaneamente.

ACESSE AQUI SEU DESCONTO

Bônus válido por tempo limitado. Apenas 48h.

 Um abraço,

Equipe Empiricus

 

Compromisso Empiricus registrado em cartório

CLÁUSULA DE CONFIANÇA 100%

Apesar de todas as vantagens já implícitas no material, a oferta em questão não perde a prerrogativa da Cláusula de Confiança Empiricus registrada em cartório: caso você não goste do conteúdo, pode cancelar a assinatura nos primeiros 20 dias com reembolso de 100% do valor pago.

Isso mesmo: você terá acesso imediato a todo o material do plano e ainda garantirá a possibilidade de cancelar posteriormente, recebendo o seu dinheiro de volta.

Para exercer seu direito, basta enviar um email para cancelamentos@empiricus.com.br e o processo é executado automaticamente. Limitado a 3 cancelamentos por assinante em um prazo de 12 meses.

Informações Importantes:

Os conteúdos da Empiricus visam informar sobre possibilidades de lucro financeiro sugeridas na forma de diferentes estratégias de investimento, eximindo-se a empresa de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora a Empiricus forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de especialistas certificados, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados. A Empiricus alerta para que nunca sejam alocados em renda variável aqueles recursos destinados a despesas imediatas ou de emergência, bem como valores que comprometam o patrimônio do cliente. A empresa não realiza intermediações financeiras, por conseguinte não obtém nenhum tipo de receita advinda de comissões, corretagens ou emolumentos sobre montantes aplicados, delegando ao investidor a exclusiva responsabilidade pela execução de operações junto à respectiva instituição financeira na qual possua conta aberta. Para assegurar a imparcialidade na avaliação dos investimentos, a Empiricus não recebe patrocínios nem veicula publicidade que não a de seus próprios produtos/serviços. Pessoas que têm dificuldades com limites devem procurar aplicações mais estáveis, como a renda fixa. A título de elevação dos padrões fiduciários e promoção das melhores práticas do mercado, os sócios da Empiricus têm, ou podem vir a ter, posições nos investimentos recomendados. A empresa zela pelo direito de privacidade dos seus leitores. Quando necessário, seus dados pessoais são alterados com o objetivo de proteger as identidades. No entanto, o conteúdo dos depoimentos apresentados é sempre e garantidamente fidedigno. A presente nota não se sobrepõe à legislação e regulamentação vigentes.


A Empiricus foi fundada em 2009 com um objetivo: levar recomendações independentes
e de qualidade para a pessoa física.

Hoje, nossa equipe conta com mais de 200 colaboradores.
Afinal, somos uma empresa de pessoas e produzir conteúdo relevante para a sua vida financeira não é tarefa fácil.

Mas a Empiricus não é apenas a sua equipe, somos os mais de 180 mil assinantes dos relatórios.
Para conhecer algumas dessas histórias, acesse https://www.empiricus.com.br/depoimentos

Se quiser saber mais sobre a Empiricus, acesse nosso site em www.empiricus.com.br ou envie um email para atendimento@empiricus.com.br.

A Empiricus apoia

 

Uma empresa associada à Agora Companies


Maior grupo de publicações financeiras do mundo, com mais de 2.700.000 assinantes

Empiricus Research
CNPJ 11.431.155/0001-07
Copyright © 2009 – 2017

Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477
Torre B - 10º Andar
CEP 04538-133 - Itaim Bibi - São Paulo

Relacionamento com o Cliente
Telefone(s): 4003-5130 | 4003-3118
(ligação local)